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MEU PADRASTO CAVALO 4 (ATO II)


autor: CamillaDuda
publicado em: 03/04/16
categoria: hetero
leituras: 18508
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MEU PADRASTO CAVALO 4

(Continuação ATO II)

Capítulo 6

Ele se aproximou e passou a se masturbar a dois palmos do meu corpo, agora acariciava a minha bunda com tesão e abria minhas nádegas mais suavemente, eu continuava de cabeça abaixado morrendo de tesão e vergonha ao mesmo tempo, mantinha meu braço cobrindo parcialmente meu rosto e deixando o Sr. Rui a vontade, na posição que estava me permitia espiar seu rosto másculo e olhar seu tronco de árvore duro, ele deslizou seus dedos por toda a maça da minha bunda e puxou mais pro lado o meu biquini, nessa hora gelei, mas sempre agia com muito carinho, nunca fazendo nada a força comigo e aquilo de certo modo me deixava segura, me sentia violada por aquele tarado mas de certa forma sabia que ele nunca ia me machucar, isso me confortava.

Sentia um leve peso sobre minha bunda e espiei, vi aquele cogumelo vermelho gigante repousar sobre meu rabo enquanto aquele tronco inchado e duro era punhetado pelo preto safado, a punheta fazia aquela chapeleta balançar o meu rabo, quando ele soltou seu mastro por alguns segundos, pude recolher todo o peso daquela piroca preta, o filho da puta se masturbava e deixava aquela cabeçona bater em mim enquanto com a outra mão apalpava a minha bunda, agora deslizava a mão por ela toda apertando levemente minha carne farta e sempre arreganhando de forma suave a minha bundona, o negro tarado sempre procurava a visão do meu cu, brincava com a minha bunda apertando ela com tesão e abria minhas nádegas esticando toda a parede do meu ânus selado.

O pervertido gemeu alto e aumentou o ritmo da punheta, seu cabeçote já batia suavemente no meu bundão fazendo barulho enquanto o Sr. Rui apertava com força seu cacete preto bem no inicio fazendo sua punheta exibir seu mastro todo inchado e duro que nem uma barra de ferro, ele me viu espiando e esfolou ainda mais seu pau preto até a base, se exibindo que nem um pervertido pra uma garota virgem, aquela árvore preta inchou com as veias estufadas e o cogumelo pulsou, batendo suavemente sobre minha bunda, ele gemeu, eu abaixei o rosto sem graça e senti a minha bucetinha completamente molhada - Camilla meu amor, eu vou passar ele bem devagarinho em você, tá bem?

Ele me pegou desprevenida, nessa hora eu não sabia o que responder, gaguejei e falei: - Não Sr.Rui, por favor, eu sou virgem de tudo, nunca fiz nada - Ele insistiu: - Pode confiar meu amor, eu só vou passar ele, não vou colocar dentro não, eu sei que você é virgem, eu nunca vou fazer nada com você minha linda, você é minha afilhada. - Estava com muito medo, mas nessa hora me senti super protegida, sempre tive pai ausente e o Sr. Rui sempre me tratou com muito carinho, imaginei que ele nunca fosse fazer nada pra me machucar realmente , mas ao mesmo tempo não queria que aquilo passasse dos limites, até ali estava bom, mais que isso era perigoso, mas eu no meio de todos esses pensamentos respondi: - Tá bom Sr. Rui, só um pouquinho, cuidado....

Capítulo 7

Não pude acreditar, quando vi aquele crioulo esfolar novamente aquele poste preto todo ereto me arrependi de ter aceitado, ainda bem que ele só ia passar ele sobre minha bunda, era impossível imaginar que alguma mulher pudesse ter algo daquele tamanho dentro de si, aquilo era anormal, o Sr. Rui era meio cavalo meio homem, a cabeça do seu caralho ainda conseguia ser maior do que a grossura do pau, aquela chapeleta vermelha de 10 centimetros sempre que eu a olhava ela estava inchada e pulsando de tesão.

Ele deslizou a ponta dela do início ao final das minhas nadegas, so a pontinha e bem devagarzinho, misturou o mel do seu cacete preto com a baba que estava entre minha bunda, gemi baixinho sem deixar ele ouvir, novamente ele passeou seu mastro sobre minha bunda e posicionou sua chapeleta deslizando-a entre minha bundona, agora com mais força fazendo ela abrir e se deformar entre aquela laranja gigante, ele urrou, parecia se controlar pra não fazer uma loucura, seu pau preto e seu corpo tremiam enquanto aquele pervertido urrava de tesão e observava meu rabo hipnotizado, abriu minhas nádegas com força e observou meu anelzinho ainda umido da sua baba, molhou com saliva seu cabeçote inchado de direcionou ele em direção ao meu buraco virgem, com a baba ainda escorrendo de seu mastro.

Posicionou sua bengala na porta do meu ânus, soltou a banda da minha bunda e observou minhas nadegas acolher a ponta daquele cogumelo, urrou e balançou a minha bunda, observando ela deslizar pra um lado e para o outro, batendo com carinho no seu cabeção, gemeu de novo e deslizou seu cacete pra cima e pra baixo, deslizando ele sobre meu buraco e arrastando seu cabeçote pelas minhas nádegas, repetiu bem devagarinho durante algumas vezes, espalhando a saliva molhada sobre minha fresta, sempre quando passava perto do meu anel, eu contraia ele totalmente, com medo daquela árvore entrar dentro de mim.

Sentia aquele limão roçar no meu anus, passeando e arrastando sua porta com carinho mas ao mesmo tempo impenetrável até mesmo por 1 centimetro, aquele tarado sabia disso, podia deslizar com tesão a sua chapeleta e brincar com minhas rabeta grande, o prazer máximo que ele poderia sentir seria pincelar o meu cuzinho com sua chapeleta enorme, acada vez que ele chegava perto do meu reto o safado gemia alto e pulsava seu limão em direção a meu buraquinho, eu sentia a minha bunda abracar ela com carinho e ao mesmo tempo toda a circunferência do cabeçote na porta do meu cu, acariciando e pincelando meu buraquinho virgem.

Continuou passeando rola na minha bunda, molhava mais aquele cogumelo e deslizava ele com saliva entre a fresta do meu rabo. agora se concentrava mais no meu ânus, posicionou a chapeleta em direção a ele e começou a punhetar a sua rola, se masturbava com carinho e sentia ao mesmo tempo a circunferência de um buraco virgem na cabeça enorme de seu poste negro, o criolo esfolava seu cacete duro e punhetava a base fazendo o seu saco de cavalo balançar e sua chapeleta pulsar na porta do meu buraquinho, sentia a pele daquele mastro deslizar da cabeça grande até o meio do cacete, novamente gemeu alto, Sr. Rui já havia perdido a postura, urrava que nem um louco e fazia caras e bocas de tesão enquanto abusava da menina virgem, abriu mais a minha bunda e viu novamente minhas nádegas cairem sobre seu limão gigante, olhou aquilo e gritou muito alto apertando a minha bunda e forçando levemente seu tronco preto contra o meu anel.

Instintivamente recuei e gemi, ele reparou o exagero e acariciou minha bunda comm carinho, voltou a botar a chapeleta sobre minhas nádegas, mas agora acaricinado minhas fresta e arrastando seu cacete de leve sobre meu cu apertado.

Eu sentia a minha buceta ensopada, era dificil eu ficar daquele jeito, a baba tinha escorrido levemente para ele e havia se misturada com o mel da minha xaninha, aquela sensação de dar prazer para um homem de verdade estava me deixando louca, novamente aquele preto tarado voltou a se masturbar com a chapeleta encostada no meu buraco, observava aquele homem grande tocar punheta que nem um adolescente e usar o meu rego como ponto de tesão, sabia que ali ele não poderia violar, mas mesmo assim pinçelava a sua cabeça de cavalo nele e se masturbava sentindo a porta daquele buraco virgem se fechar inviolada pra seu mastro gigantesco.

Esfolou mais seu pau e começou a punhetar ele do inicio ate o final, aquele mastro preto estava molhado de saliva e brilhava expondo suas veias inchadas e grossas, sua mão batia na base daquele caralho fazendo seu saco gigante balançar e voltava batendo na minha bunda, se masturbava usando todo aqueles 25 centimetros enquanto escondia seu cabeçote entre as paredes do meu bumbum.

Começou a aumentar o ritmo, ouvia o barulho daquela mão grande bater no começo daquele ferro com força e voltar esporrando na minha bunda, sem querer pressionava seu limão gigante contra meu buraco, eu sentia a pontinha daquela chapeleta bem no meio do meu cuzinho acariciando minhas pregas virgens enquanto aquele filho da puta punhetava a borracha preta com força, e gemia, como gemia, observava tudo que estava fazendo, via minha bunda grande balançar no ritmo da sua punheta a cada estocada da sua masturbação, sua mão batia no meu rabo fazendo-o tremer ainda mais, aquele rabão gordo balançava e balançava, enquanto o anel inviolado sentia o cogumelo pulsar e pulsar, sentindo o sangue do pau preto circular pra ela e bombar o cogumelo na porta do meu rabinho virgem.

Capítulo 8

O tarado pressionou seu pau ainda mais, senti mais ainda a pontinha do cabeçote no meu rego, apenas milimetros, parecia que a uretra daquele cavalo estava posicionada na direção do meu buraco querendo entrar mas não conseguindo, o negão continuava a punheta, totalmente possuido se masturbava com força e agora sem respeito a mim, se punhetava com vigor batendo com força a mão contra meu rabo, sem tirar o limão gigante dentro das minhas nádegas - Fica assim amor, não se meche, tá? - Pressionou mais um pouco seu cacetete contra meu cu, sentiu resistência total, batendo com a chapeleta suavemente e sentindo aquela parede virgem inviolada, conseguiu permanecer com a ureta contra a portinha meu rego, com seu cabeção inchado direcionado pro meio do meu ânus virgem e fechado.

Minha bunda gorda abraçava aquele cabeçote por completo enquanto o danado se masturbava ainda mais rápido, sua mão batia ainda mais forte contra minha bundona, fazendo barulho e ecoando pela sauna o estalar da minha rabeta grande, segurou minha bunda contra seu poste preto e falou: - Fica assim amor, não sai tá? Confia em mim - Eu sem saber continuei do mesmo jeito, recolhendo sua cabeça na porta do meu buraco e sentindo minha rabeta tremer na mão daquele preto, ele começou a gritar, uma, duas, três vezes, cada vez mais alto, fechou a banda da minha bunda escondendo mais seu cabeção e pressionando a pontinha dela contra meu buraquinho fechado...ele gritou::- Eu vou gozar!

Senti ele esfolando totalmente seu mastro e jorrando o primeiro jato de porra grossa contra meu cu, senti sua cabeça contra meu buraco e sua uretra despejando a primeira jatada daquele leite farto contra ele, posso lembrar até hoje que pude sentir a metade do primeiro jato de esperma adentrar o meu ânus, senti aquele liquido quente pela primeira vez dentro de mim, era bem pouquinho mas pude acolher um pouco daquele creme grosso no meu buraco, contrai meu cuzinho e pude absorver aquele leite grosso e fervendo, entrava no meu corpo enquanto a outra metade do jato explodia na parede do meu buraco fechado e caia respingando no chão e ao mesmo tempo lubrificando minhas nádegas.

Sentia aquele primeiro gozo escorrer sobre minha bunda até o chão e ao mesmo tempo deslizar pro meu interior sendo acolhido pelo canal do meu cu, o depravado gritou, mais uma vez esfolou seu cacete e pressionou sua chapeleta pulsando contra meu buraco, eu já havia reparado nesse momento que a intenção do Sr. Rui era gozar dentro do meu cuzinho, mesmo não tendo me comendo o filho da puta queria inserir seu semen dentro do meu corpo, , o objetivo daquele filho da mãe era depositar esperma dentro da garotinha virgem, não entendi muito bem, mas percebi todo o tesão que aquele homem estava sentindo.

O segundo jato de leite bateu com força na minha bunda e voltou forte, melecando todo o mastro preto daquele tarado, olhei para trás e vi o depravado observar o seu gozo bater com força na parede sólida do meu cu e voltar, caindo sobre seu mastro preto e lubrificando ainda mais a sua chapeleta de cavalo, ele urrou de novo e esfolou a minha bunda ainda mais, senti aquela cabeça gigante totalmente molhada, ela deslizava na porta do meu buraquinho enquanto ele segurava seu mastro na base posicionando o cacete preto bem reto em direção a meu anel.

Continuou esfolando meu rabão ainda com mais vontade e forçou a chapeleta contra meu anus, senti sua uretra soltando o terceiro jato daquele creme groso, instintivamente eu tranquei meu cuzinho nessa hora e novamente proporcionei porra quente voando sobre o cacete gigante e entre minhas nádegas, mais uma vez senti aquele sémen escorrer quente sobre meu corpo desenhando um rastro denso na minha bunda.

Ao mexer meu rabo pude sentir um pouco descer pra porta da minha bucetinha, minha bunda estava toda melada de porra daquele crioulo, sentia desde o pouquinho de porra que havia entrado dentro de mim até o creme quente repousado na porta da minha buceta virgem, o berro dele mais uma vez me fez maluca, me fez sentir mulher de verdade, empinei a bunda suavemente e senti aquele homem gigante com o corpo todo tremendo, aquele preto safado gritava de prazer e esfolava ainda mais o seu mastro, deu uma punhetada longa e projetou o quarto jato de leite contra o meu reto.

Gritou mais alto e apertou seu tronco preto, forçou mais uma vez a uretra da sua bengala contra meu cuzinho mas não conseguiu botar porra dentro dele nem mais uma gota, seu leite quente bateu mais uma vezes no meu anel e não entrou, dessa vez ele continuou forçando com força sua chapeleta entre minhas nádegas, senti a porra do cavalo a deslizar toda pela fresta da minha bunda, indo parte pra porta da minha buceta.

Punhetou com força mais uma vez seu membro e esfolou ele por completo, exibindo todo seu tamanho de cavalo e as veias pulsando o gozo pra cabeça inchada, perdeu o controle da punheta e jorrou mais dois jatos densos de esperma, riscando e desenhando jato de leite sobre minhas nádegas, dois toletes de porra cremosa sobre minha bunda, observou aquele desenho lindo sobre meu corpo e gritou de novo, balançando seu cacete preto com força e respingando o resto de sémen de sua cabeçona sobre mim.

Observava aquela porra grossa sobre a maça da minha bunda e sentia a temperatura quente do seu líquido por todo a minha bunda, a fresta do meu rabo estava toda melada de porra e o semen daquele depravado escorria sobre minha racha procurando se depositar na minha vagina virgem, estava uma delicia sentir meu cuzinho todo molhado de porra e o leite escorrer pra pontinhas da minha buceta enquanto aquele homem urrava exausto de tesão me observando como se eu fosse uma deusa... nesse momento ouvimos um barulho, minha mãe havia voltado....

Fim do ATO II



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