"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Secando Manu


autor: caiopiresbr
publicado em: 18/03/16
categoria: hetero
leituras: 10279
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Esse é a continuação do conto "Comendo Manu" publicado anteriormente.

...

Me limpei da melhor forma que pude e saí do galpão com o saco de carvão na mão.

Foi complicado voltar para a festa sem me distrair. Ainda conseguia sentir o gosto da boceta da Manu em minha boca e o cheiro de seu corpo inundavam minhas narinas.

Entreguei o carvão ao meu filho e entrei na casa indo em direção ao banheiro. Quando passei pelo corredor minha esposa apareceu e percebeu um largo sorriso estampado em meu rosto. Ela perguntou se estava tudo bem, se tinha acontecido algo, falei apenas que estava muito quente e precisava de um banho.

Ela perguntou porque eu não tinha tomado banho de piscina. Falei que não estava muito a vontade na frente de tantos desconhecidos.

Após tomar o banho retornei para a festa. Comecei a conversar com meu filho. Ele estava adorando a festa e toda preparação. Não consegui ver Sara e nem Manu e perguntei para ele onde elas estavam. "Elas me falaram que vão pegar uma balada hoje a noite. É provável que tenham ido se arrumar".

Me engasguei e precisei tossir. Fiquei um pouco enciumado, não por minha filha. Fiquei conversando com meu filho e seus amigos. A noite estava super agradável e a comida ótima.

Uma hora depois a Sara e Manuel apareceram novamente. Minha filha estava linda e a Manu.....Uau, ela estava com um vestido justo, preto, todo colado em seu corpo, como eu gostaria de estar naquele momento. Podia apostar que ela não estava usando calcinha. Usava um sapato de salto vermelho todo fechado. Aquilo me deixou maluco e ainda mais enciumado. Um misto de tesão forte com ciúme que foi difícil de disfarçar.

Sara veio falar comigo e se despedir. Uma outra amiga sua passaria lá em casa de carro para pegar as duas. Me levantei para levar elas até a porta e dar as instruções de pai preocupado de sempre. "Meia noite quero você em casa." Brinquei com ela após.

Manu me olhava de forma descontraída. Como se nada tivesse acontecido. A amiga de Sara chegou, ela me deu um beijo de despedida e foi andando em direção ao carro. Manu também veio se despedir me dando dois beijinhos bem no canto dos meus lábios e falou baixinho no meu ouvido. "Não se preocupa Edu, esse fim de semana sou só sua". Precisei me segurar para não colocar minha mão por baixo de seu vestido e conferir sua boceta.

Voltei para o churrasco e ficamos ali conversando, comendo e rindo até altas horas. O último convidado saiu às 3 da manhã. E eu, ainda sem sono, fiquei arrumando a bagunça. De certa forma eu me divertia com aquilo e naquele dia ainda mais. Por minha cabeça ficaram passando as cenas e sensações que tinha presenciado naquele galpão há poucas horas.

Já era 4 horas quando resolvi me deitar. Meu celular tocou e era Sara. Inicialmente fiquei preocupado, porém não era nada demais, conversamos e ela me explicou que a amiga que tinha dado carona terminou a festa acompanhada e me peguntou se eu não poderia ir pegá-la. A festa era num bairro um pouco afastado e sempre aconselhei ela a evitar taxi de madrugada, já estava acostumado a pegá-la nesse horário.

Deixei um recado para minha mulher do lado da cama, no caso dela acordar e depois de meia hora já estava no local.

Cheguei e fiquei procurando elas na frente da boate. Encontrei apenas a Manu parada em um canto e buzinei. Ela veio andando até o carro e entrou se sentando do meu lado.

_ Cadê a Sara?
_ Ela acabou teve que voltar para a boate. Estava precisando ir no banheiro. Não deve demorar. - enquanto falava isso sua mão pegou em minha coxa e começou a acariciar.

_ Ela pode chegar há qualquer momento Manu- respondi com meu pau já ficando duro.

_ Eu sei que você gosta do perigo Edu. - ela falou me hipnotizando e vindo em minha direção.

Começamos a nos beijar intensamente. Minha mão alcançou suas coxas e começou a subir cada vez mais. Ela abriu de leve as pernas e pude averiguar. Estava certo. Ela não usava nenhuma calcinha e já estava muito molhada. Meu dedo indicador entrou em sua boceta.

Parei. Ela estava me deixando maluco, minha filha tem estava ali e poderia ter nos pego.

_ Porque parou Edu?
_ Você sabe o porquê perigosa!

Um minuto depois minha filha saiu da boate, viu o carro, veio em nossa direção e entrou pela porta de trás.

_ Que demora Sara, já estávamos quase te deixando aqui - manu brincou.

_ Claro que meu querido pai não faria isso comigo. Ainda mais com o frio e sono que estou sentindo. - respondeu ela meigamente.

_ Claro que não filha - respondi fantasiando em como seria ter levado a Manu pra um motel.

Liguei meu carro e parti. Elas continuaram conversando. Após 10 minutos, Sara dormia no de trás e Manu tentava cochilar.

Percebendo que Sara dormiu Manu começou a me provocar. Primeiro ela colocou um dedo na boca e começou a chupar me olhando no fundo dos olhos. Brincava com ele entre seus lábios e utilizava a língua casualmente, colocava ela pra fora e lambia. Queria mandar ela parar mas meu instinto não permitia. Conferi que Sara estava dormindo e tentei relaxar.

Manu abriu de leve as pernas e começou a massagear as coxas. Ela não tirava os olhos do meu. Ver que eu estava excitado devia deixá-la doida.

Ela voltou a chupar seus dedos e quando já estavam bem molhados os levou diretamente a sua boceta. Eu não conseguia ver muito bem mas sabia que ela estava se penetrando. Seus olhos fechavam e sua boca tremia.

Passei por uma lombada e ela quase gemeu quando pisei no freio. Seu dedo entrou mais e ela me olhou com uma carinha tarada.

Depois de olhar para trás, conferindo que Sara dormia ela trouxe os seus dois dedos em direção a minha boca. Era a segunda vez no mesmo dia que eu experimentava aquele gosto cítrico adocicado. Chupei cada gota de seu dedo molhado. Ela esfregava em meus lábios. Queria mais.

Voltou com os dedos para sua boceta e continuou fazendo a festa. Ela repetiu aquilo mais duas vezes alternando entre deixar eu chupar seus dedos ou ela mesmo chupá-los. Fui ficando cada vez mais excitado com aquela partilha. Conseguia sentir o gosto de sua boceta e de sua boca juntos.

Manu pegou na alça esquerda de seu vestindo e foi puxando ele lentamente. Eu não conseguia prestar mais atenção na estrada. A sorte é que era madrugada e não tinha mais carros na rua. A alcinha foi caindo devagar fazendo com que seus seios se revelassem aos poucos. Quando ela finalmente caiu totalmente a Manu deu uma puxadinha de leve e seu bico rosado apareceu totalmente. Ela ainda estava com os dedos na boca. Tirou eles bem olhados e começou a brincar com seu peito. Manu os tocava com a ponta, apertando cada vez mais forte. Ela amassou o bico entre o polegar e o indicador bem forte e torceu. Aquela gatinha gostava de um pouquinho de dor.

Ela olhou pra trás. Sara dormia profundamente. Sua mão voltou a tocar meu pau por cima da calça. Fiz menção de tirar e ela insistiu. O resto aconteceu muito rápido. Ela tirou seu cinto e com as duas mãos abriu a braguilha da minha calça. Meu pau, duro, inchado e com a cabeça bem roxa pulou pra fora.

Ela abaixou a sua cabeça e engoliu ele todo de uma vez só. Sua boca já estava bem molhada. Salivando de tanta vontade. Meu pau já estava praticamente estourando. Ela bombom por 3 vezes e na terceira eu gozei gostoso.

Foram vários segundos de muito prazer ouvindo ela engolir toda minha porra. Ela esperou eu me acalmar e colocou meu pau pra dentro da calça. Limpou a boca com a ponta dos dedos. Pude ver quando tirou gostas brancas de minha porra do canto dos lábios. Arrumou a parte de cima do vestido e voltou a colocar o cinto.

Sara ainda dormia, olhei pra ela pensando que já tinha terminado, mas não, ela ainda precisava se saciar. Colocou os dois pés em cima do painel do carro, puxou um pouco da barra da saia e é começou a se tocar.

Ela apertava forte seu clitóris e tremia. Queria ter filmado aquilo. Sua carinha de tesão. Seu rostinho lindo se contorcendo e ela se segurando para não gemer. Também foi rápido. Ela já estava muito excitada e o fato de meus olhos estarem prestando atenção em tudo deve tela deixando a ainda mais excitada.

Gozou forte e abafou qualquer gemido com a mão.

Fiquei com um pouco de remorso. Facilmente poderia ter sido pego por minha filha. Mas claro, cada segundo daqueles poucos minutos valeram muito a pena.

Manu virou pro lado e dormiu, ou fingiu ter dormido, o resto da viagem. Entramos em casa minha filha me deu boa noite e foi em direção ao quarto. Assim que minha filha virou as costas Manu me deu um abraço de boa noite e sussurrou em meus ouvidos:

_ Acho que não preciso te dar boa noite né Edu? Afinal, teria como ter sido melhor? - a safada sorria.

FIM

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