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ARROMBANDO A MINHA MÃE 1


autor: MARINA-MATERNA
publicado em: 03/04/16
categoria: hetero
leituras: 27185
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ARROMBANDO A MINHA MÃE 1
Por Marina Santana (marinamaterna@yahoo.com)

Introdução dos Contos

Me chamo Marina, tenho 48 anos, sou uma mulher bonita, solteira, loira e de aparência jovial, tenho 1,70, cabelos encaracolados e 51kg, possuo um par de peitos bem fartos e isso chama muita atenção dos homens, tenho 2 filhos lindos que são a razão do meu viver, o mais velho se chama Vitor, tem hoje 30 anos e é um menino muito bonito.

Esse conto, foi a terceira experiência que tive com meu filho e nele, me ponho em seu lugar: Narro a história, de seu ponto de vista, como se eu fosse ele... revelando assim, o dia em que Vitor me penetrou.

CAPÍTULO 1

Este é o relato do primeiro dia, em que tive relações sexuais com a mulher que me deu a luz, ela é uma coroa bonita, de bem com a vida e separada, Loira e com descendência Holandesa, sua pele é branca e com sardinhas, tem 1, 70m de altura, silhueta magra, corpo frágil e um detalhe que chama a atenção: Seus seios são Tamanho Extra G!
Sempre animada, ela, adorava ir a praia aos finais de semana, sua pele avermelhada do sol sempre a dava um tom saudável... Mamãe não aparentava ter a idade que tinha.

Era uma Sábado em Cabo Frio (Rio de Janeiro), mais um dia tranquilo de visita a minha querida Mãe, acordamos por volta das 10hs, tomamos um breve café da manhã e fomos os dois para a praia, ao chegar, montamos nossas coisas e já começamos a beber aquela cervejinha, o verão daquele ano castigava a pele, permanecemos nas cadeiras de praia e em baixo do guarda-sol, conversávamos e admirávamos a praia e o mar calmo daquele dia, a terceira cerveja passara sem que percebamos o tempo fugir.

Olhei para o lado e fitei minha Mãe despercebida, a reparei espiando o volume da minha sunga e imediatamente me constrangi com a situação, Envergonhado, virei o rosto, dei o último gole na cerveja e fingi nada ter visto, ela sem me perceber, continuou espiando de forma hipnótica o meu membro em repouso, mamãe mantinha a descrição mas olhava com o rabo do olho todo o contorno do meu orgão sexual e isso já não era novidade: De 3 anos para cá, essa situação vinha acontecendo com certa frequência, em diversas ocasiões reparava a mesma atitude, me distraía e lá estava ela...
Mamãe disfarçava, mas sempre dava um jeito de manjar a minha piroca.

Sentia vontade de reclamar daquele assédio, mas sempre faltava-me coragem e algo me impedia... me sentia culpado e indigno, por culpa e peso na consciência, acabava conformado á tolerar as atitudes estranhas de Mamãe, como filho, Eu não tinha moral para reclamar... e vou explicar o por que.

Desde a adolescência, desenvolvi o péssimo hábito de espiar os seios de mamãe, não sei se era um vício materno ou doentio, mas era uma mania que me assolava com frequência, não conseguia controlar meus impulsos e acabava cometendo aquela perversão, as vezes me pegava lembrando daquele tetão, Quando criança, abocanhava aquelas auréolas gigantes e sugava forte sua peitaria, aqueles seios ficavam tão cheios de leite, que chegavam até a escorrer sobre os mamilos, acabei mamando até os 7 anos de idade, de tanto que gostava daqueles peitões.

Aquelas Recordações me traziam prazer, sempre tentei afastar esse pensamentos da cabeça mas não conseguia, a cada dia que passava, espiava aqueles melões com mais frequência que o habitual, eu desconfiava que Mamãe já havia reparado, parecia fingir não perceber mas sabia de tudo que acontecia ao nosso redor...
Acabamos com a sexta cerveja e enfim, resolvemos voltar pra casa.

Ao chegar, fui direto pro banho, enquanto Mamãe com fome, foi preparar um lanche, ao terminar me dei conta que havia esquecido a toalha, sai do box, abri a porta e pedi ajuda, voltei ao chuveiro mantendo a porta aberta e esperei a toalha chegar, Ela entrou rapidamente, botou a toalha a meu dispor e disse que estava morrendo de vontade de fazer Xixi e não conseguia segurar, entrou, fez as necessidades e começou a papear, Eu queria sair do box para trocar de roupa mas não estava conseguindo, depois de 5 minutos de conversa fora, avisei a mamãe que ia sair, ela disse: "tudo bem" e permaneceu sentada sobre a tampa do vaso, me dirigi a pia, tirei a toalha do corpo pra vestir a cueca e me lembrei que não a havia pego, virei, peguei a bermuda pra vestir, quando de repente, Mamãe soltou um exclamação... Olhou em direção a meu pênis e falou:

-Nossa! O que é isso meu filho? Meu deus... olha o tamanho dessa coisa!

Fiquei sem graça e me calei, sorri constrangido e fingi não entender, minha Mãe tinha motivos para se assustar, mesmo mole, o meu cacete era enorme e media próximo a 17 centimetros, quando ereto, a piroca ficava ainda mais gigantesca, era uma tora grossa de quase 30; mamãe pareceu se preocupar com o meu dote, olhava e bradava que aquilo não podia ser normal, me perguntou se estava com algum inchaço ou dor na região pubiana, eu ri da pergunta e respondi em negativa, expliquei que este era o meu tamanho normal e que mesmo estando mole, o meu orgão era daquele jeito: Grande e grosso; incrédula, ela rebateu, me explicou que nunca havia visto algo tão grosso em toda a sua vida; suspirou, inclinou um pouco seu corpo, chegou mais perto de mim e parou, calada, observou atentamente todo o contorno do meu cacete, olhava chocada para sua grossura...
Não acreditava no que estava a sua frente!

Eu não sabia o que fazer, estava morrendo de vergonha, peguei novamente a toalha com o intuito de me cobrir, com o movimento, meu cacete grosso balançou para um lado e para o outro, Mamãe olhou aquele pêndulo de rola e se manifestou mais uma vez:

-Nossa meu amor!! Olha esse negócio balançando! É muito grosso meu anjo... Mamãe tá preocupada... Tá muito inchado! Não é possível...Você deve estar com algum problema por ai! Deixa eu dar uma olhadinha meu Filho...

Sem me deixar reagir, Ela chegou mais perto , esticou a mão, botou- a por debaixo da minha rola e suspendeu o meu cacete bem devagar... Eu não pude acreditar naquilo!

CAPITULO 2

Mamãe estava com o meu caralho grosso sobre a palma de sua mão, observava ele á poucos centimetros, olhando-o por todos os ângulos, ela examinava aquela jamanta como se fosse médica; estava espantada e analítica enquanto Eu, não sabia aonde enfiar a cara:

-Nossa filho, isso não é normal! Ele é muito pesado, deve ter mais de 1kg... parece até um pênis de cavalo, sabia? (risos) Querido...Você consegue ter ereção? Deve ser dificil deixar duro um negócio desse tamanho! Explica pra mamãe, vai!

Constrangido, respondi timidamente que sim, mesmo tendo um pau gigante, conseguia ter ereção normalmente, não satisfeita, minha mãe continuou me examinado e falando:

-Nossa... ele é gigantesco! Deve ter uns 20 centimetros e ele ainda está mole, incrível! Você é um cavalo, meu filho!
Mamãe não sabia que tinha um filho cavalo, meu Deus do Céu! (risos) Ele ainda cresce mais do que isso?

Sorri sem graça e novamente respondi a Mamãe, expliquei qual era o tamanho real do meu cacete duro (28cm) ela me olhou com cara de espanto e não acreditou, soltou meu cacete pesado, o observou quicar no ar e o pôs novamente na palma da mão, senti meu caralho ameaçando a ficar meia-bomba:

-Nossa Filho, não é possível, você é um animal! Nunca vi isso, nem em filme! E a cabeça dele? Também é gigante?

A minha chapeleta, que estava escondida sob a pele, começou a florescer, mamãe ficou hipnotizada e observava atentamente o cabeção querendo crescer, ela soltou meu caralho mais uma vez e o deixa balançar, o pegou novamente e liberou metade do cogumelo pra fora da pele... olhou fixamente e disse:

-Me desculpa filho! Mamãe não tá aguentando mais! Desculpe a Mamãe...

Não entendi aquele pedido de desculpas, mas em segundos tudo ficou claro; mamãe havia abocanhado a cabeça do meu piru de uma só vez; ela foi esfolando a pele do meu cacete com os lábios e botando a chapeleta pra dentro de sua boca; recuou, respirou, e repetiu o feito; abriu os lábios ainda mais e abocanhou todos os 15cm de cogumelo; parou, permaneceu assim por segundos e soltou a mão... aquela jeba meia bomba já começava a crescer:

-Que isso, mãe! Você tá chupando meu Pau, para! Eu sou seu filho...Shhh... olha o que você tá fazendo!

Minha genitora fingiu não ouvir, gemeu levemente e cuspiu meu cabeção pra fora, suspirou ofegante, admirou todo aquele volume e tornou a abocanhar bem devagar; insistiu e superou os limites da chapeleta, encheu a boca de cacete e tentou engolir mais rola... Não conseguiu chegar nem a metade! Se engasgava com a grossura e o cuspia novamente.

Pegou fôlego e não desistiu, abocanhou o limão rosado e o manteve na boca, abria os lábios mais e mais, forçando a chapeleta contra a goela com bastante vontade, via a saliva escorrendo pelo rosto de Mamãe que parecia não se importar, permaneceu assim por alguns segundos e se sufocou... gofou a piroca pra fora da boca e a observou balançar, parecia hipnotizada pelo meu caralho, ela via que a vara estava crescendo e contemplava seu serviço, admirava a rola balançando e escorrendo sua própria saliva; respirou novamente e não exitou, abocanhou o cacete em movimento sem o mínimo pudor; engoliu a chapeleta e gemeu baixinho com ela sobre a língua... me descontrolei e gemi bem alto:

-Porra mãe, você precisa parar! Olha o que você tá fazendo... tá deixando ele duro, Mãe! Você tá chupando o meu cacete!

Mamãe me ignorou e prosseguiu; fechou os olhos, se concentrou, abriu a boca ao máximo e engoliu a cabeça de uma só vez, permanecendo assim por uns dez segundos, não resisti e urrei de tesão; arranquei meu pau de sua boca, deixando seu rosto encharcado e o cuspe escorrendo por sua face, ela estava possuída, repetia a perversão sem parar, forçava o cogumelo contra a boca, só para se engasgar e o cuspir pra fora; sentia meu cacete pulsando e as veias latejantes; minha mãe parou, olhou aquela jamanta dura que nem ferro e admirou seu feito:

-Nossa filho, que piroca enorme! Tá muito duro...Shhh.... Isso parece uma barra de ferro! Não consegui aguentar, filho! Precisava ver se era de verdade, desculpa a mamãe...Shhh... Precisava ver se esse pau de cavalo era de verdade mesmo!

O rosto babado de saliva revelava a face oculta de mamãe, contemplava minha genitora respirando de forma ofegante e observando o pulsar da minha rola; ela limpou o rosto com os dedos, botou a mão no talo e esticou, esfolando toda a pele do mastro e exibindo minha ereção; gemi e e ouvi seu comentário:

-Nossa, o que que é isso?...Shhh... Isso é uma piroca de Cavalo! (risos) Me desculpa, filho! Não dá pra resistir!

Estávamos fora de controle, mamãe estava quase me masturbando, passeava a mão bem devagar por toda a extensão do meu cacete, o esfolava da chapeleta até o talo e depois apertava, firme e com muita força; as veias se estufavam e bombeavam sangue pra chapeleta, enquanto ela admirava e aumentava o ritmo da punheta, via meu mastro pulsando em sua mão e tentava conter o prazer:

-Você tá tocando punheta, mãe! Para com isso, por favor!!...Shhhh.... Meu pau já tá latejando, mãe!
-Nossa, filho! Mamãe nunca viu nada igual...Shhh....Deixa mamãe continuar um pouco, vai? Só mais um pouquinho!

CAPITULO 3

Mamãe pedia olhando em meus olhos, ela me masturbava que nem uma prostituta e falava com os lábios sobre a chapeleta, usava meu cogumelo como se fosse um microfone e pedia autorização pra masturbar o próprio filho; não resisti e gemi; ela me olhou novamente e sem parar a punheta, suplicou:

-Deixa mamãe te chupar, filho?! Por favor, vai!...Shhh.... Daqui á pouco eu paro! Só mais um pouquinho, tá? É o primeiro cacete de cavalo que eu vi... Nossa senhora, querido! Isso é anormal!

Gritei de tesão e desviei o olhar, senti a segunda mão de mamãe circundar meu pau, esfolou ao máximo e começou uma punheta rápida com as duas mãos, enquanto sua boca novamente abocanhava meu cabeção, gritei de tesão e falei:

-Para mãe, por favor!! Olha o que você tá fazendo! ...Shhhh... Eu sou homem, não tô aguentando! Você tem que parar! Olha isso! Você parece uma punheteira!...Shhh... Que chupada é essa, hein?
Isso tá errado, mãe! Não pode!...Shhh....Tá me chupando que nem uma puta, para com isso!

Ela sorriu e aumentou o ritmo, segurei toda a porra na cabeça do meu pau mas não contive meu tesão, retirei rapidamente meu cacete pra não gozar, vi meu membro ereto balançando e a saliva escorrendo pelos seios de Mamãe, não resisti e cedi ao incesto...

Taquei uma de minhas mãos no peitão de minha genitora; senti aquele seio farto enchendo minha mão e quase saltando pra fora, mamãe punhetava e linguava minha cabeçona inflada, me olhando e gemendo com a boca cheia, se afastou, continuou masturbando e me observou, testemunhava seu filho, segurando com força o seio de sua própria mãe, curvou sua coluna estufando ainda mais sua peitaria e com a outra mão, puxou o biquini pra baixo, deixando um dos seus peitões saltar pra fora e quicar no ar.

Observei aquele melão farto se exibir para mim, enquanto o outro, se mantinha guardado, não resisti, apertei aquela teta gigante com força e observei seu bicão gostoso se estufando todo para mim, Mamãe observou meu tesão e sorriu, ela expunha seus seios sem o menor pudor.

A marquinha do biquini ressaltava ainda mais aquelas auréolas rosadas e grandes, sentia aquele seio pesado sobre minha mão enquanto recebia aquela chupada de puta, não resisti e balancei aquela peitaria com força, mamãe gemeu alto e esfolou meu pau:

-Nossa Mãe, que peitão gigante! Shh... Olha isso! Que bicão é esse.. Da vontade até de mamar nele!

Imediatamente, Mamãe levantou, afastou mais o biquini de seu seio e veio em direção a mim, sem reação e instintivamente, abri a boca e recebi aquele bico em meus lábios: - Mama filho.. Shhh... mama no peito da mamãe...Shhh....Vem matar a saudade, vem. - Sentia meu cacete gigante latejando de tesão, minha mãe segurava seu peitão com força o fazendo ficar gigantesco, enquanto mantinha aquela auréola gigante toda em minha boca.

Eu sugava aquele peito que nem um bezerro, abocanhando e mamando na teta como se fosse um bebê, me afastei e linguei o bico com tesão, observei aquela peitaria gigante por uns segundos e novamente tive minha boca selada:

-Isso filhão, continua vai! Mata a saudade e mama nesse peito!...Shhh... Mama o peito da mamãe, vai!
-Nossa mãe, que peitão gostoso!...Shhh... Que saudade de mamar nessa teta, não consigo parar.

Mamãe não me deixava respirar e segurava ele contra meus lábios.. Me obrigava a sugar seu próprio seio... Sem pudor:

-Isso Filhão...Shh... Realiza seu sonho! Pode mamar, tá? Mamãe deixa, meu anjo! Continua... Mama assim, desse jeito. Suga esse peito com força! Mama na teta da mamãe, mama! Se alimenta vai!
-To mamando, mãe! To mamando...Shhh.... Olha esse bicão, olha! To caindo de boca nessa teta!

Eu estava descontrolado de prazer, de uma vez só, abaixei o outro lado do biquini e observei seu melão gigante saltar pra fora, permaneci mamando seu outro seio enquanto admirava aquele peito gigante pendurado sobre seu traje de banho... aquela teta era enorme! Não resisti e segurei firme por de baixo dela, parei, deslumbrei aquele monumento e balancei com ainda mais força aquele peitão de vaca; mamãe gemeu e se afastou, apertei os dois peitos por baixo do biquini com toda a minha força; balançava com carinho todo aquele volume sobre meus olhos, enquanto admirava em minha frente aqueles dois melões, um em cada mão:

-Nossa mãe! Olha esses peitos, que isso!...Shhh... To apertando com força e caindo de boca, olha!
-Assim seu puto! Mama! Faz o que o seu pai não faz, vai! Cai de boca nesse peito e mama sua mãe!

Cheguei mais perto e passei suavemente a lingua nos dois bicos, alternava 3 linguadas pra cada aureola e depois apertava aquela mama com bastante pressão, Mamãe urrou de prazer e sem pensar, tacou a mão no meu cacete, senti minha rola latejar sobre seus dedos, meu caralho estava sendo esfolado por minha genitora enquanto eu me alimentava em seus peitões!
Em um só suspiro, Abocanhei sua bicaria esquerda de uma só vez:

-Caralho filho, que mamada gostosa! Mama com vontade nesse peito, vai! Chupa essa peitaria enquanto mamãe esfola o seu caralho!..Shhh... Olha só sua mãe esfolando a sua rola, olha, meu amor!
-To vendo, mãe! To vendo...Shhh... A senhora tá esfolando a minha rola, olha só! Ela tá dura que nem um ferro... A senhora tem que parar, isso tá errado! Tá esticando meu cacete e olhando pra ele duro!

Sugava aquele peito enorme que nem um bebê, mamando ela com todo o carinho do mundo, mamãe segurou meu cabelo e me puxou em sua direção, sem me deixar pensar, me aproximou dela e beijou a minha boca... Sem nenhum escrúpulo! Tentei me afastar e fugir, ela me conteve e esfolou meu pau com ainda mais força, ela esticava meu cacete até o talo e me punhetava de forma selvagem; senti os labios dela encostarem os meus, sem perceber, suguei sua boca com amor enquanto ela botava a lingua pra fora... tentava evitar á qualquer custo aquele beijo, mas Mamãe não permitiu... De uma só vez, pegou minha mão, tirou ela de seu cabelo e a levou até a sua bucetinha:

-Beija a mamãe, beija! Ama a sua mãe, meu anjo, vem! Aqui a bucetinha da sua mãe, como tá molhada, sente! Vou ficar com a mão nessa piroca de cavalo, enquanto você mama gostoso, vem!
-Não mãe! Temos que parar...Shhh... Olha o que eu to fazendo, você é minha mãe!
-Obedece a sua mãe, meu filho! Beija essa boca, beija! Pega a sua mãe com vontade, filho! Vem!
Vira meu macho, Vitor! Me pega de jeito, vai! Faz a mamãe virar sua puta... Eu quero ser a sua puta!

Fiquei confuso... Não sabia o que fazer... Tentei tirar a mão dali mas mamãe não desistiu, forçou meus dedos sobre seu sexo e me fez senti-lo completamente encharcado! Manteu meus dedos pressionados e sem pestanejar, já foi afastando o biquini para o lado, abriu mais suas pernas e levou minha mão ao encontro de seu grelinho.... Fiquei totalmente em choque! A xaninha de Mamãe estava ensopada! Meu dedo deslizou sem querer, espalhando aquele suco sobre seu sexo!

-Toca na minha buceta, vitor, vai!...Shhh... Olha aqui como sua mãe, está! Você que me deixou assim!
-Caralho mãe! Você tá toda molhada...Shhh... Para de ser safada, por favor! Solta a minha piroca!

Ela gemeu de mansinho e forçou seu quadril contra meus dedos, com a outra mão me obrigava a tocar siririca levemente enquanto meu pau latejava de tesão, instintivamente fui no ritmo de Mamãe, passava meu indicador sobre seu grelão e sentia seu mel escorrer, Ela reparou minha iniciativa e se aproveitou, me beijou com força e de uma só vez botou cacetão na direção proibida! Senti minha própria genitora passando aquela chapeleta sobre o seu clitoris!

PARTE 4

Gemi e me esquivei, Mamãe revidou, esfolou meu cacete até o talo, fazendo minha chapeleta inflar e pulsar, parou, se afastou e observou meu cabeçote inchado... gemeu baixinho e admirou! Contemplava aquela cabeçona á poucos centimetros do seu sexo e balançava o mastro ereto perto de seu botão, Eu tentava me afastar mas o tesão me dominava, mamãe aproveitou e repetiu a operação, segurou os 28cm pelo talo, observou a jeba grossa pulsando em veias e arrastou com força o cogumelo sobre seu clitoris:

-Olha essa rola de cavalo, puta que pariu!..Shhh... Que caralho gigante você tem, vitor! Olha essa chapeleta, olha! To passando esse cogumelo no meu grelo, olha! Seu cavalo gostoso! Deixa mamãe usar essa bola de sinuca, deixa!...Shhh.... Olha esse cabeçote arrastando meu grelo, olha filho!
-Eu to vendo, mãe! Eu to vendo!....Shhhh... Você tá tocando siririca com a cabeça da minha rola!

Gritei e acabei cedendo a perversão, minha chapeleta pulsava que nem um coração, ao mesmo tempo sentia o liquido daquela bucetinha se espalhar sobre ela, a safada me puxou pelo cabelo, encostou meu mastro sobre seu grelinho e sugou a parte inferior de meus lábios, não aguentei e urrei sobre sua boca, mamãe Usava minha chapeleta como se fosse um dedo, se masturbava com ela sobre seu grelinho e tocava siririca com a ponta do meu cabeção, sentada sobre a mesa do computador e discretamente, Ela ia aumentando a velocidade da punheta, esfolava meu cacete com força e buscava minha boca de forma carinhosa:

-Me beija gostoso, filho! Beija sua mãe gostoso, vai! Eu quero que você seja meu macho, não para!
Quero que meu filho cavalo seja meu macho, bem gostoso! Pega a sua mãe, pega, seu puto!
To usando esse cabeção pra masturbar meu grelo, olha aqui, olha! Olha essa chapeleta me arrastando!

Segurou meu rosto, forçou a chapeleta sobre seu botão e chupou meus lábios em um beijo apaixonado! Senti a lingua de Mamãe de encontro com a minha enquanto minha piroca latejava sobre sua mão, gemi e sem pensar beijei seu pescoço, Mamãe retribuiu, me doando sua nuca enquanto arrastava com força o cogumelo em seu grelão molhado, me inclinei e deixei meu cacete a disposição, ela se afastou, observou toda a rigidez daquele ferro e gemeu alto, me puxou pra perto e continuou com a punheta bem na porta da sua vagina:

-Nossa filho... tá muito duro!! Nunca vi nada desse tamanho, nem em filme!! Essa cabeça tá muito inchada! Tá pulsando, eu tô sentindo filho!! Deixa mamãe tocar siririca com essa chapeleta, deixa!

Mamãe estava hipnotizada, observava a chapeleta pulsar bem na porta da sua buceta, admirava toda a grossura daquele mastro e o esfolava até o talo... Ela contemplava incrédula o cacete de seu filho:

-Mamãe nunca fez sexo com um pênis assim...Shhh...Nossa...Shhh... O maior que vi foi o do seu Pai, 13 centimetros, e o dele é fino, Filho!...Shhh... Você é um cavalo....Nunca vi nada tão grosso na minha vida! Shhh.... Isso não cabe em ninguém! Deve entrar tirando sangue! ....Shhh... Nâo é Possível! Essa cabeça tá latejando bem na porta da minha buceta.

Tentei me afastar mais uma vez, sem sucesso...Mamãe parou a punheta e direcionou o mastro todo esfolado em direção ao seu sexo, botou a chapeleta bem na portinha da buceta e forçou levemente... contraiu a bucetinha, gemeu alto e tirou...novamente esfolou o cacete, repousou a chapeleta sobre seu canal e forçou, senti a ponta do meu cacete tentando abrir espaço naquele xaninha apertada, mais logo mamãe retraiu, gemeu e abortou a operação, contemplou mais uma vez todo o porte daquele tronco de árvore, o balançou e soltou, passou a colocar a pontinha da chapeleta e tirar, bem devagar e por diversas vezes, meu cogumelo dilatava a entrada daquela vagina, bem de leve, depois saia mostrando ela se contrair por completo, Mamãe estava tão molhada que dava pra ouvir o barulho da cabeçona tentando adentrar seu interior:

-Para com isso Mãe! Olha o que você tá fazendo! ...Shhh.... Tá passando meu cacete na porta da sua vagina...Shhh....Não pode...Shhh....Você é minha Mãe! Meu caralho já tá todo melado, olha isso!

Ela continuou usando o meu pênis como vibrador, esfolava meu mastro pelo talo, e usava aquela cabeça inchada bem na porta da sua vagina, Eu observava que somente a metade da minha cabeçona conseguia penetrar, por mais que estivesse úmida, minha chapeleta era conduzida somente até a metade e não vencia aquele barreira apertada, Mamãe estava hipnotizada e observava aqueles 28cm pulsando em seu sexo, minhas veias estavam estufadas de tanto que sua mão apertava a base da minha piroca:

-Nossa filho! Shh....Tá vendo o que tá acontecendo? Seu pau de cavalo é tão grande que nunca entraria em mim! Nem metade da cabeça..Shhhh.... Mamãe nunca sentiu nada igual, filho...Shhh...Olha como não entra! Shhh...Essa chapeleta é do tamanho de um limão!

Mamãe abriu mais suas pernas e me deixou ainda mais próximo, continuava com a operação mas agora se mostrava totalmente arreganhada e disposta a superar seus limites, empurrou o cogumelo contra si e tirou, repetiu o movimento por quatro vezes, sempre botando e tirando a ponta da cabeçona em seu interior, na quinta vez, ela respirou, abriu mais suas pernas e deixou minha chapeleta adentrar bem devagar, senti aquela xaninha apertada se contraindo e recebendo milimetro por milimetro do meu cabeçote, aquele limão rosado ia se inserindo até entrar por completo na buceta da minha Mãe... Então, ouvimos um barulho.. "ploc" ...finalmente Mamãe havia recebido toda o cabeção dentro dela!

Ela gritou, se contraiu e me abraçou, sem tirar aquela bola de sinuca de dentro de si, me segurou com força e falou:

-Caraaaaalho filho! Não se mexe, não se mexe! Por favor!!! ..Shh.... Se esse cabeção de cavalo sair, não vai entrar aqui dentro nunca mais...Shhhh.... deixa aqui dentro filho...Shhh... Por favor!! Shhh.... Deixa Mamãe sentir ele um pouco!

Eu instintivamente gemi e pulsei minha chapeleta dentro de Mamãe, sentia ela travar com toda a sua força a circunferência da minha cabeçona, aquele safada abraçava o contorno do cogumelo e o sentia por completo dentro de si, respeitava os limites e não os ultrapassava, somente o mantinha por completo em seu interior:

-Para Mãe!! Shhh... Você botou a cabeça do meu cacete dentro de você! Shhh... Olha o que você tá fazendo Mãe!! Shhh.... Tá apertando essa chapeleta inchada com a buceta!! Shh... Deixa eu tirar mãe, por favor! Shhh... Isso tá errado....Tá com o pau do seu filho dentro de você...Shhh... e ainda sem camisinha!

PARTE 5

Mamãe fazia um expressão de dor e me abraçava, segurava meu corpo como um pedido de asilo e permanecia imóvel, contraia e soltava sua bucetinha, mordendo a cabeça do meu cacete enquanto me sentia latejar dentro dela, rapidamente me afastei e removi o cogumelo de seu interior, senti ele sair todo babado de uma só vez, ela gemeu, trancou a vagina, puxou meu corpo contra o seu e abriu suas pernas ao máximo, manteve seu sexo relaxado permitindo a penetração sem oferecer nenhuma resistência, dessa vez meu cabeção entrou deslizando suavemente e penetrou desrespeitando sua própria circunferência, adentrou por completo e continuou por mais 2 centimetros até mamãe não aguentar e trancar sua xaninha! Ela gritou de prazer... reservando meu cogumelo e mais 2 dedos de piroca grossa, tudo dentro de si, permaneceu imovel nao me permitindo mexer, tentei me afastar mas imediatamente ela abraçou meu corpo não me deixando sair:

-Caralho Mãe....Shhh... Você tá enforcando esse cabeção! Nossa....Shhhh... é muito apertado Mãe, vai machucar a senhora....Shhh... Me deixa tirar ele, por favor!! Tá esfolando meu pau...Shhh...Tá te arrombando Mãe! Cuidado!!!

A pressão em volta da minha chapeleta era tanta, que o gozo daquela buceta fez com que ela fosse cuspida de seu interior, observei minha Mãe urrar de alivio e repetir o feito, direcionou o cacete inchado para si, esfolou e o deixou penetrar até a chapeleta... parou, trancou seu sexo com força, mordeu meu pau com a bucetinha e o cuspiu de novo pra fora, via aquela xaninha pequena se dilatar por completo a cada investida, suas paredes se alargavam, parecendo que iam rasgar de uma só vez, mamãe sofria para receber minha bola de sinuca mas não parava, forçava o mastro e me fazia sentir toda a resistência daquele buraquinho apertado, era perceptível que seu sexo nunca tinha sido penetrado por algo daquele tamanho, parecia uma bucetinha de quinze anos:

-Para Mãe! Shhh.. Tá te abrindo toda....Shhhh... Olha isso Mãe, vai te machucar, tá te alargando! Shhh.... Você é muito apertada Mãe....Shhh... Para!

Ela parecia deslumbrada e observava atentamente aquela penetração, não perdia nenhum detalhe, estava quase que boquiaberta e incrédula mas não parava de forçar seus limites e observar aquele entra e sai; repetia a operação minusciosamente; pela terceira vez recebia a chapeleta toda, á travava dentro de si, sentia o cogumelo latejar e o cuspia pra fora... assim permaneceu, repetiu a operação por mais de 5 minutos e sem parar, usava a minha chapeleta inchada como alargador de vagina e se arrombava levemente, me dei conta do que acontecia e cai na real... Estava fodendo minha genitora com a cabeça da minha piroca:

-Não para filho, por favor! Shhhh... Poe a cabeça e tira..Shhh...Sem parar! Shhh... Tá me abrindo filho! Tá abrindo minha buceta com essa bola de sinuca...Shhhh.....Essa chapeleta parece a ponta de um mastro...Shhh... Tá me abrindo toda por dentro...Shhh... Você é um cavalo filho... Shhh... Nunca vi isso na vida...Shhh....Não para, por favor!! Shhh... Deixa dentro de mim, deixa? Shhhh.. Mamãe já tá acostumando!

O entra e sai ficou mais fácil, sentia aquela xaninha totalmente molhada e tolerante ao meu cabeção, a cada investida, minha piroca adentrava um pouco mais, Mamãe permitia a minha invasão até seu limite e quando não aguentava, contraia seu sexo e bloqueava a minha investida, agora, a chapeleta entrava e ultrapassava de 1 á 2cm, sendo inserida em seu interior e cuspida pra fora, aquilo estava me deixando maluco de tesão, sentia toda a extensão dos meus 28cm de cacete latejarem dentro de minha mãe, olhei para baixo e vi todo o meu cabeçote entrar enquanto mamãe se abria ao máximo.

Sem querer, minha rola penetrou por mais 3 centimetros, deslizando facilmente pra dentro dela até ser travada em uma chave de buceta agressiva, ela se contraiu por completo, trancou as pernas e gritou em um misto de dor e incredulidade, inclinou o pescoço e observou as veias do meu cacete pulsando que nem um coração, fazia cara de dor e abria a boca sem acreditar no que via á sua frente, tentei tirar meu pau devagarzinho mas não consegui, Mamãe trancava meu cacete e observava o cogumelo todo dentro de si e com mais 2 dedos de cacete de presente:

- Nossa meu anjo, agora passou da cabeça! Shhhh... Tá vendo? Entrou mais dois dedos desse tronco gigante ...Shhhh.... tudo dentro de mim, querido!! Não tira filho! Não tira de dentro, por favor! Shhh... Olha isso... Shhh....Caraaaalho! É muito grosso! Que pica de cavalo, puta que pariu! Shhh....Olha isso filho! Nunca senti isso na vida, tá me abrindo toda! Caralho...Shhh...Não entra mais do que isso, to sentindo o inicio do seu caralho me preencher ...Shhh....Tá latejando meu amor...Shhhh...Ela tá pulsando dentro de mim que nem um coração! Não tira de dentro da Mamãe, por favor ...Shhhh....Deixa aqui dentro filho!!




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