"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Hoje ela é viciada em mim I


autor: Chronos
publicado em: 09/05/16
categoria: outra
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Sou Lennon, tenho 32 anos, gosto de escrever contos eróticos há pelo menos 5 anos. Casei com Jéssica há quase 8 anos e temos uma vida excelente. Não ganho a vida como escritor, claro. Sou músico, dou aula na Villa-Lobos e componho canções para vender. É um bom negócio, quando se ama o que faz. Hoje, além de compositor, trabalho com meu amigo Felipe Moreira, que é um dos melhores produtores que conheço, já fiz grandes trabalhos com ele, é uma parceria que tem dado certo.

Chamo-me Lennon em homenagem àquele famoso músico que vocês sabem quem é. Muito embora seja um cara bem sucedido em meu dom, na vida particular nem sempre passei bons bocados. E falo do meu casamento com Jéssica.

Vamos lá: Jéssica não é nenhuma modelo sex symbol, só para constar aqui. Gosto de mulheres com carne para pegar, não faço dieta de magreza, não, rs. Ela tem 37 anos, parda, cabelos escuros, baixinha, 1,58m, 60 kg. Tem os seios médios, uma barriguinha saliente, e uma bunda que... Puta que pariu! Sou louco naquela bunda!

Jessica é religiosa, assídua na comunidade dela, e conselheira de jovens. Particularmente nada contra religião, deixo bem claro, e somente para constar: Eu também sou. Porém, não possuo uma visão tradicional, minha visão é mais aberta, porém não totalmente liberal.

Quando nos casamos, Jéssica tinha uma certa formação de idéias que restringia o prazer sexual apenas a uma mera obrigação matrimonial. Não sei que porra ela aprendeu na vida que sexo oral, sexo anal, entre outras coisas era pecado.

Sempre nos amamos, somente para deixar claro, nunca tive caso, nem olhos para ninguém, mas eu tinha um vício: Eu era louco em pornografia! Demais! Sempre foi motivo das nossas brigas, e Jéssica começou a ficar triste. O casamento quase acabou. Um amigo nosso indicou terapia de casal, para eu poder confessar meu vício, e mesmo sendo um pouco travado nessa parte, contei a ele e sua esposa, que também era terapeuta de casais, que era viciado em pornografia porque nossa vida sexual era travada.

Jessica ficou puta comigo, quis me interromper, mas o Victor, meu terapeuta, disse:

- Jéssica, você precisa ouvi-lo, isso aqui é uma conversa, não uma guerra. Vocês estão justamente aqui porque se amam e querem salvar o casamento de vocês, certo!?

Jéssica: Acontece que ele sabe que não vou me comportar feito uma imunda para satisfazer os caprichos dele! Ele procura mais esses filmes que a mim mesma! Às vezes acho que ele pensa nessas mulheres quando me ama!

Victor: Por isso mesmo estamos aqui! Para ouvi-lo! E sua compreensão será essencial. Pois não é somente ele que precisa de ajuda, você também!

Regina( a terapeuta ): Jéssica, não vou nem perguntar se ama o Lennon, pois isso é verdade, você o ama. Mas entende mesmo o que ele está passando!? Acha que isso é algo fácil para ele!? Não é! Você já quis por exemplo, tentar alguma vez alguma experiência nova com ele!?

Jéssica: De jeito nenhum! Acho isso tudo nojento! Ele pensa que sou o que!? Uma vagabunda?

Victor: Certíssimo, Jéssica, você não é uma vagabunda, você é a ESPOSA dele! E a grande questão aqui é que você procurou ajuda somente pra ele, e você acha que não precisa de ajuda!? Você sabe quantos casais eu atendo aqui com problemas na vida sexual!? Muitos! Muitos mesmo! Sabe quantos casos de traição que descobrimos aqui!? Inúmeros! Então, olhe para seu esposo com bons olhos! Não é esse o caso! Se você soubesse o pepino que descascamos aqui, você não estaria com o dedo em riste, achando-se superior a ele neste assunto, pois se ele desistisse de você, você sairia perdendo nisso tudo! Não sairia vencedora! Isso aqui não é uma disputa pra ver quem está certo ou errado!? Se vocês não abrirem o coração hoje, muito provavelmente , e eu já sei, o que isso vai dar: Você vai para um lado, ele para outro, poderá encontrar alguém que supra as necessidades dele, e você ficar chorando o resto da vida porque deixou escapar pelos dedos a chance de ser feliz com um homem bom!

Regina: A pergunta que quero fazer para vocês dois é: Querem ser certos ou serem felizes!?

Jéssica começou a chorar. Eu sempre a notei endurecida para discutir algumas coisas. Nunca questionei a fé dela, não, mas de fato, eu tava ficando já meio desanimado da relação. Uma pessoa que, porra, olhava para nosso orgasmo e corria logo para o banheiro para se lavar pois achava nojento aquilo escorrendo, como se tivesse imunda!

Tentei várias vezes parar de ver filme pornô, mas porra, não dava para parar! Quando eu via a atriz chupando o pau do cara, eu imaginava que fosse Jéssica a fazer em mim. Queria que ela tivesse prazer em receber uma chupada, em ser desejada, sendo beijada no corpo inteiro, mas ela fazia mesmo por obrigação! Ou escondia que era bom, né, pois procurava manter uma imagem para si mesma e para mim de uma fiel fervorosa!

Com isso, me afastei do meio religioso. Assuntos mal ensinados me dão raiva, mas com aqueles dois estavam ali, aquele casal simpático, para resolver... Perdão ajudar-nos a compreender nosso problema! Eles sabiam, eu tinha quase certeza que sabia, Jéssica pensava que sabia!

Victor: Lennon, você pode me dar aquela história que você me mostrou outro dia!? Trouxe ela, pelo menos!?

Eu: Ah, sim, claro!

Jéssica: Quer dizer que você além de ver pouca-vergonha, ainda escreve pouca-vergonha!? Lennon, você é um mundano!

Regina: Jéssica, se acalma, por favor! Aqui é o momento de ele expor a você o que não teve coragem de falar em casa. Sendo sincera com você, mas você não está sendo madura, deixa de ser menina! Tempo da rivalidade entre sexos aqui nesses domínios é passado, lindona, vocês casaram para se completar, ou estou errada!?

Jéssica: Parece até que vocês estão do lado dele!

Regina: PUTA QUE PARIU! JÉSSICA, VOCÊ NOS OUVIU MENCIONAR QUE CONCORDAMOS COM ELE, PORRA!?

Jéssica arregalou um olho pra Regina que me deu vontade de rir por dentro, kkkkkkkkk.

Regina: Caralho, garota, teu casamento não está bem, você passa a vida acusando seu marido e acha que isso está ajudando ele!?

Jessica: Mas eu peço muito a Deus por ele! Eu o amo! Você não sabe como sofro por isso!

Regina: É, lindona, mas não parece, né! Você declara uma coisa e faz outra, se eu fosse homem já teria largado você, eu hein! Olha, gente, desculpa minha eloquência, sai até da minha linha de trabalho, mas amamos vocês desde o dia em que conhecemos, pois vocês são como irmãos pra gente. Mas porra, Jéssica, acha mesmo que Deus tá gostando de tudo isso que está acontecendo!? Não acredito que Ele esteja a favor do Lennon, mas não creio que Ele esteja dando razão a você! E quero somente entender uma coisa: Tirando o fato do que você aprendeu na igreja, esquece religião agora: Qual o fundamento de você ter nojo de uma coisa tão bela, uma expressão tão forte e sincera que tem no amor que vocês sentem!? Qual a razão!?

Jéssica rompeu em prantos. Ali, senti algo muito ruim, que já desconfiava, mas se mostrou real.

Jéssica: "Eu nunca tive uma infância muito feliz, sabe! Quando minha mãe nasceu, era muito nova, meu pai era professor na época, segundo ela contava, e eles viveram uma tórrida paixão! Minha mãe sempre gostou de homens mais velhos, ele era alguns anos, não chegava a ser muito, uns 6 anos, por aí. Minha mãe tinha 15 anos, ou 16.

O nome dele é Dwight, segundo ela é ainda um homem lindo, mas ela teve uma desilusão com ele, porque nessas torridas relações que tiveram, ele a engravidou. E após isso, ele começou a rejeitá-la, pois não queria dividir o tempo cuidando de alguém que não podia e pediu até que ela se livrasse de mim, caso não quisesse estragar sua vida!"

Puta que pariu, história fudida essa da Jéssica! Ela já tinha me contado essa porra, mas não detalhadamente como naquele momento! Filha da puta, esse Dwight! Vai tomar no olho do cú!

Jéssica:(chorando muito)" A minha mãe deu conta de tudo sozinha, era jovem, mas quando eu nasci, ela exigiu judicialmente o direito de eu ser reconhecida pelo pai. Mas ele afirmou na frente do juiz que ela era louca, que isso era um absurdo, e insinuou que minha mãe tivesse outros namorados, que podia ser de qualquer um!( ela chora), então o juiz bateu a PORRA DAQUELE MARTELO E cresci sem um pai! Que ódio que eu tenho dele! "

Regina: Nossa, Jéssica, que triste! Quer uma água, quer sair!?

Jéssica:" Aceito uma água, mas estamos entre amigos, eu preciso contar tudo!"

O que mais me admirou saber nesse relato foi o fato de que ela também foi viciada em pensamentos lascivos e se masturbava direto! Por um lado, fiquei empolgado com a história dela, por outro fiquei puto, pois ela deu migalhas para mim nesses 8 anos. Ah, fiquei puto mesmo!

Jéssica:" Até os 11 anos eu não sabia muito bem essa historia. Primeiro, minha mãe dizia que meu pai tinha ido embora e não comentava sobre o assunto. Mas fiquei revoltada quando minha avó abriu o verbo e deu toda a letra pra mim! Não era feliz! Minha mãe depois disso nunca se casou, mas namorou muito, isso ela fez! Ela sempre aparecia com algum namorado, e sempre mais novo que ela. Acho que foi o trauma de um homem mais velho. E ao contrário do que eu pensava, minha mãe era muito carinhosa e dominadora."

Regina: Como assim, Jessica!?

Jéssica: Ela ditava o rumo da relação com os namorados, sempre foi muito independente, forte, não gostava de precisar da ajuda de ninguém, sempre correu atrás do dinheiro dela para pagar as contas, sempre foi uma mulher forte, isso eu admirava nela. Depois que completei 15 anos, minha mãe ficou ainda mais devassa, ela praticamente usava os homens para seu prazer, e com isso eu cresci tomando uma certa aversão a vida libertina que ela creu ser a melhor para não sofrer. Uma vez eu cheguei em casa, com meu primeiro namorado, e parecia tudo muito quieto, mas vi alguns pertences que não eram da minha mãe. Eu fui procura-la pela casa, e vi a porta do quarto dela encostada. Quando olhei, ela tava..."


Ela fez um momento de silêncio. Regina disse que se ela quisesse parar, tudo bem. Jéssica fechou os olhos, e parecia ter vívida a memoria do fato. E completou:

Jéssica:" Eu a vi com um cara maravilhoso, gente, alto e forte, e ela chupando feito uma puta p pau daquele cafajeste! Ele não tinha mais que 18 anos, poderia ser meu namorado, mas tava com ela! Ao mesmo tempo que fiquei revoltada, não sei porque também senti um tesão louco! Aquele garoto fodia com vontade a boca dela, e ela engolia com gosto aquela coisa... Ai, nojenta!"

Regina: Engraçado que não parece nojenta agora, né amiga, me deu água na boca só de ouvir você falando.

Victor: Desculpa, gente, rs, temos essa liberdade de conversar pois somos amigos, e além do âmbito profissional, estamos aqui como se estivéssemos em nossa própria casa. Jéssica, me permite dizer uma coisa!?

Jéssica: Eu queria terminar meu relato, caso não se importe.

Victor: Ah, sim, perdão. Lennon, tá tudo bem pra você, amigo!?

Eu: Porra, até eu fiquei excitado com essa parada, kkkkk.

Estranhamente, fiquei mesmo. A mãe dela até hoje é uma mulher bem conservada. Uma gata. A filha a puxou bem. Mas, porra, fui tentando entender como Jéssica ficou daquele jeito.

Jéssica:" Obrigado por me ouvirem, gente, você também amor! Nossa, nem sei como estou contando tudo isso pra vocês!

Bem, naquele dia quando vi minha mãe com a boca no pau daquele gostoso, eu me senti tão... Porra, fico quente só de lembrar... Eu senti minha calcinha ficar molhada, senti vontade de roubar aquele cara pra mim! Eu desci pra sala, para falar com meu namorado, e menti dizendo que não seria possível ele conhecer minha mãe naquele dia pois ela não estava em casa.

Mas fui invadida por pensamentos lascivos o resto daquele dia. Só conseguia imaginar sendo possuída por aquele desgraçado, que ódio! Um dia, minha mãe e ele decidiram morar juntos. Ele já era mecânico, tinha aprendido com o pai, e era, segundo ele, até melhor. Fez faculdade de engenharia mecânica e hoje ele trabalha numa retífica de motores, ganha muito bem. Mas na época, ele era somente mecânico. Sabe o que é conviver com um homem maravilhoso em casa e não poder ter!? Não foi nem uma nem duas vezes que me toquei no chuveiro pensando nele. Ele é todo lindo! Conviver com um padrasto que tinha idade para ser meu irmão era demais para minha cabeça!

Ele nunca se aproveitou de mim, nem nada disso, mas eu era louca para perder minha virgindade com ele. Só tentava escapar a esses pensamentos porque ele era "marido" da minha mãe.

Foi respeitando ela que não cedi àquela tentação, mas quando meu namoro completou um ano de namoro, um dias as coisas esquentaram no carro do meu namorado e aconteceu!

Com quase 17 anos, eu tive a primeira relação e foi horrível, porque eu sangrei muito, achei que tava doente de alguma coisa, mas depois entendi que era somente a ruptura do hímen, acabei estragando tudo aquele dia! Mas peguei gosto pela... pela foda, sabe, e um dia, realizei minha fantasia: Eu provei do gosto de um pau! E achei... Porra, que delícia!

Fiquei viciada em chupar pau, namoramos uns três anos e sempre me prevenindo para não acabar como a minha mãe. Teminei com ele pois descobri que ele andava me traindo! Desgraçado!

Depois disso, uma amiga me convidou para uma reunião de jovens, ia ter pizza, ia ter vôlei, eu amo jogar vôlei, e foi então conheci o Lennon. Ele era músico, tinha sido convidado por um outro amigo que era daquele grupo para participar da atividade, e ele entrou também para nossa comunidade religiosa.

No início, eu não gostava dele, era muito quieto na dele, mas quando ele começava a tocar e cantar, nossa, meu Deus... Ele agitava meu coração por dentro. Sempre cantou com muita sinceridade, até hoje, meu amor. Lembro que no dia que ficamos noivos, até declarou-se para mim num jantar de casais na frente de todo mundo, que lindo! Eu amei, e cada dia que passava eu ficava mais apaixonada por ele.

A gente casou, ele virou músico profissional e eu, professora. E decidi que iria mudar e não ser como a minha mãe, amo e respeito ela, mas viver como ela não quero! E larguei tudo para trás, quis mudar meu destino e..."

Eu: E hoje, nossa vida sexual é uma bosta, né, coração!? Olha, eu entendi tudo que você falou para mim, mas eu não entendo como que agora justamente sua vida ficou melhor que o começo, você resolve estragar minha vida também! Você me acusa e me reprime justamente aquilo que você mostrou que ainda deseja, sua hipócrita! Para mim você dá migalhas, enquanto que antes você tinha fantasias e fazia coisas que hoje eu procuro ter com você, mas você jura que é errado! Puta que pariu!

Eu me levantei e saí da sala louco para dar um soco nela, mas fui tomar uma água e o Victor veio atrás de mim!

Victor: Calma, meu amigo, entendo sua indignação, você está sabendo de coisas que realmente não tinha noção, mas você precisa tanto entendê-la e perdoá-la quanto ela a você! Não foi justo ela somente te acusar, concordo que foi hipócrita sim, mas cara, quem nesse mundo não tem defeitos!? Quem nesse mundo não tem algo negativo em sua vida!? Você sabe muito bem que casamento é aparar arestas, isso é o momento certo para você olhar nos olhos dela e ver além dos defeitos, é enxergar a dor! Ela não teve reconhecimento do pai, teve toda essa problemática, essas coisas dóem mesmo... Às vezes dóem tanto, que alguns nem conseguem amar, mas de alguma forma, ela achou um motivo para amar: Você! Para mim isso é um milagre!

Eu: Ok. Vamos voltar e encarar o demônio, então!

Victor: Tá mais calmo!?

Eu: Tô, sim. Bora!

Quando voltamos, achei que iria achar Jéssica chorando, mas deparei-me com uma cena bem diferente: Ela pegou um dos contos que eu tinha escrito e emprestado para o casal ler, e tava rindo com a Celia e mordendo os lábios com os detalhes picantes do meu conto.

Ela levantou os olhos em minha direção, um pouco sem graça, mas veio até mim e pediu um momento a sós comigo. O casal foi muito gentil e finalmente, ela terminou aquela conversa somente comigo:

Jessica: Amor, não sabe quanto me sinto mais leve de ter contado isso, apesar de sentir uma imensa vergonha de ter feito as coisas chegarem a esse ponto. Enquanto você tava lá fora, a Celia me ajudou a ver o quanto eu estava errada em te acusar. Eu contei coisas que demonstrei sentir na pele que eu ainda gostava perto de você, e fui eu que empurrei você pro seu vício. Fui hipócrita com você, meu lindo. Ia estragando nossa vida por bobeira, mas entendi que toda minha repulsa tinha a ver com a raiva que sinto da minha história, de todas as coisas que passei, e por fim,,a traição que sofri. Aquilo me doeu muito, e nunca tratei isso da melhor forma possível. Depois que entramos para nossa comunidade , aprendemos tanta coisa, eu entendi que o sexo sempre tava relacionado com imoralidade sexual, não perguntava as coisas, apenas aceitava e pronto. Mas não examinava adequadamente sobre o que era. E não sabia como ajudar você. Falei muitas coisas duras pra ti. Você me perdoa!?

Eu ainda tava um bocado chateado, mas perdoei.

Jéssica: Olha, ainda odeio que você veja filmes pornôs, mas te entendo, amor. Não vou obrigar você a mudar por mim, você precisa tomar uma decisão se você quer ou não. Mas não desiste da gente, amor! Por favor! Eu prometo que vou tentar mudar.

Continua...






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