"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Reencontro de fim de dia


autor: boavida
publicado em: 12/05/16
categoria: hetero
leituras: 2092
ver notas


Ouço a porta a bater, seguido de um oi, que significa muito mais “ONDE ESTÁS”, do que “OLÁ”. Não respondi, nem fiz qualquer movimento. Como sempre chego cedo a casa, dispo-me no quarto e vou direto para a ducha. Depois de seco, pego no livro e deito-me algures. Perdido na leitura. Hoje, estava sentado no chão encostado na cama. Adorava aquela posição pois permitia atirar a cabeça para trás pousando-a no colchão, e os braços ficam em posição de ave voadora. Passava muito tempo assim a ler e a voar sobre a vida.
Quando a ouvi fechei o livro e fiquei à sua espera, ouvindo os seus passos vindo na minha direção. Desde a porta vi a sua cabeça, trazendo um enorme sorriso dentro de uns lábios vermelhos. Vi que estava a desapertar a blusa e atirou um “Saudades!” numa voz dengosa. Ao entrar no quarto deixou cair a saia, dirigindo-se para mim nos seus saltos enormes. Parecia muito mais alta do que era na realidade e muito mais escultural. As pernas pareciam não acabar, bem delineadas, numa pele lisa e branca. Parou para tirar a calcinha e continuou até mim de blusa aberta mostrando o soutien na cor da pele e rendado.
Esperava que se baixasse para me beijar, mas pôs um pé de cada lado do meu corpo e aproximou o sexo da minha face. Ela sabe quanto gosto da sua xaninha com o cheiro de fim de dia e sabor a mal lavado. Eu olhava para cima e via o seu sexo liso e sem pelinhos cada vez mais próximo da minha face. Molho os lábios com a língua e aguardo a aterragem. Não esperei muito e ela aguardava pela minha língua. Primeiro beijei e senti o seu cheiro. Com a língua separei aquelas pelezinhas, cada uma para seu lado. Passeei e sinto ela por as mãos nos joelhos já com as pernas um pouco dobradas. Suguei o clítoris e já tinha o sabor do seu melzinho bem no fundo da minha garganta. Ela começou com uns movimentos de vai-e-vem que aceleravam a excitação, tentei por a língua o mais fundo que conseguia e levei as mãos para a sua bunda lisa. Ao sentir as minhas mãos, ela parou e eu chupei o mais que pude e quando menos ela esperava, deslizava com a língua o mais fundo que conseguia, bem dentro da sua casa sagrada! A sua respiração indicava que estava a sentir muito prazer, suspirava cada vez mais forte, e respirava compassadamente até que senti o seu corpo a tremer.
Comecei a passar as mãos na sua bunda transmitindo a minha intenção de continuar. Ela subiu as mãos ao longo das suas coxas, muito lentamente, até tocar na minha cabeça, voltando com uma mão para o joelho e a outra continuou a percorrer o seu corpo chegando ao soutien e pôs um seio de fora e depois o outro. De certeza estava de olhos fechados a acariciar os seus seios grandes e redondinhos, ligeiramente descaídos, e apertava os mamilos puxando-os como se fossem uns lábios que os sugassem.
O meu sexo estava enorme e ansioso por entrar na festa, mas hoje só havia ela. Afastei as suas nádegas o mais que pude, sem magoar, e ela percebeu e moveu um pouco o seu corpo disponibilizando-me completamente aquele anelzinho bem redondo. Beijei e senti o seu corpo a contrair-se. Afastou um pouco mais as pernas e beijando-lhe as coxas, cheguei outra vez ao buraquinho que voltei a beijar. Aguardei um segundo e voltei a beijar, e novamente, mas agora deixando a língua. A sua mão nos seios apertava-os cada vez mais intensamente. Agarro a mão que ela tinha no joelho e levo-a para o seu sexo acompanhando as carícias com a minha. Ela estava a fazer movimentos cada vez mais intensos e eu afasto a minha boca do seu cuzinho e vejo que esta a abrir e fechar, molho dois dedos com a boca e muito devagar começo a penetrar, paro e continuo lentamente, volto a parar e entro mais. Já ouço “Ais!” a sair da sua boca. Quando não consigo entrar mais começo o movimento inverso e decido enfiar outros dois dedos na sua xaninha, acaricio-a para preparar a entrada e sinto que ela vai meter um dedo também. Começo a entrar com uns dedos e continuo a retirar os outros. Ela acariciava com muita velocidade o seu clítoris e enfiava o dedo do meio no seu sexo fazendo ouvir os seus movimentos naquela zona bem úmida. O corpo parecia perder o equilíbrio parecia em transe e eu fechei os olhos para melhor viver aquela cena. No final ainda teve que mexer um pé para encontrar o equilíbrio e o “Fodasse!” que disse não sei se foi de prazer ou por quase cair. Mais tarde perguntei, ela riu e disse para eu imaginar a resposta que mais me interessasse. Adoro estas chegadas a casa, ainda posso dizer que depois de tirar os dedos de dentro dela, caiu de joelhos e abocanhou o meu pau, mas fechei os olhos e não vi mais nada, por isso não posso contar nada do que aconteceu.
Um beijo para as meninas e abraços para os meninos, agora por favor deixem um comentário sobre este texto de modo a eu conseguir melhorar minha escrita. Ate à próxima.




ver comentários

Aviso:

Todos os comentários aqui exibidos são de inteira responsabilidade do comentarista. O site Clímax Contos Eróticos deixa claro nas suas normas que manifestações de pedofilia, racismo ou de qualquer outro teor ilícito serão banidas, assim como seus autores. Publicações ou comentários ofensivos aos demais membros poderão ser removidos.

Faça um comentário:



Sua nota para este texto:

Quero receber email sobre novos comentários.