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Beth - Trepada nas montanhas


autor: Publicitario45
publicado em: 08/03/16
categoria: hetero
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Era uma sexta-feira fria, coisa rara aqui no Espirito Santo. O vento sul trouxe uma chuva fina e a temperatura caiu. Estávamos no mês de junho e as pousadas localizadas nas montanhas lotam de famílias e casais em busca do clima frio tipicamente europeu.

Foi no meio da tarde que eu recebi uma ligação da Beth, o dia estava corrido mas consegui parar para atender a sua ligação.

- Olá, tudo bem?

- Sim e você?

- Não consegui dormir esta noite. Fiquei pensando no que aconteceu ontem no meu escritório. Cheguei em casa, me joguei na banheira e fiquei pensando em tudo que rolou.

- Gostou?

- Sim, gozei como uma desvairada.

- Vamos repetir?

- Eu quero e é por isso que eu estou te ligando. Preciso ir para Pedra Azul, tenho um cliente lá e só posso me reunir com ele amanhã. A gente sobe hoje e passa a noite lá, o que acha?

- Acho ótimo, mas e seu marido?

- Está viajando.

- E onde vamos ficar?

- Temos uma casa lá. Tem um caseiro, mas direi que você é meu estagiário. Na manha seguinte a gente vai pra reunião e descemos.

- Fechado.

Corri com meus afazeres na agencia, fui pra casa, tomei um banho, me arrumei e fiz uma pequena bolsa com algumas coisas. Por volta de 21h, Beth estacionou o carro na porta do eu prédio e eu desci rapidamente.

Beth estava maravilhosa. Usava uma calça jeans colada no corpo, uma blusa preta e um blazer de couro preto. Calçava botas de cano não muito longo mas que tinha um bico afinado e um salto bem alto. Entrei no carro e fui recepcionado por um longo e caloroso beijo. Depois seguimos viagem, que durou cerca de 1h mais ou menos.

No meio do caminho fomos contando histórias de nossas vidas e Beth, seguia com a mão em cima da minha perna. A conversa saiu do cotidiano e entrou na noite anterior e meu pau foi endurecendo. A coisa ficou mais quente quando ela percebeu o volume na calça e passou a massagear meu pau enquanto eu dirigia pela BR 262, Beth me olhava com cara de safada e eu tentava manter os olhos na estrada até que meu zíper foi lentamente sendo aberto, suas mãos frias tocaram meu pau me deixando o corpo totalmente arrepiado. Os movimentos foram fazendo o clima esquentar dentro do carro e de repente Beth se jogou de boca no meu pau e começou a me chupar, lambia a cabeça da minha rola, me punhetava e voltava a chupar. Temendo não conseguir manter o carro na pista, estacionei próximo a um posto de gasolina e só saímos de lá depois que eu gozei e enchi sua boca de porra.

Depois que ela sugou até a ultima gota, Beth me beijou loucamente e confesso que não simpatizei muito com o gosto da minha porra. Ela riu e pediu que seguíssemos, pois já era mais de 22h e faltava muito pouco para chegarmos ao seu sitio.

Chegamos rapidamente no sítio, e que sítio. Quando estacionei o carro um senhor de idade, provavelmente o caseiro veio nos receber e disse que a casa estava preparada. O senhor educadamente me cumprimentou e entrou carregando as nossas bolsas. Assim que Beth conversou com ele, passou algumas instruções, o senhor deixou a casa e ficamos apenas eu e ela.

- Que tal um banho antes do jantar?

- Jantar?

- Sim, mandei preparar tudo. Temos massa e um ótimo vinho.

- Ok.

Seguimos pra suíte principal da casa no segundo andar. Entramos e Beth já foi se despindo. Apesar do frio a casa tinha aquecedor e a temperatura do quarto estava ideal. Beth entrou primeiro, pediu que eu esperasse e trancou a porta.

Fiquei sentado na enorme cama e depois de dez minutos ela destrancou a porta e me chamou.

Quando eu entrei parecia cena de filme. Uma banheira redonda, velas por todos os lados e uma mulher linda com os cabelos presos me esperando lá dentro. Me despi lentamente e entreguei me juntando a ela. A agua estava quente e nossos corpos se tocaram numa sincronia perfeita.

Meu pau já estava doendo de tanto tesão. Beth se aproximou e com uma perna de cada lado sentou no meu colo fazendo com sua boceta engolisse meu pau de uma vez só. Ela queria um sexo mais tranquilo, ouvindo música, beijando meus lábios lentamente, rebolando em movimentos circulares lentos e delicados.

Minhas mãos deslizavam facilmente pelo seu corpo ensaboado, alisei suas costas, toquei na sua bunda, passei o dedo no seu rego, massageei seu cuzinho e nesta hora Beth estremeceu o corpo num claro sinal de quem gostava de dar a bundinha.

Com meu dedo fazendo pressão no seu rabinho seus movimentos aceleraram, ela remexeu mais vezes e gozou na minha pica junto comigo.

Saímos do banho e fomo jantar. Aproveitamos para conversar, coisa rara entre a gente, pois sempre que nos encontrávamos o negócio era sexo.

Depois do jantar subimos novamente pro quarto e Beth caiu de boca no meu pau. Me chupou deliciosamente me fazendo gozar na sua boca de novo. Quando eu achei que iriamos para a segunda sessão, ela me lembrou do horário e disse que seria melhor dormirmos, pois no dia seguinte ela teria uma reunião por volta das 10h.

Então, apagamos. Beth dormiu deitada no meu peito, completamente nua. Meu sono demorou a chegar e o cheiro dela tão perto e o calor do seu corpo faziam com que meu pau continuasse duro, pulsando, querendo mais boceta.

Com o passar das horas, adormeci. O cliente dela chegaria na casa por volta das 10h e no meio do sono profundo senti uma boca quente fazer pressão no meu pau. Era Beth, com uma caneca de chocolate quente nas mãos, engolia o liquido e me chupava. A sensação daquela boca febril era incrível e depois de um delicioso boquete, ela se livrou de um robe, ficou numa na minha frente, pegou um vidro de gel, lambuzou meu pau e virou de costas pra mim.

- Segura firme seu pau.

Abriu as pernas, posicionou a cabeça na porta do cuzinho e veio descendo lentamente. Sua bunda foi engolindo cada centímetro da minha rola até entrar tudo. Com muita disposição física, Beth se apoiou nas minhas pernas e ficou subindo e descendo com meu pau cravado no sua bunda. Ela gemia um pouco mais alto do que de costume, não era chegada a xingamentos, mas estava quase tendo um orgasmo fulminante. Ao pressentir que seu tesão estava aumentando, comecei a estoca-la ainda por baixo dela e Beth gozou com minha vara rasgando sua bunda. Ai seu corpo arriou, ela deitou de lado com meu pau ainda dentro. Ajeitei meu corpo, levantei suas pernas e continuei as estocadas.

Com uma das mãos Beth passou a massagear seu grelo e gozou novamente, acelerei o ritmo e enchi seu cuzinho de porra enquanto beijava e lambia suas costas.

Ficamos ali por alguns minutos e ouvimos barulho de um carro chegando. Era seu cliente. Beth se levantou rapidamente, correu pro banheiro e foi tomar um banho.

Esta foi a nossa primeira transa nas montanhas. Boa noite a todos.




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