"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Dona Vera, a costureira.


autor: Michael
publicado em: 14/03/16
categoria: coroas
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Desde garoto, sempre que minhas roupas tinham algum tipo de problema nós levávamos em nossa costureira que morava a alguns quarteirões daqui de casa. Seu nome é Vera, mais conhecida como Dona Vera, uma senhora de 61 anos.
Sempre muito séria, não era muito de brincadeiras, por isso sempre a tratei com respeito. Mas sou homem e não pode deixar de notar o corpo de Vera, nunca entendi porque seu corpo chamava minha atenção, ela tinha entre 1,65cm e 1,70cm, os seios já não eram mais durinhos e a barriga já mostrava sinais de anos de descuido. Tudo isso era compensado por uma bunda grande e uma buceta que arrancava muitos comentários dos marmanjos do bairro, tudo porque ela adorava usar calças e shorts bem colados no corpo, e segundo as más línguas, não era muito de usar calcinha, sendo assim, não era raro vê-la desfilando pela vizinhança com aquela racha grande e bem dividida.
Minhas visitas a casa dela eram bem raras, só quando precisa costurar alguma roupa rasgada ou apertar alguma calça que estava um pouco larga, mas eu sempre precisava provar na sua frente para mostrar como seria o serviço.
No final de ano comprei varias roupas, dentre elas, uma calça jeans que gostei muito, porem, tive que comprar o tamanho que mais se aproximava ao meu, tinham poucas ainda a venda; levei pensando no bom trabalho que Vera faria naquela calça.
Liguei pra ela logo pela manhã, ela me pediu para passar na casa dela a tarde.
Chegando la, fui recebido como sempre, ela muito educada perguntou da minha família, expliquei o problema pra ela e depois fui ao banheiro colocar a calça para mostrar onde ela deveria fazer a costura. Enquanto mostrava, não pude deixar no notar os olhares que Vera dava no volume da minha calça, sei que tenho uma pica de respeito, 15cm mole, uma rola que já fez a própria filha dela se apaixonar, Lúcia hoje esta casada, mas hora ou outra me manda mensagem e vem provar o cacete que mal cabe em suas mãos. Sai da casa de Vera com varias duvidas na mente: Será que aquela mulher sente algo por mim?
Vera é viúva a 12 anos, sei que ela já namorou um velho a alguns anos atrás, mas nunca soube de caras mais novos comendo aquele cusão. Passado o momento de reflexão, voltei a realidade e parei de pensar nisso.
No outro dia, por volta das 14 horas, recebo uma ligação de Vera, disse que minha calça já estava pronta e podia busca-la. Mas uma parte da ligação me deixou curioso:
¬- Você vem mesmo né? Já estou com saudades, a quanto tempo não te vejo (risos).
- Vou sim, daqui alguns minutos apareço ai.
Desde que conheço Vera ela nunca teve esse tipo de brincadeira comigo, bom, ela deve estar apenas tendo um bom dia, devo estar enlouquecendo.
Caminhei rápido ate sua casa pois o tempo estava pra chuva, o céu estava escuro em exatos 14:30 da tarde, queria sair o mais rápido dali pois não levei guarda-chuva.
Vera desce as escadas e algumas coisas já me chamam atenção: a calça legging branca que dava total destaque nos seus lábios carnudos e um sorriso que jamais havia visto em minhas visitas em sua casa.
- Vamos entrar, tomara que goste da calça.
Ela sobe na minha frente, tenho a visão privilegiada da calça socada dentro daquele rabo gordo e um pouco caído, eu tinha que controlar, naquela altura o sexo era pura fantasia da minha mente.
Provo a calça que mais uma vez ficou perfeita, Dona Vera nunca falha.
- Gostou?
- Gostei sim, ficou como eu queria.
- Venha cá me mostrar.
Saí do banheiro e fui ate a sala mostrar, mais uma vez o olhar dela se direciona ao meu pau que já começava a dar sinais de vida, sai de lá antes que a situação ficasse constrangedora. Ainda no banheiro percebo a chuva que já caía forte, teria que esperar passar pra voltar para casa.
Saio do banheiro, ela continua sentada no sofá da sala.
(Vera)
- Essa chuva esta forte né, você não embora agora, vai?
(Eu)
- Não, acho que vou esperar um tempo aqui ate diminuir.
(Vera)
- Tudo bem (sorriso malicioso), sente-se aqui.
Me sento ao seu lado e noto uma taça de vinho sob a mesa de centro, as coisas começavam a fazer sentido, eu estava dentro do jogo de Vera e a partir dali, também iria jogar.
(Vera)
- Quer um pouco de vinho?
(Eu)
- Não, obrigado.
(Vera)
- Eu gosto de vinho, ele me deixa quente e desperta sentimentos que sóbria eu não consigo demonstrar.
(Eu)
- Percebi mesmo, hoje você esta mais alegre.
(Vera)
- Mesmo? (riso) Sabe outra coisa que mexe comigo?
(Eu)
- Não faço ideia.
(Vera)
- Você (riso e um olhar penetrante).
(Eu)
- Nossa. Estou surpreso. A senhora sempre foi uma melhor muito séria.
(Vera)
- Por favor, não me chame de senhora. Sei esconder muito bem os meus sentimentos, a experiência me deu este dom.
Dona Vera se aproxima de mim, a energia sexual naquela sala estava alta.
(Vera)
- Posso te contar uma coisa?
(Eu)
- Claro que pode.
(Vera)
- Fellipe (sim, esse é meu nome), já me masturbei algumas vezes pensando em seu corpo malhado, sua barba por fazer entrando no meu rabo e chupando meu cuzinho com violência, quantas vezes eu acordei molhada após sonhar com seu cacete grande todo em minha boca.
(Eu)
- Estamos aqui, o que impede de realizar o seu desejo?
Nesse momento o beijo acontece, o ritmo era feroz, coloquei a mão dela sobre minha calça para sentir o volume do meu cacete que já estava duríssimo, louco para entrar nessa velha.
Meus dedos pressionavam seu clitóris, Vera se afastou, apoiou a cabeça no sofá e de olhos fechados curtia o passar de dedos que eu dava naquela vagina grande e gulosa.
Comecei a tirar sua calça, foi quando a campainha tocou. Naquela chuva, quem será que era? Será um dos 7 filhos da velha fogosa? Fiquei em choque.
Vera saiu para atender numa rapidez, achei estranho, parecia que já esperava alguém, bom, me recompus e esperei ela para continuar.
(Vera)
- Fellipe, olha quem chegou.
Olho para trás e levo um susto. Era Mauricio, um cara da minha rua, não tenho afinidade com ele, temos apenas amigos em comum. Mas o que ele fazia la? Não trazia nada nas mãos, estava todo molhado.
(Vera)
- Mauricio, na geladeira tem as bebidas que pediu, pode ir que já te chamo, e tira a roupa molhada se quiser.
Fiquei confuso, não entendi nada do que estava acontecendo, ate que lembrei de um fato. Mauricio tem 27 anos (um ano mais velho que eu), e um papo que rolava era que ele curtia uma coroa, teria comido sua vizinha ano passado, coisa que ele sempre negou mas contou para alguns amigos mais íntimos. Agora tudo se encaixa, talvez essa seja a hora de provar aquele vinho.
(Vera)
- Sei que já conhece o Mauricio, ele é um, digamos, amigo que me visita as vezes.
(Eu)
- Entendi, poderia me servir aquele vinho?
(Vera)
- Humm, você é esperto, entendeu tudo rapidinho, já vou lhe trazer uma taça.
Vera vai até a cozinha e me trás uma taça, tomei tudo num gole só, levantei e grudei a puta de cara na parede. Por trás eu passava meus dedos grossos em seu grelo enquanto por baixo ela sentia minha vara roçando aquele rabo.
(Vera)
- Espere, vou buscar Mauricio para nossa festinha (risos).
Mauricio aparece na sala pelado, não pude deixar de notar que seu pau era menor que o meu, mas era ainda mais grosso. Vera abre minha calça e tira minha rola preta e pulsante, com um olhar de surpresa ela me olha e diz:
(Vera)
- Bem que Lúcia me disse, você é um cavalo, esse pinto nem cabe em minhas mãos.
Enquanto tentava abocanhar meu pau, Vera estava sendo chupada la atrás por Mauricio. A velha era insistente e a todo custo tentava engolir o máximo possível da minha rola, engasgava e derramava saliva sobre meu mastro preto e quente. Eu segurava em seus cabelos e a pressionava para baixo, que boca deliciosa tinha Dona Vera.
(Vera)
- Mauricio, pegue nosso brinquedo la no quarto.
Mauricio chega com um consolo enorme, muito grosso e um gel lubrificante.
(Vera)
- Soca em mim, não aguento mais de tanto tesão.
Ele mela a vagabunda de KY e soca aos poucos aquela pica enorme de borracha no cu da velha que delira de prazer. O consolo no cú, Mauricio bombando na buceta e meu cacete duro na boca de Vera, aquela tarde nunca sairá da minha memória.
Ela larga meu pau e se agarra em meu pescoço, do lado direito eu ouvia a chuva que batia forte na janela assim como Mauricio batia na vagina de Vera, no lado esquerdo eu ouvia ela gemendo gostoso pra mim.
(Vera)
- Mauricio, alarga esse cú que hoje quero sentir a vara preta e veiuda do Fellipe entrando nele, não vai precisar nem de camisinha, ele ta limpinho pra você cachorro.
O cheiro daquela fêmea, o cheiro de seus cabelos brancos, o cheiro de sexo, o aroma daquele lugar estava excitante pra caralho, ver Dona Vera sendo metida com força era lindo, jamais imaginaria que minha primeira DP seria com ela e Mauricio, era surreal.
(Vera)
- Ahhhhh porra, seus filhos da puta, quero que chupem minha buceta.
(Mauricio)
- Trás ela aqui.
Levamos Vera ate a cozinha, colocamos ela em cima da mesa velha de madeira, abri sua perna e tive a visão daquele grelo enorme, buceta bem depilada, caí de boca no néctar que saia dela, chupei aquele clitóris com gosto, enquanto ela saboreava a pica de Mauricio.
Peguei o pau de borracha e soquei no rabo dela, dava fortes estocadas e trabalhava bem a língua, sempre muito molhada, saliva pingava no chão, Vera delirava com tudo aquilo.
(Vera)
- Assim vocês vão me matar de tanto gozar caralho.
(Mauricio)
- Cala boca velha puta, chupa meu cacete, vai (tapas na cara de Vera).
(Vera)
- Isso bate, bate que eu gosto.
Já não aguentava mais, queria fude-la. Levantei, encaixei o consolo todo no cú dela, e apontei meu pau em sua xota.
(Vera)
- Isso Fellipe, põe essa vara e fode essa baiana, fode com força.
Claro que ela não aguentou tudo.
(Vera)
- Aiiiii caralho, to perdendo a virgindade de novo, que cacete grande da porra.
(Eu)
- Sua filha já chorou muito nesse cacete.
(Vera)
- Ah é? Agora é a mamãe que vai, cansou de comer o cú dela né, agora vai comer o meu.
Eu colocava metade do meu pau nela, alem de grande ele é bem torto pra cima, as mulheres vão ao delírio com isso. Os olhos de Vera já entregavam que o gozo viria.
(Eu)
- Goza pra mim sua puta, goza nesse pau.
(Vera)
- Vou gozar mesmo, ahhh vou gozar.
Pouco tempo depois ela gozava com força, Mauricio forçava a boca dela em seu pau, segurando seu grito. A gozada foi tão forte que seu cú jogou o consolo longe, era a hora de comer aquele rabo.
Levamos Vera ate seu quarto. Mauricio logo se deitou, Vera foi por cima encaixando a buceta na pica, e eu fui por cima, tendo a visão daquela bunda enorme. Vera e Mauricio abriram aquele cú para que meu pau entrasse sem dificuldade. Encaixei a cabeça dura e brilhante e ela sentiu de imediato.
(Vera)
- A cabeça desse pau é maior que o pinto do meu ex-marido, vai me arrombar só com a cabeça (risos).
Devagar meu pau foi entrando e comecei a bombar em cima, Mauricio metia forte em baixo, e no meio Vera gritava.
- Caraaalho, me arromba seus filhos da puta, arromba essa velha.
Segurava em seus cabelos e metia com violência, como o rabo dela era gostoso, ate hoje foi o melhor que já comi.
(Mauricio)
- Era assim que você queria?
(Vera)
- Assim mesmo, dois roludos me comendo, a anos espero por isso.
(Eu)
- Geme puta, só geme e curte o momento, isso é presente nosso pra você.
Mauricio a beijava, eu beijava sua nuca, todos suados, juntos dentro daquela mulher que por décadas escondeu suas taras num personagem de “mulher santa”, mas que agora estava disposta a ser ela mesma.
(Eu)
- Vou gozar nesse cú.
(Vera)
- Goza nele, derrama porra quente no meu rabo.
Gozei litros de esperma, queria socar minhas bolas dentro daquele cú de tão excitado que estava, aquela mulher engoliu minha vara sem reclamar, era a única. Continuei excitado, mesmo depois de gozar meu pau estava duro, sentei na cadeira onde ela sentava para fazer suas costuras, batia punheta enquanto olhava Vera cavalgando em Mauricio.
Ela sentava e me olhava, como essa velha era tarada.
Mauricio se levantou, Vera ficou de 4 pra ele que socou ela sem dó, eram tantos tapas que as marcas das mãos de Mauricio já apareciam no rabo branquinho dela.
(Vera)
- Trás essa pica preta aqui que eu quero chupar.
Vera mamava meu pau de um jeito apaixonado, batia o cacete em sua cara, colocava minhas bolas toda na boca.
(Mauricio)
- Ahhh vou gozar, me da seu rosto.
(Vera)
- Esporra toda minha cara, me da leite quente.
(Mauricio)
- Entao toma puta do caralho.
O cara encheu a cara dela de porra, a velha não conseguia abrir os olhos, mas ainda faltava o meu gran finale.
(Eu)
- Senta aqui na cadeira e abre a boca vagabunda, tem mais leite vindo aqui.
(Vera)
- Nossa! Estão me dando um banho de porra.
Ela sentou em sua cadeira de trabalho e eu gozei mais um pouco na boca dela, tomou todo o esperma sem deixar nada.
Mauricio se deitou na cama, me sentei na cadeira exausto e Vera correu para o banheiro para se limpar.
Depois de alguns minutos estávamos os 3 na cama, conversando, eu e Mauricio passávamos nossas mãos pelo corpo de Vera, hora ou outra rolava uns beijos. Suas mãos já enrugadas punhetava as rolas de dois jovens que mal se falavam, mas, que ja tinham uma grande história pra contar.
Depois de mais ou menos 1 hora deitados, as caricias aumentaram, decidimos ir tomar banho juntos, ao sair do quarto eu sou surpreendido por um belo sol na janela, Vera entra com Mauricio aos beijos no banheiro. Será que é hora de ir embora? Acho que não.
A chuva acabou, mas ainda tem muito vinho na taça.



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