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A ex-gerente – o dia seguint


autor: Publicitario45
publicado em: 19/04/16
categoria: casual
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No dia seguinte Rafaela me ligou cedo, sua vz estava tremula, parecia nervosa mas segundo ela era ansiedade e medo. Tínhamos saído pra almoçar no dia anterior e dentro do carro dela, parados num estacionamento de um shopping em Vila Velha, a gente acabou se envolvendo.

Depois dos amassos e de ter gozado na sua boca, Rafaela me deixou na agencia sem dar uma palavra sequer, mais tarde, através de mensagens de texto, disse que queria mais, mas, teria que ser na minha sala, em cima da minha mesa de trabalho.

O dia custou a passar. Rafaela simplesmente não mandou mais nenhuma mensagem e eu cheguei a acreditar que ela havia desistido, afinal de contas, além dela ser a minha gerente de banco ela também era casada.

Por volta das 18h30, algumas pessoas começaram a deixar a agencia e eu continuei com as minhas planilhas e realmente já achando que ela não viria até que meu telefone vibrou. Tinha uma mensagem, a melhor mensagem do dia: estou estacionada aqui embaixo. Assim que todos saírem me avise que eu subo.

Para minha tristeza, algumas pessoas ainda se mantiveram na agencia por mais tempo até que todos se foram. Uma mensagem e pronto, Rafaela iria subir e assim foi. Em menos de cinco minutos a campainha da agencia tocou, era ela, linda, cheirosa e elegante como sempre.

Rafaela usava um vestido vermelho que ia ate a metade das suas coxas. O tom da sua pele branca contrastava com o tecido vermelho e o couro preto da sua bota. Rafaela adora botas e isso atiçou minha imaginação.

Ela entrou e sequer conversamos. Seus lábios vieram de encontro ao meu, deu tempo apenas de fechar a porta e pegar a sua bolsa que havia caído no chão. Entramos na minha sala aos trancos e barrancos, tranquei a porta e ela me empurrou me jogando no sofá.

Com as mãos delicadas e ao mesmo tempo atrevidas, desabotoou a minha camisa, abriu o cinto da calça, depois o zíper e foi puxando cada peça de roupa. Rafaela tinha pressa, pois tinha que ir embora, afinal de contas o marido a esperaria para jantar com amigos da empresa onde ele trabalhava.

Enquanto eu a ajudava com as minhas roupas, Rafaela puxou a sunga e liberou meu pau. Sem dizer nada, apenas me olhando com cara de sedenta, levou meu pau à sua boca. Como da vez passada enfiou ele inteiro na sua boca, fez pressão na cabeça, labéu até o saco e me levou a loucura com as suas chupadas deliciosa.

Suas unhas arranhavam as minhas pernas, sua respiração era totalmente descompassada e eu assistia a tudo segurando seus cabelos e minhas mãos e ajudando no vai vem da sua boca na minha pica. Rafaela parecia não querer perder tempo. Sem tirar o pau da boca mas também sem usar as mãos ela foi se livrando do seu vestido vermelho. Pedi a ela que não tirasse as botas e ela riu, disse que sabia que eu iria pedir isso pra ela.

Debaixo do vestido vermelho apenas uma calcinha reta, fio dental cravada na sua bunda. Sua pele branca ficava eriçada com o toque dos meus dedos em suas costas. Rafaela me chupava, me olhava enquanto me punhetava e antes que eu gozasse na sua boca pedi que ela parasse um pouco. Era a minha vez de brinca.

Coloquei seu corpo em cima do sofá, de quatro, com as pernas abertas. Apenas ela e as botas na minha frente. Beijei sua nuca enquanto encostava a cabeça do meu pau de leve na sua bunda, desci pelas costas he dando beijos e lambidas por toda extensão do corpo.

Com um dos dedos, toquei seu sexo, molhado e quente. Passei a língua pela sua bunda, desci pelas coxas e voltei diretamente para a boceta. Cai de boca e ela arfou, faltou ar e palavras. Um gemido apenas tomou conta da sala e ela abriu ainda mais as pernas. por baixo do seu corpo comecei a lamber e chupar sua deliciosa boceta, seu mel escorria, seu corpo começava a transpirar e o cheiro de sexo tomou conta da sala. Com lambidas e chupadas mais intensas Rafaela gozou na minha boca, o gosto do seu gozo era incrível.

Me levantei e beijei-lhe a nuca novamente, depois os lábios enquanto com a mãos direita esfregava a cabeça do meu cacete na sua bunda. Rafaela se empinava a bunda se oferecendo toda pra mim, pedia para ser fodida, rebolava e respirava intensamente.

Encostei a cabeça do meu pau na porta da boceta quente, ela gemeu baixinho, forcei a entrada e ao perceber a sua lubrificação empurrei o pau de uma vez só. Suas unhas grudaram no couro do sofá, ela gemeu mais alto e pediu força.

Rafaela queria isso, se sentir viva, desejada, sentir-se mulher de verdade, já que seu marido andava a deixando de lado. Segurando pela cintura comecei um festival de estocadas fortes, tapas na sua bunda foram deixando a pele vermelha, seus cabelos enrolados na minha mão fazia com que seu corpo ficasse cada vez mais envergado, deixando ela ainda mais gostosa.

Chamei de putinha, de vadia, de cachorra, perguntei se o marido dela era corno, ela disse que sim, disse que sua boceta seria minha sempre que eu quisesse e eno meio dessa baixaria toda ela gozou na minha rola, sua boceta me apertava de tal forma que eu também não resisti e gozei dentro.

Rafaela arriou o corpo no sofá e por alguns minutos ficou calada, apenas controlando a respiração. Eu sentei ao seu lado e fiz o mesmo.

Ela riu, olhou pro teto e continuou rindo.

- Do que está rindo?

- Disso tudo.

- Porque?

- Por que eu tenho um marido linda que não me come assim nunca
comeu. Eu adoro dar, ser tratada como puta na cama. E você me tratou como vadia.

- Eu gostei da parte que você disse que ele é corno.

- Safado.

- Putinha.

- Vem cá, me come de novo.

Rafaela caiu de boca no meu pau ainda melado. Chupou e limpou o resto de porra misturado com o seu mel. Depois que sentiu meu pau endurecendo na sua boca, subiu em cima de mim e colocou-se a cavalgar no meu pau. Com as mãos eu fui apertando seu corpo, alisando suas costas e acariciando seu cuzinho. Rafaela gemeu, pediu para eu continuar mexendo em seu rabinho, seu corpo se movia mais rápido por cima de mim e quando eu introduzi o primeiro dedo no seu rabinho ela gozou com muito mais intensidade. Foi a deixa, levantei seu corpo e caminhamos até a mesa de reunião. Ela se apoiou, abriu as pernas, pediu que eu fizesse com carinho e com a saliva lubrificou meu pau.

Posicionei a cabeça na porta do cuzinho e forcei a entrada, ela apenas gemeu baixinho mas não recuou, deu uma rebolada e ajudou a cabeça entrar naquele rabo apertado. Continuei forçando e ela começou a rebolar ainda mais rápido ajudando o pau entrar.

- Me bate. Me chama de puta de novo.

- Putinha vadia... dá pro seu macho, dá...

- Eu dou... dou sempre que quiser.

- Vai levar a bocetinha melada pro maridinho, vai?

- Vouuuuu..... eu to gozando de novo.

Acelerei as estocadas segurando seu corpo pela cintura. Com uma das mãos, Rafaela segurava na mesa e a outra massageava o clitóris, seu orgasmo veio arrebatador, ela gemeu bem mais alto e disse que adorava ser currada daquela forma. Em seguida, segurei mais forte e gozei dentro do seu rabinho para depois deixar meu corpo exausto cair sobre a cadeira. Minhas pernas tremiam as de Rafaela também.

Ela se sentou no meu colo e começamos a nos beijar, senti a porra escorrendo de dentro da sua boceta e caindo sobre o meu corpo.

Ficamos por mais cinco minutos nos beijamos até que seu celular tocou, era o corno.

Rafaela atendeu como se nada tivesse acontecido. Disse ao marido que estava em reunião e que depois iria passar no supermercado para comprar mais vinhos. Sentada no meu colo, completamente nua, ainda teve tempo de dizer ao marido que o amava e que queria dar algo especial a ele após o jantar.

Beijos... adoro os e-mails de todos vocês.




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