"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Eu, Karina e Brenda.


autor: Publicitario45
publicado em: 11/04/16
categoria: hetero
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Durante a semana eu e Karina trocamos centenas de mensagens. Coisas simples como bom dia, oi, saudades, tudo bem, como foi seu dia e boa noite. Teve um momento que eu achei que estávamos namorando, mas logo em seguida a ficha caiu. Karina me disse que sairia com um amigo, talvez rolaria algo mais, talvez não. Como não temos nada sério, apenas lhe desejei boa sorte rezando para que caísse uma chuva daquelas que nos prende em casa.

A chuva não caiu mas o encontro deles não foi grandes coisas. Saíram, jantaram, deram uns beijos e foram pra casa dormir. Porém, antes de pegarmos no sono, uma avalanche de mensagens cheias de malicias invadiu nossos telefones até lembrarmos da Brenda.

Karina e Brenda teclaram a semana toda e pelo visto a vontade entre elas só fazia aumentar. Mas por outro lado, Karina se sentia insegura de ir sozinha e perguntou se eu não queria fazer o papel de namorado-liberal-voyeur. Topei na hora.

A própria Karina se encarregou de agendar tudo. O combinado era encontrar com Brenda numa balada e se pintasse um clima iriamos para um motel. A farra da noite seria numa casa especializada em música sertaneja, o que não é muito a minha praia, mas, o objetivo era assistir aquelas duas se pegando e de quebra me divertir também.

- Amor, to nervosa.

- Porque?

- Não sei, nervosa, frio na barriga, molhada... tudo ao mesmo tempo.

- Acalme-se, na hora H você nem vai lembrar disso.

Chegamos na boate e Brenda nos esperava na porta. Ela estava linda. Uma calça de couro preta, colada no corpo, bota e uma mini blusa deixando parte da sua barriga de fora. Maquiagem leve, perfume avassalador e cabelos tratados especialmente para a noite. Nos aproximamos e ela me deu um selinho e repetiu a dose com Karina que aliás, estava linda também, dentro de uma mini saia preta, blusa de seda e salto alto. Entramos e fomos direto pro camarote. Pra mim uma dose de uísque e para as meninas caipirinha de morango. O som tocava alto, as luzes piscando escondia e revelava ao mesmo tempo as nossas intenções. Karina e Branda dançavam perto uma da outra, se insinuavam, era sedução de sobra no ambiente. Não demorou muito e as duas já estavam aos beijos e eu fiquei ali, assistindo de camarote, uma cena desejada por muitos homens da minha idade.

Lá pelas 3h da manhã Karina pediu para ir embora, pagamos a conta e pedimos um taxi. Entramos os três e quando o taxista perguntou para onde iriamos Brenda respondeu antes de too mundo Status Motel - e lá fomos nós.

Chegamos lá as duas entraram primeiro enquanto eu pagava o taxi. Taxista riu e me desejou sorte, como se eu precisasse de sorte naquele dia. Assim que entrei as duas já estava aos beijos na enorme cama de casal. Karina deitada e Brenda por cima passando as mãos em cada pedaço do corpo da amiga. A mini saia já tinha subido o suficiente para ver que Karina usava uma mini calcinha preta, rendada e com um generoso fio dental. As bocas não descolavam uma da outra e as mãos pareciam travar uma guerra.

Aos poucos as peças de roupas foram sendo jogadas ao chão e em questão de minutos as duas estavam nuas. Karina pediu que eu abrisse algo para beber, disse que se eu fosse bonzinho poderia participar mas respondi que a primeira sessão seria das duas e eu queria apenas assistir. Logo em seguidas elas voltaram a se beijar e param apenas para pegar as taças com vinho branco bem gelado.

A cena era meio mágica. Duas mulheres lindas, sedentas e cheias de tesão se beijando com volúpia. Brenda foi descendo em direção aos seios de Karina, sugou e lambeu com fartura um por um. Karina apenas gemia e suspirava com cada toque da amiga. Suas pernas foram se abrindo e Brenda chegou ao seu sexo e caiu de boca. Ai Karine gemeu mais alto, soltou um “ai que delicia” deixando claro que a amiga sabia bem como agradar uma mulher. Aos poucos Brenda foi se virando e ofereceu sua xana pra Karina que não pensou duas vezes e caiu de boca num sessenta e nove digno de cinema.

Assim que Karina gozou na boca da amiga, Brenda ergueu o corpo e literalmente sentou na boca da Karina, iniciou um rebolado lento mas muito sensual e rapidamente gozou deixando a cara de Karina completamente babada de mel.

Karina então me chamou usando os dedos e pediu que eu lambesse seu rosto. Começamos a nos beijar e com a língua fui limpado cada centímetro do seu rosto. Brenda por sua vez assistia tudo de camarote, deitada do lado. Assim que eu e Karina paramos de nos beijar, Brenda assumiu o controle novamente beijando sensualmente a boca da minha linda amiga.

O clima era de sedução, o cheiro de perfumes, sexo e bocetas meladas dominavam o ar. As duas não se largavam e eu comecei a achar que era hora de começar a brincar também. Com as mãos comecei a massagear o grelo de Karina. Sua boceta estava completamente ensopada. Brenda logo reclamou, dizendo que queria também. Com as mãos ocupadas eu me senti um verdadeiro marajá, massageando as bocetas de duas gatas insaciáveis. A pegação entre elas não acabava nunca. Entre beijos e cochichos Brenda saiu de perto de Karina e veio em minha direção ´agora eu quero você, safado – disse ela me olhando com cara de puta.

Com um empurrão Brenda me encostou na cabeceira da cama. Sua cara de safada dava entender que ela queria acabar comigo. Uma das mãos, ágeis, se livrou do resto de rouba que ainda habitava em meu corpo. Com a outra mão ela segurou meu pau e deu uma deliciosa lambida, indo da base até a cabeça.

Posicionada de quatro na cama, Brenda se tornou uma presa fácil para Karina que não demorou muito e caiu de boca na sua boceta. Brenda deu uma gemida, abiu mais as pernas e começou a me fazer um delicioso sexo oral. Sua boca subia e descia, a língua explorava cada pedaço do meu pau e não demorou para que ela gozasse na boca da amiga.

Karina estava insaciável. Saiu com a cara toda melada do gozo de Brenda e veio em minha direção. Nossos lábios se tocaram e aquele gosto invadiu a minha boca. Karina me beijava, Brenda me chupava e meu pau não parava de latejar de tesão. Karina então sentou na minha rola, de costas pra mim e começou a rebolar. A língua de Brenda ia do meu saco ao grelo dela. Karina não gemia mais, ela urrava. A amiga estava levando-a ao delírio máximo. Mãos, boca, dedos, chupadas, lambidas, mamadas nos seios e Karina gozou sentada no meu pau. Me levantei e pedi que Brenda se deitasse com as pernas abertas.

Posicionei Karina de quatro e mandei que ela chupasse a amiga. Por trás, posicionei meu pau na porta do cuzinho e forcei a entrada. Karina usou a boceta da amiga para abafar seu gemido que incialmente era de dor. Continuei forçando a pica, a cabeça passou, Karina me ajudou rebolando como uma puta e logo o pau estava alojado naquele rabo delicioso.

- Mete com força!

Assim foi. Segurando Karina pelas ancas o pau ia e vinha com velocidade. Sua pele branca estava vermelha devido aos tapas que fui dando na sua bunda, seu cuzinho me mordia e Karina seguia chupando a amiga. Brenda literalmente esfregava o grelo na cara dela, segurava sua cabeça pelos cabelos e rebolava em busca da chupada perfeita. Não demorou a o orgasmo da morena veio. Ela urrou, arfou, gritou, xingou e rebolou na cara da amiga até sentir os espasmos cessarem. Acelerei os movimentos e rapidamente enchi o cuzinho de Karina de porra, era a minha primeira gozada da noite e a quantidade de porra escorrendo do anelzinho era linda de se ver.

Deitamos os três na cama redonda e ficamos ali, nos observando no espelho que havia no teto. Cansado e com sede, fui tomar uma ducha e na volta abri uma garrafa de prosseco bem gelada para matar a nossa sede. Quando me aproximei do quarto lá estava as duas se acabando em outro sessenta e nove. Cena linda, uma loira e uma morena se devorando.

Brenda que estava por cima mandou seu recado.

- Olha e descansa, depois que a gente gozar você também vai ter que comer meu cuzinho, seu safado!

Dei uma risada e fiquei ali, assistindo as duas se devorarem enquanto meu pau começava a dar sinais de vida. Brenda gozou pimeiro, Karina demorou um pouco mais. Assim que elas gozaram as duas se jogaram na piscina, se refrescaram e pediram que eu providenciasse comida. Liguei pro restaurante do motel e pedi comida japonesa.

Depois de aluns minutos na piscina e algumas taças de prosseco as duas vieram em minha direção. Karina colocou uma perna no encosto da poltrona deixando o caminho livre para eu chupar sua boceta novamente. Brenda ajoelhou na minha frente e começou a mamar na minha rola. Sua boca fazia pressão na cabeça e em determinado momento eu gritei de tesão.

Karina seguia esfregando a minha cara na sua boceta e Brenda parou de me chupar e sentou na minha rola. Sua boca passeava pelo meu pescoço enquanto meu pau invadia sua racha. Boceta apertada, entrou gostoso e ela começou a rebolar na minha rola.

- Não goza dentro, quero no rabinho também.

Karina ouvindo isso resolveu retribuir a gentileza da amiga. Enquanto meu pau entrava e saia da grutinha, ela caiu de boca no grelo da amiga. Os gemidos das duas ficaram mais intenso. A boceta de Brenda seguia me mastigando e em determinado momento ela parou, saiu de cima de mim e ficou de costas. Abriu bem a bunda, pediu que Karina segurasse meu pau para ela ir sentando. Aquilo era incrível... minha rola entrando naquele rabo perfeito e Karina assistindo a tudo bem de perto. O pau entrou e Brenda foi descendo e subindo. Karina não resistiu e se ajoelhou em frente da amiga. Antes de cair de boca no grelo da morena ela me deu uma deliciosa chupada no saco. Fiquei louco, parecia que meu pau ia explodir de tesão. A sensação era indescritível. Brenda já acostumada com meu pau dentro da sua bunda começou um vai e vem delicioso. Ela subia e descia como se estivesse fazendo agachamento na academia. Karina com a boca colada na boceta dela apenas acompanhava o movimento.

Não demorou muito Brenda gozou novamente na boca da amiga. Senti seu corpo estremecer e ficar meio mole. Levantei o seu corpo e a coloquei de quatro na poltrona e comecei a meter com força no seu rabinho apertado. O pau sumia no meio do anelzinho apertado. Karina se levantou e veio me beijar com a boca melada de gozo da Brenda. Acelerei mais o movimento e senti que iria gozar novamente. Gozei, apertei as ancas de Brenda deixando meus dedos marcados.

Karina apenas me beijava enquanto eu dava as minhas ultimas estocadas.

Depois disso, exaustos e famintos fomos todos comer a comida japonesa que havia sido deixada na anti sala. Ficamos ali, comendo, bebendo, conversando. As vezes as duas se beijavam as vezes eu beijava as duas. Depois me joguei na cama, cansado.

Brenda e Jarina me disseram que iam tomar um banho pra gente ir embora. Lá da cama eu ouvi mais gemidos, não sei quem fez a outra gozar mas o que eu ouvi foi muito bom. Elas saíram do banheiro rindo, com cara de quem havia aprontado e pediram que eu fosse tomar meu banho pra gente i embora.

Assim foi a nossa farra. Brenda se mudou para o Rio de Janeiro mas prometeu nos visitar em janeiro. Quem sabe...




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