"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Ana & Ana II


autor: adriano.master
publicado em: 11/04/16
categoria: lésbicas
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Depois de alguns dias sem contato com a Ana resolvi fazer uma visita a unidade da faculdade onde ela estudava. Durante a visita encontrei com a Emile e conversamos durante algum tempo sobre assuntos relacionados a faculdade. Durante o intervalo foi área de convivência da faculdade e lá encontrei Ana. Ela estava rodeada por seus colegas de classe e não me deu atenção. Logo todos eles retornaram a sala de aula. Aquela falta de atenção e desrespeito iam sair caro para ela.

Bom, se era assim que ela ia me tratar, ela ia descobrir o quanto sou capaz de controlar os outros e principalmente a mim mesma. Pedi a Emile que me providencia-se um relatórios sobre as notas e situação financeira da Ana para mim.

A noite em casa, relaxei e liberei a frustração que tive com Ana. Fiz um sexo gostoso e selvagem. Nada melhor do que comandar outra mulher, fazê-la obedecer, gritar, gemer, suar e gozar na ponta do meu chicote.

No outro dia, lendo os meus e-mails, encontrei um da Ana, ela pedia desculpas e dizia que sentia muito. Dizia que minha presença a deixa intimidada. Também informava seu telefone e pedia que ligasse para ela a noite. Fiquei curiosa e resolvi aguarda a noite chegar e ligar. Nesse meio tempo recebi as informações sobre a Ana. Suas notas não estavam boas e ela devia dois meses de mensalidade. Guardei a informação e pensei em como usa-las.

Trabalhei normalmente e depois das onze da noite liguei para Ana.

- Oi Ana. Sou eu. Estou ligando como você pediu.

- Oi, queria pedir desculpas, sinto muito, não quis ofender você.

- Sem problemas, não me senti ofendida. Você estava com seus amigos. Tudo bem.
- Também queria te avisar que não pude mais entrar em contado pela internet. Meu computador quebrou e estou sem grana pra consertar.

- Esta certo. Eu compreendo.

- Espero que você não fique com raiva de mim. Quero que sejamos amigas.

- Claro querida. Seremos grandes amigas. (Amigas? Amigas? Eu quero é você sob o meu chicote. Obediente e submissa). Depois de conversamos um pouco mais me despedi.

No outro dia comprei um notebook. liguei para ela, mas não disse que havia comprado um presente. Combinamos de nos encontrarmos em uma rua próxima a faculdade. Ela entrou no carro, me cumprimentou e começamos a conversar. Depois lhe mostrei o presente. Ela ficou agradecida e me abraçou.

- Não sei como agradecer. Estava precisando muito de um computador novo.

- Não precisa agradecer querida. Só quero que você saiba que pode contar comigo sempre que precisar.

- Muito obrigada, muito obrigada mesmo Ana.

Durante a semana seguinte Ana me enviava e-mails sempre, perguntando por mim, querendo saber quando nos veríamos novamente, se podia ligar ou entrar a noite na internet para conversamos. Como estava bastante ocupada e também queria que ela sentisse a minha falta, apenas respondia aos e-mails.

Na semana seguinte combinei de conversamos pela internet. No dia marcado nos vimos pelas webcam. Ela vestia uma pijama, mas desta vez, calça cumprida e uma camiseta bem comportada. Não comentei e começamos a conversar. Ela me falou dos problemas com estudos, das dificuldades de relacionamento com os pais, pois ela vivia gastando mais do que podia e outras coisas. Fui super atenciosa, escutei com atenção e dei minha opinião sincera, quando ela pediu.

Ficamos nessa durante mais ou menos um mês, quando ela me pediu um grande favor. Ela disse que se sentia envergonhada, mas perguntou se eu poderia ajuda-la com as mensalidades da faculdade. Já sabia deste problema, mas fingi desconhecer o assunto. O engraçado é que neste dia ela estava super sensual, camisolinha transparente de alcinha no ombro e calcinha rosa de renda. Ficava todo tempo deixando a alça cair do ombro e mostrar parte daqueles seios maravilhosos.

Ela disse que estava com problemas financeiros, mas esperava que eles se resolvessem logo, sendo assim, logo me pagaria. Respondi que claro que a ajudaria, amigas são para isso. Que ia entrar em contato com o pessoal do financeiro e resolver. Logo depois que dei a respostar, ela disse que estava cansada e precisava ir dormir. No outro dia falei com a pessoa responsável pela cobrança das mensalidades e pedi que aguardasse minha ordem para realizar as cobraças das dividas em atraso da Ana.

Depois desta conversa Ana não mais entrou em contato comigo. Deixei o tempo passar e como sempre, me divertir bastante com minhas "alunas". Depois de uns três meses o pessoal do financeiro entrou em contato comigo, pois precisavam fechar relatórios relativos ao final do semestre. Bem, já tinha dado bastante tempo para Ana se organizar e cumprir com suas responsabilidades. Informei que poderiam realizar as cobranças.
Depois de dois dias o telefone toca, era Ana. Estava ocupada e não atendi. Ela tentou diversas vezes, mas pensei, deixa essa putinha "suar". A noite em casa acessei meus e-mails pessoais e entre eles havia um de Ana.

Ela dizia estar decepcionada comigo, que não esperava que eu fosse tão desleal. Que amigas não traiam. Ela esperava pelo menos um aviso antecipado de cobraça. Ela estava devendo apenas um semestre e não merecia ser tratada daquela maneira. Não respondi. Esperei, sabia que ela iria me procurar, e quando isso acontecesse, aquela putinha ia aprender umas lições sobre disciplina, obediência e lealdade.

Nos dias seguintes ela ligou diversas vezes, mas como sempre não atendi. Finalmente ela me passou um e-mail, se desculpando pelo e-mail anterior. Que estava nervosa quando tinha escrito aquelas palavras e que sentia muito se de alguma maneira tinha me ofendido. Queria falar comigo pessoalmente para pedir desculpas. Olha só, planejamento e tempo, dois belos ingredientes.

No outro dia ela me ligou e eu resolvi atender

- Alô.

- Oi Ana. Faz tempo que a gente não se fala. Tentei te ligar, mas acho que você estava ocupada. Queria pedir desculpas, acho que me excedi, espero não ter lhe ofendido.
- Você acha que se excedeu?

- ... peço desculpas, eu me excedi.

- Desculpas é o mínimo. Eu não merecia ser tratada com tanto desrespeito. Depois de ter lhe ajudado e ajudado mais de uma vez. Estou certa?

- ... sim ... esta.

- Bom. Assim é melhor. Reconhecer o seu erro já é um começo.

- Eu errei, eu sei. Te peço desculpas novamente, queria que você me perdoasse, por favor, não podemos ser amigas? amigas não ajudam umas as outras?

- Amigas? Amizade requer confiança, não confio mais em você.

- Por favor, Ana, preciso que você me ajude. Não tenho condição de pagar as mensalidades agora. Meus pais pensam que esta tudo pago. Se me pai souber que não paguei a faculdade ... que gastei o dinheiro com outras coisas, não sei o que ele pode fazer.

- Você comete os seus erros e quer que eu resolva?

- Por favo, eu estou te pedindo.

- Infelizmente não posso fazer muita coisa. O atraso de suas mensalidades se excedeu bastante. Não posso simplesmente deixar algo assim se demorar mais do que já demorou.

- Por favor, eu entendo, mas estou ficando angustiada... minha mãe não vai entender. Eu já decepcionei muito.

- Existem regras e normas. Não posso criar dificuldades na administração financeira da faculdade.

- Por favor... por favor, vamos ser amigas novamente.

- Bom... se fosse você uma amiga... uma amiga em que eu pudesse confiar, uma amiga digamos assim ... uma boa amiga ... como você disse, "amigas não ajudam umas as outras?"

- Sim, amigas ajudam umas as outras.

- Você quer voltar a ser minha amiga Ana?

- Sim, quero.

- Bom. Talvez você consiga isso. Se você for boa comigo, serei com você. Talvez cheguemos a um acordo

- Sim, um acordo. O que você quiser, mas por favor, peça que cancelem a cobrança.

- Não, ainda não. Vou lhe fazer um convite. Venha a minha casa, sexta a noite. Vamos jantar... tomar um bom vinho... e quem sabe chegar a um acordo que beneficie a nós duas. Você aceita o convite?

- ... Sim, eu aceito.

- Muito bem. Sexta, as 20:00 horas, na minha casa. Use vestido, sem sutiã e aquela calcinha rosa de renda. Você entendeu?

- Sim, entendi.

- Bom. Tenho que desligar. Até sexta.

Durante o resto da semana trabalhei normalmente. Sexta fui pra casa um pouco mais cedo, tomei um banho relaxante e vesti um vestido de seda branco e aguardei. Faltando quinze minutos para as 20:00 horas fui informada da chegada da Ana.

Desci, ela aguardava na sala. Aquela ninfeta safada estava realmente linda. Usava um vestido vermelho, com detalhes em renda, um cinto preto em sua cintura dava um toque especial. A saia ia até um pouco acima dos joelhos (Deuses, que coxas maravilhosas). Um colar delicado e colorido completava o visual.

- Boa noite Ana. Eu disse.

- Boa noite.

- Você esta realmente linda.

- Obrigada.

- Fico feliz que você tenha aceito meu convite. Sei que podemos ser razoáveis e chegar a um entendimento. Mas isso pode ficar pra depois. Agora, vamos tomar um bom vinho e aproveitar esta linda noite.

Dito isto, a levei a uma parte dos jardins da minha casa. Era um lugar bastante bonito e agradável. Abri uma garrafa de vinho e ofereci uma taça a ela.

- Não, obrigado. Não estou a fim.

- Não perguntei se você "estava a fim", respondi. E novamente ofereci a taça. Relutando, ela aceitou.

- Bom. Melhor. Agora vamos brindar a ... "Uma noite agradável e prazerosa"

- A uma noite agradável e prazerosa. Ela respondeu.

Ficamos conversando e bebendo durante mais de uma hora. Notei, é claro, sua impaciência e resolvi ser clara em relação ao que eu desejava dela.

- Bem Ana, agora estou disposta a conversar. Bem eu sei o que você quer de mim, agora, o que você pode fazer por mim?

- Podemos ser amigas.

- Por favor, amigas? Você não tem interesse nenhum em ser minha amiga. Todo aquele charme quando nos conhecemos foi motivado por outros interesses. Não vou ficar discutindo isso. Agora quero algo de você, se você concordar, pode ser até mais vantajoso financeiramente do que você imagina. Se não, bem...

- O que você deseja?

- Sexo, obediência, submissão a minha vontade.

- Não sei se posso fazer isso.

- Você não sabe de muita coisa. Mas isso não vai me impedir de lhe ensinar.

- Se eu disser sim, você me cancela minha divida com a faculdade e me ajuda financeiramente?

- Se você demonstrar que eu posso confiar em você, sim, chegaremos a um acordo.
- Então, sim.

- Boa menina. Agora algumas regras. Primeiro você vai me chamar de "Minha Senhora". Quando eu lhe der uma ordem, você deve obedecer, se você não obedecer, você será punida da forma que eu quiser. Você compreende?

- Sim, Minha Senhora.

- Venha cá, eu quero lhe beijar.

Ela se aproximou lentamente e eu a envolvi com meus braços. Ela estava linda, seu cabelo, sua pele, seu aroma de menina... tudo aquilo me excitava. Aproximei meus lábios dos delas e a beijei... Seu gosto... seu cheiro... invadiram meus sentidos. Sem trégua, sem espera, pressionei meus lábios contra os seus. Tão bom, o primeiro beijo... tão único e especial.

- Bom, muito bom. Agora coloque mais vinho para nós duas.

Ela se afastou e colocou vinho nas duas taças. Eu aproveitei e me sentei em um sofá confortável e largo.

- Senta aqui, no meu colo, quero você coladinha em mim. Ela obedeceu.

Voltei a beija-la... seus lábios doces e generosos me enchiam de prazer. Queria beija-la e beija-la... a cada beijo meu prazer aumentava. Senti seu corpo quente, colado no meu , sentir aquela pela macia, minhas mãos percorriam aquelas curvas deliciosas...

Me levantei e a abracei, minha língua penetrou fundo em sua boca, nossas línguas, lábios, corpos se encontravam. Busquei com as mãos aquela bundinha linda. Senti o volume rijo e quente sob a saia do vestido... tesão... enchi as mãos... apertei aquela bunda carnuda... ela finalmente gemeu gostoso...

- Não... não ... eu não posso.

Ela se libertou dos meus braços e se afastou.

- Desculpe... eu não posso continuar.

- Você vai fazer o que eu quero. Vai me obedecer, se não, segunda pela manhã a faculdade vai ligar para o seu pai cobrando as dividas em atraso. Quero saber como você vai explicar uma divida de quase dez mil reais para os seus pais.

- Também vou mandar cancelar sua matricula. Não pense que eu não posso. Você não pense nem por um minuto que eu não fazer você pagar por sua desobediência. Você vai ser minha ou arcar com as consequências. Fico imaginando a cara dos seus pais quando a filhinha "universitária" for expulsa da faculdade.

Depois que eu disse isto, ela saiu correndo do jardim em direção a casa. Me sentei e tomei toda taça de vinho de um gole só. Aquela putinha ia pagar caro por sua insubordinação, ela não sabia o quanto eu poderia dificultar a sua vida. A raiva ia tomando conta de mim e minha mente não parava...

Sentada, tomei mais duas taças de vinho enquanto me acalmava. Quando percebi ela estava de volta ao jardim. A fitei calada e aguardei sua palavras.

- Por favor, Senhora, eu faço o que a Senhora quiser. Mas, por favor, não fale a meus pais sobre a divida da faculdade. Já decepcionei demais minha mãe. Eu faço o que você quiser.

- Você já disse isso antes e veja só em que situação nos estamos. Acho que você esta merecendo apanhar, já que não quer beijos ou carinho, talvez você goste mais de disciplina e dor, tem gente que só aprende assim.

- Venha cá, fique na minha frente.

Ela veio até perto de mim e aguardou.

- Agora, levante a saia, quero ver se você esta usando a calcinha que mandei usar.
Ela começou a levantar a saia.

- Devagar, lentamente, seja sensual.

Ela levantou a saia lentamente, suas coxas grossas, roliças e gostosas se apresentaram para mim. Ela levantou a saia acima da cintura e me mostrou a calcinha que usava. Rosa de renda, cobrindo aquele monte de Vênus que tanto me excitava.

- Se vira, quero ver sua bunda.

Ela se virou e vi aquele espetáculo da natureza, aquela bunda linda, redonda, durinha, com a calcinha rosa entalada no meio. Meu tesão foi as alturas.

- Venha cá. Ela se aproximou deu de mim.

- Pafft... hummmm... - dei um palmada com força

- Pafftt... hummmm... paffftt... haaaaaa... paaaffttt... hhhaaaaa... paaafftttt... hhhaaaaa... paffftttt... aaaahhhhh...

- Ficou vermelhinha. Adoro uma bunda vermelha.

Depois disto coloquei minha mão entre suas pernas e senti o calor que vinha da sua bucetinha. Sentir suas coxas e aquele monte por baixo da calcinha me deixaram tesuda. Afastei a calcinha um pouco para o lado e meti um dedo na sua buceta gostosa. Comecei devagarzinho, explorando aquela bucetinha nova, meu dedo penetrava aquela carne macia, quente e deliciosa...

Eu enfiava cada vez mais profundamente naquela bucetinha... tirava... colocava... tirava... colocava... notei que ela começou a ficar molhadinha... seu grelinho já estava duro e ela começo a gemer baixinho. Procurei seu grelo com os dedos e apertei... ela fechou as pernas na minha mão.

- Putinha gostosa... tá gostando putinha?

- Sim, tô gostando

- Estou gostando minha Senhora - Corrigi.

- Estou gostando minha Senhora.

- Bom putinha.

Coloquei os dedos da boca e senti o gosto daquela bucetinha safada. Era levemente salgado, lembrava levemente água do mar. Chupei os dedos com vontade e voltei a enfiar com força na xaninha dela. Sua bucetinha exalava um cheiro de sexo e eu enfiava e enfiava...

Resolvi leva-la para o meu quarto. Me levantei a virei para mim e a beijei... mordi seus lábios com força e ela gritou.

- Gostou? Perguntei

- Sim, Minha Senhora.

- Bom. Venha comigo.

Subi as escadas correndo, cheguei a meu quarto e a coloquei no centro.
- Fique ai imóvel.

Liguei o som com o volume baixinho em uma música que eu adoro. Me sentei em uma cadeira e ordenei.

- Faz um strip bem sensual para mim. Quero que você deixe minha calcinha bem molhada.

Ela começa a andar lentamente pela sala... suas mãos começam a percorrer seu corpo com delicadeza... elas sobem até prender seus cabelos... ela começa a rebolar lentamente... fazendo movimentos ritmados e sensuais...

Ela fica assim durante alguns minutos... depois se aproxima de mim... devagar se vira e me pede para baixar o zíper do vestido... começo a baixar... seu cheiro novamente me excita... o contato com a pele das suas costa é doce e macio... o vestido vai revelando partes do seu corpo... ela usar um sutiã rosa... combinando com a calcinha... meu corpo responde se arrepiando...

O zíper chegar ao fim... ela agradece e se afasta... ela começa a retirar o vestido mostrando sensualidade nos movimentos.... ela vai revelando mais e mais do seu corpo... suas costas.... seu colo... lentamente ela vai revelando sua bunda carnuda... a calcinha enfiada no rabo... suas coxas roliças e firmes... o vestido vai ao chão...

Ela o recolher com uma das mãos e joga na cama... ela se mostrar para mim... o conjunto rosa me acende... ela faz movimentos com o ventre... sua dança e exótica... suas mãos percorrem os seios por cima do sutiã... descem para seu ventre liso... chegam as sua penas e as abrem expondo a calcinha mais ainda...

Ela se aproxima de uma mesa de centro que tenho no quarto... ela o leva ao centro do quarto de frente para mim... se reclima e apoia as mãos na mesinha... ficando de lado... suas curvas se destacam... seios... bunda... volumes...aahhhh....

Ela joga a cabeça para cima e para baixo... seus cabelos flutuam no ar... ela abre mais as pernas... quase tocando o chão... e faz movimentos de uma penetração imaginaria... ela olhar para mim e sorrir...

- Safada... sabe que eu estou gostando.

Ela se levanta e novamente se aproxima de mim... se vira e começa a rebolar a bunda... minha calcinha já esta encharcada... sua bunda dança para os lados... ela empina a bunda e da pequenas palmadas bem de leve... Ela fica de quatro e olha para mim... coloca um dedo na boca e começa a chupar... ninfetinha sacana...

Depois afasta um pouco a calcinha e coloca o dedo dentro da bucetinha.... sua dança não para... seu corpo cola no chão e novamente sobe... sua coxas grossas... o triangulo da calcinha... o dedo brincado com a xaninha...

Ela fica de frente para mim... de joelhos e começa a retirar o sutiã... e o joga para mim... ela cobre os seios com as mãos e me manda beijos... suas mãos começam a descer para a barriga lisinha... seus seios são lindos... rijos... gostosos....

Ela dança... rebola... gira.... vai ao chão de joelhos e faz movimentos de vai e vem com xaninha... seus cabelos cobrem seus seios... e começa a suar... ela salta e novamente fica em pé... coloca um dedo na boca e faz jeito de menina moleca... ela se aproxima de mim... ela não anda... melhor... ela desliza pelo quarto...

- Tira a minha calcinha tira... Minha Senhora...

Pego sua mão e a puxo para mais próximo de mim... seguro sua bunda com as duas mãos e cheiro seu sexo... a proximidade daquela xaninha de deixa louca... beijo entre a borda da calcinha e seu umbigo... passo a língua por toda borda da calcinha... vou descendo sua calcinha lentamente e minha boca acompanha... chego no volume e beijo... seus pelinhos são negros como seus cabelos...

Sua calcinha vai ao chão... minha língua chega no grelinho... era pequenino.... minha língua tomou de conta... ela gemeu...

- Aaass..... asss... ahhhhh...

Me levantei... a levei para cama... beijei sua boca com vontade.... desci para os seios empinados e chupei os biquinhos...

Desci pela sua barriga lisa até chegar novamente na sua bucetinha...

Ela gemia... e rebolava com minha língua na buceta... eu chupava e mordia... penetrava e sugava... depois de alguns minutos... suas pernas começaram a tremer e seu gozo escorreu pela sua xaninha... coxas... minha boca...






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