"Os mais excitantes contos eróticos"

 

TRÊS PEÕES E UMA GAROTINHA C


autor: Diego Pessoa
publicado em: 28/04/15
categoria: hetero
leituras: 106951
ver notas


Eu estava cansada daquela vida. Já era meu terceiro namoro fracassado miseravelmente. Eu já estava com 19 anos, era bonita, mulata e com o corpo moldado na academia. Como podia estar solteira novamente?
Acalme-se, Marina. Disse a mim mesma. Não era eu que tinha algo de errado. Eram eles! Três namorados e três falhas. Não que eles tivessem sido péssimos namorados, mas também não tinham nada de especial. Eu sempre sonhava em conhecer alguém que iria me fazer ver estrelas só de chegar perto dele, porém até agora nada. Nada de especial
Precisava de uma folga, ou minha cabeça explodiria. Como havia chegado um feriado prolongado, eu resolvi passar uns dias na fazenda do pai que era um senhor de idade já, abastado e divorciado da minha mãe. Lá tem uns cavalos e eu adoro animais. Chegando a fazenda, que fica no norte de minas, peguei os empregados de surpresa, pois eles não esperavam uma visita, pois sempre que vou lá, eu aviso antes. Surpresa mesma ficou eu. Estranhei não haver ninguém na porta da fazenda, nós temos três empregados que tomam conta da fazenda, o José, o João e o Luiz. O José é um baixinho gordinho e branquelo, sempre ouvi a dona Tânia dizer que ele tinha uma rola enorme. O João é um moreno fortinho e peludo, e o Luiz é um negro alto e troncudo. Como havia pegado um táxi pra chegar ao local após desembarcar do ônibus numa cidade próxima, o táxi parou em frente a fazenda, me deixou e saiu. Eu passei pela porteira da fazenda e entrei. Passando pelo pasto, notei uma movimentação estranha ao longe, os três empregados estavam em volta de uma égua pequena. Um estava por trás dela sobre um barranco e os outros dois a seguravam. Meu coração deu um pulo na hora. Me aproximei sem ser vista e vi o José a foder a égua. Nessa hora minha calcinha melou de vez, eu fiquei atrás da moita olhando aquilo, até que José acelerou os movimento e depois deu um urro.
– AAHHH QUE GOSTOSO!!!” – E parou de meter na pobre eguinha.
Os outros dois olharam para ele e se acabavam de rir. Todos eles tiveram uma vez de meter e se saciaram com a pobre eguinha, que inveja me deu daquela égua. Quando o Zé tirou a rola de dentro da eguinha eu me espantei, ele era baixinho, mas tinha uma rola enorme, murcha porque ele havia gozado, ela ainda media uns 20 cm tranquilamente, ela estava toda melada e cheia de veias e aquilo me deixou mais louca ainda. Resolvi voltar para a porteira para eles não descobrirem que vi tudo, parei no meio de umas árvores mesmo e vesti uma roupinha mínima, uma calcinha fio dental que entra toda no meu rabinho e cuja cordinha atrás chega a fazer pressão no meu cuzinho que piscava de tesão, sentia meu cuzinho apertadinho fazer biquinho, o paninho da frente mal cobre minha xaninha, que também começava a puxar o tecido pra dentro delineando a minha bucetinha raspadinha e gulosa, que estava meladinha, uma sainha que mostrava o início do meu rabinho empinado com poucos pelinhos louros, pelinhos fininhos e que brilhavam com a luz do Sol, minhas perninhas estavam todas de fora, um top que uso na praia que é apenas uma faixa sobre os seios. Eu então voltei a porteira e fiz um estardalhaço para eles pensarem que eu havia chegado naquele instante, quando me viram perguntaram primeiro com quem eu vim, quando disse que vim sozinha e eles notaram minha roupa, abriram a porteira, me olharam de cima a baixo, me devorando com os olhos. Foi então que comecei meu show, quando me abaixei pra pegar as malas, eles viram toda a minha bundinha, pois a calcinha não se nota, a cordinha de trás estava enfiada até o talo no meu cuzinho, me abaixando assim, ainda dei uma reboladinha pra eles. Quando olhei pra frente, vi que todos eles haviam armado a barraca e estavam de boca aberta. Nessa hora me arrepiei de tesão. Passei entre os três, até que um deles se ofereceu para levar as malas. Entreguei a ele, então, quando fui tirar uma bolsa que eu carregava pendurada no pescoço, propositalmente, esbarrei meu braço no top, que desceu, mostrando a eles meus peitinhos deliciosos, com os bicos durinhos e completamente entumecidos, pedi desculpas e ajeitei o top. Mais a frente, fingi deixar minha bolsa cair e me abaixei bem perto deles pra pegar, dessa vez eles devem ter visto até meu útero. A estas alturas eu já estava encharcada de tesão, inclusive o meu melzinho começava a descer pelas minhas coxas, sentia minha bucetinha pulsar, ela parecia estar inchada. Eu tinha que trepar com aqueles três caralhudos logo. Minha xaninha e meu cuzinho piscavam querendo uma rola, uma não, várias. Chegando a sede da fazenda, a empregada me recebeu. A Tânia não é bem uma empregada nossa, ela apenas vai a fazenda preparar o almoço e depois vai embora, ela é uma senhora de uns 57 anos, de quem eu gosto muito. Coloquei um biquíni fio dental que eu tenho, é um vermelhinho, a parte de cima só tapa o bico dos meus peitinhos e a parte de baixo, fica toda no meu rego, enquanto a frente só tapa o meu Segredo. Como estava morrendo de tesão, minha xaninha estava toda inchada e a parte da frente estava enfiadinha na minha buceta carnuda. Após fazer o almoço Tânia foi embora me deixando com aqueles três homens. Uns 10 minutos após Judite sair, eu comecei a seduzi-los. Primeiro eu me deitei de bundinha pra cima, bundinha nada, bundão mesmo, vocês não imaginam como minha bunda é deliciosa. Isso parece ter surtido efeito, pois notei que eles pararam o que estavam fazendo pra me ver. Um tempo depois, fingindo não perceber que eles estavam me olhando, resolvi fazer top less, tirei a parte de cima e me deitei com os peitinhos pra cima. Como eles não tomavam atitude, eu tomei:
– Luiz, venha aqui, por favor – eu gritei, e ele veio tentando esconder aquele membro duro dentro das calças esfarrapadas. – por favor, passe protetor em mim.
Ele começou a passar, e eu notei um volume entre suas pernas crescendo, então eu disse:
– Luiz. Agora quero que você passe um creme em mim.
– Tudo bem, mas cadê o creme? – Ele disse.
Eu com a maior cara de putinha e disse:
– Está aqui. – Segurei seu pau sobre a calça e comecei a abrir o zíper.
Ele se assustou, mas eu continuei até tirar aquele lindo cacete preto de uns 19 centímetros pra fora. Eu olhei pra o Luiz, com um sorriso safado, lambi os lábios e caí de boca naquela tora que era comprida e grossa. Eu perdi todos os sentidos naquela hora, só via aquele membro em minha frente e tudo que eu queria era chupar cada centímetro dele. Enfiava tudo na garganta chegando a engasgar, lambuzei o pau do Luiz, foi então que percebi, o José e o João estavam sentados num banco atrás de nós alisando os seus paus sobre a calça. Eu então olhei e disse:
– Venham, quero brincar com vocês também.
Eles olharam, sorriram e já vieram tirando os paus pra fora. Caí de boca no pau do João, ele era um pau de 20 cm, porém com a cabeça bem avantajada. Eu o engoli todo, lambi seus ovos, babei nos mesmos, mordia e lambia a cabeça do seu pau. Enquanto isso, punhetava o pau do Luiz. O José estava de pé atrás de mim, quando me virei, me assustei com o tamanho do seu cacete, aquilo sim que era rola, 27 x 9 cm, até me esqueci dos outros dois, escancarei a boca para chupar aquele colosso, eu babava em toda a sua extensão e minha saliva escorria pelo meu corpo, chupava tudo com sofreguidão, minha mandíbula já estava doendo mas estava delicioso.
– Ahh!! Que cacete gostoso José, quero ele todo pra mim!, sim era tudo o que eu queria.
– Eu já desconfiava que você era uma putinha, mas é uma putinha muito gostosa, que cu gostoso, você tem o rabo mais lindo que já vi, eu vou acabar com você sua vaquinha!
– Então venham meus safados! Fodam a filhinha do patrão!.
– Como é que pode, uma garotinha de 19 anos ser tão safada, você é linda, esta uma verdadeira puta ajoelhada e com três rolas pra te foderem, olhem que putinha linda, eu, o josé e o luiz vamos arrasar essa sua bucetinha!
– Façam o que quiserem comigo, vou ser sua égua hoje. Só não quero que fodam meu cuzinho, está bem?
Foi então que o Luiz pegou meu braço, me deu um tapa na cara e me mandou calar a boca. Naquele momento percebi que já tinha perdido o controle da situação e tinha deixado três animais loucos para me foder. E eles iriam fazer qualquer coisa para conseguir isso. José me levantou, ele se deitou no chão, e me fez sentar sobre sua boca, a língua dele ia fundo na minha bucetinha me deixando mais melada ainda, sua boca estava lambuzada do meu mel, ele passeava com sua língua no meu cuzinho também, aliás, meu cuzinho queria engolir aquela língua.
– Isso seu tarado, chupe a bucetinha!
– Ah putinha, você tem idade pra ser minha filha, mas fode mais que uma prostituta não é!?
– Você me paga, safado! Vou contar tudo pro meu pai! Vai, me fode toda!
Ele começou a chupar mais forte e eu não controlei os gritos.
– AIIII! FILHO DA PUTA! EU TO GOZANDO!
Meu corpo tremeu expulsando aquele liquido para fora da minha bucetinha inchada e amoleci-me toda, gozei na boca daquele puto. Após gozar senti o José bater aquele bastão de carne enorme em minha cara e dizer:
– Olha putinha o que te espera.
Quando eu ia responder ele enfiou aquele mastro em minha garganta, minha boquinha quase que se rasga. Eu já estava ficando sem ar, passava a língua no que podia. O João me retirou da pica do José e disse, “agora chegou a vez de sua bucetinha experimentar rola”. Me colocou de quatro no chão e meteu o ferro na minha buceta sem dó, como estava bem lubrificada, entrou fácil, mas doeu muito..
– Aiiii! Vai devagar! Está me machucando!!
Foi aí que ele aumentou o ritmo mesmo, parecia sentir prazer em me ver gemer daquele jeito, ele me fodia como se estivesse montando uma égua e minhas lágrimas começaram a descer. O Luiz veio e meteu o pau sujo na minha boca pra eu não gritar.
– Vai putinha engole essa pica toda vai!
Nisso, eu peguei o pau do José com uma das mãos e comecei a punhetar, minha mão não se fechava em torno daquela ferramenta. Luiz então foi pra trás de mim e começou a me penetrar, eu pensei que seria mais fácil, pois, o pau do Luiz era mais fino que o do João, me enganei, quando passou a cabeça, ele meteu o resto de uma vez, o seu pau alcançou meu útero, eu fiquei sem forças, não consegui nem gritar, apenas abaixei o tronca, assim, minha bunda se empinou mais ainda, expondo meu cuzinho, vendo aquilo, o José cuspiu no meu cu e enfiou dois dedos de uma vez e ficou fazendo círculos, como doeu aquilo, mas nessa mesma hora eu gozei.
– OHHH QUE GOSTOSO< TO GOZANDO DE NOVO SEU FILHO DA PUTA! Eu estava trêmula e extremamente ardida. O José então disse, agora é minha vez, eu tremi de medo, mas deixei ele me penetrar, eu sabia que seria muito dolorido, mas eles estavam descontrolados e me batiam forte quando eu hesitava. O Medo tomou conta de mim e talvez por isso minha bucetinha tenha perdido um pouco da lubrificação. Quando ele posicionou a cabeça na entrada, eu percebi de verdade as proporções daquele cacete monstruoso, então me arreganhei mais, quando ele forçou, pensei em desistir, mas antes de dizer algo ele meteu tudo, bem lá no fundo, senti aquela rola me dilacerar por dentro, parecia me rasgar, queimava tudo. Eu gozei assim, ele começou a me bombar, ia devagar e depois aumentou o ritmo me levando a loucura.
– DESGRAÇADO! TA ME MACHUCANDO! – Eu gritei, porém ele não parou e eu mais uma vez gozei fincada naquele pau grosso.
Eles me xingavam e me chamavam de puta. E era assim que me sentia, uma vaca sendo fodida por um touro, ou uma égua sendo fodida por um garanhão, já tinha perdido as contas de quantas vezes tinha gozado, eu era assim, gozava muito fácil se alguém enfiasse fundo. De repente senti o pau do José inchar dentro de mim, depois começou a pulsar e eu senti todo o seu leite me inundar. O Luiz que se masturbava veio e gozou sobre minha bunda, o João, meteu o pau na minha boca até o fundo e gozou na minha garganta, eu me deliciei com aquele leitinho gostoso. Depois que o José tirou o pau da minha xaninha, eles enfiaram a minha mão dentro da mesma, pois ficou um rombo enorme.
– Agora eu quero arrombar seu cú! – um deles disse.
– Cú não!! Pelo amor de Deus– Implorei, mas eles já não me escutavam.
Eu reclamei que meus joelhos já ardiam também, eles então me levaram pra dentro da casa e me colocaram sobre uma mesa na posição de frente toda aberta e com as pernas nos ombros de José. O José veio dizendo:
– Segurem essa vaquinha pra ela não correr.
OS dois vieram me segurar e o José cuspiu no seu pau, no meu cu e veio rasgando, eu comecei a me debater e espernear, eu gritava e chorava, mas não teve jeito, ele meteu tudo em mim, e foi fazendo um vai e vem frenético, eu mal me mexia, se me mexesse, doía muito, lágrimas escorriam por minha face de anjo, e ele lá se deliciando em me ver chorar.
– Vai putinha, não era isso que você queria, vai mexe gostoso.
Com o tempo eu me soltei. Meu cu alargou completamente e comecei a jogar minha bunda contra seu pau.
– Vai seu desgraçado! Fode meu cú, não é isso que você quer? FODE! – Eu gritei na esperança de excita-lo mais para que ele gozasse logo.
Ele enlouqueceu e acelerou seus movimentos, me rasgou. Meu cú parecia pgar fogo por dentro. Seu pau era tão grosso que parecia que eu tinha enfiado uma garrafa de cerveja dentro do cú. Então senti ele esguichar muita porra dentro de mim.
– Vagabunda, que cu delicioso, olha como ficou arrombado! – Dizia ele já ofegante depois de ter gozado, abrindo meu cú com as mãos. Quando ele saiu, o João veio e meteu o pau no meu cu também, ele reclamou
– Porra josé, você acabou com o cu dela.
Só que como eu disse, eu sou apertadinha, depois de algum tempo estocando ele disse:
– Que legal, o cu dela já está se fechando de novo.
Eu tenho essa facilidade, minha bucetinha também já estava apertadinha. O João também gozou muito dentro do meu cu. Depois veio o Luiz e tomou seu lugar, bombou muito, bombou forte, até me tirava de sobre a mesa, eu já estava com a bunda vermelha de tanto foder, meu cuzinho e minha bucetinha também estavam ardendo e vermelhinhos, o Luiz despejou o seu gozo dentro de mim. Nessa hora eu fiquei sentindo aquele líquido quente e gostoso no fundo do meu cu, ofegante, sem forças nem para andar. Então ele me levaram até a ducha e me deram um banho, após me lavarem, me levaram ao quarto, o José se deitou na cama e mandou eu encaixar minha bucetinha na sua enorme rola, doeu um pouco pois eu estava toda ardida.
– Chega, já estou completamente fodida.
Enquanto ia descendo, beijava o pau do Luiz e do João, então comecei a subir e descer bem devagar no pau do José, mas não me aguentando, aumentei o ritmo até gozar e melar mais ainda seu pau. Depois de gozar, encostei meu rosto no peito do José, minha bunda ficou exposta, o Luiz veio e creu, meteu tudo em mim, eu quase desmaiei nessa hora
– FILHO DA PUTAAAAAA! AAAAAIIIII!
Ele não parou, então eu comecei a gostar e pedir mais, gozei até desmaiar, o Luiz saiu e deu lugar ao João que fez o mesmo, porém era mais agressivo e me fodia forte, eu apenas soluçava de dor. Sentia um pau entrar e outro sair. Fomos fazendo um rodízio do meu cu e bucetinha, após fazermos isso, eu me deitei e abri a boca, os três ficaram batendo uma punhetinha até gozarem na minha cara, cabelos, peitinhos. Me deixaram toda melada. Tinha porra até nos meus olhos. Depois disso, eu limpei seus caralhos com a boca, lambi meus peitinhos sujos de porra e fui tomar banho. Me obrigaram a chupar cada um deles de novo até gozarem em mim. Eram vinte horas quando fui me deitar. Estava exausta e assustada. Porém me veio uma sensação de prazer incrível e eu notei que havia achado o que me faltava nos últimos três namoros. Acordei no outro dia com o café já pronto e os três me esperando. A Tânia não iria naquele dia, foi o que disseram, então tirei minha roupa na mesa e mandei-os fazerem o mesmo, me sentei no pau do José fazendo ele entrar na minha bucetinha, peguei o pau do Luiz, chupei e punhetei bastante até que, quando ele ia gozar, apontei seu pau pra um cacho de uvas e fiz ele gozar nelas, então eu comi uvas com creme, estava uma delícia. Peguei o pau do João, punhetei, fiz ele gozar num pires e depois lambi tudo, era uma porra muito densa, eles não viam uma mulher a muito tempo mesmo, todos eles gozavam muito. O José, eu fiz gozar dentro da minha bucetinha, depois me levantei só pra ver a porra escorrer por minhas pernas, eu passava o dedinho e lambia tudo. Peguei um pão, o abri, passei na buceta que escorria porra do José e o comi, meu café da manhã era sempre recheado de porra nos 5 dias em que fiquei lá. Resolvi que á noite, apenas um deles dormiria comigo, eu sempre acordava com um pau no cu ou na buceta, ou com alguém querendo foder minha boquinha. Os três juntos só me comeram de novo no quinto e último dia em que fiquei por lá, inclusive esse foi o dia em que eles me levaram ao curral. Fiquei assustada na hora. Eles me levaram e disseram:
– Agora você vai experimentar o leite de uma rola de cavalo.




ver comentários

Aviso:

Todos os comentários aqui exibidos são de inteira responsabilidade do comentarista. O site Clímax Contos Eróticos deixa claro nas suas normas que manifestações de pedofilia, racismo ou de qualquer outro teor ilícito serão banidas, assim como seus autores. Publicações ou comentários ofensivos aos demais membros poderão ser removidos.

Faça um comentário:



Sua nota para este texto:

Quero receber email sobre novos comentários.