"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Sexta-feira nada santa – 02


autor: Publicitario45
publicado em: 28/03/16
categoria: hetero
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Após dez anos sem ver Karina, nos reencontramos em plena quinta-feira, véspera de feriado no banco onde ela trabalhava. Neste mesmo dia, caminhamos na praia e na sexta-feira de manhã resolvemos passar o dia na piscina. O resultado disso tudo foi que acabamos trepando a sexta-feira inteira e ainda comi seu rabinho no sábado, fazendo com que o meu café da manhã ficasse completo.

Cheguei em casa no sábado por volta das 11h. tomei um banho, dei uma relaxada e depois fui fazer a barba na barbearia próxima a minha casa.

Enquanto o barbeiro dava um trato, eu ficava viajando no que tinha ocorrido e só voltei ai mundo real quando senti meu telefone vibrar no bolso da bermuda.

Assim que o barbeiro terminou, fui ver a mensagem já sabendo de quem era.

Era dela, e não poderia ser melhor.

- Vamos repetir a dose hoje?

- Sim.

- quero jantar com você, depois dançar e terminar a noite dando tudo pra você na cama de um motel.

- Assim será. Te pego às 21h na sua casa.

- Ok, vamos de taxi. Vamos beber.

Corri pra casa e fui ver um bom restaurante. Na verdade, com a correria e falta de companhia, já fazia um bom tempo que eu não saia pra jantar fora, dançar muito menos encerrar a noite num quarto de motel. Fiquei ansioso, dei um pulo no shopping e comprei uma camisa nova mas acabei usando uma outra que eu tenho.

No início da noite comecei a me arrumar. Já tinha feito barba e cortado cabelo pela manhã, separei uma camisa branca, calça jeans, meias, sapatos e fui pro banho. Ainda debaixo do chuveiro abri um vidro de óleo de amêndoas e derramei sobre o corpo, passando nos braços, peito, barriga, virilha, no meu pau e nas pernas. O ritual consiste em não tirar o óleo com a agua e sim deixa-lo secar diretamente no corpo, apenas com a ajuda de uma toalha.

Separei uma box branca que destaca da minha pele ainda queimada de sol, vesti a camisa, a calça, coloquei um sapato bem descolado e dei algumas borrifadas de Hugo Boss naqueles pontos estratégicos: nuca, atrás da orelha, pulsos e nas mãos.

O taxi executivo chegou pontualmente às 20h45. Desci rapidamente e passei o endereço pro motorista. Da minha casa até a casa dela, de carro, não dá mais que cinco minutos. De dentro do carro liguei pra avisar que estava a caminho e Karina disse que já ia descendo. Mal o carro parou e o porteiro abriu a porta do prédio e de lá saiu ela, linda, mais loira, dentro de um vestido preto com alcinhas cravejadas de pedras. Usava um salto que transformava aquela baixinha na baixinha mais sexy da noite. De longe senti o cheiro do seu Dolce & Gabanna Light Blue, na boca um batom escuro protegido por uma espécie de gloss que fazia seus lábios brilharem. Um conjunto de colar e brinco finalizava aquela produção que mesmo sem exageros chamava atenção não pelos excesso e sim pelo bom gosto.

- Nossa, você está lida Karina.

- Gostou? Tudo pra você. Vestido, perfume, cabelo, boca... e menos a calcinha, estou sem.

Pela dica ficou claro que a noite ia ser inesquecível, e foi. Entramos no taxi e fomos pra Vitoria, fomos direto para um restaurante chamado Valetina, localizado no antigo Mercador. Um restaurante rustico que mistura gastronomia e literatura, apesar de não querermos saber dos livros, a luz baixa combinava com as nossas vontades que era um devorar o outro em cima daquela mesa.

Pedimos um vinho e começamos a conversar. O clima de namoro era tão grande que o garçom mencionou alguma coisa para namorados que honestamente, não me lembro agora.

Saímos do restaurante e fomos pra balada. Como tenho um grande amigo que é produtor de vários shows não foi difícil conseguir um camarote na noite capixaba. Chegamos no local e fomos recepcionados por duas promotoras de tirar o folego, uma loira e outra morena. Ela nos levaram diretamente ao camarotes e passaram a nos atender sempre que possível.

Foi ai que eu me lembrei que Karina também gostava de meninas, ou pelo menos tinha tesão nelas. Durante a noite, no camarote com pouca luz e muita gente bonita, a gente só sabia fazer uma coisa, beijar. Parecíamos um casal de namorados que acabaram de iniciar uma relação. Beijos, mãos pra lá, mãos pra cá, ela massageava meu pau pr cima da calça jeans, eu massageava sua bocetinha por baixo o vestido, outra hora ela se insinuava para as meninas, as vezes para os meninos. Uma das promotoras sacou o clima e de longe entrou na brincadeira.

Quando deu 4h40 da manhã, Karina me disse que queria ir pro motel. Ela disse que iria ao banheiro e me pediu para esperar logo na porta. Assim que ela entrou a promotora entrou atrás e só me restou esperar pra ver o que aconteceria.

Quinze minutos depois, Karina saiu de lá com a promotora, dando risadas.

- Esta é a Brenda.

- Tudo bem Brenda?

- Sim, você tem uma namorada muito bonita.

- Obrigado, que bom que você gostou.

- Na verdade eu adorei.

- Você ainda não viu nada.

- Pois é, mas eu quero ver.

Brenda pegou um cartão e enfiou dentro da bolsa de Karine, lhe tascou um beijo na boca, beijou a minha e saiu como se nada tivesse acontecido. Saímos rapidamente e entramos no taxi rumo a Vila Velha, diretamente pra suíte oriental do Yes Motel.

O clima dentro do taxi era quente. Lembramos do dia que o ex-marido dela nos levou para um motel quando fizemos nosso primeiro ménage. Foi da mesma forma, a gente atrás do carro no maior dos amassos e o motorista nos espiando pelo retrovisor.

Chegamos rapidamente no motel e escolhemos uma grande suíte, com decoração oriental. Mal entramos e Karina foi se livrando do vestido e atendendo a pedido meu manteve-se de salto.

Completamente nua usando apenas o salto, um colar e um par de brincos, Karine caminhou até o telefone e pediu uma garrafa de prosseco e um balde de gelo. Enquanto eu tirava lentamente a minha roupa, ela pegou o celular e ligou pra Brenda, dizendo que tinha adorado o beijo e que ia dar a noite toda pra mim pensando na possibilidade de realizarmos uma festinha a três muito em breve.

Enquanto falava, Karine caminhava em minha direção, lentamente, como uma gata no cio.

Os bicos dos seus seios estavam rijos, a pele eriçada, os olhos brilhando e a boca se auto mordendo o tempo todo. Quando chegou perto mim, ainda estava na ligação com a nova amiguinha e a cada frase dela, eu ganhava um beijo molhado. Me livrei da camisa e da calça. Karina tratou de massagear meu pau enquanto falava ao telefone e ao sentir meus dedos tocarem sua boceta ensopada, um gemido tomou conta do quarto, o celular foi ao chão e nossas bocas grudaram uma na outra.

Do nosso lado uma cadeira erótica seria nossa primeira parada. Karina se colocou de quatro com as pernas completamente abertas. De frente a isso tudo um pequeno banco que eu me sentar ficava de frente pro crime. Cai de boca, chupei aquela boceta babada até sentir em minha boca a primeira carga de gozo. Karina gozou, gemendo baixinho, ora dizendo que queria chupar Brenda.

Sua boceta piscava, o mel escorria entre meus dedos atolados na sua gruta quente e ela apenas rebolava e gemia.

Ouvimos a porta abrir, o garçom deixou a garrafa com o prosseco e gelo. Pedi que ela ficasse naquela posição e fui servi duas taças. Uma eu dei nas mãos dela, a bebida foi digerida num único gole, a outra ficou comigo, pois a brincadeira estava apenas começando.

Tomei um gole da bebida extremamente gelada e com a boca cheia dela fui ate sua boceta inda melada. Colei minha boca na porta do seu sexo e derramei todo o liquido gaseificado dentro do seu sexo. Karina urrou, esfregou o grelo na minha cara pedindo mais, e eu apenas obedeci. Chupei aquela boceta, senti mais uma vez o gosto do seu gozo misturado com a nossa bebida preferida.

Karina gemia, usava os próprios dedos no seu crelo, pediu que eu metesse meus dedos no cuzinho, pediu pra apanha, e no terceiro gozo ela saiu de cima da cadeira.

- Voce quer me matar?

- Quero.

- Me dá seu pau, senta ai, agora é a minha vez.

Karina passou a mão em duas pedras de gelo e sem cerimônia enfiou as duas na boca. Eu me sentei na tal cadeira erótica e fiquei a mercê da sua criatividade.

Karina queria ir as forras e com a boca gelada enfiou meu pau inteiro na sua boca. Agora foi a minha vez de urrar, a sensação de algo gelado me sugando era incrível, suas mãos massageavam meu saco, a boca subia, descia e na medida que o gelo ia derretendo a chupada ficava muito melhor.

Senti sua língua lambendo meu saco, depois vi que a intenção dela era me comer com a língua literalmente. Karina me chupava, minhas mãos guiavam seus movimentos e ela simplesmente não parava. Não resisti muito e gozei, Karina fez questão de bebr até a última gota de porra e se sentou numa espreguiçadeira ao lado da piscina.

Me deitei ao seu lado e ela apenas sorriu. Já passava das quatro da manhã quando ela se virou e ficou de bundinha pra cima. Aquilo me acendeu. Comecei a beijar as suas costas enquanto ela sorvia o prosseco no bico da garrafa. Desci a minha língua pelas costas, passei pela bundinha, desci pelas pernas e cheguei aos dedos. Retirei seus sapatos e engoli cada um dos seus dedos.. Karina se contorcia na espreguiçadeira e abria as pernas esperando a minha pica. Subi com a língua coloca na sua pele e posicionei meu pau na porta da boceta ainda melada. Arriei meu corpo sobre o dela e o pau deslizou para dentro da grutinha.

Karina apenas empinou a bunda e começamos um vai e vem lento, mas extremamente excitante. Cada vez que ela metia a garrafa na boca e bebia meu tesão aumentava, era vulgar e sexy ao mesmo tempo. Karina pediu mais força, pediu pra apanhar na bunda e por fim depois de gozar novamente pediu pra levar pica no cuzinho.

- Quero sem gel.

Apenas tirei meu pau melado de dentro da sua xana e fui em direção ao seu cuzinho apertado. A cabeça entrou, ela rebolou e pediu mais sem sequer dizer uma palavra. O pau foi entrando, ela se abria cada vez mais e eu comecei a aumentar o ritmo. Desta vez gozamos quase que na mesma hora.

Depois o sono nos abocanhou e dormimos na espreguiçadeira, abraçados e saciados. Antes de irmos embora, esperando o taxi, Karina me presenteou com outro boquete, me levou a loucura e bebeu toda a porra novamente.

No domingo não nos encontramos. Era domingo de pascoa, ela foi passar o dia na casa da mãe e depois buscaria o filho na casa do pai.

Se nós vamos repetir a dose? Acho que sim, mas eu conta depois




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