"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Casalzinho evangélico - 01


autor: Publicitario45
publicado em: 25/04/16
categoria: hetero
leituras: 8001
ver notas


Semana passada recebi duas mensagens bem interessantes pelo site. Uma delas acabou me surpreendendo muito. Realmente uma situação inusitada que acabou me rendendo uma tarde maravilhosa. Espero que gostem e que comentem, pois acho que iremos ter vários desdobramentos.

Quem entrou em contato comigo foi Rebeca, uma noivinha de Guarapari que estava prestes a se casar com o filho do pastor da sua igreja. Confesso que incialmente achei a conversa dela meio estranha, mas no final ela acabou me convencendo que valeria a pena ir ao encontro dos dois.

Rebeca e Saulo tem 18 e 19 anos respectivamente. Ele é filho do pastor de uma igreja em Guarapari, ela, é a menina da igreja que apesar de seguir os ensinamentos da igreja sente um fogo incontrolável. Perdeu a virgindade com Saulo aos 16 anos, nunca transou com outro homem na vida, sente tesão quase que o dia todo, os hormônios estão gritando, mas acha que deveria experimentar algo diferente antes de se casar.

Saulo como disse tem 19 anos, é o filho do pastor, primeiro e único namorado de Rebeca. Conheceram as maravilhas do sexo juntos. Não bebe, não fuma, estuda muito e trabalha na loja de material de construção do tio. Também sente seu corpo pedir por sexo o dia todo, não pode chegar perto da noiva que eles entram em ebulição, mas segundo a noiva, tinha um certo receio em realizar a fantasia da noiva que é... dar para outro na frente dele.

Rebeca me passou o telefone dela mas disse que me ligaria quando estivesse sozinha em casa, geralmente na parte da tarde. Pela manhã foi tão corrido que eu não me lembrava mais de Rebeca até que ela me ligou.

- Olá, é você Publicitario45?

- Sim, quem fala?

- Rebeca, sua mais nova admiradora.

- Olá, tudo bem?

- Sim, estou um pouco nervosa. Não achei que você iria responder a
minha mensagem.

Continuamos a conversa e Rebeca me contou a história do casal. Eles namoram desde muito cedo. Os pais dela frequenta a igreja onde o pai de Saulo é o pastor. As famílias apoiam o noivado mas nem imaginam que eles já transam há mais de um ano. Rebeca é mais saidinha, adora roupinhas curtas mas evita usa-las na igreja. Adora sexo, é do tipo ninfetinha, tem voz de menina ainda mas já sabe bem o que quer na cama. O medo dela é casar com o Saulo e passar o resto da vida sem saber o gosto de outra pica em sua boca. Saulo fica excitado com a conversa dela, eles sempre transam mas ele tem medo de ir em diante.

Pedi a Rebeca que ela me mandasse algumas fotos e ela mandou.

Linda, novinha, cara de sapeca. Corpinho estilo mignon, pele com o brilho da juventude, ruivinha (Tintura), olhos verdes, pele muito branca, baixinha, pernas grossas, bundinha médio, mas empinada, seios pequenos e durinhos. A maioria das fotos eram de saia ou vestidos, mas a última ela mandou para arrebentar. Uma foto da xaninha, lisinha, lábios carnudos e rosados. Na mesma hora meu pau endureceu. As outras fotos ela estava com o namorado, cara de menino, novinho, um pouco acima do peso. A questão era: será que eles irão topar?

Com a chegada do feriado eu resolvi ficar em casa. Ia viajar mas em cima da hora desistimos e eu passei a quinta, sexta, sábado e domingo em casa. Na quinta, eu e Rebeca falamos por quase duas horas no Skype. Apesar de novinha, sabe bem o que quer e naquele momento, ela ia convencer o namorado a me conhecer no sábado.

Entre eu e ela estava tudo acertado, iriamos nos encontrar num Shopping e apenas conversar, se rolasse um clima, iriamos para um motel. Saulo, um pouco mais cauteloso, sugeriu que eu os encontrasse no estacionamento do shopping, concordei e no sábado as 13h eu estava lá.

Vi quando um carro estacionou e piscou os faróis. Caminhei em direção a eles e sentei no banco de trás. Rebeca se levantou e me deu um beijo no rosto, me apresentou a Saulo que apertou a minha mão.

Ele estava meio pálido, tremulo, suas mãos estavam geladas e suadas. Receba usava uma sainha tipo colegial, salto alto e uma blusinha branca. Melhor estilo ninfeta impossível. Saulo estava de calça jeans e camisa polo. Ficamos por vinte minutos conversando assuntos sem nenhuma conexão com os interesse dela. Saulo foi se soltando e Rebeca deu sua cartada final.

- Gente. Nós vamos ficar aqui?

- O que você quer fazer amor?

- Saulo, vamos para um motel. Se rolar rolou, se não rolar nada, aposto que seremos bons amigos.

Concordei e Saulo ligou o carro. Sugeri um motel na Darly Santos por ser mais afastado. Fomos no carro deles. Rebeca não parava de falar, estava eufórica, excitada e nervosa ao mesmo tempo. Saulo era o sinal do nervosismo. Estava mudo e em alguns momentos se distraia no transito.

Chegamos na porta do motel e eu eu perguntei se eles realmente estava preparados para aquilo.

- Só vamos saber lá dentro – disse ela com cara de quem estava disposta a tudo.

Entramos, pedimos uma suíte com hidro e em minutos Saulo estava na garagem. Ele saiu primeiro, depois eu e Rebeca e seguida. Quando ela saiu ude ver quanto gostosa ela era, muito mais que nas fotos.

Entramos e Saulo foi em direção a cama. Se jogou e ficou encarando a namorada. Os dois estavam mais nervosos do que tudo. Sugeri um banho na hidro para relaxarmos e Rebeca aceitou na hora. Me ofereci para desabotoar a sua blusa e ela se virou me oferecendo as costas, desabotoei e o tecido escorregou pela sua pele branca. Soltei o zíper da sua sainha e ela ficou aenas de calcinha e salto alto. Saulo arregalou os olhos mas de onde estávamos dava para ver o volume na sua calça jeans. Meu pau estava latejando, chegava a doer de tesão.

Rebeca se virou e me deu um beijo molhado, lento, sedutor. Sugeri a ela que fosse até o namorado para ajuda-lo a se livrar das roupas e ela assim o fez. Me despi e fui direto pra hidro e me sentei.

Rebeca tirou a camisa do noivo, abriu o cinto e desceu o zíper. Saulo se livrou dos sapatos e depois da cueca. Ele e Rebeca foram caminhando até a hidro e antes de entrar ele a puxou e começou a beijá-la. Rebeca gemeu e tirou um sapato depois o outro. Restava a minúscula calcinha e eu resolvi ajudar. Com uma das mãos puxei o tecido rendando lentamente. Rebeca ajudou levantando uma perna, depois a outra. Para instiga-la, toquei levemente na sua bocetinha e ela deu um leve gemido enquanto beijava o namorado.

Saulo estava extremamente excitado. Apesar de ter um pau de 20 centímetro, ele era fino, muito fino. A cabeça da sua rola estava apontada pro teto tamanho tesão e Rebeca se ajoelhou lentamente, beijando o pescoço do amado, descendo pelo peito, passou pela barriga, chegou na virilha e depois na pica. Da hidro, eu apenas assistia e pensava como uma menininha novinha, crente podia ser tão safadinha assim. Rebeca segurou o pau do noivo com as duas mãos, lambeu a cabeça usando apenas a ponta da língua, desceu até o saco apenas lambendo, sem chupar o pau de Saulo. O garoto apenas gemia, parecia ter esquecido que eu estava ali. Os seios da amada estavam rijos, pele arrepiada, boca sedenta e ela me olhava enquanto metia a rola do namorado pra dentro da boca. Saulo gemia e se contorcia ainda de pé. Rebeca começou um vai e vem sensacional metendo o pau inteiro dentro da sua boca e saindo até a pontinha da cabeça. Saulo segurou seu cabelo com as mãos e começou a foder a boca da noiva com vontade, arfou, deu uma gemida mais alta e gozou enchendo a boca de Receba de porra, porra aliás que foi devidamente sugada até a última gota.

Rebeca se levantou e levou seus lábios melado de porra até a boca do namorado, eles se atracaram e Saulo acabou bebendo o resto da porra que ainda havia na boca de Rebeca. As mãos do menino deslizavam pelo corpo da namoradinha e quando ele meteu o dedo na boceta dela ela recuou.

- Não, quem vai brincar com ela agora é ele, e você só vai assistir.

Se Saulo que era o noivo ficou surpreso com a namorada, imagina eu que estava achando que ela seria do tipo inexperiente. A menina entrou a hidro e antes que eu me levantasse, ela colocou um pé no meu ombro e deixou a boceta aberta pra mim. Dei uma respirada mais funda para sentir o cheiro do grelinho, o bafo quente que saia da minha boca fez com que Rebeca gemesse um pouco mais alto. Dei um beijo molhado nos lábios rosados e ela se apoiou na parede. Passei a lamber lentamente seu grelinho alternado com pequenas mordidas.

Rebeca remexia os quadris esfregando sua xana na minha boca, seu corpo dava pequenas tremidas, ela gemia cada vez mais alto e intensamente e antes que ela caísse dentro da hidro, me levantei e coloquei ela deitada na beirada. Abri bem suas pernas e ci de boca no seu sexo completamente molhado. Suas mãos puxavam minha cabeça em direção ao grelo e rapidamente veio o primeiro gozo. Sorvi todo seu mel, fui em direção a sua boca e a beijei com volúpia deixando parte do seu gzo entre seus lábios pequenos. Rebeca pediu que eu me deitasse na cama, veio em minha direção, pegou meu pau e soltou um
– é grosso – para logo em seguida repetir comigo a mesma estratégia que ela teve com o namorado. Me lambendo da cabeça ao saco,

Rebeca ficou de quatro e o namorado foi em direção dela – amor, come meu cuzinho, a bucetinha será do nosso convidade - disse ela com cara de putinha.

Saulo antes de meter no rabinho da noiva, pegou um pote de gel e passou em toda extensão do seu pau. Posicionou a cabeça e meteu o pau de uma vez só, arrancando um grito de Rebeca.

- Mete corninho, mete na putinha, mete!

Rebeca ordenava e Saulo obedecia. O menino parecia enlouquecido, socava o rabo da noiva com vontade, força, raiva e tesão ao mesmo tempo. Suas mãos espalmavam deixando a pele de Rebeca totalmente avermelhada, ela, continuava me chupando do saco até a cabeça.

Mordeu minhas coxas, me arranhou, esfregou meu pau na sua cara, pediu para que eu desse leves tapas no seu rosto e sentiu seu cu enchendo de porra com o gozo no namorado.

Peguei uma camisinha e disse que agora seria a minha vez. Com ela ainda de quatro e o cuzinho escorrendo a porra de Saulo, coloquei a camisinha e fui em direção a anelzinho. Coloquei a cabeça na porta e fui entrando. Rebeca arfou, disse que era mais grosso e por isso estava doendo. Mandei ela calar a boca e lhar pro noivinho. Ela apenas obedeceu a se abri ainda mais. Meu pau foi escorregando para dentro daquele cuzinho acostumado com um pau grande mas muito fino.

Suas pregas foram se abrindo, ela gemia, respirava descompassadamente e pedia para apanhar. Com o meu pau inteiro dentro, segurei a ninfeta pela cintura e comecei a estocar com força.

O corpo rijo de Rebeca balançava, ela gemia, perguntava se Saulo estava gostando e meu tesão aumentava a medida que ela olhava de boca aberta.

Rebeca de quatro disse que queria na boceta. Me deitei e ela veio por cima. Com a camisinha melada da porra do noivo meu pau foi entrando naquela boceta quente e muito apertada. Parecia que ela iria quebrar meu pau no meio. Rebeca rebolou, quicou, cavalgou quando sentiu que ia gozar pediu que o namorado voltasse a come-la por trás.

Saulo se posicionou atrás da noiva e foi metendo no cuzinho. Rebeca gemeu mais alto, beijou a minha boca e seu corpo liberou espasmos durante seu gozo.

Depois do gozo, Rebeca cansou, mas tanto eu quanto Saulo ainda não tínhamos gozado, pelo menos eu não tinha gozado nenhuma vez.

Deitamos Rebeca de lado, Saulo por trás e eu na frente e começamos a castigar a noivinha. Ele socava com força no rabinho e eu na xaninha. Rebeca gemia e pedia mais, seus seios durinhos eram apertados pelas nossas mãos. Estapeamos sua bunda várias vezes e Saulo gozou novamente. Acelerei o ritmo e quando meu gozo se aproximou Rebeca pediu que eu gozasse na sua boca. Retiramos a camisinha e ela começou a me chupar novamente, meu gozo veio enchendo sua boca de porra.

Quando olhamos no relógio já passava das 17h30. Saulo disse que ia tomar um banho e Rebeca foi buscar uma garrafa de agua mineral.

Eu, fiquei deitado na cama olhando aquela menina caminha em minha direção. Rebeca levou as mãos em direção aos seus lábios como me pedisse silencio. Subiu em cima de mim e colocou meu pau sem preservativo na porta da sua boceta. Meu pau endureceu com o calor do seu sexo e ela desceu colocando ele todo pra dentro. Sem fazer barulho Rebeca começou a cavalgar de forma incrível e gozamos juntos, desta vez enchendo sua boceta de porra.

Saulo então nos gritou e disse que a agua estava ótima. Entramos os três no box e eu e Saulo ficamos mais uns 40 minutos amassando Rebeca de tudo quando era jeito. Em troca, cada um ganhou um novo
boquete cm direito a leitinho na cara.

Nos despedimos assim que eles me deixaram no estacionamento do shopping onde meu carro estava parado. Durante o percurso, Rebeca foi no banco de trás e ficamos nos beijando o tempo todo.

Assim que chegaram em Guarapari, o casalzinho me mandou a seguinte mensagem de texto:

Publicitario45.
Adoramos te conhecer. Eu mais ainda, nunca gozei tão gostoso na minha vida. Em maio tem mais dois feriados e estamos querendo passar uma semana em Vila Velha. Quero que você apresente uma das suas amigas ao Saulo, tenho certeza que ele vai se divertir muito e eu serei sua a tarde inteira.
Beijos,
Beca. Sua noivinha putinha.

Agora nos resta rezar para o feriado de maio chegar logo. Acredito que vem coisa boa por ai.

Beijos e boa semana a todos.





ver comentários

Aviso:

Todos os comentários aqui exibidos são de inteira responsabilidade do comentarista. O site Clímax Contos Eróticos deixa claro nas suas normas que manifestações de pedofilia, racismo ou de qualquer outro teor ilícito serão banidas, assim como seus autores. Publicações ou comentários ofensivos aos demais membros poderão ser removidos.

Faça um comentário:



Sua nota para este texto:

Quero receber email sobre novos comentários.