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Beth - Carnaval em Salvador


autor: Publicitario45
publicado em: 14/03/16
categoria: hetero
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A última vez que eu me encontrei com Beth foi em Salvador, no carnaval. Enga-se quem acha que foi por acaso. Tudo não passou de mais um plano dela. A família toda passava o carnaval lá todos os anos e a ideia de ficarmos quase uma semana separados, não deixava Beth muito feliz. Eu confesso que já estava incomodado com algumas coisas e até certo ponto cansado. Na medida que o tempo ia passando a sensação de boneco ia aumentando dentro de mim, mas, como eu estava sozinho há bastante tempo não resistia aos encantos dela e acabava cedendo.

O combinado era o seguinte: ela e a família iriam para Salvador na sexta e se hospedariam num hotel de frente pro mar. Eu iria no dia seguinte. Mas impus uma condição: já que ela queria bancar a minha ida pra Salvador para poder dar quando o marido dormisse, eu teria direito a levar um amigo, o Fernando. Diante de muita reclamação ela topou e lá fomos nos.

Chegamos a tarde em Salvador e a cidade estava literalmente fervendo. Pegamos um taxi e fomos pro hotel que ficava umas três ruas da praia. O hotel de Beth era em frente. Nem bem chegamos e ela mandou uma mensagem: passo ai em 30 minutos. Me espera na porta do hotel.

Tomei um banho, me arrumei e desci. Minutos depois um taxi chegou, era Beth entrei e o taxi seguiu rumo a um motel. Trepamos a tarde toda. Beth estava cada vez mais insaciável. Trepamos na cama, na piscina, na garagem do motel e na volta ela ainda deu uma bela chupada no meu pau. A noite, eu e Fernando saímos pra folia e acabamos com duas italianinhas no hotel. Foi ai que meus problemas começaram.

Beth foi ao hotel sem avisar, bateu na porta e uma das meninas atendeu a porta. Ela não disse nada e saiu. Mais tarde me mandou uma mensagem dizendo que estava cancelando a minha hospedagem. Ao que respondi que eu alugaria o quarto do lado, Beth sentiu o baque e pediu desculpas. Foi ai que eu resolvi dar o troco e foi ai que nossa história começou a chegar ao fim.

Durante três dias Beth passou me ligando e mandando mensagens eu lia e não respondia, também não atendia o telefone. No penúltimo dia de Salvador, Fernando dormia um sono pesado e eu fui pra sauna do hotel. Parecia que todos dormiam após uma noite de folia. Entrei, deitei e fiquei lá, relaxando.

Vi quando a porta da sauna abriu. Uma pessoa entrou, fechou lentamente como se não quisesse fazer barulho. Diante de muita fumaça percebi que era uma mulher e descobri que era Beth quando ela pôs a sua boca quente no meu pau.

- Me desculpa. Sou casada e não posso te cobrar nada. Mas eu te amo.

Sua boca foi engolindo meu pau, minha pele suada estava escorregadia e aos poucos Beth foi se posicionando em cima de mim. Colocou a calcinha do biquíni de lado e sentou na minha rola engolindo ela por inteiro. Seu corpo rebolava e as vezes tremia. Suas mãos me arranhavam, sua boca sedenta me beijava a boca me impedindo que eu falasse qualquer coisa.

Seu gozo veio rápido, ela deu apenas uma apertada com as pernas e senti seu mel escorrer pelas pernas. Levantei meu corpo com o dela grudado em mim, fui caminhando ate uma bancada e a coloquei sentada com as pernas abertas.

Desci minha boca ate aquela boceta melada e cai de boca. Chupei, mordi o grelinho, meti um , dois e três dedos na boceta, tirei ela de cima e a coloquei em pe com as pernas abertas e meti um dedo no cuzinho, maciei a carne e meti o pau inteiro, de uma vez, sem dó nem piedade. Beth gemeu, suas pernas fraquejaram e eu continuei bombando segurando seu corpo pelas ancas.

Enquanto fodia perguntava se ela achava que eu estava a venda entre outras coisas. Beth apenas respondia que não com a sua voz trêmula. Espalmei sua bunda com vontade, ela pediu que eu não deixasse marca e eu bati novamente.

Puxei seus cabelos com uma certa violência e disse que a partir de agora eu decidiria as coisas e comeria que eu quisesse. Beth concordou. Disse que que me amava e por mim toparia qualquer coisa. Acelerei o ritmo e gozei. Gozei com tanta vontade que meu pau ainda dentro era possível sentir a porra escorrendo.

Depois, Beth me deu um beijo, pediu desculpas, disse que a conta do hotel estava paga. Ela iria embora naquele dia e eu no dia seguinte. Combinamos de nos encontrar em Vitoria mas nunca mais nos falamos. Dias depois, Beth me ligou aflita dizendo que seu marido estava internado, havia enfartado. No meio da conversa ela perguntou se algo de pior acontecesse se eu me casaria com ela. Ao responder que não, Beth desligou o telefone e nunca mais nos falamos.

Voltei para Vitoria na quarta-feira de cinzas e na parte da tarde fui trabalhar.

Chegando lá encontrei com Lucia a secretaria. Ela me disse que havia sonhado comigo e estava preocupada.

No seu sonho ela disse que tinha se declarado a mim, ela riu e eu também. Lucia era noiva de um rapaz, estava prestes a se casar mas confessou que andava pensando demais em mim, mas que sabia da minha tara por mulheres casadas, sabia da Beth e das minhas farras.

Mas esta historia eu conto depois. Pois foi com ela que eu me casei, tive um filho lindo e pena que o destino não quis que ficássemos juntos para sempre.





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