"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Eu, Karina e o cliente dela.


autor: Publicitario45
publicado em: 11/04/16
categoria: hetero
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Depois que nos reencontramos eu e Karina passamos a sair algumas vezes. Não temos um compromisso, mas sempre que o tesão aparece a gente sai e passa a noite juntos. Karina tem o tesão aflorado, adora provocar e ser provocada. Eu adoro tudo isso e a nossa química aumenta cada vez mais.

Um dia, no meio da tarde, Karina me liga, falando baixinho, pois estava no banheiro do banco onde ela trabalha.

- Amor, pode falar?

- Posso, mas porque você está sussurrando?

- Estou no banheiro do banco.

- Conta.

- Sabe aquele cliente bonitão, casado, que vem aqui no banco? Me chamou pra almoçar.

- E ai?

- Fiquei excitada. Acho que vou almoçar com ele.

- Só almoçar?

- Então, é ai que você entra. Se ele me cantar, vou dizer que só topo se meu namorado for.

- Namorado?

- De mentirinha. Topa?

- Topo.

- Obrigado, beijos.

- Ok, mas depois vamos conversar sobre isso. Te ligo a noite, ok?

- Ok!

A minha curiosidade gritou e a noite eu liguei pra Karina.

- E ai, foi almoçar?

- Unhum!

- Antes de você me contar os detalhes, que papo é esse de namorado?

- É que eu sinto um tesão louco quando dou para alguém na sua frente. Não sei explicar, mas eu fico louca. Acho que meu sexto sentido quer te namorar...

- Ah tá, sei. E o almoço?

- Você quer saber do almoço ou da sobremesa.

- Da sobremesa.

- Chupei o pau dele dentro do carro. Ele gozou na minha boca, bebi tanta porra que estou sem fome até agora. Combinamos de jantar na quinta e eu disse que você é meu namorado e vai comigo. Ele é casado, mas a esposa está viajando com um grupo de amigas para os EUA.

- Tem certeza que você quer isso? Olha lá heim...

- Quero, o pau dele é enorme, mal cabia na minha boca. Preciso de vocês dois me comendo com força.

Na quinta-feira, meu celular vibrou logo às 6h da manhã. Era Karina dizendo que não iria trabalhar, pois queria se produzir pro jantar. Combinamos de nos encontrarmos as 20h na porta do prédio dela.

Me arrumei, coloquei uma caça jeans, uma camisa Dudalina branca com as mangas dobradas, calcei um sapato descolado, borrifei o Hugo Boss e fui.

Quando Karina saiu do prédio eu quase desisti. Ela estava linda. Ainda mais loira, cabelos curtinhos na altura da orelha, boca brilhando, brincos e colar perfeitos. Ela usava um vestido preto, de couro, meia calça preta e bota na altura do tornozelo. Estava irresistível. Mal entrou no taxi e seu perfume tomou conta do ambiente. Passamos o endereço pro taxista e seguimos em direção a cobertura do cliente dela.

Chegamos na Praia do Canto, Karina deu uma suspirada. Achei que ela iria desistir mas não. Seguimos em frente e o porteiro nos anunciou. Em poucos minutos estávamos no elevador indo direto para o 19º andar. Karina me abraçou e passou a ponta da língua na minha orelha, o pau endureceu na hora e quando eu pensei em dar uma esquentada no ambiente o elevador parou no andar.

A porta abriu e Renan nos esperava no hall segurando duas taças de vinho. Karina nos apresentou e n[os nos cumprimentamos como dois cavalheiros. Renan indicou o caminho entramos no primeiro andar da cobertura. O apartamento era enorme, coisa de gente que tem muito dinheiro. Na tela de 75!

Passava um show da Diana Krall, ao vivo em Paris. O som do home era perfeito.

A temperatura do ar central também era a ideal.

Renan indicou o sofá e nos sentamos. Ele no sofá maior e eu e Karina no de dois lugares. Começamos a conversar sobre amenidades e eu percebi que Renan não iria tomar a inciativa. Um cara extremamente educado, moreno, da minha cor e da minha altura. Um pouco mais magro e musculoso, cabelos curtos, uma tatuagem que cobria todo o braço esquerdo. Pela sala várias fotos da sua família e da esposa, uma loira de parar o transito que para minha tristeza não iria participar da nossa festinha.

Renan seguiu sendo cordial, oferecendo vinhos, comidinhas, fazendo comentários sobre coisas do dia a dia.

Depois de quase uma hora de conversa, ele nos convidou para irmos para o segundo andar da cobertura, o jantar seria servido lá. Quando subimos a vista nos encantou. Você podia ver todaos os lados da Grande Vitoria. Ai Renan seguiu até a mesa e conviou a sentar.

- Vamos jantar?

- Que tal a sobremesa primeiro?

- Não entendi – disse ele.

- Eu vou ao banheiro e Karina te explica.

Dei um beijo nos lábios dela e sussurrei no seu ouvido.

- Agora abola esta com você. Parte pra cima dele.

Sai e fui para o banheiro do segundo andar. Abri a porta e entrei. Fiquei ali por uns cinco minutos e quando percebi a conversa dos dois havia cessado. Sai lentamente do banheiro e caminhei para o local onde estava mesa, a piscina e uns sofás enormes, daqueles arredondados, ideais para áreas externas.

Quando cheguei Renan e Karina estavam se beijando. Suas mãos deslizavam pelo vestido preto de couro da minha “namorada”. Ela mordia levemente seu pescoço, passava as mãos nas costas dele, foi abrindo botão por botão da camisa. Me sentei na cadeira e fiquei ali, de camarote, assistindo os dois se devorarem.

Renan quando me viu, tentou se afastar mas foi contido por Karina.

- Relaxa, daqui a pouco ele vem brincar.

Olhei pro cara e dei uma piscada como quem diz “vai lá e arrebenta”. O cara se transformou. Jogou Karina em cima de uma mesa, abriu suas pernas e começou a beija-la com uma certa violência. Com as mãos foi descendo o zíper e deixando aquele corpo esqguio de pele branca apenas coberto por uma minúscula calcinha preta e um par de meias três quarto. Renan caiu de boca nos seios dela, seios médios, durinhos, perfeito para serem sugados. Karina apenas gemia baixinho enquanto acariciava os cabelos do novo amigo.

Renan se livrou da camisa, Karina desabotoou a sua calça deixando apenas de sunga. Pelo volume dava para ver o grau de excitação do rapaz.

Karina abriu as pernas e deitou seu corpo seminu em cima da mesa. O convite era para que ele caísse de boca na sua xana e assim ele o fez. Com as mãos ele não arrancou a calcinha, ele rasgou com um único movimento. Olhou pra cara dela, enfiou o tecido na boca e sugou todo mel ali depositado. Karina gemeu novamente com a cena e abriu ainda mais as pernas.

Renan abocanhou a boceta dela, sugou como se fosse a ultima boceta do mundo. Karina se contorcia, gemia, urrava e pressentia seu gozo chegando.

Olhou pra mim e pediu que eu fosse ate ela para que ela desse uma chupada no meu pau.

Me levantei lentamente e fui me despindo. Tirei a camisa, os sapatos, a calça e em seguida a cueca box. Me aproximei e ela pegou meu pau com força e meteu ele inteiro na boca. Com a mão, segurei sua cabeça e comecei a foder sua boca pequena mas gulosa, meti como se fosse uma boceta e rapidamente gozei.

Karina sorveu todo o liquido, lambeu o canto da boca e continuou me chupando, me levando ao delírio. Assistindo Renan engolindo sua boceta, me pau deu sinal de vida de novo e Karina continuou me chupando ate que o gozo dela veio com enorme intensidade.

Depois que ela gozou na boca do amigo, Renan acabou de se despir e eu vi o que Karina iria se enfrentar. O pau dele não era grande, acho até que entre a gente rolaria um empate técnico. Mas era de uma grossura abismal, parecia uma berinjela, tinha uma cabeça enorme, cheio de veias e parecia que iria explodir de tesão.

Renan caminhou ate Karina e colocou a tora perto do seu rosto. Quando ela ameaçou começar a chupar ele a segurou pelo cabelo e mandou que ela apenas cheirasse seu saco e toda a extensão da pica. Ordenou que ela não colocasse a boca nem a língua em sua vara e ela obedeceu como uma cachorrinha adestrada.

Depois de muito cheirar aquela pica grossa como um poste, Karina abriu a boca e começou a tentar engolir a pica do amigo. Com muita dificuldade conseguiu meter a cabeça na sua boquinha, mas engolir aquilo seria praticamente impossível. Ela teria que ter o dobro de boca para tamanha façanha.
Renan também começou a foder a boca da nossa presa e eu fui em direção a sua bocetinha. Me ajelhei e comecei a chupar, lambi, meti dois dedinhos na xaninha e no cuzinho. Karina rebolava na minha boca e não tardou a gozar novamente. Renan então saiu e levou Karina para o tal sofá arredondado. Deitou com aquele pau pra cima e mandou que ela cavalgasse. Karina abriu a bolsa e pegou uma camisinha e encapou parte da rola. Se posicionou por cima dele, abriu as pernas e começou a colocar a tora pra dentro.

- Amor, ele está me rasgando... tá doendo muito...

Karina tentava falar mas sua voz sumia a cada estocada de Renan. De onde eu estava eu via apenas a boceta se abrindo, as dobrinhas ia crescendo na medida que o pau ia entrando. A pele estava avermelhada e o suro começava a escorrer nas costas da minha “namorada”.

Assim que sentiu que o pau estava quase todo dentro, Renan mesmo por baixo começou a estocar com volúpia a boceta de Karina. Ela se segurava em seus ombros e o pau ia entrando e saindo rapidamente. Seus gemidos iam ficando mais intensos, o som do saco batendo na portinha da sua bunda parecia ser ouvido por todo prédio. Renan parecia um cavalo comendo a sua primeira égua, parecia que o ritmo ia aumentando e Karina fo desfalencendo ate que ela urrou tentando dizer que estava gozando. Com os dedos, Renan começou a massagear o cuzinho dela e tesão só fez aumentar e não demorou muito Renan também berrou anunciando seu primeiro gozo.

Os dois ficaram ali, ela sentada em cima dele, respirando lentamente e ele também. Quando se levantaram, eu vi a quantidade absurda de porra que estava dentro da camisinha. Renan foi ate o banheiro e voltou com uma garrafa de agua mineral na mão, ofereceu Karina e perguntou se estava tudo bem. Ela apenas balançou a cabeça dizendo que sim.

Sentamos os três no sofá e Karina ficou entre a gente. Com os dois recuperando as energias os amassos voltaram. Karina começou a me beijar e virou a bunda pro lado de Renan que imediatamente começou a massagear seu grelo. Com uma das mãos, Karina me punhetava e eu pedi que ela sentasse na minha pica.

Ela sentou e eu senti que sua boceta estava quente, porem mais larga do que o normal. Fruto do estrago causado pelo pau do nosso amigo.
Karina começou a cavalgar lentamente e Renan ficou ali do lado. Eles se beijavam, ela massageava o pau dele que a esta altura já estava duro de novo.

Renan se levantou e foi ate a bolsa de Karina e pegou outra camisinha.

Caminhou ate a mesa, pegou um vidro de azeite e veio em nossa direção. Karina já sabia o que ia acontecer mas como uma putinha indomada se posicionou empinando a bundinha. Com ao dedos molhados de azeite, Renan começou a introduzir no cuzinho dela. Ele estava apenas preparando o território para o estrago que viria a seguir.

Renan chegou e meter três dedos e depois posicionou a pica no cuzinho de Karina. Ela tremeu, parecia saber o que viria a seguir. Segurando seu corpo pelas ancas, Renan foi forçando a tora em direção ao rabo dela. Karina pedia para ele ir devagar mas em seguida ele retomava a penetração. O pau foi entrando, Karina suava frio, suas unhas estavam cravadas no meu ombro e ela apenas gemia. O ara foi forçando, lagrimas escorreram dos olhos dela e quando aquela berinjela inteira se alojou lá dentro ele começou a estocar com força.

Quanto mais Karina gemia, mais ele socava. Meu pau dentro da sua boceta e o pau dele dentro do cuzinho. Karina arfou, buscou ar onde não tinha mais, beijou a minha boca para não gritar ainda mais alto e mesmo com aquela surra de duas picas ela gozou na minha pica. Senti seu mel escorrer, a buceta picou e em seguida eu goze dentro daquela boceta que estava completamente alargada pelo pau de Renan.

Enquanto isso ele continuava a surra. Estapeava a bunda dela deixando sua pele vermelha, puxava seus cabelos como se fossem rédeas e quando seu segundo orgasmo deu sinal de vida ele aumentou o ritmo ainda mais gozando com vontade.

Karina estava destruída. Suas pernas estavam bambas mas ela já tinha gozado duas vezes com intensidade. Renan voltou do banheiro vestindo uma camisa e uma bermuda branca. Sugerimos que Karina fosse ao banheiro, tomasse um banho pois iriamos jantar em seguida. Ela disse que sim mas pediu para eu ir junto.

- Nossa, estou destruída, mas gozei como uma louca. Que pau era aquele?

Quando a água do chuveiro bateu no seu corpo, Karina sentiu algo arder. Sua boceta estava inchada, vermelha e no cuzinho tinha um pouco de sangue. Ainda assim, ganhei um delicioso boquete por bom comportamento.

Saimos do chuveiro, nos vestimos e fomos pra mesa. Jantamos, demos boas risadas e nos despedimos antes do sol raiar.

Já no taxi de volta, Karina deitou no meu peito e pediu que eu dormisse com ela na sua casa. Chegamos lá, trocamos de roupa e ela deitou, nua, linda e antes que eu caísse de boca no seu corpo ela pediu que eu passasse uma pomada na sua xaninha e no cuzinho.

O estrago foi grande. Nesta noite dormimos abraçados como dois namoradinhos. No dia seguinte acordamos e Karina me deu de presente um delicioso boquete matinal.







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