"Os mais excitantes contos eróticos"

 

O estagiário e a secretária


autor: caiopiresbr
publicado em: 09/03/16
categoria: hetero
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Poucas mulheres demonstram tanta desenvoltura para fazer coisas tão simples como beber água. Você deve estar se perguntando, como assim? Calma. Eu explico.

Sempre acontecia de uma forma bem parecida. Ela saia de sua mesa com um pulinho rápido. Seu salto tocava o chão de uma forma animada. Eu tinha instintivamente me acostumado com o barulho e minha cabeça se erguia para apreciar.

Em seguida ela dava a volta em sua mesa e era nesse momento que eu começava a prestar atenção. Gostava quando ela usava uma saia preta comprida, que ia até abaixo dos joelhos, e que fazia aparecer cada curva de suas pernas. Ela era baixinha, 1,55 de altura e possuía um par de pernas sensacionais. Grossas, sem nenhuma marca de celulite ou estrias.

Vinha caminhando pelo corredor com seu decote dançando de um lado para o outro. Não deveria ser fácil conviver com peitos daquele tamanho. Não eram necessariamente empinados, eram volumosos e mesmo o sutiã não conseguia esconder como seus bicos eram pontudos. E isso só deixava eles ainda mais lindos aos meus olhos.

Pegava o copo de água com sua mão delicada e se inclinava para colocar ele no bebedouro. Era um bebedouro baixo, desses com água normal e gelada e baixo. Ela escolhia a gelada.

Em alguns casos ela deixava o copo cair sem querer no chão. Eu adorava, ela se abaixava pra pegar empinando a bunda pra cima e indo com o braço em direção ao chão. Eu babada enlouquecidamente e ficava torcendo que o próximo copo caísse também.

Pois bem, chegava a parte que eu mais gostava. Ela levava o copo a boca e bebia. Seus lábios fortemente rosados, sua boca carnuda e seu queixo fino se alinhavam perfeitamente para receber alguns goles de água.

Torcia para que algumas gotas caíssem enquanto eu tirava fotos piscando com os olhos. Eu precisava me lembrar daquilo mais tarde, em alta definição de preferência. Ela terminava de beber e limpava o canto dos lábios com os dedos de forma graciosa, em minha mente isso se convertida facilmente na coisa mais sexy do mundo.

O lixeiro ficava no canto. Ela brincava de acertar o cesto e no processo esticava uma das pernas, se inclinava pra frente e em dias sem sutiã os seios acompanhavam. As vezes não acertava e precisava juntar o copo. Eu sempre torcia para que errasse.

Não foram poucas as vezes em que sonhei com aquilo e acordei no meio da noite com meu pau duro me pedindo para roçar uma punheta. Sempre obedeci.

Seu nome era Stephany e trabalhava comigo em uma empresa de Porto Alegre. Na verdade ela trabalhava, era secretaria do meu chefe, eu era estagiário e o máximo que fazia era ficar olhando discretamente pra ela o dia todo. Ela era nova na empresa, estava lá a dois anos. Eu ainda mais, apenas seis meses. Quando em uma sexta ferirá chuvosa o total inesperado aconteceu.

Eu morava a umas cinco quadras da empresa. Meu horário ia até as 17:00 horas e nas sextas era um dos últimos a sair. Ainda mais em sexta pré-feriado de carnaval. Não tinha quase ninguém lá. Apenas eu, Stephany e mais dois empregados. As quatro horas eles foram embora e ficamos apenas nós dois. Não entendi porque ela também ficou até mais tarde aquele dia.

Stephany foi tomar água e pra variar acompanhei cada passo seu. Sempre fiz isso, a diferença era que daquela vez eu era o único. Logo depois de jogar o copo no lixo ela me olhou rapidamente me pegando desprevenido. Ela emitiu um sorriso aberto e eu... tinha apenas 18 anos. Garoto tímido nascido no interior do estado, corei.

Ela veio andando decidida em minha direção e nos conhecemos.

_ Se eu ganhasse um real para toda vez que me olham já estaria milionária, fica tranquilo. - ela era a mulher mais simpática do mundo.

_ Me desculpa moça. Eu estava distraído.

_ Relaxa garoto. Eu me chamo Stephany lembra? - respondeu ela aprontando para o crachá.

_ Eu sei, desculpa, é que não tínhamos nos falado antes. Prazer Stephany. - estendi a mão. - Eu me chamo João.

_ O prazer é meu João. - eu estava imaginando coisas ou ela enfatizou a palavra prazer de uma forma bem peculiar.

A cumprimentei e começamos um papo banal obre o tempo. Tinha começado a chover forte lá fora.

_ Você sabe que já pode ir né João? Você é estagiário e pode ficar tranquilo que não vou te de durar para o chefe - ela piscou pra mim.

_ Não seria nada mal. Mas eu moro aqui perto e prefiro esperar a chuva passar. Além do mais falta pouco pra dar a minha hora.

_ Que sorte a sua. Eu estou pagando umas horas e vou ter que ficar aqui até mais tarde e o pior é que não tenho nada interessante pra matar meu tempo.

Nesse momento eu devo ter ficado muito vermelho porque meu coração quis sair pela boca. Meu cérebro entrou em um estado letárgico e demorei pra ter uma idéia.

_ O que foi João você está passando mal?

_ Não. Claro que não....Você gostar de jogar cartas?

_ Adoro jogar buraco. - e novamente meu coração quis explodir naquele momento.

_ Eu tenho um aqui na minha mochila e se você topar podemos jogar até a hora de eu ir. - sugeri totalmente sem jeito,as palavras foram saindo descontroladas de minha boca.

Ela pensou por um instante, olhou para os lados e se afastou. Pensei que tinha me fodido feio, que seria demitido e acusado de assédio. Porém, Stephany foi até sua mesa pegou a chave da empresa, foi até a porta e a trancou. Voltou pra falar comigo.

_ Vamos fazer assim então. Você tem que prometer contar pra ninguém. Como a porta aqui é de vidro nós vamos na sala de reunião e jogamos lá. Se alguém chegar, o que eu duvido muito, a campainha deve tocar e eu venho atender fingindo que estava no toilette. Combinado?

Levantei e nos dirigimos a sala.

Era uma sala espaçosa com uma mesa grande no meio. Dessas retangulares e arredondada na ponta. Sentei na lateral e esperei Stephany sentar na outra, em minha frente. Em vez disso ela pegou uma cadeira e se colocou do meu lado com a justificativa de que o outro lado era muito longe e não teria como jogarmos muito bem.

Ficamos de lado pra mesa, meio que de frente um para o outro. Nossos joelhos estavam próximos e conseguia sentir sua respiração. Sempre que ela precisava comprar uma carta no monte ela se inclinava pra frente. Seu pescoço ficava amostra e seu perfume entrava pelo meu nariz.

Aquilo deveria ser uma tática pra ganhar de mim. E estava funcionando. Ela era boa no jogo e ganhou de mim fácil na primeira partida.

_ Te importas se eu ficar um pouco mais a vontade João?

_ Claro que não. - Respondi tossindo

Nesse momento ela começou a remover seu salto com dificuldade. Ele era preso do lado.

_ Meu ajuda? - ela perguntou já colocando um dos pés no meu colo

_ Claro.

Meu pau, é claro, já estava totalmente duro e inchado. Ele tem alguns centímetros além da média e, se eu estava me esforçando para não demonstrar o quanto estava excitado, naquele momento tudo foi por água abaixo porque seu pé ficou em cima dele. Abri a fivela e removi seu salto. Ela voltou com os pés para o meu colo e certamente pode sentir meu tesão.

Tirou o pé, colocou o outro, que removi também. Dessa vez com mais calma, tocando ao máximo com meus dedos em seu pé, sentindo sua pele suave, arrepiada. Ela denovo colocou o outro pé no meu colo enquanto eu soltava seu salto no chão e massageou meu pau.

Após isso ela puxou seu amarrador de cabelo, ficando com eles soltos e desabotoou um dos botões de sua blusa, o que fez seu sutiã vermelho aparecer de leve e deu espaço para que seios saltassem.

_ Agora sim, muito mais relaxada. - ela falou rindo - Vamos jogar outra partida. Mas dessa vez tem que valer algo.

_ Estagiário ganha muito pouco para ficar perdendo em jogo.

_ Quem disse que precisa ser dinheiro? Vamos fazer algo mais divertido. Cada partida vale uma peça de roupa. - pela terceira vez meu coração quis sair pela boca e tive que controlar - Pelo que vi você tem 4 peças de roupa (camisa, calça, cueca e meias) e eu também (blusa, saia, sutiã e calcinha). Que tal?

Entrei no jogo com a maior excitação do mundo. Ela certamente estava me maltratando e fazia aquilo muito bem.

De tanta desconcentração perdi a partida seguinte e tirei minhas meias. Perdi outra partida também e ela escolheu que eu tirasse minha camisa. Percebi que ela não tirava o olho dos meus peitos. Sempre malhei, de forma que aos 18 já tinha um corpo bem legal.

Jogamos mais uma vez e ela perdeu.

_ Finalmente você ganhou uma, então, pode escolher, quer que eu tire minha saia ou minha blusa?

_ Na verdade quero pedir algo diferente, quero que você comece ao contrário. - tentei me controlar ao máximo - Primeiro quero que tire seu sutiã.

Ela pareceu surpresa, disse que tudo bem e começou a remover, colocou a mão por dentro da roupa na parte de trás e abriu o fecho em suas costas. Fez um movimento dentro da roupa, puxou uma alça pela manga, depois outra e finalmente colocou sua mão por baixo para removê-lo. Como falei antes, seu sutiã mal conseguia esconder como seus bicos eram duros, agora eles praticamente furavam aquela blusinha branca e pude perceber como eles realmente eram volumosos.

A maré tinha mudado e ganhei a próxima partida também.

_ Se você quer tudo ao contrário imagino que agora queira que eu tire minha calcinha. - fiz que sim com a cabeça, nem que eu quisesse conseguiria ter falado.

Ela se levantou na minha frente, foi puxando a saia pra cima até que sua calcinha amarela, fio apareceu. Molhei meus lábios que já estavam muito secos e esperei enquanto ela começou a puxar, sua saia indo junto e tampando seu corpo. Ela desceu com a calcinha até os pés e sentou, novamente me pediu ajuda. Eu me abaixei, ela levantou os pés, e removi a calcinha pra ela. Percebi, que a parte de dentro da calcinha já estava úmida e que estava com um cheiro maravilhoso.

_ Pode ficar pra você, é um presente por ter ganho a partida. - guardei ela no bolso antes que ela mudasse de ideia e continuamos.

Perdi a próxima partida e precisei ficar só de cueca.

_ Pelo jeito alguém está bem feliz hoje - falou Stephany percebendo como meu pau através de minha cueca box - Adoro branco.

Stephany perdeu a partida seguinte:

_ E agora, pode escolher, o que eu tiro?

Que dúvida cruel.Escolhia a blusa. Ela virou de costas e pediu ajuda. Eu fui puxando sua blusa apertada pra cima, ficou mais fácil quando passou pelos seus seios. Ela virou de frente e riu pra mim.

_ Nunca viu um desses?

_ Desse tamanho provavelmente não - seus seios eram claro, e o bico tinha um aspecto de inchado, nunca senti tanta vontade de chupar um peito, nem antes e nem depois daquilo.

Perdi a próxima e precisei tirar minha cueca. Ao me levantar ela pediu para me ajudar e chegou mais perto começou a abaixar minha cueca, assim que ela abaixou o suficiente meu pau pulou pra fora ficando a centímetros de seu rosto.

_ Desculpa João, mas não guento mais - falou ela enquanto olhava para o meu pau. Começou a colocar seus lábios em volta dele e começou a chupar gostoso com sua boca molhada.

A cabeça do meu pau estava roxa e muito inchada. Ela ficou ainda mais quando Stephany envolveu com seus lábios carnudos e chupou como se lambesse a ponta de um picolé. Ela não estava com pressa nenhuma. Dava chupões fortes por alguns segundos e lambia ele olhando nos meus olhos. Foi descendo cada vez mais e decidiu chupar minhas bolas. Era a primeira vez na vida que recebia uma chupada daquele jeito.

Ela colocava cada uma das bolas dentro da boca e brincava. Voltava par o meu pau e ia chupando ele de lado, subindo, mordiscando. Quando chegou no topo novamente, ela abriu a boca, colocou a língua toda pra fora e foi colocando ele devagar, centímetro por centimetro. Eu via tudo em camêra lenta. Ela abocanhando meu pau sem parar. Fiquei surpreso e pude sentir quando meu pau encostou na entrada de sua garganta. Minhas duas mãos cobriram sua cabeça e estoquei. Uma, duas, três, quatro vezes. Após isso sucessivas estocadas fodiam sua boca. Ela trancou a respiração e permitiu que fodesse sua boca sem dó. Quando não pode segurar mais ela removeu ele, que saiu com um fio grosso de baba ligado aos seus lábios.

_ Nunca chupei um pau tão grosso. Que delicia. - minha mão segurava seu queixo, a via de cima - Cospe na minha boca.

Apesar de abismado obedeci, juntei um cuspe grosso e cuspi em sua boca. Ela engoliu e sorriu:

_ Novamente

Cuspi novamente, ela não engoliu, ficou com ele alguns segundos na boca e cuspiu em seus seios:

_ Vem chupa eles.

Sentou na cadeira, eu em sua frente e comecei a chupar os seios saborosos. Um de cada vez. Comecei pelo babado com nosso cuspe. Eles estavam ainda mais pontudos e inchados. Não me fiz de rogado e dirigi minha lingua direto para o bico. Lambi, chupei, suguei. Sua mão brincava com meu pau. Subia e descia em toda sua extensão úmida.

A cada sugada minha seus seios ficavam mais inchados e pontudos. Ela suspirava, fechava os olhos e gemia demonstrando toda sensibilidade que sentia neles.

_ Me faz de tua puta?

Eu tinha só 18 anos e era inexperiente. Teria aproveitado muito mais caso contrário. Mas isso não foi um problema ela gostava de mandar.

_ Me dá um tapa na cara.

Bati de leve, ela não se contentou e pediu mais força. Bati novamente e ela chegou a virar o rosto. Pensei que tinha passado da conta mas não ela me olhou e sorriu, estava realizando seu fetiche.

Ela me empurrou, se levantou e puxou a saia toda pra cima em volta da cintura. Sentou na beirada da mesa com as pernas abertas e mandou que a chupasse.

Coloquei a cadeira bem na frente e comecei a lamber sua boceta depilada.

_ Cospe nela também.

Cuspi duas vezes, a cada cuspida ela gemia, enfiei dois dedos e senti sua boceta puxando eles ainda mais pra dentro. Abaixei minha cabeça e comecei a chupar seu grelo. Sua barriga tremia incessantemente e seus seios estavam ainda mais inchados.

_ Vêm cá que eu quero sentir ele dentro.

Levantei e posicionei ele na entrada de sua boceta.

_ Deixa ele um pouco aí e me beija.

Ela não queria ser penetrada, queria sentir a cabeça dele ali na entradinha. Me controlei muito para não enfiar e não gozar. Meu tesão estava nas alturas. Respirei fundo algumas vezes. Pensei em outras coisas e continuei.

_ Não quero saber o momento em que você vai enfiar, me pega de surpresa.

Uma de minhas mãos brincava em sua coxa e usei a outra para distraí-la passado de forma sexy em seus lábios. Puxei seu cabelo, expondo seu pescoço e vampirescamente mordisquei. Aproveitei quando ela suspirou e estoquei meu pau fundo em sua boceta. De uma vez só. Sem pensar. Foi fundo. Minha pélvis se uniu a dela e ela berrou alto. Seus olhos encontraram o meu, ela estava maravilhada. Era uma gata no cio. Seus olhos transpareciam puro tesão. Começamos uma dança controlada. Um vai e vem sincronizado. Meu pau deslizava em sua boceta encharcada.

Voltei a dar tapas leves em sua cara, seus seios. Ela se arrepiava sempre que eu fazia isso e pedia mais com os labios. Não saia som de nenhuma palavra, apenas gemidos, gurnindo de prazer.

Senti que ia gozar. Ela tirou meu pau de sua boceta e apertou forte impedindo.

_ Se gozar agora eu te mato. Hoje você vai gozar no meu cú estagiário.

Ela me empurrou novamente, desceu da mesa e tirou a saia. Virou de costas e ficou de quatro em cima da mesa. Não precisou pedir eu entendi o recado, cheguei por trás e dei um tapa gostoso, forte, sua bunda ficou vermelha e ela berrou, dei dois, três tapas seguidos. Isso a excitava. A ponta da mesa estava molhada, pingava no chão.

Ela passou a mão pelas costas e abriu sua bunda. Eu cuspi. Foram três cuspidas no seu rabo, na entrada do teu cuzinho. Ela colocou os dedos e espalho.

_ Agora vai, enfia na tua secretária.

Coloquei meu pau na entrada e comecei a apertar. O cú dela abria e fechava. Ela gostava daquilo. Já tinha praticado algumas vezes. Ele foi invadindo aos poucos, centímetro por centímetro e ela não reclamou em nenhum momento. Parei quando já estava todo enfiado e esperei. Ela começou a rebolar de leve. Colocou sua mão por baixo da barriga e começou a mexer em seu grelo. Ela começou a rebolar ainda mais. Dançava com o meu pau enfiado em seu cú.

Parti pra ação e comecei a estocar. Dava alguns tapas esporadicamente. Sem aviso. Queria pegar ela de surpresa.

Juntei seu cabelo em minha mão e puxei, deixando ela com a cabeça erguida e ainda mais empinada pra mim. Fui bombando varias vezes.

_ Me chama de puta, tua vadia, tua cachorra.

Meu tesão já estava no máximo não sabia mais quanto tempo levaria pra gozar. Ela foi intensificando ainda mais e me chamou.

_ Vai pode gozar no meu cú. Agrrrr.......

Ela gozou. Com isso seu cú fechou forte no meu pau que imediatamente liberou toda porra dentro de sua bunda. Estávamos gozando juntos. Bem forte.

O estagiário e a secretária.

FIM

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