"Os mais excitantes contos eróticos"

 

💋 Meu Filho Comeu Meu Rabo


autor: JulianoGLopes
publicado em: 23/04/16
categoria: incesto
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Desde que minha filha se casou eu passei a morar com meu filho, Caio. Nessa época ele tinha 20 anos, estudava e trabalhava num laboratório. Eu já estava sem marido há uns quatro anos, e nesse tempo só alguns flertes haviam me acontecido.

Tudo começou com uma suspeita. Eu estranhava que o Caio, alto, moreno e encantador, nunca trouxera nenhuma namorada para casa.
Seria ele gay? Passei a fuçar suas coisas. Nada de errado até aí. Restou o computador.

Uma vez ele tinha me ajudado a recuperar a senha do meu e-mail, que eu havia esquecido. Usei o mesmo truque para descobrir a senha do e-mail dele. Sei que é errado, mas fui ver suas correspondências.

Na caixa de entrada havia muitos e-mails. Quase caí de costas ao ler o primeiro. O remetente dizia que transava com a própria mãe. E pior, incentivava meu filho a fazer o mesmo.


Outros falavam sobre desejos pela mãe, de forma vulgar, como se aquilo fosse banal. Abalada, fui à caixa de e-mails enviados. Foi mais estarrecedor. Neles o Caio me descrevia, dizia do seu tesão por mim e até fantasiava relações sexuais. Meu deussssss!!


Antes eu não soubesse. Meu filho me queria como mulher. E eu nunca tinha percebido nada. Nem passou pela minha cabeça um desatino desses.
Vá lá que eu não era de se jogar fora. Meu jeito jovial disfarçava os meus quase 40 anos.

Até então eu não tinha arranjado homem porque não quis mesmo. Propostas não faltaram. Mas com tantas garotas jovens por aí, logo eu, sua mãe?
Passei a observar melhor meu filho. Pela primeira vez o olhei, não com olhar de mãe. Envergonhada, olhei-o como uma fêmea, apreciando um macho. Foi o prelúdio dos meus tormentos.

Li e reli todos os e-mails. Eu já não sentia a repulsa da leitura inicial. Os textos me causavam estranha sensação. Um calor jamais sentido.


- Poxa, o que está acontecendo comigo? - pensei.

Pela minha cabeça passavam mil coisas. Eu devia falar com ele? Eu devia
confessar que tinha lido os e-mails. Eu devia falar que, pelos padrões morais, aquilo era errado? O que pensaria minha filha? Meus irmãos? Os vizinhos?


A situação, confesso, massageava meu ego. Meu filho, lindo, lindo, me desejava. Alguns trechos dos e-mails martelavam na minha cabeça: "Minha mãe é gostosa demais! Que peitões lindos!", "Aquela bundona me deixou de pau duro", "Toquei uma punheta hoje, pelas suas coxas brancas e lisinhas", "Vi ela pelada no banheiro. Fiquei louco de tesão. Que vontade de meter a vara nela!".

A mulher adormecida em mim despertava. Voltei a frequentar o cabeleireiro e manicure. Reiniciei a dieta. Renovei meu guarda-roupa com vestidos e sapatos mais alegres e sensuais. E quando comprava lingeries novos, sexy e ousados e, ao estreá-los, passei a pedir a opinião de Caio.


Mesmo sabendo do despropósito, não tive forças para reagir. Aliás, parte de mim não queria reagir. Os dias foram passando e eu, cada vez mais doida. Os pijamas foram aposentados. Passei a usar camisolas curtas de cetim, transparentes, decotadas, expondo parte dos meus seios e coxas.

O Caio fingia indiferença, mas, ao ler seus e-mails, eu o percebia mais excitado, numa verdadeira escalada de tesão. Eu estava dando corda.
Quando o Caio era criança, eu o beijava na boca, beijo de mãe. Na adolescência, não sei desde quando, passamos a nos beijar na face.

Mas certo dia, nossos lábios se encontraram. Esquecemos que éramos mãe e filho e nos beijamos na boca, de forma natural, com desejo. Desvencilhei-me perturbada, ao constatar que tinha sentido prazer.

Nossos contatos físicos foram aumentando. À princípio como brincadeiras. E os abraços, apalpadas e encostadas dos quadris cada vez mais frequentes. Foi questão de tempo acontecer.

Foi numa noite em que abusei um pouco do vinho. Estávamos deitados sob a coberta, assistindo um filme. Quando a mão do meu filho roçou meus seios, senti os biquinhos ficarem durinhos na hora. E a onda de prazer chegou à pombinha, causando umidade e até contrações.

Tentei culpar a bebida, mas na verdade, o desejo reprimido guiou minha mão direita até o seu instrumento duro. Só apalpar já não satisfazia. Não falamos nada. Abaixei a calça do pijama do Caio e peguei no seu membro ereto.

Era delicioso o contato daquela ferramenta grossa e quente na palma da mão. Masturbei suavemente. A respiração ofegante do Caio denunciava o prazer que sentia. Gemendo ele disse:

- Aaahhh... que bom, aaahhh, mãe, muito bom. Não aguento mais... não aguento... aaahhh, vou goozzaarr!
A porra espirrada melecou tudo pela frente. Seu cacete ficou pulsando, com o esperma viscoso escorrendo entre meus dedos.

Morta de vergonha, eu corri ao banheiro social para pegar papel e limpar. O Caio veio atrás, com a pistola balançando, meio mole. Agarrou-me por trás e ficou se esfregando em mim.

Senti-me culpada, de brincar com fogo. E agora estava sentido o calor, prestes a ser queimada. Um misto de arrependimento por ter cedido. E deixar chegar àquele ponto. Meu filho queria mais. Eu também, mas, tudo aquilo era loucura. Seu pênis estava novamente duro, encostando-se em minhas coxas e nádegas.

Ajoelhei e abocanhei o mastro. E nooooossa!... Há quanto tempo eu não colocava um pedaço duro e pulsante de carne em minha boca! Enquanto chupava, masturbei para que ele gozasse logo. O Caio gemia e empurrava o pênis, me sufocando e fazendo-me engasgar. E gozou de novo.

Engoli todo seu leitinho quentinho e limpei seu pau por inteiro, deixando-o lisinho e brilhante com minha saliva.
Mais calmos, falei para ele que aquilo era errado e que não deveria jamais se repetir, que ele deveria arrumar uma namorada.

Ele pareceu nem prestar atenção no que eu falava e veio dizendo que me amava e que nenhuma outra mulher interessava. Os dias seguintes foram difíceis, com meu filho sempre tentando e eu rechaçando, querendo, eu confesso, mas, fugindo.

Eu só fazia oral e o masturbava. Meu filho estava cada vez mais tarado, tentando me possuir. Eu achava que não o deixando colocar seu catatau no buraco por onde ele saiu, não seria relação amorosa.

Eu procurava me convencer que o que fazíamos era só uma forma de uma mulher satisfazer um homem. Nada demais. E ele cada vez mais ardoroso e ousado. Suas tentativas de tirar minha calcinha acabavam em luta.

Ele tentava chupar a minha ostrinha. E aquilo me causava prazer, enfraquecendo minha determinação. Certa vez, ele quase conseguiu me pegar na marra. Por pouco não me entreguei a ele.

Eu tinha que dar um jeito naquilo. Eu tinha visto um artigo numa revista e sugeri irmos numa casa de swing. Eu tinha esperança que ele encontrasse outra mulher e me deixasse em paz. A aventura foi um desastre. Quem acabou assediada fui eu. E a briga foi feia.

O Caio, enciumado, me pôs contra a parede. Ficamos sem falar vários dias. Eu precisava fazer as pazes. Quando ele era criança, eu prometia algo para o natal ou no seu aniversario. E, num momento de ímpeto, acabei prometendo deixá-lo transar comigo em seu aniversário. E ficamos de bem. Era tudo o que eu queria.

Só que o aniversário dele estava se aproximando. E eu, arrependida da promessa, pensava: "Bem feito, bocuda!", me auto-repreendendo. Ele até tinha parado de me forçar. Abraçava-me e beijava com muito carinho, sempre me lembrando da promessa feita. Como se fosse possível me esquecer.

Devo confessar que eu também o desejava. Um rapaz lindo, no auge da juventude, todo tarado por mim. E eu o amava mais do que tudo no mundo. Mas, a consciência me freava. Eu queria e ao mesmo tempo, tinha esperanças de que nada iria acontecer. Ou que não podia ocorrer de verdade, apesar de eu já estar tomando pílulas há dois dias.

E o dia fatídico chegou. Acordei com o Caio me beijando, cobrando o presente prometido. E eu procurando ganhar tempo, na esperança de que não fosse acontecer:
- Agora não, filho. À noite, tá?

E ele todo feliz e ansioso:
- Tá bom, mãe! Pra quem esperou tanto, mais algumas horas...
Ele disse isso e foi trabalhar. Essas horas foram as mais agoniantes da minha vida.

Eu estava aérea, sem conseguir me concentrar em nada. Assistia TV como se estivesse num país estranho. Via as imagens, ouvia os sons e era como se tudo aquilo fosse outra língua. Nada entrava em minha mente, a não ser o incesto iminente e como evitá-lo.

O dia chegava ao fim. Liguei apenas a lâmpada do corredor. Deixei a casa na penumbra. Como se escuridão pudesse ocultar o turbilhão de sentimentos contraditórios que me assolava. Tomei uma ducha e vesti um conjunto de calcinha e camisola verde garrafa.

Ao pentear os cabelos, vi meu sorriso no espelho, ao me imaginar, como uma puta esperando o seu cliente predileto. Ainda que envergonhada, passei um batom vermelho, deixando os lábios mais sensuais. Aquela não era eu. Era outra qualquer.

Quando meu filho chegou, fui dar o rosto para ser beijada. Ele já me agarrou firme, com uma pegada surpreendente, dando um beijo atrevido, molhado. E eu correspondi, com língua e tudo mais. O Caio já foi se desnudando apressado, jogando as roupas pelo caminho do meu quarto.

Eu também já não raciocinava. Estávamos ambos fora de si. Tomados pelo desejo. E fui eu mesma quem tirei a minha calcinha, última barreira entre nossos sexos. Caímos grudados na cama e rolamos, até ele ficar por cima.

O Caio tinha pressa. Eu esboçava uma fraca reação a tantos arroubos de paixão. Seu membro duro e inchado cutucava meu baixo ventre, procurando a entrada da prexeca. Eu queria parar ali, mas, não tinha forças. O desejo me dominava, impedindo qualquer reação.

Quando aquele cacete resvalou nos meus lábios vaginais, foi tão gostoso que acabou com as minhas defesas.
Abri as pernas e me preparei para ser penetrada. A cabeça rombuda entrou, esticando minhas carnes.

- Ahhhhhhhhhh... meu filho... não faz isso com a mamãe!!! - soltei um gemido lascivo de prazer. Minha bocetinha ardia, já que há muito não era visitada. O Caio empurrava, com vigor. E usava seu peso e as mãos para me imobilizar, como se temendo que eu desistisse.

Eu apenas fiquei parada, sentindo o avanço de cada centímetro da sua rola dentro de mim. Um prazer incrível e já quase esquecido tomou conta do meu ser. E mal entrou tudo, ele começou a socar, enquanto dizia gemendo, quase como um animal:

- Aaahhh, entrou, mãe, entrou! Aaahhh, que boceta apertadinha! Aaahhh, gostosa, gostosa, tá tudo dentro! Aaahhh, mãe, eu te amo, como você é gostosa!...

A palavra "mãe" me fez lembrar com quem eu estava fodendo. Sim, eu estava dando para o meu próprio filho. Parte do seu corpo, que um dia havia saído de mim, tinha voltado pelo mesmo caminho, todo enfiado na minha xana, me preenchendo as carnes mais íntimas.

Meu deussss!!! Era insano e angustiante pensar nisso. Eu sentia a rachinha toda preenchida por um pênis proibido. Estava ocorrendo a quebra de um tabu social. Algo que seria terrivelmente embaraçoso, se algum parente viesse a saber.

Eu estava sendo possuída por alguém que, por mais que eu tivesse a mente aberta, me deixava morta de vergonha. Mas o vai e vem do seu espeto dentro de mim era incrivelmente delicioso. E tive um orgasmo arrebatador.

E já estava sentindo que outro viria, quando senti que meu filho gozou. Seu corpo se tremeu todo e depois parou, ficando imóvel. Só seu cacete ficou pulsando dentro de mim, jorrando porra quentinha bem no fundo da minha buceta.

Minha respiração foi se acalmando, ao mesmo tempo em que a lucidez voltava e fazia o coração bater descompassado. Senti-me suja, a mais depravada das mulheres. Da minha xoxota, minava o sêmen do meu filho.

Eu acabara de deixar meu filho tentar fazer seu filho em mim, sua própria mãe! Aí, eu seria mãe do meu neto. Era demais pra minha cabeça. Era muita loucura e mexia com minha cabeça.

Resolvi não pensar. O amor que eu sentia por ele falou mais alto. Desta vez, fui eu mesma que o puxei para junto de mim, com força, enlaçando-o com braços e pernas. Não queria que ele saísse de mim. Ele era meu. E sempre seria meu! Meu amor, minha vida.

E ele veio dizendo em meu ouvido:
- Te amo..., eu te amo muito, mãe!...

OBS: Esta história não terminou por aqui. Narrarei ainda hoje, o que aconteceu depois!. 💟 💗 💖 💟 💗 💖 💕


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