"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Meu primo comeu minha mãe


autor: Jonasjunior123
publicado em: 01/04/16
categoria: incesto
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Olá, leitores. Há alguns dias conheci esse site por indicação de um amigo que me convenceu a descrever esse relato, depois que eu contei para ele a história que estou prestes a compartilhar com vocês.
Meu nome é Jonas Júnior, tenho 19 anos e moro no interior do Ceará. Sou filho único e moro com meus pais ainda. Não sou um cara do tipo pegador, não gosto muito de sair, sou bastante caseiro. Diferente do meu primo e melhor amigo, Alberto, que adora uma farra, mas assim como eu, não pega ninguém. Crescemos juntos e não pegar ninguém não é a única característica que temos em comum, tanto eu, quanto ele, somos absurdamente tarados. Quando estávamos na fase da punheta severa(eu com 16 e ele com 14) Roubávamos as calcinhas de nossas primas e tias para cheirá-las e bater punheta. Sempre conversava com ele que sentia muito tesão por algumas tias e ele também falava. Só que o que eu nunca falava era que eu morria de tesão na mãe dele também (minha tia) e sempre batia uma pra ela. Por conta disso, um dia pensei comigo: bom, se eu sinto tesão na mãe dele, ele com certeza sente a mesma coisa pela minha mãe também. Imaginar ele batendo uma pensando na minha mãe, me deixou imediatamente de pau duro, aquilo me encheu de tesão, foi aí que tudo começou.
Depois do pensamento que tive, comecei a fantasiar transas entre o Alberto e minha mãe. Comecei a olhar com outros olhos pra ela, espiar ela trocando de roupa, tomando banho, prestei atenção em cada curva do seu corpo e comecei a perceber que sim, ela era realmente gostosa: 41 anos, branca, baixinha, cabelo na cintura, loira, coxas grossas e bunda grande. Eu sabia que minhas fantasias com ela nunca sairiam do meu imaginário, pois minha mãe era uma santa. Católica fanática, não perdia uma só missa.
Comecei a observar também, como meu primo agia na presença dela. Percebi que ele olhava MUITO pra bunda dela(coisa que eu nunca havia notado antes), ele olhava e passava a mão no pau descaradamente. Aquilo só me confirmou o que eu já suspeitava: ele morria de tesão por ela.
Um dia estávamos só eu e o Alberto na minha casa, assistindo TV, então falei pra ele que iria tomar um banho, ele falou que não iria me esperar, ia embora pra casa. Ele saiu e eu fui tomar banho. Quando saí do banho, fui até o quarto da minha mãe, trocar de roupa. Estava me vestindo próximo da cama e senti uma mão no meu pé, tipo me dando um susto, quando olhei, era o Alberto debaixo da cama. Parecia uma brincadeira inocente, mas estranhei, porque ele não era muito de fazer isso. Só fui entender realmente o que tinha acontecido alí, quando poucos dias depois, minha mãe me chamou para ter uma conversa séria com ela.
Minha mãe estava sentada na mesa, com uma cara de quem estava furiosa e foi logo dizendo:
-Jonas, quero que você seja sincero comigo, você andou mexendo nas minhas coisas?
Eu fiquei sem entender nada e perguntei:
– Como assim, mãe? Que coisas?
– Minhas calcinhas usadas que estão no meu quarto, estão todas bagunçadas, como se alguém tivesse mexido e algumas estão até sujas(acredito que ela quis dizer sujas de porra), isso é muito nojento, Jonas, eu sou sua mãe!- Disse ela já alterando a voz. Então eu respondi:
– Mãe, eu jamais faria isso, eu não to seco assim pra fazer esse tipo de coisa.
– Então só pode ser alguém de fora, vou falar com o seu pai!- ela disse.
Nessa hora me veio na mente meu primo Alberto, e logo entendi o que tinha ocorrido dias atrás:
Quando fui pro banheiro, ele aproveitou e foi pegar algumas calcinhas(com certeza não foi a única vez que ele fez isso), ele só não imaginava que eu ia me vestir no quarto da minha mãe e nem que eu iria demorar tão pouco tempo no banho. Quando entrei no quarto, ele entrou embaixo da cama e se sentiu sem saída, a única solução que achou foi fingir que era uma brincadeira.
Matei a charada, mas não disse nada pra minha mãe.
Aquilo me deixou louco, saber que meu primo sentiu o cheiro da buceta da minha mãe, passou o pau nas suas calcinhas e gozou nelas, me fez gozar muito também. Eu tinha que fazer aquilo acontecer, tinha que fazer meu primo comer minha mãe na minha frente, aquilo se tornou uma obsessão. Mas também sabia que isso era praticamente impossível de acontecer, se eu falasse algo relacionado a isso pra minha mãe, com certeza ela falaria pro meu pai e eu estaria ferrado com os dois. O melhor a fazer era mesmo tirar essa ideia da cabeça.
O tempo passou e um dia voltando de um jogo que não tinha acontecido porque a bola furou antes da partida começar, tinha ido embora mais cedo do que de costume. Chego e percebo que a casa está trancada e eu sem chave. Chamei pela minha mãe do portão e nada. Quando eu havia saído, ela tinha ficado sozinha, pois meu pai trabalha o dia todo e só chega tarde da noite, eram umas 15:00. Sem poder entrar pela frente, pulei o muro pelo quintal do vizinho, entrei pelos fundos e vi que o quarto dela estava trancado e o ar condicionado ligado, ela estava dormindo, por isso não respondeu. Estava com muito calor então fui pro quarto dela, pois no meu não tinha ar condicionado. Quando abro a porta, não acredito no que vejo: Minha mãe sentada na cama e Firmino, o ajudante do meu pai em pé de frente pra ela, com o seu cacete preto inteiro na boca da vadia. Assim que eu abri a porta, ele olhou pra mim muito assustado e ela imediatamente tirou o pau dele da boca e me olhou com os olhos vermelhos e lacrimejados, parecendo uma vadia de filme pornô quando tem a garganta arregaçada por um pau. Aquela cena me fez perceber que nada do que eu pensava da minha mãe era verdade, ela não era uma santa, ela era uma vadia, pois estava ali, na cama do meu pai, chupando o pau do ajudante do coitado. Aquilo realmente me deixou puto. Ela já foi levantando e limpando a baba da boca com o braço, me implorando pra eu não dizer nada pro meu pai.
– Fica longe de mim sua puta!- Eu gritei.
– Meu pai vai ficar sabendo da vadia que você é. – Completei e me tranquei no meu quarto, cheio de ódio.
Os minutos foram passando e eu comecei a assimilar o que estava acontecendo. Aquela cena me deixou com muito ódio da minha mãe, mas eu poderia muito bem usá-la para realizar a maior fantasia da minha vida. Porque não? É claro que eu não iria contar pro meu pai.
Cerca de uma hora depois do acontecido, ouvi baterem na porta. Era minha mãe, pedindo pra abrir, pois queria me explicar o que tinha acontecido. Eu abri e mandei ela falar logo. Então ela começou:
– Jonas, por favor, não conte pro seu pai. Foi um momento de fraqueza, foi a primeira e última vez que eu fiz isso.
Então eu falei:
– Você não quer que eu conte pro meu pai que você jogou toda a confiança que ele tinha em você, no lixo?
– Sim, eu faço qualquer coisa.- Ela respondeu.
– Qualquer coisa?
– Sim.
Essa era a oportunidade, disparei:
– Transe com o Alberto na minha frente e eu não conto nada pro meu pai.
Ela ficou chocada e falou:
– O que? Você ficou louco? O que você é? Um doente? Eu nunca vou fazer isso!
– Então ta beleza, eu conto pro meu pai que você mamou o funcionário dele e ele te coloca pra fora de casa! – Retruquei.
– Se você contar pra ele, eu conto a proposta que você me fez. – Disse ela, tentando ser mais esperta.
– Vai ser pior pra quem? – Eu perguntei.
Ela ficou um tempo calada e falou:
– Então você quer que eu dê minha buceta pro seu primo na sua frente? Até que isso não vai ser tão difícil, ele é bem gostosinho.
Eu fiquei perplexo com o jeito dela falar, estava realmente se mostrando uma verdadeira puta! Respondi que sim, era isso que eu queria.
Então ela disse:
– Ta bom, se é isso que você quer, eu faço, com muito prazer.
A forma dela falar essa ultima fala, me deixou de pau duro, uma voz bem safada, aumentando o tom de voz nas últimas palavras. Perguntei a ela se ela já tinha se imaginado transando com o Alberto. Ela respondeu que sim:
– Muitas vezes. Um dia, quando fui na casa da sua tia, ele estava sozinho em casa, fui na cozinha beber água, quando voltei ele estava com o pau de fora. Eu fingi que não vi, mas depois disso passei a pensar muito nele.
Eu não fiquei surpreso com essa revelação, pois sabia o quanto ele era tarado. Disse a ela que iria falar com ele e avisar o dia.
– Mal posso esperar. – disse ela com a voz de safada. Acho que estava fazendo isso pra me provocar.
No dia seguinte, fui na casa do meu primo, fazer a grande proposta.
– Alberto, tenho uma coisa pra te oferecer.
– Diga lá, meu parceiro, é coisa boa? Disse ele rindo.
– Deixa eu te perguntar uma coisa, tu sente tesão pela minha mãe, cara?
– Como assim? – Perguntou ele meio desconfiado.
– Pode falar, velho. Vou ficar com raiva não. Sente vontade de comer minha mãe?
– não cara, claro que não. Ela é minha tia!
– Cara, a gente nunca teve besteira, pode falar.- insisti.
– Já disse que não cara, ta louco? – Falou com muita segurança.
– Eu sei que tu sente tesão por ela e consegui convencer ela a transar contigo na minha frente.
– como é? Isso é sério, Jonas? – perguntou ele já com um tom de voz mais interessado.
– é sério cara, peguei ela chupando o Firmino (ajudante do meu pai) outro dia e disse que só não contaria pro meu pai se ela desse pra ti na minha frente.
Ele ficou sem acreditar, mas claro, aceitou na hora. Nem me perguntou porque eu estava propondo isso a ele.
– Quando tu pode? – perguntei.
– Pode ser agora, se der, qualquer hora.- ele disse.
– beleza.- respondi.
Fomos pra minha casa. Chegando lá, mandei ele sentar no sofá e fui no quarto da minha mãe. Ela estava assistindo TV. Estava com uma blusa tomara que caia amarela e um shorts jeans minúsculo, gostosa pra caralho!
– Mãe, o Alberto ta aqui. – Falei.
– Sério? Manda ele entrar então…
Incrível como ela não teve qualquer tipo de resistência na hora, já mandou entrar, com certeza estava com muita vontade de dar pra ele. Então, fui buscar meu primo. Entramos no quarto, tranquei a porta, sentei de frente pra cama e mandei eles começarem. Meu primo sentou do lado dela na cama e ficou sem ação. Ele era realmente muito mole.
– Beija ele. – Eu disse.
Ela obedeceu na hora e deu um beijão de língua nele. Nessa hora eu já tirei o pau pra fora e comecei a bater uma. Caralho, que tesão que eu tava sentindo, meu cacete tava pra explodir. Minha maior fantasia sexual estava acontecendo bem ali na minha frente. Meu primo estava beijando loucamente a minha mãe.
Ele era tão fraco que não tocava nem nas pernas dela. Então eu falei:
– Pega no pau dele.
Então, ela sem parar de beijar, levou a mão até aquele volume enorme no shorts dele e começou a acariciar e dar umas apertadas. Nossa, meu pau tava quase se rachando de tão duro, me controlei pra não gozar nessa hora.
Meu primo já começava a se soltar e passava as mãos nos peitos dela.
– Tira o cacete dele pra fora. – Ordenei.
Ela obedeceu, desabotoou o shorts, abaixou um pouco, colocou a mão por dentro da cueca e puxou o pau do meu primo pra fora. Não posso deixar de comentar como era o pau daquele animal, não parecia com gente, o cacete daquele puto deveria ter uns 22 centímetros, muito maior e mais grosso que o meu de 15 centímetros, era tão branco que todas as veias apareciam. Ela começou a punhetar o pau dele e ele a levantar a blusa dela, tirando seu sutiã. Então, começou a chupar aqueles peitos rosadinhos, um pouco caídos, mas mesmo assim, muito lindos. Eu não havia chupado naqueles peitos nem quando era bebê e aquele viado tava alí se deliciando neles e ainda recebendo uma punheta gostosa da minha mãe. Depois de um tempo, dei mais uma ordem:
– Chupa ele!
Ela, obediente como sempre, levantou da cama, e ficou de frente pra ele, que permaneceu sentado. Se ajoelhou, amarrou o cabelo, colocou as mãos nas pernas dele e passou a pontinha da língua bem devagar na cabeça do pau dele, como se estivesse primeiro sentindo o gosto, degustando. Depois passou novamente a língua na cabeça, dessa vez fazendo círculos, ele olhava pra ela, olhava pra mim e olhava pro telhado, revirando os olhos. Aquilo devia ser maravilhoso, uma sensação e tanto. Depois dessas preliminares, ela caiu de boca mesmo naquele pau. Chupava com tanto gosto que babava tudo. Nunca imaginei, mas minha mãe, que aparentava ser uma santa, era na verdade, uma boqueteira profissional. Depois de uns dez minutos de boquete, mandei ela parar.
– Tira a shorts! – Eu falei.
Ela tirou e ficou só com uma calcinha fio dental vermelha. Mostrando aquela linda bunda branca e grande. Mandei ela deitar e ia mandar meu primo chupá-la, mas nem precisou, ele já foi beijando a barriga dela e suas lindas coxas, ficou nisso durante uns cinco minutos, sem tocar na buceta. Olhei pra ela, e vi que ela estava adorando aquilo, com uma mão segurando forte na grade da cama e outra no cabelo do meu primo, gemia baixinho. Até que finalmente ele começou a passar a língua na buceta dela, mas por cima da calcinha, nessa hora ela enlouqueceu, mordia os lábios com tanto desejo, que quase me fez gozar. Então ele puxou a calcinha dela pro lado e pude ver aquela buceta linda, tinha um bigodinho muito bem feito, quando ele abriu, deu pra ver que era vermelhinha. Então ele começou a chupar. Nessa hora ela gemeu muito alto, muito mesmo. Estava delirando de tanto tesão. Tenho que admitir, o filha da puta do meu primo realmente sabia como chupar uma buceta. Como eles já estavam bem a vontade, não dei mais ordens. Fiquei apenas observando e batendo minha punheta.
Ela gritava:
– Isso meu amor, chupa essa bucetinha, vai. Faz a titia gozar!
Então ele parou de chupar e tirou a calcinha dela toda. Ficou por cima da minha mãe e foi enfiando aquele pau gigante bem devagar na buceta dela. A coroa foi a loucura! Ele foi aumentando o ritmo, e daqui a pouco já parecia o flash, metia com tanta força que ela gritava sem parar.
– Ain, fode sua tia, fode. Fode com força vai! Machuca essa buceta que ela é sua, só sua!
Eu quase gozava quando ela falava isso.
Depois de um tempo, ele mandou ela ficar de quatro e começou a chupar o cuzinho dela. Ela ia a loucura sentindo aquela língua dentro do seu rabo. Então ele disse:
– Vou arrombar esse cu agora, sua puta.
Ela respondeu:
– Não, Alberto! Tudo menos isso. Isso eu nunca fiz e nem vou fazer.
– Vai sim- eu disse. – Agora!
– Por favor… – Disse ela.
– Pode comer a vontade, Alberto. – Ordenei mais uma vez.
Ele não fez cerimonia, pegou o pau e apontou pro cu da minha mãe.
– Devagar. – Ela disse.
Ele foi botando a cabeça e ela fazendo cara de dor. Quando a cabeça finalmente entrou,ela empurrou meu primo pra trás, dizendo:
– Ai,Ai, chega, chega! Não dá, Jonas, é sério. Ta doendo muito!
Perguntei pra ela se ela queria sentir dor ou que eu contasse tudo pro meu pai. Ela se calou e se posicionou novamente. Então, o Alberto foi novamente. Enfiou a cabeça, dessa vez entrou mais fácil e foi enfiando o resto. Ela chorava de dor, gritava muito, dizendo que tava doendo, mas meu primo não parava, continuava enfiando mais e mais, até que finalmente aqueles 22 cm de pau estavam todos enterrados na bunda da minha mãe. Ela chorava de verdade, pedindo pra ele tirar. Ele foi tirando devagar, eu já ia intervir, porque não queria que ele parasse, mas antes sair a cabeça, ele deu uma estocada violenta e ela berrou mais ainda, com muita dor, retirou mais da metade do pau e deu outra e outra e outra, até que depois de um tempo, minha mãe não chorava mais, agora ela gritava de prazer. Ele batia muito na bunda dela, enquanto enfiava naquele cu, já estava toda vermelha de tanta mãozada. Depois de uns quinze minutos enfiando no cu dela, ele falou que ia gozar, então eu resolvi me intrometer novamente:
– Goza na boca dela!
Ele imediatamente tirou o pau da bunda da minha mãe e ela foi se abaixando e abrindo a boca. Não demorou muito pra ele dar uma gozada enorme na boca dela, eu nunca tinha visto tanta gala na minha vida, mas ela engoliu tudo. Nessa hora gozei gostoso também, nunca tinha sentido tanto tesão numa punheta antes. Aquilo era demais. Depois da gozada, olhei pra minha mãe, com o pau do meu primo na boca, toda lambuzada de porra, foi aí que veio a culpa. Mandei ele se vestir e ir embora. Apesar de ter sido o momento da minha vida em que mais senti prazer, não valeu a pena, pois minha relação com minha mãe e meu primo nunca mais foi a mesma. Não aconselho ninguém fazer isso. Mas ainda assim, de vez em quando bato uma pensando nessa historia. Obrigado a todos que leram, espero que tenham gostado. Ah, andei tirando umas fotos REAIS da minha mãe, para vocês não ficarem apenas na imaginação! abraço!



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