"Os mais excitantes contos eróticos"

 

"O vizinho que eu sempre quis"


autor: professor0987
publicado em: 30/04/16
categoria: hetero
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Hoje, pela primeira vez, vou contar uma história que não envolve aluna (se você nunca leu minhas histórias, recomendo que leia os contos anteriores).
Recentemente mudei para um prédio novo, condomínio bonito, cheio de opções de lazer e tudo mais. O único problema é que os fundos de cada unidade ficam relativamente próximos da área de serviço do vizinho, sendo que os espaços são muito viziveis, todos em vidro transparente. E isso foi algo que demorei a acostumar, pois tenho por hábito ficar sempre bem a vontade em casa, principalmente nos dias de calor.

Na sexta-feira da primeira semana morando no novo condomínio, cheguei bem tarde em casa, passava das três da madrugada. Dei uma espiada rápida no apartamento próximo ao meu e vi que todas as luzes estavam desligadas. Cansado, ainda na sala, comecei a tirar minha roupa. Primeiro a camisa, depois a calça jeans também ficou no chão. Fiquei apenas com uma cueca boxer preta. Sou alto, moreno e tenho um pau que, mesmo mole, faz um volume considerável na roupa – isso é algo que até me incomoda, as vezes.

Era uma madrugada especialmente quente. Abri todas as janelas e fiquei na área de serviço por algum tempo, tomando vento e pensando na programação do final de semana. Estava bem feliz com o novo apartamento. Até que lembrei de pegar minhas roupas, que ainda estavam na sala, e colocar na máquina de lavar. Fui até a sala e, quando voltei para a varanda, reparei que havia alguém no apartamento da frente, me olhando. Eu, apenas de cueca, fiquei sem reação. As luzes não estavam ligadas, mas dava pra ver que era uma mulher, de estatura média. Ela rapidamente se virou e saiu. Eu fiquei um tanto constrangido e fui dormir.

No dia seguinte, sábado, por volta do meio dia, estava parado esperando o elevador para descer, quando uma voz surgiu no outro lado do corredor:

- Segura a porta, por favor!

Era a vizinha que eu havia visto na noite anterior. Nos apresentamos com um beijo no rosto e imediatamente senti sua pele macia. Falamos sobre amenidades e ambos ignoramos o fato de que, em nosso primeiro contato visual, eu estava apenas de cueca. Luiza, era seu nome. Tinha a pele morena clara, cabelos curtos e cacheados, não mais do que 1,70. 21 anos recém completados. Seu sorriso me encantou, mas eu não consegui deixar de reparar nos seus olhos, detentores de um azul profundo. Luiza usava um vestido leve, de malha, que não marcava muito seu corpo mas desenhava sutilmente o formato de sua cintura, que era bem marcada.

No fim da noite, cheguei em casa e fui tomar um banho. Ao sair do banheiro, passando pela varanda, tomo um susto: as luzes do apartamento em frente estão desligadas, mas dá pra ver claramente que Luiza está apenas de calcinha, de costas para mim, estendendo roupa em um pequeno varal. Paralisei na hora. Ela não se virou em momento algum, continuava pegando peças de dentro da máquina de lavar. A última peça era um sutiã. Ela pegou o grampo, prendeu o sutiã no varal e saiu da varanda. Não vi seus peitos, mas pude me deliciar com a visão de sua bunda em uma calcinha branca, simples, sem renda. Uma bunda redondinha e bem empinada, de tamanho excelente. Foi o suficiente para me tirar o sono. Fiquei um bom tempo no quarto, lembrando da cena e batendo punheta para Luiza.

Não vi minha vizinha durante a semana que passou. Eu sempre chegava tarde da aula e acho que ela já estava dormindo. No sábado seguinte, porém, a situação se repetiu. Saí do banho e lá estava ela, só de calcinha, colocando roupa no varal. Só que, para minha total surpresa, ela virou o rosto e me encarou por um tempo. Deu um sorriso, e sem dizer nada terminou o que estava fazendo e deixou o local. Fiquei um tempo atordoado, confesso. Até que alguém ligou no meu celular, me distraí e um tempo passou, acho que cerca de meia hora. Era sábado a noite e eu queria sair, mas não tinha definido um lugar para ir. Ainda assim, me arrumei como se fosse para uma balada. Não conseguia tirar Luiza da minha cabeça. Chamei o elevador, esperando, em vão, alguma voz que viesse do outro lado do corredor. Meio sem saber o que fazer, bolei uma história na minha cabeça e fui bater na porta do apartamento dela. Iria dizer que precisava de detergente, alguma coisa para limpeza. Algo simples, do cotidiano de uma relação entre vizinhos. Na pior das hipóteses, veria seu corpo de perto e me perderia, por alguns segundos, nos seus olhos azuis.

- Olá. Err... Luiza, certo?

- Oi! Tudo bem? Luiza, isso mesmo.

- Eu queria saber se vc pode me emprestar um pouco de detergente. O meu acabou e o mercado mais próximo já está fechado nesse horário.

- Claro, tenho sim. Vc trouxe um copinho?

- Copinho?

- É, para por o detergente. Não tempo problema, eu arranjo para você – disse Luiza, sorrindo e me convidando pra entrar.

Ela vestia um shortinho branco, dessa vez colado no corpo, pés descalços e uma camiseta regata, sem sutiã. Fiquei me perguntando se ela ainda estaria com a mesma calcinha de antes, aquela que vi na varanda. Enquanto minha imaginação voava longe, Luiza voltou com um copo de plástico cheio de detergente e se aproximou para me entregar.

- Você estava lavando a louça? Assim, de camisa e todo produzido?

- Não, na verdade eu estava indo para um barzinho encontrar uns amigos.

- Ah.

Silêncio.

- E aí vc lembrou que precisava de detergente? – ela disse, rindo novamente.

- É, não sei porque, mas lembrei da louça.

- (risos) Ah, entendi. Achei que vc lavasse a louça assim, todo arrumadinho...

- Não. Costumo lavar a louça só de cueca. Aliás, do mesmo jeito que você, quando está lavando a roupa.

Luiza ficou imóvel, me encarou por alguns segundos. Certamente não esperava esta resposta. Mas logo mordeu o lábio e aproximou sua boca da minha, sem encostar. Coloquei minha mão direita na sua nuca e trouxe seu rosto em direção a minha boca. Trocamos um beijo demorado, lento, mas com certa agressividade. Ela mordia meu lábio inferior, e eu retribuia chupando sua lingua. Minha mão foi escorregando para sua bunda, e ela começou a morder meu lábio com mais força.

- Ainda está com a mesma calcinha de antes? – perguntei, interrompendo o beijo

- Vai ter que descobrir. – ela disse, provocando.

Peguei Luiza no colo e a coloquei no sofá, de pernas abertas. Foi fácil tirar seu shortinho, embora ele estivesse colado em sua pele. Era mesma calcinha, preta, não muito cavada. Aproximei meu rosto e pude sentir o cheiro que exalava de sua boceta. Caralho, como eu gosto de cheiro de boceta. Dei uns beijos, ainda por cima da calcinha. Depois subi, e nem precisei tirar sua regata para ver os peitinhos pequenos e lindos de Luiza. Naquela posição, a regata não era suficiente pra cobrir nada. Seus peitos eram durinhos e macios, com as aureolas claras e o biquinho bem escuro. Cai de boca sem pedir permissão, beijei e lambi como se não houvesse amanhã. Mordia de leve, e percebia que ela gemia mais alto quando isso acontecia.

Me levantei, tirei minha camisa. Ergui as pernas dela e tirei sua calcinha num só movimento. Me deparei com uma bocetinha linda, com poucos pelos e já parcialmente melada. A visão daquele líquido escorrendo foi um convite. Comecei lambendo bem de leve, aproveitando cada segundo. Mas logo estava enfiando um dedo e chupando seu clitoris com força, enquanto Luiza apenas gemia e pedia para não parar, que estava uma delícia. Não parei até ter certeza de que ela havia gozado. Seu corpo relaxou, sua boceta ficou ainda mais molhada. Voltei a beijar seus peitos e sua boca, enquanto continuava acariciando sua boceta com uma das mãos.

- Me come, por favor! Quero seu pau...

Fingi que não ouvi e aumentei o ritmo. Com uma das mãos, acariciava seu clitoris. Com a outra, enfiava dois dedos em um ritmo cada vez mais acelerado.

- Me fode, seu gostoso, mete seu pau em mim, de uma vez por todas!

Me levantei e posicionei seu corpo de modo que a bunda ficasse no braço do sofá. Sua boceta ficou na posição perfeita, e eu ainda perdi algum tempo admirando aquela visão deliciosa antes de posicionar meu pau na entrada e empurrar pra dentro lentamente. Luiza me olhava com aqueles olhos azuis e pedia para enterrar tudo. Devagar, mas com vigor, meu pau entrou completamente, e ela então soltou um sorriso lindo de satisfação. Metia e dedilhava seu clitoris com uma das mãos, e não demorou muito para ela gozar novamente. Colocou sua mão em cima da minha, apertou, respirou profundamente e se acabou num gozo longo e hipnotizante.

- Você é o vizinho que eu sempre quis – disse Luiza, com a voz meio rouca, meio sem ar, recuperando o fôlego.

Eu sorri, contente com o elogio. Continuei na mesma posição, enquanto Luiza tirava a boceta do meu pau e se posicionava de outra forma: agora era sua boca que estava no braço do sofá. Ela pegou no meu pau e punhetou levemente enquanto admirava o tamanho. Tocou nas minhas bolas, passou o dedo pela base do pau até chegar na cabeça. Encostava os lábios, sem chupar, me levando ao delírio. Sem dúvida, gostava de provocar e ver a minha reação. Tirei sua mão do meu pau e dei um meio passo para trás. Fiquei punhetando enquanto ela ficava só olhando. Olhava meu pau e depois olhava nos meus olhos. Até que ela abriu a boca e colocou a lingua pra fora. Entendi o convite e coloquei meu pau em sua boca. Luiza alternava movimentos circulares com a lingua e lambidas na base do pau. Anunciei meu gozo e ela pareceu não se importar. O primeiro jato foi direto em sua garganta, e os outros atingiram seu lábios.

Fomos ao banheiro e ela me convidou para um banho. Trepamos mais uma vez, agora em sua cama, com mais conforto e carinho. Perdi a conta de quantas vezes ela gozou. Foi a primeira vez que passei a noite na casa da Luiza. Ao amanhecer, nos despedimos. Nunca me esquecerei de suas palavras naquela manhã.

- Foi uma delícia te conhecer, vizinho. Quando precisar de algo, basta chamar.

Esta é uma história real, que aconteceu no primeiro mês de 2016. Os nomes foram trocados, para preservar as respectivas identidades. Se gostou, escreva para contosdoprofessor@gmail.com. E-mails com fotos serão respondidos com fotos minhas. Não envio fotos de minhas parceiras.




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