"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Beth – Nosso primeiro ménag


autor: Publicitario45
publicado em: 14/03/16
categoria: hetero
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Para situar quem ainda não eu os contos anteriores um breve resumo. Conheci Beth quando tinha 25 anos e ela 36. Ela era casada com Sérgio, mãe da Camila, uma adolescente que treinava na mesma academia que um grande amigo meu.

Após um fim de semana na casa de praia deles, eu e Beth começamos a sair juntos, engatamos um namoro as escondidas e começamos a realizar todas as nossas loucuras.

A última delas foi transar com ela na cama do casal enquanto seu marido estava viajando. Para que ela realizasse a minha fantasia, tive que concordar com um exigência dela: dar pra outro na minha frente. Eu concordei, agora seria a vez dela se divertir.

A única dúvida era, com quem seria este ménage, já que ela era casada e todo cuidado seria pouco. Pois é, esta duvida era apenas minha, pois Beth já tinha tudo maquinado na sua cabeça. O nosso companheiro de farra seria Mauro, um cara de 38 anos que tinha sido amante dela por pelo menos 3 anos. Eles trabalharam juntos numa repartição pública e durante estes quatros anos o sexo comeu solto e desembolado. Só que Mauro não morava mais em Vitória, após casar, ele tinha se mudado para o Rio de Janeiro mas passar uns dias na capital capixaba não seria problema pra ele.

Passamos a semana falando sobre o dia D. Notei que Beth sempre ficava excitada com a possibilidade e a gente acaba trepando com mais vontade. Aquilo me incomodava e me excitava. Me incomodava porque com 25 anos eu estava bem envolvido com uma mulher de 36 anos e me excitava porque o DNA de safado gritava com a possibilidade.

Chegou o tal dia. Beth me ligou e disse que Mauro já estava na cidade e que iriamos almoçar os três. Marcamos o restaurante e nos encontramos lá. Beth estava linda como sempre, usava um vestido preto, discreto mas ao mesmo tempo sensual. Sempre de meia calça e salto alto. Eu, como era dia de semana estava de terno cinza claro, camisas brancas e gravata azul bem clara. Cabelos cortados, barbas feitas perfumado com o meu velho e infalível Azzarro.

Chegamos e pedimos uma mesa mais afastada e minutos depois chegou Mauro.

Fomos apresentados e ele foi bem educado comigo, mas seu rosto não foi capaz de esconder a surpresa em saber que a sua antiga putinha agora era a minha putinha.

Em Beth ele deu um longo abraço e dois beijos no rosto. Não sei se foi bom ou ruim mas ele usava o mesmo perfume que eu e Beth riu da situação. Pedimos a comida, conversamos sobre mil coisas inclusive trabalho. Mauro parecia querer seduzir Beth o tempo todo. Contamos nossa história, como tudo tinha acontecido e falamos da trepada na cama do casal e do ménage. Mauro riu e perguntou se eu não iria me importar e eu disse que muito pelo contrário, apesar de naquele momento sentir um frio no estomago. Parecia que eu é que era o marido da Beth e não o Sergio.

Almoçamos, pagamos a conta e resolvemos ir pro motel. Já no estacionamento optamos em ir no meu carro, já que os vidros eram bem escuros tanto nos lados quando na frente, coisa de jovem que acha que o carro dele é o mais bonito do planeta.

Entramos no carro e seguimos pra Serra, onde esta localizado o melhor motel da cidade. Mauro sentou atrás e Beth na frente. Suas pernas estava lindas de meia fumê, seu cheiro sempre maravilhoso atiçou Mauro que começou a massagear o pescoço dela ainda dentro do carro. Beth fechou os olhos e deixou-se levar pela massagem do antigo amante. Enquanto isso meu pau foi endurecendo numa velocidade incrível, Beth percebeu e começou a perta-lo ainda por cima do tecido. Chegamos rapidamente e pedimos uma Mansão, um quarto enrome que tem piscina, mini cachoeira, tevês enormes, pista de dança e duas camas de casal bem grandes, é o quarto perfeito para encontro de casais.

Parei o carro na garagem, Mauro saiu pela porta de trás e enquanto eu saia Beth saiu também. Mauro já lhe puxou pela cintura e tascou um beijo de cinema. Meu pau parecia explodir e meu estomago parecia que ia dar um nó. Na minha cabeça, Beth era a minha namorada, tudo bem que ela era casada mas eu não estava nem ai.

Mauro sugeriu que entrássemos logo. De cima dos seus 1,90 de altura (Bem mais alto que eu que tenho 1,75 e Beth que era menos que eu) foi puxando ela pela mãos. Entramos no quarto e colocamos uma musica agradável. Beth sugeriu que tirássemos o dia de folga, assim não teríamos pressa e ainda poderíamos beber um vinho. Todo mundo concordou e os dois voltaram a se pegar. Mauro foi tirando cada peça de roupa da Beth sem a menor pressa. Beijou lentamente sua boca enquanto suas mãos grandes passeavam pelo seu corpo.

Eu, tirei a minha roupa e me deitei na cama ao lado.
Depois Mauro virou Beth deixando ela de costas pra ele e de frente pra mim.

Enquanto ele beijava o seu pescoço, suas mãos foram desabotoando seu vestido que foi ao chão. Apenas de calcinha e sutian, Mauro alisou cada pedaço do corpo da minha namorada casada. Elas apenas se contorcia, dava gemidinhos e me olhava com cara de puta.

- Esta gostando amor?

Acenei com a cabeça que sim enquanto passava a mão no meu pau por cima da box. Beth pediu que eu chegasse perto e quando me aproximei ganhei um delicioso beijo nos lábios. Ajudei Mauro a despir o resto de roupa que faltava deixando Beth apenas de meias ¾ e salto alto.

Uma de suas mãos massageavam meu pau, ela me apertava com força enquanto Mauro ia se livrando da sua própria roupa. Em pouco tempo ele já estava nu e eu também. Beth então se ajoelhou entre nós e caiu de boca nas suas rolas, revezando, dando atenção as duas quase que ao mesmo tempo.

Mauro era alto, moreno e forte. Seu pau também era bem grande e grosso. Beth por mais que tentava não conseguia engolir aquela tora. Mauro se ajoelhou atrás dela e passou a esfregar o pau no grelo dela enquanto Beth e chupava, ela parecia descontrolada, dizia coisas que eu nunca tinha escutado ela dizer. Pediu pra apanha e apanhou. Pediu para que fodessemos a boca dela e eu fodi e disse que teria fazer dupla penetração.

Quando Mauro levantou, pegou Beth no colo e a levou a te a cama. Colocou ela de quatro na beirada e começou a chupar seu grelo e seu cuzinho. Beth pediu que eu ficasse a sua frente enquanto ela me chupava. Rapidamente ela gozou na boca do nosso amigo e mudou de posição. Agora era a minha vez de chupa-la enquanto ela caia de boca na tora de Mauro. Beth gozou de novo, rebolou na minha cara, gritou, arfou, xingou e pediu que a gente a fizesse a mais puta daquele dia.

Mauro então sentou numa cadeira e Beth entendeu. O pau do cara duro parecia uma régua, enorme, grosso, veias saltando e uma cabeça que parecia um morango gigante. Beth beijou meus lábios com a boca cheirando a pica e foi caminhando lentamente em sua direção. Mauro segurou o pau apontado pra cima e Beth abriu as pernas se preparando para sentar.

No começou a tora não entrou fácil. Beth era pequena pra tanta pica. Mas o tesão foi deixando-a cada vez mais molhada e ela foi engolindo a vara do nosso convidado. Depois de engolir os mais de 23 centimetros Beth começou a rebolar na pica do amigo. Mauro desferiu alguns tapas na sua bunda enquanto dizia que ela estava com saudades do pau dele e nesta hora meu estomago parecia que ia congelar.

A velocidade que Mauro comia Beth era impressionante. As estocadas eram fortes, ela quicava literalmente em cima do pau do cara, o suor já escorria pela sua testa e pela suas costas. O cara era forte, malhava, tira um folego invejável e Beth gozou mais uma vez. De onde eu estava dava para ver a tora entrando e saindo, seu pau estava brilhando, fruto do melzinho que escorria de dentro da nossa puta.

Beth tentava pronunciar algumas palavras mas não conseguia, a surra de pica continuava a todo vapor e Mauro a mandou ficar de quatro na própria cadeira.

Ela se posicionou e pediu pra chupar meu pau. Mauro começou a socar a rola na boceta melada de Beth com mais força, o som dos corpos de chocando ecoavam no quarto, Beth até tentou chupar meu pau mas os movimentos intensos do nosso amigo não permitiam. Não demorou muito Beth gozou e Mauro em seguida.

Exausta, Beth pensou em deitar para descansar um pouco. Ao ficar de bunda pra cima, atiçou meus institutos e eu resolvi meter naquele rabo delicioso.

Beth pediu para que eu a esperasse tomar folego. Pedido negado. Cai de boca e dei uma deliciosa lambida no cuzinho, posicionei meu pau e fui entrando. Puxei seu corpo de encontro ao meu e lá estava Beth, de quatro sendo fodida por mim. Mauro pediu que ela lambesse seu pau enquanto eu metia, ela apenas obedeceu caindo de boca na rola do amigo.

Mauro parecia insano, queria mais, forçava a rola para dentro da boca fazendo com que Beth engasgasse. Não demorou muito e ele gozou inundou enchendo a boca da minha amada de porra. Acelerei o ritmo e gozei também.

Naquele dia, passamos a tarde inteira no motel. Beth deu alternou suas trepadas, deu pra mim, deu pro Mauro e deu de novo pros dois.

No final do dia, Mauro pediu um taxo e eu e Beth continuamos no motel, mas ela estava ardendo, vermelha, inchada de tanta pica e pediu apenas que ficássemos deitados, ouvindo música e bebendo um bom vinho.

Como disse, eu e Beth vivemos grandes experiências e vou contar todas elas pra vocês.

Boa semana a todos.




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