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Primeiro Anal da Amiga Loira


autor: Del
publicado em: 13/04/16
categoria: hetero
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Deitados no sofá, compartilhando o calor de nossos corpos, assistíamos a uma bela cena nas inúmeras polegadas do meu televisor: uma loirinha incrível abocanhando minha tora veiuda com seus lábios carnudos, primeiro lambendo os arredores da cabeça e então engolindo meia vara, para em seguida subir a cabeça e abandonar a verga, que pingava saliva diante da expressão de safada da moça. Sua mão pequena, segurava como podia a grossa piroca, e seus olhos fitavam o mastro como um objeto de desejo, que logo estaria dentro de sua boca aveludada novamente.

“Adoro essa parte” – ela diz, enquanto desliza os dedos pelo meu peitoral, em direção à minha cueca, que se esforça para conter minha virilidade fora do mundo exterior.

De volta à televisão, a imagem corta para a minha cara de prazer. “Slap”, é o som do tapa que desfiro na face esquerda da amiga loira, dizendo-a para que não me filmasse e se concentrasse apenas em chupar-me a vara. A loirinha obedeceu, punhetando minha trosoba enquanto a chupava com vontade, entregando-me o celular para que eu lhe filmasse no ato da felação, fazendo um rabo-de-cavalo com seus cabelos apenas para que estes não atrapalhassem a plena visualização da cena.

OBS: Visite meu perfil e conheça a "amiga loira" no conto homônimo.

A imagem na TV se confundia com o mundo real, pois nesse instante minha cueca já estava arriada e meu hirto membro pulsante já se encontrava envolvido pela suculenta boca da loira. Meus gemidos do filme estavam em uníssono com os gemidos que eu começava a entonar com o boquete em atividade. “Que vadia, que puta deliciosa”, eu dizia na filmagem, mas poderia estar dizendo na vida real, e nesse momento a loirinha já estava de quatro no sofá enquanto me chupava, deliciosamente nua como veio ao mundo.

Aquele era o momento da filmagem que me deixava louco. A doce amiga loira parava de me chupar por um instante, dizendo que tinha uma surpresa para mim enquanto desfilava seu belo corpo nu em direção à bolsa jogada no canto da sala. Imaginei várias coisas, desde um halls preto a uma lingerie especial, mas o que ela pegou foram duas “xuxinhas”, prendendo o cabelo no estilo maria-chiquinha, e perguntando para mim se aquilo me deixava louco.

Não precisava perguntar, e daí em diante não houve mais filmagem, pois joguei o celular de lado enquanto saltei do sofá com sangue nos olhos para devorar minha presa. Fodemos loucamente por horas, e depois de almoçar, encontrávamos deitados na mesma situação do primeiro parágrafo deste conto, revendo o pouco que filmamos da nossa diversão.

“Meu pau ainda está esfolado, você é uma putinha bem cruel”, eu disse enquanto ela abocanhava minha piroca inteira, ainda usando a maria-chiquinha (meio bagunçada, na verdade). Sua resposta veio em um olhar safado na minha direção, um olhar delicioso de menina sapeca com o meu pau quase todo na boca, uma cena que eu jamais esqueceria. Ok, já que ela queria brincar, eu definitivamente (e literalmente) entraria na roda.

Tentei me virar e colocá-la em uma posição que eu pudesse invadir sua intimidade, mas ela disse para eu ficar quietinho, pois a brincadeira estava apenas começando. Me empurrando de costas para o sofá, ela me livrou totalmente de cueca e passou a punhetar meu mastro olhando nos meus olhos. Desferi os elogios mais profundos à beleza daquela loirinha, e ela percorreu com sua língua o trajeto da cabeça da minha trosoba até o saco, abocanhando minhas bolas e em seguida sorrindo para mim, sem parar um segundo de masturbar o mastro.

Em seguida ela subiu seu corpo e colocou minha trosoba revestida de saliva entre seus seios, movendo o corpo de forma a me proporcionar uma espanhola de tirar o fôlego. Segurei em seu queixo e disse que ela era uma obra de arte da safadeza em carne e osso, e ela me respondeu com um sorrisinho safado. Prendendo os seios para amplificar os efeitos da espanhola, ela me levava ao delírio com a sensação inigualável e a visão fantástica do meu mastro entre seus belos peitos volumosos de mamilos rosados.

Del: “Assim eu vou gozar, putinha deliciosa.”

Amiga Loira: “Goza! Eu vou lamber tudinho!”

Não tinha como não gozar, fosse pela cena, pelas sensações ou por ela repetir “goza, vai” com uma vozinha sedutora e deliciosa, intercalando com gemidos e elogios mil à minha trosoba. Gozei. Um jato de porra ardente voou diretamente no rosto dela, e os seguintes escorreram pelo mastro, com golfadas singelas que aterrissaram graciosas sobre minha barriga e meu peitoral. Cumprindo o prometido, primeiro ela recolheu com o dedo a porra que residia em sua face, em seguida lambeu meu tórax em busca das gotas solitárias e, por fim, lambeu toda a extensão do meu pau cuidadosamente, bebendo de forma obediente cada vestígio de leite moço depositado na superfície da trosoba fumegante.

Vendo que minha piroca iniciava um ciclo de descanso merecido, a loirinha insaciável voltou a me punhetar. “Não é hora de dormir não, eu quero essa explosão dentro de mim”, ela disse. Devia ser a quinta ou sexta vez que eu gozava naquela noite, e minha trosoba esfolada já implorava por alguns momentos de descanso. “Nem pense em me deixar na vontade, Delicious M. Sweetness!”. Autoritária e safada, de onde surgiu esta mulher incrível?

Voltei a me mover buscando outra posição, e dessa vez tive força suficiente para passar a uma situação dominante. Quem estava de costas para o sofá agora era a loira, com suas pernas roliças abertas e sua fascinante bucetinha carnuda e depilada à mostra. Iniciei com beijos na parte interior de suas coxas, mordiscando levemente sua pele branca do local e arrancando suspiros da mocinha conforme eu chegava perto de sua zona erógena. Com as mãos eu percorria das suas coxas até os seios macios, envolvia-os com os dedos e em seguida voltava pela barriga, intercalando firmeza com suavidade no trato com a pele macia da minha querida loirinha.

Minha língua foi a primeira a tocar naquela prexeca rosadinha que já escorria mel para fora dos grandes lábios. Senti o sabor cítrico daquela buceta dominar minhas papilas e explodir em minha boca, conforme meus lábios exerciam sucção daquele mel vaginal. Com os polegares separei os lábios externos e tive acesso ao interior róseo-avermelhado da intimidade de minha loirinha, tocando com a língua o orifício vaginal e em seguida seu discreto grelinho, provocando gemidos e movimentos involuntários daquela pequena delícia.

Aumentei a intensidade de degustação daquela buceta carnuda à medida que minha companheira gemia e se contorcia no sofá. Era questão de honra fazê-la implorar por clemência, e minha língua não abandonaria o front sem cumprir seu objetivo. Segurando-a firme nos quadris eu a chupava com vigor, e em determinados momentos introduzia dois dedos em seu canal vaginal plenamente encharcado para lhe estimular o ponto G. Não demorou para que ela gozasse, seu orgasmo era identificado por uma tremedeira intensa e espasmos vigorosos de sua cavidade sexual.

Ela sabia que não iria adiantar pedir para descansar após o orgasmo, eu definitivamente não tiraria a cara do meio de suas pernas. Continuei a devorar aquela buceta sem dó, socando os dedos com intensidade rápida em seu interior, fazendo a loirinha diminuir cada vez mais os intervalos entre seus espasmos. Nesse momento ela já tentava fugir, debatendo os braços descontroladamente e usando os pés para tentar empurrar meus ombros ao mesmo tempo em que usava as coxas para esperemer minha cabeça. Se eu desisti? De forma alguma, 12 anos de musculação pesada precisam servir para alguma coisa.

Nos minutos seguintes a loira não sabia se gemia ou se me xingava, enquanto seus orgasmos eram acompanhados da sensação desesperadora de expelir o parceiro após o orgasmo intenso. “Por favor Deeeeeeel, eu não aguento mais!”, foi assim que ela obteve sua trégua, dizendo exatamente o que eu precisava ouvir. Tirei minha cara melada do paraíso, fiquei de pé e observei aquela beleza ofegante jogada em meu sofá. A expressão em seu rosto era de satisfação plena misturada a uma exaustão típica de uma sequência de vigorosos orgasmos.

Pude ver que ela olhava meu mastro enquanto eu estava de pé. Hirta e trincada, minha piroca fervia e pulsava, praticamente implorando pelo abrigo suave do interior de uma pequena loirinha. Ela se ajeitou no encosto do sofá, já se preparando para o destino que lhe aguardava. Puxei seu quadril um pouco para a frente, abri bem suas pernas e me preparei para a inserção. “Vai devagar Del”, ela me disse enquanto fitava-me com um dedo na boca.

Devagar? Nem pensar. Posicionei o corpo de modo a deixar a trosoba na direção exata do túnel da felicidade, que já se encontrava irrigado novamente. A cabeça da trosoba já era envolvida pelos pequenos lábios, então dei uma breve pincelada e em seguida entrei. Inteiro. Sem dó. Minha loirinha soltou um breve gritinho e me xingou, mas logo ela já gemia alto enquanto eu lhe socava a piroca com força, delirando com os sons da cópula e o aroma agradável de nossos sexos a dominar o ambiente.

Desferir golpes violentos com meu quadril estocando aquela linda e pequena loirinha era algo visualmente fantástico, mas grande parte do meu prazer intenso vinha da forma que aquela bucetinha apertada engolia minha vara com dedicação. Virei a amiga loira de lado, me ajoelhei no chão e continuei a socar o membro para dentro da amiga loira, agora com ela deitada com as pernas juntas, e encolhidas, deixando sua buceta carnuda visualmente similar a um hambúrguer.

Enquanto eu a segurava pelos cabelos, ela fazia questão de manter os olhos fixos nos meus, mostrando-me sua expressão de tesão e safistação em ser empalada por minha trosoba. Acelerei o ritmo mais um pouco antes de colocá-la de quatro. No momento exato em que a posicionei com os joelhos apoiados no assento e as mãos sobre o encosto do sofá, com a bundinha bem empinada, ela disse que já tinha perdido as contas de quantas vezes tinha gozado. Sem problemas, faria questão de aumentar sua amnésia, enterrando toda a pica de uma vez em sua bucetinha, que de tão irrigada fazia o mel escorrer pelas coxas da mocinha. Os ruídos da cópula se assemelhavam a um mergulho (descontadas as devidas proporções) cada vez que minha trosoba sumia inteira dentro da loirinha e meu saco golpeava seus grandes lábios.

Sexo de quatro me fascina, ainda mais tendo a visão de uma loira branquinha pequena e suculenta subjulgada por minha piroca, logo, preencher aquele interior com minha porra incandescente era questão de tempo. Mas ela parecia ouvir meus pensamentos, e disse que eu não gozasse ainda, pois ela tinha outra surpresa para mim. Mais que depressa tirei o mastro de dentro da pequena e contive o gozo com minhas técnicas milenares de pensar em tragédias, enquanto a loirinha levantava correndo e ía novamente até sua bolsa.

“Hoje eu quero te fazer feliz”, disse ela, enquanto voltava à minha posição com um tubo de lubrificante na mão. Leitor, meu grande leitor, eu degusto dessa loirinha há quatro anos, e desde a primeira vez que vi seu cuzinho rosado eu tive pleno desejo de fazer sumir toda a minha piroca ali dentro. Quatro anos de espera pela sensação de violar as pregas da amiga loira e revestir minha virilidade com os segredos de sua intimidade anal. Quatro anos aguardando pela visão ímpar de sua bundinha carnuda a deglutir vorazmente cada centímetro de minha trosoba veiuda. Era enfim chegado o momento.

Sentei no sofá e a loirinha se posicionou entre minhas pernas abertas, dizendo que eu ficasse quieto, pois ela iria controlar a situação e, se eu fosse desobediente, minha chance de voltar a comer o cuzinho dela seria zero. Com um gesto simulei uma auréola em minha cabeça e disse que ficaria quietinho, então apenas observei ela se divertindo enquanto despejava meio tubo de lubrificante no mastro pulsante, deslizando com suas pequenas mãos por toda a extensão da vara, besuntando-a com o gel escorregadio.

Em seguida ela disse que iria sentar, mas antes despejou mais lubrificante em sua mão e passou no cuzinho. Ofereci ajuda e ela deixou, se posicionando entre minhas pernas, apoiando as mãos em meus joelhos e empinando a bunda pra mim, que eu gentilmente abri e dedilhei devagar o cuzinho, passando o gel nos arredores e também no interior, através da inserção vagarosa do meu dedo indicador. Fiz um movimento de entra-e-sai com o dedo, acostumando aquele esfíncter virginal ao seu destino próximo. Ela gemia e rebolava com a inserção do meu dedo, e disse que aquilo era delicioso.

Quando se sentiu confortável, ela então disse que era chegada a hora. Segurei meu pau na entrada do cuzinho, mantendo-o firme, enquanto ela se posicionou perfeitamente. A loirinha foi descendo devagar, soltando lentamente o peso sobre o meu mastro. Quando vi a cabeça sumir dentro daquele rabo rosado, a vontade de gozar voltou firme, mas eu precisava resistir. Ela parou um pouco com a cabeça do pau dentro, dizendo que estava doendo. Disse pra ela continuar, pois logo se acostumaria com a grossura. A loirinha então voltou a descer, lentamente, com seu pequeno cuzinho ex-virgem engolindo agora metade da minha trosoba troncuda. Ela urrava. Eu gemia. Ela então passou a subir e descer bem devagar, e aquela visão incrível me fazia delirar.

“Vou gozar”, eu disse. “Goza que eu te mato”, ela disse.

Ela queria experimentar mais, queria ir além, queria ter a sensação da minha piroca a lhe cutucar o íntimo mais remoto de seu cuzinho guardado por 22 anos. A loirinha então sentou mais, e subiu mais, e começou a se acostumar com minha vara grossa a lhe violar as pregas. Ela subia e descia mais rápido, e um filete de sangue escorria na superfície do meu pau esfolado. A sensação era incrível, aquele cu apertado parecia querer arrancar meu pau fora, e ela se divertia. Os urros deram lugar a gemidos de prazer, os movimentos comedidos deram lugar a quicadas vorazes, que faziam meu pau sumir inteiro e depois aparecer por completo à medida que a loirinha subia e descia no meu intrépido boneco.

A loira então parou de quicar, desceu até seu cuzinho engolir todo o meu pau e sua bunda repousar sobre o meu colo. Em seguida, tremendo, ela disse: “Goza A-GO-RA!!”. Porra leitor, haja controle mental, mas fui capaz de obedecer. Segurei firme seus seios, colei o corpo dela no meu, dei duas bombadas com o quadril jogando-a ligeiramente pra cima a cada investida e então gozei. Uma gozada voraz e intensa, senti a porra seguir fervilhando através do meu pau e rumar para o interior daquele cuzinho, tornando o ambiente ainda mais quente do que estava. Logo que sentiu meu leite em seu rabo ela gozou também, com um grito misturado a um gemido de grandes proporções, ela contorceu o corpo, tremeu intensamente e depois amoleceu.

“Doeu”, ela disse. Meu pau também estava dolorido, esfolado ao extremo, mas o prazer daquela foda foi incomparável. Ficamos ali encaixados por longos instantes, até que ela se levantou e abandonou minha trosoba morta para trás, dizendo que seu cu estava doendo horrores, me xingando de todos os nomes até finalmente sumir da minha vista. Tentei me levantar, pois eu precisava de um banho, mas minhas forças estavam acabadas, acabei cochilando no sofá.

Acordei com a loira louca diante dos meus olhos, me cutucando e dizendo:

“Nunca mais…”

E emendou:

“…nunca mais deixe de comer meu cu, mesmo se eu fizer charme. Combinados?”



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