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Sexta-feira nada santa - 01


autor: Publicitario45
publicado em: 28/03/16
categoria: hetero
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Já fazia um tempo que eu não curtia uma farra como de sexta-feira passada.
Precisei sacar um cheque no banco por uma questão de emergência já que eu não poderia esperar pela compensação. Liguei pro banco e avisei que faria o saque na quinta-feira e lá pelas 15h eu cheguei lá. Procurei pelo gerente que me atendeu mas ele tinha acabado de sair, então, disseram que outra pessoa e foi nesta hora que eu comecei a acreditar que meu fim de semana seria muito bom.

A gerente era ninguém mais ninguém menos que Karina, a menininha casada que eu relatei no conto Eu, Karina e o marido dela. Nos primeiros minutos ficamos pasmos, mudos na verdade. Karina não sabia o que dizer muito menos eu. Só me lembro dela ter dito – senta que seu dinheiro esta sendo contado, quer um café? – depois disso acho que o tempo paro e como nos filmes passou um filme rápido na minha memória.

Conheci Karine quando ela era secretária de um cliente meu. Ela tinha 23 anos e eu 36, ela era casada e eu não. Durante um bom tempo mantivemos um relacionamento sigiloso e um dia o marido dela quis fazer um ménage e claro, Karina me escolheu. O resto da história esta no site, acessem e leiam a vontade.

Hoje eu com 45, ela com 32 anos. Parece que o tempo não passou pra ela. Tirando o fato que os cabelos loros e compridos deram lugar a um corte tipo Chanel, passando rente as orelhas, Karina continua exatamente com era há 10 anos atrás. Linda, educada, sorridente e perigosamente deliciosa.

Enquanto o dinheiro não vinha (E eu nem me lembrava mais dele) fomos colocando a conversa em dia. Passado o susto do reencontro, a conversa fluiu normalmente. Descobri que Karina tinha se separado do primeiro marido, casado de novo e separado novamente há seis meses. Filhos, apenas um, do primeiro casamento agora que ela era gerente, tinha se mudado de Laranjeiras para Itaparica, ou seja, o bairro que fica ao lado do meu. Para manter o corpinho em forma, natação e yoga e acreditem o resultado não poderia ter sido melhor.

Karina me perguntou se aquele dinheiro todo era para viajar na Semana Santa, respondi que não e a conversa só fez melhorar, ou melhor dizendo, esquentar.

- Sabia que eu já te achei no Facebook, Instagram e Spotfy?

- Ah é e porque nunca me adicionou?

- Porque eu estava casada, eu ex marido é bem ciumento e achei melhor evitar
mais problemas.

- Se separou por causa do ciúme?

- Sim. Muito possessivo. Tem seis meses que eu estou sozinha, e você?

- Separado desde quando nos conhecemos. Namorei duas vezes, mas acho que me acostumei a ser solteiro.

- Eu estou adorando. Meu filho esta grande e sempre saio com as minhas amigas sem a preocupação com quem esta me esperando em casa. Saio, bebo, danço...

- Namorar?

- Ainda não. Mas gosto de saber que os homens me olham, me sinto viva.

- Isso é verdade. Esta sensação de estar vivo o casamento tem o poder de destruir.

Ela apenas me olhou e me bombardeou com aquele mesmo sorriso de dez anos atrás.

- Whatsapp? – perguntou ela.

- Sim, mas não me ligue de madrugada.

- Voce se lembra quando meu marido trabalhava a noite e você me ligava em casa e ficávamos horas no telefone?

- Jamais me esqueci.

O dinheiro chegou e fomos interrompidos pelo segurança que me orientou a sair pelo estacionamento do banco. Nos despedimos com dois beijos e um abraço e lá fui eu, dentro do carro, pensando na Karina. A minha quinta-feira foi corrida e mal percebi que tinha algumas mensagens no Whatsapp, sendo que uma delas apenas dizia: salva meu numero. Adorei te encontrar. Quero te ver de novo.

Pronto, era Karina sendo a Karina de sempre, decidida e direta.
No final do dia mandei uma mensagem pedindo desculpas por ter demorado em responder e fui surpreendido novamente: vamos caminhar na praia vizinho?

Da casa dela até a minha são 10 minutos caminhando pela praia. Nos encontramos em frete a academia Ponto 1 e caminhamos até o clube Libanês. O calçadão estava lotado e chegando no final do percursos sentamos nas pedras e começamos a conversar ouvindo o mar quebrando nas pedras. Lá Karina me contou toda a história da sua vida depois que deixamos de nos ver e o que era inevitável, aconteceu, nos beijamos demoradamente e quando o clima começou a esquentar Karina me pediu paciência, o que eu concordei imediatamente.

Mas paciência é um exercício difícil, principalmente quando se está do lado de uma loirinha linda, vestindo um short preto, colado no corpo, uma blusinha leve destas que as meninas usam para correr e um par de meia que vai até a metade da perna, que não tem função estética nenhuma, está ali apenas para pressionar os músculos das pernas, mas que para a minha mente fértil é um prato feito.

O mais engraçado de tudo isso é que paramos de nos beijar e voltamos caminhando lentamente, de mãos dadas. Que olhava, tinha a impressão de se tratar de um casal de namorados, o que não era o caso, apesar das aparências.

Chegamos em frente a minha casa, sentamos e pedimos uma agua de coco, conversamos mais um pouco e como se passava das 21h00 me ofereci a levar Karina até a porta do seu prédio, Karina concordou e lá fomos nós, de mãos dadas, até a porta da sua casa, coisa de mais ou menos três quilômetros.

Chegando lá, nos despedimos e voltamos aos beijos. Uma castanheira nos escondia nas sombras e nossas mãos pareciam disputar cada pedaço do corpo do outro. Nossas línguas travavam uma guerra sem fim e nossa respiração já estava totalmente descompassada. Nos despedimos e fui pra casa com a promessa de avisar por mensagem quando chegasse.

Entrei no meu apartamento e meu telefone já tinha vibrado três vezes, era Karina querendo saber se eu já estava em casa. Ao responder que sim começamos a conversar através de mensagens e em pouco tempo já estávamos no Skype. Karina perguntou se eu ainda tomava vinho, ao responder que sim ela confidenciou que também tinha aprendido a gostar da bebica de Baco e mais uma vez ela me surpreendeu:

- Meu filho vai passar o fim de semana na casa do pai. Ele vem busca-lo pela manhã, podemos fazer algo no feriado, o que me diz?

- Concordei e resolvemos começar a nossa sexta-feira santa na piscina do prédio dela. Levei duas garrafas de prosseco e subimos rapidamente. Karina preparou algumas coisas pra gente beliscar e a ideia era piscina durante o dia e talvez um cinema a noite.

Quando ela ficou apenas de biquíni meu coração quase parou. Linda e bem resolvida Karina desfilou ate a mim e me beijou. Depois abrimos a primeira garrafa, colocamos num balde e de gelo e nos jogamos na agua gelada. Por causa do feriado o prédio estava bem vazo, o que nos dava uma privacidade ainda maior.

Sem nada a dizer, começamos a nos beijar. Suas pernas entrelaçaram meu corpo e entre um gole e outro a gente simplesmente não para de se beijar. Sua boca pequena parecia querer me engolir, seu corpo se movimentava dentro d´agua me excitando. Minhas mãos percorriam pelo seu corpo gelado até que não se aguentando mais Karina pediu que eu me sentasse na escada que dá acesso a piscina.

Ela desamarrou minha sunga e libertou meu pau que apesar de gelado pulsava de tesão. Karina não pensou duas vezes e caiu de boca na minha rola o engolindo por inteiro. A quebra de temperatura me levou ao delírio e ela não parava de um sugar. Sua boca subia e descia, sua língua explorava a cabeça do meu pau em movimentos circulares e quando eu estava quase gozando ouvimos vozes e tivemos que parar.

Um funcionário da limpeza entrou, recolheu os lixos e saiu rapidamente. Daí foi a minha vez de provocar. Abracei Karina por trás e comecei a beijar a sua nuca.

Encostei Karina na beira da piscina, sua bunda se encaixou no meu pau e com uma das mãos fui direto pra dentro da sua calcinha. Sua boceta estava quente melada e seu mel se misturava a agua com cloro da piscina. Ela abriu um pouco mais as pernas e meus dedos entraram fácil, esfreguei cada um deles no seu grelo e não demorou pra Karina liberar seus seis meses de sexo acumulado, gozou fácil, forte e ela mesmo tratou de calar os seus gemidos me beijando a boca.

Depois disso mais alguns moradores apareceram e a nossa festa ficou assim, beijos, amassos disfarçados, uma guerra de olhares sugestivos que parecia não ter fim.

Terminamos nossa primeira garrafa e Karina disse que estava com fome. Resolvemos descer e Karina sugeriu que fossemos pela escada, cheia de segundas intenções e malicia, Karina se ajoelhou na escada e voltou a mamar meu pau com volúpia. A cada chupada parecia que ela iria engolir meu pau todo de uma vez. Desta vez eu não consegui me segurar e acabei enchendo sua boca de porra. Precisei me concentrar pra não gritar dentro corredor.

Entramos no apartamento rindo, parecíamos dos adolescentes. Karina sugeriu que eu tomasse um banho enquanto ela colocaria um peixe para assar. Mas o tesão era acumulado de ambas as partes e quando retornei a cozinha para pedir uma toalha, não resistir ao ver aquele corpo delicioso apenas de biquíni. Me aproximei e voltamos a nos beijar. O gosto do meu gozo ainda estava na boca de Karina. Nos encostamos numa bancada de mármore e Karina apenas abriu as pernas me convidando a cair de boca na sua xana. Mordi, chupei, penetrei seu sexo com meus dedos e senti suas mãos forçando a minha cabeça contra seu corpo, era seu orgasmo, inundando a minha boca de mel. Me levantei e ainda com a cara toda melada voltamos a nos beijar, nem nos lembrávamos mais do peixe quando virei seu corpo e soltei os lacinhos da sua calcinha deixando a parte debaixo do seu corpo desnudo. Ela entendeu o sinal, colocou uma das pernas num banco e empinou a bunda. Com uma das mãos Karina pegou meu pau e esfregou na porta da sua boceta, senti sua temperatura e quando ela posicionou a cabeça na porta entrei de uma vez só. Karina arfou, abaixou o corpo e pediu força nas estocadas. Com as duas mãos na sua cintura comecei a socar com vontade, afinal de contas eramos dois sedentos, dois famintos que naquele momento só queria uma coisa: gozar.

- Me bate – ordenou ela com a voz tremula.

Karina é assim, quando começa a sentir que vai gozar se transforma, libera uma puta insaciável que existe dentro dela e pede tudo que tem direito. Minhas mãos espalmavam na sua bunda, dos dois lados, sua pele branca foi ficando avermelhada e nas suas costas brotavam gotas de suor. Sua boceta cada vez mais melada me dava pequenas mordidas e ela logo gozou pela segunda vez.

- Senta no banquinho – ordenou ela mais uma vez.

Karina se aproximou, deu mais uma chupada no meu pau e sentou deixando que ele a penetrasse por inteiro. Com as mãos ela soltou a parte de cima do biquíni, seus seios estavam maiores e ela riu e disse: 350 ml em cada um deles, gostou?

Ao responder que sim ela deu a terceira ordem – chupa, são seus.

Cai de boca em um depois o outro, Karina apenas rebolava na minha rola, subia, descia, fazia movimentos circulares enquanto com um dos dedos eu massageava seu cuzinho. Ela gemia baixinho, nunca foi dada a gritos cinematográficos mas seus gemidos sempre foram intensos. Sua respiração denunciava que ela iria gozar novamente e senti quando seu corpo acelerou e começou a tremer sobre o meu. Gozamos juntos, estávamos cansados, suados mas saciados e com fome.

Passei a sexta-feira na casa de Karina. Trepamos na sala, na varanda, no quarto dela. A noite fomos ao cinema, passamos o filme inteiro nos provocando e antes mesmo dele terminar nos saímos e voltamos pro seu apartamento.

Pela manhã, Karina me acordou com café da manha na cama e uma surpresa.

- Comeu meu cuzinho?

Ao que me viu sorrir, Karina se colocou de quatro numa pequena poltrona que tinha no seu quarto. Na cômoda ao lado, um vidro de gel lubrificante. Antes, me ajoelhei de novo e cai de boca chupando seu rabinho. Com o pau melado de gel, forcei a entrada e Karina sequer recuou, ela sempre gostou de levar pau no rabo. Com as mãos ela abriu ainda mais a bundinha e o pau foi entrando, ela foi gemendo baixinho, sua pele foi arrepiando até que senti meu saco tocar no seu corpo.

- Agora mete, safado

As estocadas já começaram a mil, não teve isso de começar lento e crescer o ritmo. Era assim que ela gostava e assim nós fizemos. O som dos nossos corpos se chocando dentro do quarto ecoavam, Karina rebolava, massageava seu clitóris com as mãos e gozou nos próprios dedos. Eu continue socando, estapeando sua bunda que ainda estava vermelha da noite anterior, senti meu corpo tremer, meu rosto esquentou e logo em seguida veio meu gozo.

Tomei um banho, tomamos café da manhã juntos e nos despedimos na porá do elevador. A minha sexta-feira santa foi assim, nada de santa. Sobre o sábado eu conto no próximo conto.

Boa semana a todos.




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