"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Eu e meu amigo militar


autor: oMago
publicado em: 14/03/16
categoria: gays
leituras: 3803
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Moro numa cidade onde há uma academia militar. Os jovens vem de todas as partes do Brasil para fazer seu treinamento militar junto ao ensino médio. Não precisa dizer que aquele bando de carinhas gostosos sempre andando grupos pela cidade eram sensação entre as meninas e os meninos. Mas no meu caso foi diferente conheci o Roger na igreja.
Já conhecia vários dos cadetes que estudavam na academia por que sempre que podia iam na igreja que eu frequentava. Uma de minhas melhores amigas até estava noiva de um deles. Numa manhã me aparece o Roger acompanhando os outros. Alto, pele clarinha, olhos verdes, os cabelos loiros cortados bem curto. Ele andava um pouco desengonçado, mas era um cara divertido. Fomos criando uma amizade. Conversávamos quase todo o dia e no final de semana, quando eles podiam, sair da academia sempre nos víamos na igreja.
Se aproximando o mês de julho convenci Roger a ir com a gente no retiro de férias da minha igreja. Ia ser em um belo sitio e iriamos ficar por cinco dias. Fiquei com minha mente cheia de ideias safadas quanto perguntou se eu iria dividir a barraca com ele, eu logo disse sim. Mas mais tarde o pastor disse que não iria querer ninguém dividindo barraca, cada um teria que ficar na sua, logicamente por que casos de amigos que se empolgaram dentro da barraca já haviam acontecido antes. Fiquei um pouco decepcionado por saber que não iria dormir ao ladinho de Roger. Já estava sonhado em esfregar minha rola naquela bunda redondinha que estava sendo o centro das minha punhetas desde de que o conheci.
Fomos para o retiro e ocorreu tudo bem. Roger me ajudou a montar minha barraca, por que eu era desastre com aquilo. Andávamos juntos de um lado para o outro nos horários livres, éramos de equipes diferentes então não nos víamos o tempo todo. Mas jogamos ping pong juntos, apos-tamos corrida, que para minha surpresa eu ganhei e conversamos bastante. Eu sempre procurava um brecha para tocar nele: pegar na sua mão, colocar a mão seu ombro. Já estava ficando seco querendo beijar ele.
No penúltimo dia Roger veio me procurar e perguntou se eu já estava indo tomar banho. Na verdade não estava, ia deixar para mais tarde, mas acabei indo junto com ele. O banheiros dos meninos ficava anexo a uma das quadras e tinha três chuveiros sem divisória. Chegamos lá e não havia quase ninguém, um cara estava terminando o banho e outra já estava se secando. Roger tirou a roupa sem qualquer hesitação. Ele logicamente já estava acostumado a tomar banho pelado perto de vários rapazes. Vendo ele pelado fiquei também, nos retiros costumávamos tomar banho de cueca. Entrei debaixo do chuveiro ao lado dele. A água estava bem fria.
— Amo tomar banho de água fria. — ele disse.
— Eu também. Não aguento água quente.
Comecei a notar no corpo dele. As pernas sem qualquer pelo, a barriga bem definida, o pau mole, longo e um pouco grosso não era circuncisado, a pontinha da cabecinha extremamente rosa saia para fora. Aquela bundinha branca peladinha. Que cara gostoso. Ele viu que eu estava olhando e deu leve balançado no pau sorrindo pra mim. Retribui o sorriso notando que meu pau estava começando a enrijecer e me concentrei no meu banho.
Roger fechou o chuveiro e foi se secar. Enquanto se secava me observava tomar banho.
— Tá peludo hein mano. — Eu realmente era bem peludo. Pernas, coxas, barriga, peito, braços, virilha, tudo bem peludinho.
— E você tá bem pelado hein. — Diferente de mim, Roger não tinha quase nenhum pelo. Alguns em baixo do braço e mais um pouquinho na virilha, só, tirando os pelos do rosto.
Rimos bastante. Desliguei o chuveiro e fui me secar também, aprovei-tando para reparar naquele lindo corpo peladinho. Roger tinha belas pernas, um pouco magras, mas ainda assim bonitas.
Terminamos o banho e no dia seguinte terminamos o retiro. Eu e Roger continuamos nos falando e nos vendo sempre que possível. Começando as férias dele ele voltou para sua cidade natal, mas o tempo passou rápido e antes de fevereiro ele já estava de volta. Num dos fins de semana em que ele foi liberado chamei alguns amigos para assistir um filme na minha casa. Roger chegou depois do almoço e ficamos jogando vídeo game sem ver o tempo passar. Quando era umas cinco da tarde mais ou menos começou a chover e o povo começou a me mandar mensagem desmarcando. No fim ficamos só eu e o Roger. Decidimos assistir ao filme mesmo assim. Assistimos Capitão América. Roger me disse que era seu herói favorito. Conversamos sobre nossos heróis um pouco após o filme acabar.
Nessa altura já era quase dez horas e a chuva ainda estava forte chamei Roger para dormir ali na minha casa. Ele meio tímido aceitou. Minha mãe concordou comigo que ele deveria dormir ali e não devia sair naquela chuva. Ela sempre foi de dormir cedo. Pouco depois de pedir a ela se Roger poderia ficar ela já estava apagando as luzes de seu quarto.
Fomos para o meu quarto e peguei umas roupas para Roger dormir. Ele tomou um rápido banho enquanto eu enchia o colchão inflável para ele. Ele voltou do banho com pau balançando solto, sem cueca, dentro do calção que emprestei para ele dormir. Guardou suas roupas dentro da mochila que havia trazido e abriu seu notebook. Me sentei ao lado do colchão enquanto ele teclava alguma coisa que não tinha interesse em ver. Passei as mãos sobre ombros deles e senti como sua musculatura estava dura.
— Nossa você está tenso hein.
— Nem fala. É só cobrança naquela academia — ele disse voltando os olhos para mim.
— Deixa eu te fazer uma massagem.
Eu me posicionei atrás dele com as duas pernas estendidas ao lado de seu corpo. Ele apoiou os braços nas minhas coxas enquanto continuava teclando. Apertava levemente os pontos onde notava estar mais duro e fazia movimentos em círculo no pescoço.
— Que mão boa você tem — ele disse sorrindo.
Continuei com a massagem descendo por suas costas e voltando para o pescoço. Ele tirou a camisa e indicou um ponto nas costa que disse estar doendo. Comecei a massageá-lo ali e ele soltava leves risadinhas quando pressionava mais o ponto. Meu pau começou a ficar duro. Eu dormia sem cueca com uma calça bem larga então meu pau já estava encostando nas costas de Roger. Como ele não disse nada eu cheguei mais perto pressionando mais meu pau contra suas costa, continuando a massagem.
Ele fechou o notebook, o pois de lado pegando uma de minha e levando até seu peito liso. Apertei de leve seu mamilo enquanto sua outra mão ia até meu pau duro. Beijei a nuca dele passando minha barba, que começava a nascer, em seu pescoço. Ele suspirou e levou minha mão até seu pau. Que sensação ótimo sentir aquela vara em minha mão. Senti a cabeça dura, bem molhada já fora do prepúcio. Ele tirou meu pau para fora da calça e começou a bater uma punheta para mim enquanto se virava.
Olhamos um nos olhos do outro e sorrimos felizes antes nos beijarmos. Os lábios grosso de Roger se uniram aos meus e nos entregamos á excitação. Deitamos no colchão ainda com nossas bocas unidas, a mão dele ainda não tinha largado meu pau.
Roger tirou minha camisa e minha calça me deixando peladinho para ele. Foi passando a língua por meus mamilos, beijando minha barriga, meu umbigo até chegar no meu pau que ele engoliu sem qualquer hesitação. Chupava bem devagar, aproveitando o momento, sentindo o meu gosto. Fechei meus olhos e senti ele passando sua língua por minha bolas, voltou ao meu pau e o engoliu de novo. Seus lábios envolviam e chupava minha cabecinha.
Puxei ele de volta para mim e o beijei mais um vez. Sentia além do te-são uma alegria sem comparação, não queria que aquele momento acabasse. Nos beijamos por um longo tempo até que fui tomado pela vontade de chupa-lo. Terminei de tirar sua calça e admirei seu pau. Não era muito maior duro do que era mole. Médio, mas bem grossinho e aquela cabecinha rosa para fora do prepúcio, porra que pau lindo. Engoli aquele pau sem dificuldade enquanto Roger suspirava. Acariciava seu cuzinho enquanto o chupava. Os pelinhos dele eram bem loirinhos. Passei a língua pelos poucos pelos de seu saco até atingir seu cuzinho. Rosadinho, pequeno e quase sem pelo também. Ouvi Roger gemer quando chupei se cu. Minha língua o lambuzava de saliva e tentava abrir espaço através daquele buraquinho rosado. A mão de Roger estava na minha cabeça pressionando contra seu cu.
Voltei ao seu saco, depois ao seu pau e fui subindo por sua barriga. Cheguei aos seu mamilos e dei uma leve mordidinha em um deles, Roger pareceu gostar e continuei. Vi sua pele se arrepiando. Voltei ao seu lábios e nos beijamos mais. O beijo dele era tão bom, igual sua chupada, era sem pressa, despreocupado, livre.
Ele segurou meu rosto entre suas mãos e disse:
— Você é tão lindo. Eu to afim de você faz tempo. Eu quero que você me coma.
Ele puxou meu rosto de volta e nos beijamos mais. Suas mãos alisavam todo o meu pau e meu saco. Rolamos naquele colchão, ora ele estava em cima de mim, ora eu estava em cima dele.
Voltei para o seu cuzinho o lambi até deixar bem molhadinho.
— Vai bem devagar por favor. Eu nunca fiz isso antes.
— Eu jamais te machucaria.
Dei um beijinho nele e fui pegar um creme para passar no meu pau. Por mais que tivesse lambuzado seu cu com saliva sabia que iria doer bastante se não tivesse bem lubrificado, e não tinha nem camisinha nem lubrificante em casa. Passei um pouco de creme no meu pau e um pouco no cuzinho dele. Comecei a enfiar a cabecinha, mas disse:
— Se tiver doendo você fala que eu tiro.
Ele concordou e continuei entrando. Depois que já tinha posto toda a cabecinha ele me disse que esperasse um pouco. Terei meu pau e massa-geei seu cuzinho.
— Pode continuar. — ele me disse após alguns segundos.
Coloquei de novo bem devagarzinho e ele gemia baixo, seus olhos estavam nos meus. Enfiei tudo e comecei as investidas. Fui a princípio devagar, aumentando a velocidade aos poucos.
— Está tudo bem? — eu perguntei a ele.
Ele disse que sim mostrando um lindo sorriso.
Metia rápido agora enquanto punhetava o pau do Roger. Ele gozou rápido, esguichando sua porra amarelada até quase atingir seu rosto. Ele levou um de seus dedos sujos de porra até minha boca e eu experimentei aquela porra quente e salgadinha. Depois de mais algumas metidas eu estava pronto para gozar.
— Vou gozar. — Eu gemi.
— Goza na minha cara. — Roger disse rápido.
Tirei depressa meu pau e deixei minha porra jogar no rosto. Ele riu sentindo meu leite quente cair no seu rosto. Ele continuou batendo punheta para mim depois que terminei gozar, chupou meu pau e lambeu cada gota de porra que estava na minha cabeçona. Deitei ao lado dele suspirando, ele olhava para mim. O rosto de Roger ainda estava sujo com minha porra. Passei o dedo por sua bochecha recolhendo a porra que estava ali e dei na boca dele. Ele lambeu todo meu dedo. Fiz isso também em sua outra bochecha, na sua testa e no seu pescoço até limpar todo o seu rosto.
— Eu gosto de mais de você sabia? — seu rosto estava bem perto do meu. Eu podia ver todos os detalhes de seu belo rosto, a profundeza de seus olhos verdes.
— Eu também gosto demais de você. — nos beijamos mais.
Dormimos ali mesmo naquele colchão inflável no chão, pelados.
Eu acordei primeiro que ele e o observei dormir, foi quando notei o quanto estava apaixonado. O envolvi com meus até ele acordar. Transamos mais naquela manhã. Ele me comeu dessa vez. Quando terminamos conversamos sobre nosso passado com outras pessoas. Eu disse a verdade para ele já havia transado com cerca de cinco caras e beijado muito mais do que isso. Ele me confidenciou que era virgem, já havia beijado várias garotas e apenas um outro cara, mas que tinha adorado perder a virgindade comigo, não poderia ter escolhido pessoa melhor.
Foi ai que começamos nosso relacionamento. Teríamos muita coisa para passar por cima: eu terei que me assumir, ele também, ele voltaria para sua cidade no fim do ano seguinte, mas nada daquilo me deu medo. Eu estava apaixonado e tudo o queria era mais do Roger.




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