"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Saudade da priminha


autor: Delute
publicado em: 09/05/16
categoria: incesto
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Hoje eu vou o que aconteceu comigo quando eu tinha uns 18 anos ou menos, minha irmã e minha prima brincava no quintal elas tinham entre 15 e 16 anos não eram mulheres formadas ainda meio magras e os peitos ainda inchadinhos da formação, mas acho que as mulheres nessa época ficam muito assanhadas e querendo experimentar de tudo sobre sexo muito mais que os homens, elas me chamaram para brincar, nem sei do que estavam brincando mesmo assim fui lá então elas me puxaram para o pomar e subimos em um imenso pé de abacate primeiro eu e minha prima La em cima num gralho mais grosso ela começou com umas conversas que me estavam excitando e eu já doido para meter na priminha, pedi para ela deixar eu ver seus peitinhos, ela sem nenhum pudor levantou sua blusa deixando aquelas perinhas de fora, eu passei a mão e ela falou para que eu mamasse neles, eu meio que com vergonha passei a língua sentindo o gostinho e depois dei umas chupadelas um pouco em cada biquinho que ficaram muito rijos, minha irmã não tirava os olhos de nos lá de baixo, então descemos e fomos para uma moita alta de capim onde era bem limpo em baixo isso já com minha irmãzinha acompanhando lá embaixo a minha prima pediu que minha irmã a ajudasse a tirar a blusa e que ela também fizesse o mesmo, eu ali as duas com seus seios de fora um par de seios morenos com biquinhos cor de chocolate e um par bem branquinho com os biquinhos cor de rosa, elas pegaram minha mão e levaram aos peitinhos eu comecei a apalpar meio sem jeito, então comecei a mamar neles como um bezerro esfomeado, minha irmão até revirava os olhos e minha prima ofegava de prazer, chegou o momento delas pedirem para que eu mostrasse meu pinto, então abaixei a calça e meu pau apareceu, pau esse já castigado de punhetas, e não era pequeno, pois entre os meninos eu era chamado de jegue, não que eu tenha um pinto grande mas entre eles eu tinha o maior e mais bonito, as meninas sorriram quando viram ele já bem duro que até doía, então pediram para pegar e eu me aproximei bem delas, minha irmã passou a mão meio que querendo conhecer os detalhes e minha prima ria a toa parecia que teria um chilique, pegou no meu pinto com as duas mãos e me perguntou como que nos tocavamos punheta, eu disse a ela pegando sua mão, e fazendo movimento para cima e para baixo, minha irmã começou a atiçar minha prima para dar um beijo nele, ela meio que hesitando deu um beijinho de leve e disse era vez de minha irmã, essa querendo mostrar mais coragem colocou a cabeça inteira dentro da boquinha quente, eu quase morri de tesão uma cócegazinha subiu pela minha espinha que quase gosei, pois nunca uma boca havia tocado meu pinto, minha prima para mostra que não ficava atrás, colocou quase a metade na boca e assim foram apostando até que minha irmã colocou ele todo na boca e acabou vomitando, rimos muito e eu disse que queria ver como elas tocavam punheta, minha prima abriu a pernas afastou de lado o shorts e a calcinha deixando uma bucetinha lisinha a mostra, e eu quase gosando com a sena tremia que nem vara verde e ela passou o dedo na rachinha qual estava úmida, olhou para mim e perguntou se eu queria por a mão eu nem hesitei e passei o dedo naquele grelinho saltadinho, quando olhei de lado minha irmã estava com a saia levantada deixando sua bucetinha a mostra, era gordinha e só aparecia um risquinho levei a mão nela também e comecei a passar o dedo, ela disse assim não, pegou meu dedo e colocou sobre o clitóris e disse é bem aqui e faz devagar senão machuca, fiz o mesmo na bucetinha da prima e as duas começaram a se contorcer, ficamos nessa brincadeira quase a tarde toda e fomos para casa, eu cheirava o dedo todo contente por estar cheirando buceta. Passou quase uma semana para que minha prima viesse em casa novamente e eu estava doido para que isso acontecer, pois havia aprendido varia coisas com meus amigos e até com meu pai que falava algumas coisas, como meter o pinto e socar com vontade, rachar o cabaço e até comer um cusinho, eu prestava muita atenção nessas conversas e às vezes até perguntava alguma coisas, inclusive quanto a chupar uma buceta, eu ainda achava meio nojento, mas queria experimentar, minha prima chegou e logo fomos para o pomar no mesmo lugar, que agora estava bem mais limpo pois fiz ali meu local sagrado das punhetas, lá começamos as brincadeiras e só estava eu e ela, minha irmã viria mais tarde pois havia saído, eu comecei chupando seus seios, não havia beijado ela na boca ainda e o fiz meio sem jeito não sabia se chupava passava a língua ou o que fazia e ela também estava no mesmo ritmo então ficou empatado e a hora que eu mais esperava chegou eu queria chupar a bucetinha dela para ver como era, ela primeiro fez uma chupeta bem gostosa em mim ao que parece andou também praticando após quase me fazer gosar eu a deitei e abri suas pernas, já sem as roupas e cai de boca como se diz, passei a língua em tudo chupei lambuzei até o nariz, ela se contorcia toda achei o grelinho e comecei a chupar ele que parecia um dentinho de alho, ela pareceu levar um choque começou a tremer e gemer, eu estava querendo mesmo agora, era colocar o meu pinto ali e fui subindo comecei a chupar os peitinhos dela, e como ela estava deitada me encaixei no meio das pernas acho que por ela ter gosado tanto ainda estava meio atordoada e nem percebeu quando coloquei a cabeça do meu pinto na sua entradinha e forcei senti o cabaço mas nem liguei e empurrei com força e meu pinto entrou, ela deu um grito e tentou sair de baixo, mas a segurei e com força atolei o pinto dentro daquela rachinha, ela agora espantada começou a chorar pedindo para eu tirar, mas já era tarde,lá se foi seu cabaçinho e eu nem liguei, comecei a bombear cada vês mas rápido, ela parou de chorar e começou a gemer novamente e não demorou estava me abraçando e eu gosei acho que junto com ela enchendo-a de porra, depois de tudo acabado ela ficou olhando o estrago na sua buceta o sangue escorrendo junto com porra ela me olhou com cara de ódio e vestiu suas roupas saiu sem me dizer nada, ficou somente para o almoço e foi embora e não a vi por muitos dias, então em ataque parti para cima da maninha, que agora tinha virado uma chupadeira e punheteira, como estava meio apreensivo quanto a foda com minha prima, com minha mana fui mais devagar e comecei a alisar sua bundinha já pensando no cusinho, ela no começo refugou mas com o tempo já me deixava colocar o dedo, então já no meu local predileto de punheta no pomar a coloquei ela de quatro e ela arrebitou a bundinha branquinha e redondinha eu vi a entradinha da bucetinha e aquele cusinho virgem e rosinha me convidando, cuspi bastante na cabeça do pinto e lambuzei o cusinho alargando ele um pouco com o dedo ela me pedia se doer você tira, e eu dizia que só colocaria a cabeçinha, e assim fiz a cabeça entrou bem devagar, ela trincou os dentes fechou os olhos e eu fui empurrando cada vez mais para dentro, acho que deve ter doido por que ela tentou escapar, mas a agarrei pela cintura e puxei, fazendo com que o resto do meu pinto invadisse aquele cusinho foi até o pé parei ele lá dentro sentindo a quenturinha gostosa, meu pau pulsava de tesão ela gemia acho que até rolou uma lagrima, eu então comecei a bombear e com o tempo ela parou de reclamar e aceitou ele dentro dela, e começou a gostar não demorou eu estava gosando dentro daquele cú, desse dia em diante virou nossa mania onde estávamos ela só erguia a saia e afastava a calcinha e eu a enrabava, muitas vezes em locais inusitados e até com pessoas próximo mas que não podia nos ver, e fazemos isso até hoje, ela já esta casada e é mãe de dois filhos. Bom minha priminha voltou após duas semanas, eu meio com receio fomos para o pomar lá ela me atacou quase me comeu vivo literalmente engolindo meu pinto, me deitou de costa e fez meu pau sumir em sua buceta, rebolando como uma louca, fiquei muito contente com as pazes e fudíamos o dia todo, e minha irmã participava quando estava junto e me ajudou até a arrombar o cusinho da minha priminha, a qual após alguns anos se mudou daqui e não mais nos vemos com frequência, as vezes nos natais, mas ela vem com o marido e não falamos sobre o assunto, mesmo que os nossos olhares peçam para irmos ao pomar... Quem sabe um dia desses sobre um tempo para matarmos as saudades...




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