"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Julia


autor: caiopiresbr
publicado em: 04/05/16
categoria: hetero
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Sempre tive uma grande atração pela minha cunhada. Começou nos primeiros anos de namoro com minha esposa. Ela tem um irmão mais velho e, alguns meses antes de eu começar a namorá-la meu cunhado começou a namorar a Julia.

Julia é uma loirinha linda, magra, 1.60, ela tem olhos verdes e cabelos longos. Ela stá longe de fazer o tipo gostosona panicat, no entanto, seu nível de sensualidade é absurdamente instigante. O jeito que ela anda, cruza as pernas, mexe no cabelo, seu olhar, seu sorriso, enfim tudo nela me desperta um interesse inquietante. Ela é recatada. Mulher correta, frequenta igreja regularmente e certamente uma ótima esposa para o meu cunhado. Mas nunca me enganei sobre como ela deve ser entre quatro paredes. Uma mulher que exala sensualidade em tudo que faz, igual ela, certamente tem um desempenho excepcional na cama.

No dia a dia Julia utilizava roupas comportadas, até demais às vezes. Mas como fazia parte do seu círculo social mais íntimo, tinha chance de vê-la utilizar shortinhos curtos, blusinhas de alça com decotes e calças legging. Sempre fui a loucura com isso e sempre tentei deixar claro isso pra ela com olhares intrigantes. Creio que Julia nunca tentou me seduzir. Ela não precisava, acontecia naturalmente.

Um dos hobbys favoritos do meu cunhado era vinho e, para mim, os momentos favoritos com Julia aconteciam quando ela bebia. Ela se soltava mais, conversava mais e ficava ainda mais sensual (como se isso fosse possível). Nesses poucos momentos ela acabava dando indiretas que me balançavam a razão.

Meu cunhado é um engenheiro conhecido e sempre precisou viajar bastante a trabalho. Geralmente suas viagens duravam poucos dias em que Julia ficava sozinha. O conto que vou narrar agora aconteceu em uma dessas viagens, em que, por sorte minha, ele precisou ficar quinze dias fora de casa.

Após 5 dias dele fora da cidade Julia começou a aparecer com mais frequência lá em casa. Morávamos no mesmo condomínio e ela vinha sempre bater um papo com minha mulher. Elas eram amigas e adoravam conversar.

Em uma sexta-feira minha mulher me manda uma mensagem avisando que Julia jantaria lá em casa e me pedindo para fazer umas compras. Aproveitei e comprei um bom vinho.

Quando cheguei em casa, lá pelas 19 horas, Julia já estava lá batendo um papo alegre com minha esposa. Elas tinham começado a cozinhar e cheiro estava ótimo. Eu prontamente me ofereci para abrir um vinho. Minha esposa aceitou, porém Julia falou que não beberia naquele dia. Isso jogou por água abaixo qualquer tentativa de minha parte de ter papos mais quentes com minha cunhada.

Bola pra frente, que a vida é isso mesmo, alguns momentos você dá sorte e em outros o universo não conspira a seu favor.

Continuei ali conversando com elas. A noite foi super agradável. Ficamos conversando, rindo. O clima estava ótimo e vinho começou a tomar conta de mim.

Após a janta todos fomos para sala e fiquei vendo TV enquanto elas conversavam. Papo vai, papo vem, Julia começou a se queixar com minha esposa:

_ Estou com saudade do Renato. Ele nunca ficou tanto tempo fora - falou ela com uma carinha triste.

_ Te entendo cunhada, se o Henrique precisasse viajar tanto eu não sei o que faria - respondeu minha esposa com ar complacente me olhado com pena - Faz assim, dorme aqui em casa hoje. Fica aqui e amanhã damos uma volta no parque. O que acha amor?

_ Claro querida, concordo. É sempre agradável ter você aqui Ju, você sabe disso, dorme aqui com a gente, não é bom ficar muito tempo sozinha - eu concordei.

Depois de um tempo ela aceitou e ela e minha esposa foram para o quarto se trocar para dormir. Como já era tarde, minha esposa resolveu emprestar algo pra Júlia, evitando que ela precisasse ir em casa. Temos um bom quarto de hóspedes e estamos sempre preparados para receber nossas famílias que moram em outro estado.

Alguns momentos depois as duas aparecem novamente na sala para me informar que já estavam com sono e iriam dormir. Tive que me segurar para que meu coração não saísse pela boca. Minha esposa, sexy como sempre, vestia uma camisola branca, quase transparente. Só isso já me faria ficar de pau duro. Agora, quando vi Julia, vestida com um baby doll preto que tinha dado de Natal para minha esposa, tive certeza que meu coração iria parar.

_ Lembra aquele baby doll que você me deu e ficou grande amor?. Vê se não ficou bom na Julia? - nunca entendi como Roberta eve coragem de me perguntar aquilo. Aquela mulher sabia mexer com meu imaginário, não é a toa que casei com ela.

_ Sou péssimo em escolher roupa pra você né amor? Ainda bem que não foi dinheiro jogado fora. Ficou super bem em você Ju.

_ Obrigado Henrique.

Claro que tinha que fingir que aquilo não era nada demais. Sempre fui bom em disfarçar, porém, meus olhos não conseguiam tirar os olhos do corpo da Ju naquele baby doll. Que coisa mais sexy.

Mas a felicidade não durou muito. Logo as duas decidiram ir dormir e eu fiquei ali sozinho. Resolvi pegar uma taça de vinho e terminar de beber a garrafa que tinha aberto antes enquanto via um filme. Em um determinado canal estava passando um filme chamado "Dicionário de Cama" que logo comecei a assistir por gostar da atriz principal.

Depois de meia hora de filme ouço passos no corredor e eis que Júlia surge. Ela tinha acordado com sede e foi até a cozinha beber água. Me ofereci para pegar para ela, mas ela não aceitou porque não queria me incomodar.

Ao voltar da cozinha Jú me falou que estava sem muito sono e comentou que já tinha visto aquele filme. Me perguntou se não teria problemas assistir o filme comigo e eu, claro, aceitei.

Ela se sentou em outro sofá, ofereci o vinho e ela recusou novamente.

Ela estava concentrada em assistir o filme, e eu em assistir seu corpo. Ela sentou da forma mais sexy possível, com os braços apoiados e cruzando as pernas.

_ Henrique, não pude deixar de perceber esse creme aqui no braço do sofá, é para o que?

_ Ah, esquecemos de tirar daí. - falei um pouco sem graça - É um creme que uso na Roberta. Faço massagem nos pés dela toda noite. Ela chega com eles cansados e bem secos. Ela adora.

_ Que coisa boa. Nossa, meus pés estão exatamente assim agora. - ela insinuou - Você faria uma massagem neles? Podemos manter esse segredo só entre nós.

Meu coração iria enfartar pela segunda vez no mesmo dia. Na mesma hora me levantei e fui para o mesmo sofá dela. Peguei uma almofada e coloquei no meu colo.

Esperei ela tirar as sandálias e colocar o pé no meu colo.

_ Ai Henrique, ficou muito alto por causa da almofada. Pode ser sem? - ela queria me deixar maluco. É óbvio que meu pau ficaria duro assim que minhas mãos tocassem seus pés. Aquela almofada serviria para não ficar tanto exposto, mas não poderia dar pra trás.

_ Claro. - respondi removendo a mesma.

Ela virou de lado no sofá, as pernas ficaram bem fechadas, uma do lado da outra, e seus pés sobre minha coxa. Ela me passou o creme, eu abri, passei nas mãos e comecei a massagem. Continuamos vendo o filme enquanto minhas mão se concentravam em seus pés. Massageando cada centímetro deles. Dando atenção para os seus dedos, calcanhar e sola.

_ Acho que vou querer um pouco de vinho - ela me surpreendeu com o pedido

_ Já pego cunhada favorita - eu brinquei

Me levantei, peguei mais uma taça, enchi de vinho e dei pra ela.

Voltei a me sentar para continuar a massagem. Ela voltou com os pés para cima da minha coxa e não pude deixar de perceber duas coisas. Primeiro, pude ver de perto pela primeira vez a tatuagem de flor de cerejeira que ela tinha na lateral do pé esquerdo, era linda, ela me falou que a flor de cerejeira era o símbolo Chinês da sensualidade. Segundo, suas pernas não estavam tão fechadas como antes. Ela parecia mais relaxada, menos tensa, mais a vontade. Por um rápido segundo consegui verificar que ela não usava nada por baixo daquele shorts e meu pau ficou duro demais.

Durante a massagem continuei vendo o filme e eis que aparece uma cena de sexo entre o casal principal. Engoli seco nessa hora, porque quando isso aconteceu ela começou a mexer os pés de leve e eles tocaram meu pau. Aquilo só podia ser proposital, mas eu não queria me arriscar, não ainda. Continuei fingido que tudo estava muito natural e tentei me concentrar mais na massagem.

Seus pés, tamanho 37, super delicados estavam super cheiroso com aquele creme. Minha boca começo a salivar. Resolvi tomar um pouco mais de liberdade e minha mão subiu um pouco, se posicionando acima de seus calcanhares já massageando sua perna na região de sua panturrilha.

Percebi que sua respiração começou a ficar pesada e que ela estava lambendo os lábios, mordiscando. Ela não tirava os olhos da televisão e bebericava o vinho aos poucos.

Resolvi arriscar e minha mão subiu ainda mais chegando em se joelho. Nesse momento ela me olhou. Que olhar fatal! Aquilo era a indicação definitiva que a noite tinha acabado de se tornar surpreendente. Ela colocou o vinho no chão e se deitou um pouco no sofá. Agora em vez dos seus pés era toda sua perna que estava esticada no meu colo, facilitando a massagem. Minha mão brincou em seu joelho, em cada um deles e comecei a subir ainda mais chegando em suas coxas.

_ Esse creme tem um cheiro muito gostoso, preciso comprar um igual.

_ Não te preocupa que eu te dou de presente.

Minha mão passeava em sua coxa. Eu apertava e a cada apertada ouvia um sussurro abafado. Meus dedos começaram a brincar, subindo cada vez mais, até que começaram a ralar em sua boceta. Como estava quente aquela região. Júlia agora apertava forte sua perna em cima do meu pau. Ela também estava adorando.

Sua mão desceu pela sua barriga e veio parar no shorts, descendo até sua boceta. Ela mexeu gostoso nela e puxou o shorts de lado deixando ela exposta e fazendo com que seu cheiro invadisse o ar. Não resisti. Molhei meus dedos na boca e levei até lá. Comecei a massagear seu grelo de leve. Assim que a toquei ouvi uma tentativa de gemido chegar. Ela levou a mão na boca e abafou.

Molhei um dedo de leve na entrada dela e usei para lubrificar por fora, ajudando no carinho que estava fazendo em sua boceta. Trouxe o dedo molhado até o nariz para sentir o cheiro da minha cunhada. Chupei novamente o dedo e levei novamente até ela.

Fiquei brincando por alguns minutos. Estávamos um pouco tensos, atentos a qualquer som que pudesse indicar a aproximação de minha esposa. Da mesma forma isso nos dava ainda mais tesão. Senti que seu gozo estava chegando quando ela forçou a mão na boca e começou a sussurrar forte com os olhos fechados. Peguei uma das suas pernas e passei pelo meu ombro, ela ficou aberta na minha frente, abaixei minha cabeça e minha boca saboreou todo seu mel. Minha língua umedecida deu várias estocadas rápidas em seu grelo e chupei ela por várias vezes com meu lábio. Senti ela me abraçar com suas pernas me puxando forte contra seu corpo. Senti sua mão segurar minha cabeça e apertar forte contra sua pélvis e por vários segundos observei enquanto ela tremia.

Só parei de chupar quando ela puxou minha cabeça, estava sensível. Olhou nos meus olhos e sorriu discretamente. Éramos cúmplices.

_ Me dá só um minuto! - ela pediu. Fiquei olhando atentamente para seu corpo. Como aquela mulher era sensual, mesmo depois de ter gozado descontroladamente.

_ Vem comigo! - ela me pegou pela mão e me puxou em direção a varanda.

A varanda do meu prédio era espaçosa, a ponto de ter uma mesa de madeira onde em dias de verão tomávamos cafés da manhã. Paramos do lado da mesa.

_ Sempre quis realizar essa fantasia - ela sussurrou em meus ouvido e rapidamente se abaixou. Eu estava apenas de calção e sem camisa. Senti ela puxar o calção e meu pau se ergueu. Ela sorriu e colocou na boca com uma facilidade incrível. Parece que já eram íntimos há um bom tempo.

Que boca incrível, que boca gostosa. Minha cunhada estava me dando a melhor chupada da minha vida na varanda da minha casa. Essa era a única coisa em que conseguia pensar naquele momento. Lambeu cada uma das minhas bolas separadamente, olhando nos meus olhos. Começou a me punhetar com uma mão e colocou a boca na cabecinha, sugando, querendo tomar porra.

De repente uma luz no apartamento da frente acende e ela para de me chupar. Provavelmente era um vizinho que deve ter ido no banheiro ou tomar água porque em menos de um minuto a luz voltou a apagar. Ela sorriu de forma sapeca pra mim. Sentíamos o perigo no ar e nosso tesão ser impulsionado as estrelas.

Ela deixou meu pau bem babado e se levantou. Tirou as alcinhas da blusa deixando ela cair e ficando com os seios pequenos a mostra. Virou de costas se apoiando na mesa e abaixou o shorts.

Para bom entendedor meio gesto basta. Pequei meu pau e posicionei na entrada de sua boceta. Ele estava duro e molhado e ela encharcada. Ele entrou com calma no início. O tesão era tanto que dei a primeira estocada com força. Ela gemeu. Empurrei e ela ficou com a cabeça grudada na mesa. Puxei seu cabelo e comecei a cavalgá-la. Ela era só minha, minha putinha, e ia tratá-la como tal. Aproximei minha boca de seu ouvido:

_ Nossa Ju, que boceta gostosa. Quer ser minha cunhada putinha?
_ Mete gostoso esse caralho na minha boceta, já que esta gostando tanto.

Bombei gostoso meu pau varias vezes em sua boceta. Minha cunhada favorita. A mulher mais sensual que eu já tinha desejado estava entregue ao meu pau, realizando uma fantasia dela e provavelmente umas quatro fantasias minha de uma vez só.

Aumentei o ritmo e senti que iria gozar logo. Meu gozo veio em jatos fortes. Ela tentou afastar o corpo. Não queria que eu gozasse dentro. Não deu tempo e eu não quis tirar ele lá de dentro. Ao luar de uma sexta-feira quente de verão eu gozei dentro da minha cunhada.

FIM

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