"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Um menage delicioso com a irma


autor: anjinho
publicado em: 07/05/15
categoria: incesto
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Transar com a cunhada é o sonho de muitos homens, mas nunca foi o meu, até que...

Depois de quatro anos casado com a capetinha, a irmã dela veio passar um tempo conosco. Algo que odiei, por que desde a primeira vez que vi minha cunhada, ela já deu em cima de mim, mesmo eu ficando com a capetinha. A Júlia, (minha cunhada) era gordinha, com peitos e bunda flácidos e caídos, cabelos sempre desarrumados e roupas nada a ver.

Quando eu revi a minha cunhada nem acreditei. Ela estava magra (do tipo gostosa, com peitão e bundona), cabelo preto com mechas loiras, rosto jovial, pele lisa e morena, roupas mais adequadas para o seu corpo e com um certo charme até.

Fiquei de pau duro olhando a cunhada com calça preta colada ao corpo, rebolando até minha mulher e depois, empinando o rabão para poder abraça-la.

A noite estávamos todos no sofá da sala assistir TV. A capetinha usava uma camisolinha preta transparente com uma calcinha rosa de dormir. A irmã dela usava um shortinho branco que mal cobria a polpa da bundona dela. A calcinha preta com metade dentro daquele rabão era visível através da malha fina do shortinho e uma camiseta normal sem decote.

Eu estava sentado com a capetinha deitada, com a cabeça no meu colo e um lençol por cima dela. Assistia TV distraído quando minha cunhada, que estava em outro sofá se levanta e vai à cozinha esbarrando a bunda em meu ombro, ao passar por mim.

De onde eu estava, podia ver a cozinha onde minha cunhada abaixou, empinando a bunda para poder olhar dentro de um armário. Lá estava a tentação.

A minha cunhada que era feia, gorda, flácida e muito chata, agora estava linda, gostosa e toda durinha. Já nem me importava se continuava chata ou não. Rsrs.

Eu estava com um olho na TV e outro na minha cunhada com a bunda empinada para o meu lado, as mãozinhas nos joelhos.

O shorts dela era tão pequeno que nessa posição, dava quase para ver metade da bundona dela.

Com essa visão, foi impossível controlar a ereção e minha mulher, logo percebeu que eu estava com tesão. Acho que ela não sabia o motivo.

A capetinha, muito safada, colocou minha mão no seu peito esquerdo e foi pondo a boca no meu pau por cima do shorts e cueca.

Eu fitava a minha cunhada enquanto manipulava o peito da minha esposa, quando a Julia, olha para trás e me flagra olhando para ela. Para disfarçar, perguntei:

- O que você está procurando Júlia?

- Tô procurando pipoca. Vocês tem?

- Claro, está nesse armário mesmo, mas, lá no fundo.

Eu não esperava pelo que ela fez e acabei soltando um “nossa!“. Ela que estava encurvada com as mãos nos joelhos se abaixa como uma dançarina de funk descendo ate o chão, fazendo o minúsculo shortinho desaparecer naquele imenso rabo.

A cena de ver aquele shorts em formato de ¨Y¨ socado na bundona dela foi de mais. O shorts parecia apenas uma calcinha, me fez se sentir na primeira fila de um show de funk.

A capetinha não desconfiou de nada, ela não via a forma que a irmã “procurava“ a pipoca. E como ela estava me abocanhando e com o peito na minha mão ela achou que o meu “nossa“ foi por causa dela. Minha cunhada que ainda não havia achado a pipoca, agora estava de quatro procurando dentro do armário.

- Não tô achando! Você pode me ajudar a procurar, anjinho?

- Claro.

Eu ia pedir a minha esposa para pegar a pipoca para ela, mas quando olhei a forma que ela me esperava fui eu mesmo. Tirei a capetinha de cima do meu colo e me levantei, quando olhei para o meu pau percebi que estava imenso o volume e a minha cunhada iria ver e também estava molhado a parte do shorts onde a capetinha pois a boca, mas fui assim mesmo.

Ela estava “sentada“ nos calcanhares com as pernas abertas ao máximo, a posição parecia a de uma mulher fazendo xixi no chão.

A boceta dela fazia um volume imenso no shorts, um verdadeiro pacotão. Eu entrei na cozinha e já vi a pipoca de longe, mas estava gostando daquele joguinho e mesmo não indo com a cara da minha cunhada não tinha mal nenhum em dar uma boa olhada naquela xana estufadinha no shorts.

Eu me abaixei de forma que fiquei na altura da sua xoxotinha e fingi procurar a pipoca enquanto olhava para a sua xana. Eu percorri todo o seu corpo com o olhar desde altura da boceta, ate o seu rosto angelical, mas, safado.

Quando olhei em seu rosto ela estava olhando para mim, ela havia seguido o meu olhar que percorria todo o seu corpo, e quando nossos olhos se cruzaram minha cunhada mordeu os lábios inferiores fechou os olhos, abriu mais ainda as pernas, abriu os olhos e ficou a olhar no volume que meu pau fazia por baixo do meu shorts.

Agora tinha certeza, ela estava me provocando de propósito. Fiquei com muito tesão, mas a razão falou mais alto e antes de não me aguentar mais, eu “achei“ a pipoca, me levantei e voltei a sala onde minha esposinha me fez sentar e me mandou olhar a sua irmã, para se certificar que ela não viria para a sala, que ela queria me fazer uma chupeta ali mesmo na sala com a irmã dela na cozinha estourando pipoca.

A capetinha tirou o meu pau para fora e caiu de boca se cobrindo com o lençol. Como a minha cunhada estava se exibindo enquanto pegava a pipoca, e minha mulher estava ocupada me chupando com um lençol por cima da cabeça resolvi olhar a minha cunhada descaradamente.

A Julia demorou a perceber que eu a olhava, ela estava entretida com a pipoca, mas quando percebeu que eu estava olhando para ela com a cabeça totalmente voltada a ela, sem mais disfarçar que assistia a TV. Ela se virou de costas para mim, fingindo que não sabia que eu a olhava e colocou a mão por dentro do shorts tirando a calcinha do rego.

Ver aquela calcinha saindo em câmera lenta do rabão da minha cunhada quase me fez gozar na boca da capetinha.

Depois que tirou a calcinha da bunda ela se virou de frente e fingindo arrumar o sutiã ela ergueu a camiseta por completo.

Os peitos dela, eram enormes, pareciam duas mangas da maior que existe. Fazer uma espanhola naquelas tetas enormes era fácil.

os peitos dela eram tão grandes que ate um cavalo conseguiria fazer uma espanhola.

Após ela arrumar o sutiã preto que ela usava, ela abaixou a camiseta, e puxou a calcinha para cima fazendo ela ficar toda atolada na sua boceta, mesmo com o shorts atrapalhando, a visão era magnifica! Ver aquele pacotão dividido em dois me deixou pegando fogo, e a capetinha que não percebia nada estava adorando o meu repentino tesão.

Como se ela soubesse o que eu queria, ela segura nas alças do shorts e ameaça baixa-lo, mas para sem baixa-lo, olha para mim e sem emitir som algum “fala“ se eu queria que ela baixasse o shorts.

Fiz que sim com a cabeça, ela então pergunta se eu vou mostrar o meu pau para ela se ela baixar o shorts.

Só então que eu me toquei da loucura que eu estava fazendo, estava a minha esposa me chupando enquanto em segredo combinava de ver a xerequinha de sua irmã.

Fiz que não mostraria o pau para a Júlia, mas ela só sorriu e baixou o shorts assim mesmo.

A visão da xana da minha cunhada repartida ao meio pela calcinha preta que estava toda socada foi de mais para mim. Eu gozei na boca da capetinha olhando a boceta da sua irmã, a minha cunhada!

A xoxota dela era gordinha, com os lábios médios para grande cobertos de pelos negros e aparados. A minha cunhada percebeu que eu gozei e foi para longe da porta com medo da irmã a ver daquele jeito.

Eu estava segurando a cabeça da capetinha forçando ela a tomar toda a minha porra. Quando a minha cunhada apareceu vestida e com a calcinha no lugar certo eu soltei a capetinha, que já foi logo me batendo e brigando comigo por ter a segurado e feito ela tomar toda a minha porra mesmo ela se engasgando.

Após a gozada eu fui dormir, pois não queria olhar para a Júlia. Eu não sei o que me aconteceu, nunca gostei da minha cunhada e não queria trair a capetinha que e uma mulher e tanto.

Com esses pensamentos eu não conseguia dormir. A capetinha já estava dormindo, minha cunhada também e nada de me dar sono. Não sabia se contava a capetinha ou não. Minha mulher acordou no meio da noite alisando o meu pau, mas, eu estava sem cabeça para meter. Ela ficou desapontada e voltou a dormir.

Sem sono sai do quarto fechando a porta atrás de mim. Ouvi um gemido vindo do quarto onde estava a Júlia. Fui até o quarto dela. A porta estava aberta, ela estava de bunda para cima vestida apenas com a camiseta, sem calcinha ou shorts.

Fiquei olhando enquanto ela aparentemente dormindo mexia o quadril para cima e para baixo como se cavalgasse em uma rola. Entrei no quarto e vi o sutiã e o shorts jogados no chão, mas a calcinha não estava lá.

Um menage delicioso com a irma da minha mulher (a cunhada PT1)

Espero que tenham gostado do meu conto e gozado muito!
Conto com a nota e comentários de vocês para continuar motivado a escrever...

Beijos e abraços anjinho (sou eu, rsrs)

Quem quiser mande um e-mail: Anjinhocapetinha69@gmail.com



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