"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Gagueira da Vizinha


autor: Del
publicado em: 08/04/16
categoria: hetero
leituras: 5044
ver notas


Alguns anos atrás, morei em um condomínio aonde uma das vizinhas tinha problemas com gagueira. Casada, devia ter uns 30 anos e não tinha filhos, e por causa dos meus horários incomuns, ela aproveitava para me observar durante meus exercícios vespertinos enquanto fingia procurar algo no jardim ou perdia minutos pendurando a mesma peça de roupa várias vezes no varal. Branca de cabelos castanhos na altura dos ombros, não tinha mais do que 1.55 m de altura, não era bonita de rosto, e seu corpo tinha curvas generosas, especialmente sua bunda, deliciosamente espremida por shorts coladíssimos ao corpo.

Toda vez que eu passava correndo à frente da sua casa, era a mesma coisa:

Vizinha: “B-b-b-b-boa tarde, vi-vi-vi-vizinho. Que d-d-d-disposição, hein?”

Eu respondia com um sorriso safado e falava alguns gracejos, geralmente elogiava suas roupas, ou seu jardim. E nos dias que eu estava mais atacado, elogiava seu corpo, deixando sua face ruborizada. Sua gagueira era um charme, mas eu não conseguia mensurar quanto de gagueira era patológico e quanto era devido ao seu nervosismo em puxar papo com o vizinho atlético.

Uma bela tarde, a gaguinha apareceu em minha porta, dizendo que estava tentando fazer uma sobremesa mas não tinha açúcar em casa. Ok, a casa de um homem solteiro era o lugar menos provável para achar açúcar, mas por sorte da vizinha eu tinha um pacote guardado havia algum tempo. No fim da tarde, volta ela à minha casa, dessa vez para me trazer um pouco da sobremesa, que por sinal estava tão deliciosa quanto a moça, que trajava um vestidinho floral curtíssimo, e não duvido nada que estivesse sem calcinha por baixo. Agradeci pelo doce e fiquei observando ela caminhar, rebolando, após se despedir.

Quando fechei a porta, minha trosoba estava a ponto de explodir dentro da roupa, e prometi a mim mesmo que atacaria sem dó na próxima brecha dada pela vizinha gaguinha. Mais tarde, iniciei uma bronha épica para aliviar meu tesão por aquela gostosa e, no meio da diversão, fui interrompido pela campainha.

Vizinha: “V-v-v-você não vai a-a-a-acreditar…”

Queridos leitores, poupar-vos-ei de longos diálogos transcrevendo a fala da gaguinha, mas tenham a noção de que ela levou uns 5 minutos explicando que o disjuntor da casa dela tinha desarmado, ela estava sem luz, e o marido ainda iria a demorar a chegar. Prestativo como sou, fui à casa dela resolver o problema, suado, praticamente desnudo e com um tesão violento. Enquanto caminhávamos, ela não parava de falar (e gaguejar), talvez como uma forma de aliviar o nervosismo que sentia por finalmente ter me levado em sua residência.

Entramos pela porta e ela me conduziu até a cozinha, iluminando a escuridão com a lanterna do celular. Quando achei o quadro de luz, acionei o interruptor e, voilá, fez-se a luz. Ela ficou toda sorridente e me agradeceu, mas eu sabia que se tratava de uma armadilha para atrair o “vizinho sarado” à sua casa, e dei a ela o que ela queria.

Peguei a gaguinha pela nuca e dei um beijo quente. No início ela fez charme e tentou me afastar, mas logo começou a acariciar meu corpo, com ênfase à minha bunda e minha barriga, que na época estava plenamente definida. Apertei aquela bunda com gosto, e fiz minhas mãos visitarem cada trecho daquele corpo por cima do vestidinho, para logo em seguida invadir o território por baixo do tecido, e pegar firme aquele rabo volumoso com minhas mãos.

Vizinha: “Ai que d-d-d-delícia, s-s-seu s-s-safado!”

Virei a gaguinha de costas pra mim e passei a cafungar sua nuca, beijando seu pescoço com o cuidado de não deixar marcas, enquanto a safada empinava a bunda na minha direção, buscando minha trosoba hirta, que já não se aguentava dentro de sua gaiola. Ela então interromper minha investida, dizendo que o marido poderia chegar mais cedo por qualquer motivo, e seria melhor marcarmos uma tarde qualquer para nos deliciarmos com o fruto de nosso tesão. Claro e evidente que, naquela altura do campeonato, desistir não era uma opção, e falei que comeria ela naquele momento e também em todas as tardes que ela tivesse problemas com o disjuntor.

Ela ainda tentou resistir, mas ao sentir que minha piroca ardente fugia da roupa, a safada foi ao delírio, e esticou a mão para trás, pegando no boneco e me tocando uma punheta desajeitada, enquanto eu forçava meu corpo contra o dela. Aproveitei para tocar aquela buceta gorducha, que já estava totalmente encharcada, louca para ser violada por meu mastro selvagem. E como precisávamos ser rápidos, a hora era aquela.

Puxei a gaguinha pelos cabelos e a joguei sobre uma bancada da cozinha, aonde ela se apoiou nos cotovelos e se posicionou à espera do salame ardente. Eu adoro comer mulher baixinha, mas haja força nos músculos da perna para foder em pé. Sem nem me lembrar que eu precisava encapar o little Del antes de prosseguir, levantei o vestido da safada (liberando a visão de sua bunda graúda), dei um tapa em seu rabo e enterrei a pica devagar na sua buceta, mais apertada do que eu imaginava, bem como absurdamente quente e molhada. A gaguinha guinchou e em seguida se empinou mais, abrigando toda a minha piroca de uma vez.

Vizinha: “Que i-i-i-isso vi-vi-vi-vizinho, q-q-que p-p-pau é esse?”

Del:“Vizinho não, o nome é Del, vadia.“

Segurei aqueles quadris largos e soquei a pica com raiva, fazendo a vizinha safada gemer e proferir palavras em elogio à minha pessoa (agora eu não sabia se era gagueira mesmo ou o ritmo em que eu a comia e a fazia chacoalhar), e quanto mais ela picotava as palavras, mais forte eu rasgava aquela buceta sem dó. Quanto mais eu socava, mais ela me incentivava a meter mais (“vai Del, mais Del, me fode Del”), e eu jogava o corpo dela para a frente em cada estocada. Não satisfeito, a peguei pelo cabelo e passei a enfiar com uma velocidade descomunal, suficiente para partir ao meio qualquer mulher pouco nutrida. Um berro ensurdecedor denunciou sua gozada, e só então ela pediu para eu meter devagar, dizendo que sua buceta estava toda esfolada.

Tirei o membro e fiquei pincelando na porta da prexeca, observando a gaguinha arfar e gemer de tesão, dizendo que eu era um deus do sexo, senhor da putaria, mestre das pirocadas, etc. Perguntei que tínhamos tempo para mais, ela respondeu gaguejando que não, mas eu ignorei. Botei de novo o pau em sua buceta e dei duas socadas, e em um lapso “cafajéstico”, tirei o boneco da buceta, coloquei na mira do cu e empurrei.

Vizinha: “Ai caralho!”

Me preparei para ser repelido, mas a gaguinha se envergou e deixou, então soquei a pica no meio daquele rabo enorme, sentindo aquele cuzinho gostoso engolir meu pau com vontade. Eu enfiava meio mastro e puxava, segurando nos quadris da putinha, que já rebolava ao se acostumar com a minha circunferência peniana violando-lhe as pregas. Vendo que minha vizinha safada dava o cuzinho com gosto, enterrei o salame com mais vontade, e passei enrabá-la em um ritmo intenso.

Vizinha: “Vai Del, seu filho da puta! Rasga meu cu! Arregaça sua vizinha puta!”

Sim leitor, ela era desbocada (adoro mulher desbocada), e agora estava falando sem gaguejar. E continuava, conforme eu lhe comia o rabo sem dó, suas palavras saíam limpas, sem um pingo de gagueira atrapalhando a dicção da safada. Ela combinava gemidos com xingamentos, e meu boneco ía e voltava dentro de seu cuzinho, enquanto eu já sentia as pernas dela estremecendo de tesão com aquela violenta enrabada. A (ex-) gaguinha me empurrou com o corpo até uma cadeira, aonde me sentei desajeitado, e ela sentou sobre mim, sem o pau sair de dentro. Ela então fez jus àquele funk e sentou rebolando no meu pau, chamando meu nome. Não aguentei muito e gozei, enchi aquele rabo de minha porra vulcânica enquanto ela continuava sentando no little Del, só expulsando-o de seu cu quando o boneco honrosamente amoleceu.

Foi o tempo exato da nossa transa acabar para o marido dela estacionar o carro na frente da casa. Tive que me ajeitar rápido e sair pela janela da cozinha, fudendo meus pés no jardim de rosas da gaguinha safada. Mas antes de ir embora, ganhei um beijo demorado da vizinha, e também palavras que marcaram a minha vida:

Vizinha: “A-a-a-achei que v-v-você t-t-tinha cura-a-a-a-do a mi-mi-miiii-nha ga-ga-gueira.”

Tive que explicar para ela que apenas uma sessão de terapia com a trosoba mágica não era suficiente, mas que depois de algumas pirocadas, milagres podem acontecer…

OBS: Conteúdo fictício. Qualquer nome, local ou situação presente neste texto não possui qualquer relação com a realidade.



ver comentários

Aviso:

Todos os comentários aqui exibidos são de inteira responsabilidade do comentarista. O site Clímax Contos Eróticos deixa claro nas suas normas que manifestações de pedofilia, racismo ou de qualquer outro teor ilícito serão banidas, assim como seus autores. Publicações ou comentários ofensivos aos demais membros poderão ser removidos.

Faça um comentário:



Sua nota para este texto:

Quero receber email sobre novos comentários.