"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Toda família tem um corno.


autor: Publicitario45
publicado em: 12/05/16
categoria: traição
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Na minha família também tem um corno. Meu primo, Roney mora em Minas, cara gente boa mas que só de olhar pra cara dele dá pra ver que a esposa passa fome na cama. No ano passado ele a pegou no flagra, ou quase. Eliza, a esposa, estava indo pra um hotel e ele desconfiado a seguiu, abordou ela no saguão do hotel e assim evitou o pior.

Roney é baixinho, gordinho, odeia exercícios físicos, não repara na esposa que tem e vive perigosamente querendo tomar chifre e tomou. Não sei se foi só comigo, mas tomou.

Eliza é uma morena quase mulata. Corpo delicioso mesmo depois da maternidade. Boca carnuda, olhos expressivos, cabelos encaracolados e um cheiro inesquecível.

A confusão começa quando eles resolveram passa uma semana na casa do meu irmão, que mora na mesma cidade que eu mas em bairro diferente. Das outras vezes que eles vieram aqui, Eliza chamou atenção com o seu belo corpo e sua cor, que diga-se de passagem é linda. Eles chegaram num sábado e foram direto para casa do meu irmão e no final do dia vieram nos visitar.

Eliza estava linda, vestia um vestido amarelo, usava uma sandália de salto médio. Seu cheiro tomou conta do ambiente e durante a conversa, resolvemos ir a praia no dia seguinte pela manhã.

Chegamos cedo na praia, eu, meu irmão, a esposa dele, o meu sobrinho, Roney, Eliza e a filha deles que tem apenas 4 aninhos. Passamos a manhã nos divertindo e eu precisei me controlar muito pra não ficar de pau duro na frente de todo mundo. Eliza de biquíni era ainda melhor. Quando deu 12h, resolvi ir embora e como a filha deles estava sonolenta, Eliza perguntou se poderia me acompanhar, pois assim, ela daria um banho na menina e a colocaria para dormir.

Não vi nenhum problema e seguimos para a minha casa.
Chegando em casa, disse a Eliza que ela poderia dar um banho na filha dela no meu banheiro enquanto eu iria preparar algo pra gente comer. Os demais iriam almoçar na praia e chegariam bem mais tarde.

Eliza colocou a bebe para dormir e seguiu para a cozinha no intuito de me ajudar e lá engatamos uma conversa onde ela basicamente falava e eu ouvi. O assunto: o meu primo.

Eliza disse que Roney estava bebendo demais. Que ele não se cuidava e não reparava nela mais como mulher. Na hora eu pensei “como ele consegue?”, já eu ela é toda deliciosa. Dei uma risada e Eliza percebeu e perguntou qual era a graça.

- Nenhuma.

Respondi imediatamente.

- Não parece, você está rindo.

- Desculpe, eu ri por que queria entender como alguém não repara em você.

A conversa rendeu e Eliza me disse que quase tinha traído meu primo, mas ele chegou na hora e ela desistiu. Eles se separaram e ela confessou que ia sim, dar para um grande amigo dele.

- O pior que eu adoro sexo e estou há 3 meses na seca. Seu primo não me come.

- Que desperdício.

- O que?

- Nada.

- Repete

Disse ela chegando perto de mim.

- se você continuar chegando perto assim, o macarrão vai queimar.

- Deixa, a minha fome é outra.

Eliza nem terminou a frase e já colou a sua boca na minha. Ela ainda estava de biquíni e eu de sunga o que facilitou muito a nossa vida.

Nos encostamos na bancada e Eliza abriu as pernas. meus dedos foram de encontro ao seu sexo. Soltei os lacinhos laterais do biquíni e ela ficou semi nua. Me ajoelhei e cai de boca naquela boceta carnuda.

- Ai que delicia.

Foi a única coisa que ela conseguiu falar.

Chupando sua boceta, Eliza se contorcia e se segurava para se manter de pé. Sua boceta melava a minha boca, seu mel escorria em abundância, era tanto tesão acumulado que Eliza gozou três vezes num curto espaço de tempo.

Suas mãos acariciavam meus cabelos e no quarto gozo ela me puxou levando a minha boca em direção a sua novamente. Nos beijamos enquanto ela foi se livrando da minha sunga. Foi a vez dela retribuir me dando uma deliciosa chupada. Com medo da bebe acordar, tivemos que ser rápidos, e ela se virou, apoiou-se na pia e me chamou com cara de safada.

- Vem, me fode antes que ela acorde.

Encostei meu pau na porta da boceta que parecia febril de tão quente. Meu pau foi sendo engolindo pela aquela boceta melada e quente. Eliza gemia e rebolava, dei-lhe uns tapas na bunda e a puxei pelos cabelos. Ela gemeu mais alto e eu comecei a estocar. O som dos corpos invadiram a cozinha do apartamento, Eliza seguia gemendo e pedindo mais pica até que ela gozou e eu fui junto.

Seguimos pro banheiro e fomos tomar um banho. Os amassos recomeçaram debaixo do chuveiro. Eliza se ajoelhou novamente e começou a chupar meu pau, mas sem pressa. Sua boca engolia ele por inteiro, ela fazia uma pressão absurda na cabeça e eu não demorei muito a gozar de novo.

Quando chegou a minha vez, ouvimos o choro da filha dela. Ela se enrolou na toalha e saiu em direção do quarto. Enquanto isso eu terminei meu banho. Troquei de roupa e voltei pra cozinha para terminar o nosso almoço.

Eliza então retornou pra cozinha, pegou o celular e ligou pro marido. Eles tinham ido a um bar e demorariam bastante tempo ainda. Ao desligar o celular Eliza me olhou com cara de sagada e me arrastou pra minha cama. Nos jogamos e começamos tudo de novo. Desta vez ao passar a mão por baixo do seu vestido vi que ela estava sem calcinha. Soltei as alcinhas e fui descendo. Mamei cada um dos mamilos, mordi e chupei com vontade. Eliza se contorcia na cama, abria as pernas me convidando a cair de boca mais uma vez na sua boceta.

Desci a língua até seu sexo. Voltei a chupa-lo, morde-lo, penetra-los com os dedos. Eliza aperna gemia e buscava folego em algum lugar.

Seu gozo mais uma vez melou a minha boca, seu gosto era doce, denso e forte.

Subi em direção a sua boca e nossos corpos giraram sobre a cama. Eliza estava por cima, abriu as pernas e passou a me cavalgar bem devagar. Ela subia o corpo e o pau quase saia, depois descia deixando ele inteiro dentro da sua boceta. Ela cavalgou e gozou pelo tempo que quis, seus ritmo alternava em quicadas mais fortes e cavalgadas mais delicadas.

Pedi que ela ficasse de quatro e ela apenas sorriu e se virou. Aquela bunda aberta era um convite. Botei meu pau na porta da boceta e entrei inteiro novamente.

Eliza enfiou a cara no travesseiro e eu comecei a socar com força. Segurei pelas ancas e aumentei o ritmo, Eliza gozou e eu segui se rastro gozando outra vez e enchendo sua boceta de porra.

Terminamos esta trepada e fomos tomar outro banho. Depois, Eliza pego a sua filha e deitou na minha cama para descansar ao seu lado.

Umas duas horas depois, meu irmão, minha cunhada e meu primo chegaram meio embriagados. Roney perguntou por Eliza e eu disse que ela estava no meu quarto descansando com a bebezinha. Meu irmão logo apagou no sofá e minha cunhada foi tomar banho.

Durante a semana que eles ficaram na minha casa e na casa do meu irmão, eu e Eliza nos comemos com os olhos todos os dias, até que, eles resolveram passar o dia em Guarapari e Eliza não foi. Mas isso eu conto amanha. Beijos a todos..





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