"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Aprendeu a foder de verdade na pressão


autor: Chronos
publicado em: 24/05/16
categoria: hetero
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Quando se casa com alguém, você casa com a história da pessoa também. Sejam experiências boas ou ruins, mano, vem tudo no pacote, e o desafio é conviver com essa bela confusão que é o interior dela e fazer essa tiborna funcionar.

O que você vai ler aqui, talvez não tenha lido em nenhum lugar, mas essa é a minha história. E a de Luana. Sou Robson, tenho 28 anos. Luana tem a mesma idade que eu. Uns meses a menos.

Nosso namoro foi aquela fase que tudo pegava fogo, véio, e a gente teve aquele namoro às antigas: Casa primeiro para depois abrir o presente( hoje isso é raridade ou até mesmo escândalo). Criados do jeito conservador, namoramos em casa, saíamos como qualquer casal saudável, mas tinha aquela hora de voltar, pereré pão-duro, todo aquele rito careta que vocês sabem.

E nossa curiosidade por descobrirmos um ao outro era tão forte, que tinha dia de ela me botar para fora de casa, me mandar tomar um banho gelado, essa porra toda. Na minha cabeça eu pensava o seguinte: Se no namoro é assim, casamento vai pegar fogo, né! Não sabia de nada, o inocente.

Eu sempre tive a sexualidade aflorada, e cansei de esfolar meu pau para segurar a onda. Namoro às antigas... Muitos aqui provavelmente tinham aquela marcação forte que todo mundo passou a ser um empecilho para a realização dos seus desejos. E Luana, como qualquer garota sadia, tinha aqueles sonhos de Cinderela de casar com um príncipe que ia carregá-la nos braços e o caralho a 4, e que viveríamos felizes para sempre.

Mas quando a gente casou foi que a gente percebeu que além de não saber como que casamento funcionava, não sabíamos também como SEXO funcionava. Agora senta que lá vem a história, neném:

No início, era uma pegação desenfreada, estávamos extravasando toda nossa sede por conhecer um ao outro, era foda todo dia, e... Aí, parceiro, eu não te contei uma coisa: Tínhamos as restrições do sexo. Luana como não tinha aquele dialogo aberto com a mãe, já viu: Cheia de dúvidas, conceitos antigos mal-explicados, e não rolava mais que um amor de papai e mamãe, uma conchinha, algumas vezes, fodíamos gostoso quando eu a colocava de 4... Mas tinha uma coisa: Eu gostava muito mais da parada que ela.

Luana não fazia sexo oral, sêmen era uma coisa nojenta... E anal? Nem pensar! Apesar de exteriormente concordar por achar aquilo errado, a velha hipocrisia não me deixava admitir que eu além de gostar disso tudo, eu me esfolava em segredo na punheta imaginando ela sendo possuída loucamente.

Se vocês pensam que não existem casais assim ainda hoje, vocês estão enganados. E um dia, encontrei o Clímax.

Sem sacanagem, gente, não estou fazendo Merchan do site, não, eu e talvez você que está lendo, tenhamos mais em comum do que imaginamos. Eu assumo: queria viver uma vida tórrida com minha esposa, mas era impedido porque ela tinha a cabeça fechada na época. Tentei conversar, tentei chegar num consenso com ela, mas nada. Até ouvir que SEXO NÃO SE ENSINA, EU OUVI. Lembro como se fosse hoje que ao conversarmos com um casal de amigos, tivemos uma briga posterior pois ela não aceitou que tivéssemos exposto nossa intimidade com alguém.

Luana nunca foi feia, gente, é uma negra linda, cabelos cacheadinhos, seios fartos, bunda cheinha, e estatura média, nem muito baixa, nem muito alta. Reclamar de mulher feia eu nunca iria reclamar, porém... Sexo era o vilão que nos dividia. E isso estava custando caro para nosso casamento.

Pensei várias vezes em procurar, fora, mas sempre voltei atrás pois eu amo minha esposa. Além de não rompermos em nossos papos, eu estava me distanciando. Separar ou divorciar-se devido a sexo sempre pareceu algo pavoroso para mim. Eu precisava consertar isso. Mas como?

Quando nos preparávamos para dormir, há uns dias atrás, após um banho bem gelado na noite fria, ela já me aguardava bem perfumadinha, cheirosa, e somente com uma camisa de frio sem nadinha por baixo.

Num frio daqueles que tava fazendo, era óbvio que as coisas esquentassem debaixo do edredom. Mas eu não estava tão animado, pois novamente saberia que seria mais uma transa sem grandes tesões ou orgasmos inesquecíveis. Para mim, pelo menos.

Eu sempre fui preocupado com o prazer da minha esposa, então ataquei da forma sempre voraz que meu instinto mandava. A essa altura do casamento, ela até passou a admitir que eu lhe fizesse sexo oral, e caprichei.

Luana se contorcia na cama, gemia, isso me fazia sentir-me melhor, vendo ela encharcar a bucetinha na minha boca. Sempre foi deliciosa. A nossa noite caminhava maravilhosa para ela, para mim... Mais uma noite. Não seria uma transa memorável a qual pudesse me lembrar:" Caralho, que foda!", mas... Fazia o que podia para satisfazê-la.

Encaixei nela no velho papai e mamãe e desci a rola nela:

- Ai, amor, que delícia, continua vai... Gostoso, isso... Te amo, meu lindo, sou toda sua, vai...

Esse toda sua já era uma tremenda hipocrisia. Como que era toda minha se nem conversar sobre sexo ela se sentia livre? Não sei o que a reprimia tanto. Mas eu precisava fazer algo. Continuei possuindo minha diva, com estocadas marcantes e profundas, até que ela gozou.

- Nossa, amor... Ai, que delícia... Você já foi?

- Ainda não...

Esse ainda não é o começo do drama que se seguiu. Luana não viu a cor do meu leite aquela noite! Pois ali eu tinha dado meu basta. Se tentar conversar não adiantava, se tentar criar coisas novas era pecado ou nojento, para que eu iria perder meu tempo gozando? Eu continuei metendo, mas sem prazer nenhum. Abri meus olhos, olhei para ela, e logo ela indagou:

- Nossa, amor, tá demorando... Que foi!? Não tá gostando?

- (menti) tô, sim, mas... Eu não sei, hoje tá demorando mais.

- Que estranho! Você nunca foi assim! Por que será?

E ela começou a ficar preocupada. Sim, meus amigos, eu perdi o interesse em chegar lá. E isso foi obtido graças a uma frieza que não era raiva, mas uma indignação que nem fingir que tava bom era possível.

A xaninha dela ficou ressecada, eu saí da cima dela. Ela olhava para mim, incredulamente , sem entender o que tava acontecendo. Pegou no meu mastro e começou uma maratona de punheta que durou vários minutos. E punheta pra lá, punheta pra cá, e nada de conseguir me fazer gozar. Eu não estava mais sentindo prazer. E a pica dura pra caralho...

Você: Espera aí, não entendi! Sua pica tava dura e você não quis gozar e acabar com isso? O que foi que você ganhou?

Respondo pra você, leitor: Ganhar eu não ganharia nem gozando. Seria apenas mais uma noite como outras monótonas que tive com minha esposa. Sexualmente, nossa relação havia estagnado, eu não estava mais satisfeito com a forma que vínhamos conduzindo essa situação, e fiquei passivo demais! Agora, dei um basta!

Você: Não seria mais fácil você falar que não estava bom e jogar logo tudo em pratos limpos?

Respondo de novo: Não, não seria. Não quando você está tentando há 5 anos melhorar e a pessoa não quer, parece que o essencial para ela é aquilo e pronto, acabou! Ela precisava de uma lição. Seria minha última tentativa de manter acesa a chama oscilante do nosso casamento .

Minha pica ressecou, pois de tanto massageá-la, e do jeito que Luana estava fazendo, tava até doendo.

- Pow, amor cuidado! Do jeito que você tá fazendo, tá machucando!

- Perdão, paixão, eu não quis te machucar! Mas que estranho, você não ta sentindo vontade de gozar!?

- Lu, não estou. Sinto prazer, mas não sei porque está demorando.

Você quer saber como isso é possível!? Ok. Quando casei, eu ainda não tinha controle da minha ejaculação e falhava em conduzir minha esposa ao orgasmo. Muitas vezes a deixei a ver navios. Precisei acabar com aquelas falhas e aprender a dar prazer a ela primeiro. Procurei em fontes na Internet, em Kama Sutra, Tantrismo, revistas que falam de sexo, ejaculação precoce, essa porra toda, e aprendi métodos que me auxiliaram a retardar meu orgasmo sem perder o prazer. SEXO É ENSINADO, GENTE! NÃO SABEMOS TUDO DA NOITE PRO DIA SOMENTE FAZENDO!

Quem tem a sexualidade aflorada, vai buscar Inúmeras maneiras de aumentar o prazer. Eu fiz isso, porque eu assumo que não sabia e era afobado!

Graças a esses métodos que li na internet, pude melhorar a performance, mas ela continuou reprimida na dela. Nem com a Celia, nossa amiga, para conversar ela se abria.

Mas aquela noite, ela se apavorou comigo e depois de alguns minutos, vendo que nada adiantava, parou, ficou olhando fixamente para meu pau, olhava de volta para mim, e indagava:

- E aí? Nadinha?

- Não, linda. Quem sabe se você não der uns beijinhos, um carinho mais molhadinho, ele não se anima!? (risos)

- (risos) Seu bobo! Você sabe que acho nojento esse cheiro de xana com pica.

- Então deixa para lá, amor, já deu por hoje...

- Tô preocupada com você, paixão! Poxa, você fez tão gostoso, por que isso tá acontecendo? O problema sou eu, é isso!?

-( menti mais uma vez) se o problema fosse você, meu pau já tava mole.

Ela parou, olhou para ele, aproximou seu rosto dele, cheirou... Gente, sem sacanagem, parecia que tava vendo pau pela primeira vez, eu tava quase rindo na cara dela, mas fiquei na minha. Aí, arriscou-se com a pontinha da língua provar o sabor da cabecinha com gosto da goza dela.

Como ela tinha pego creme para auxiliar a deslizar melhor com a mão para massageá-lo, não fez carinha de nojo, pois o creme era um hidratante para a pele dela.

- Tá até cheirosinho, mas acho nojento...

- Posso te mandar a real?

- Fala.

- Escuta, eu faço sexo oral em você, chupo seu grelo com vontade, sinto teu cheiro, teu sabor enchendo minha boca... E ainda te beijo depois. Nunca parou para pensar que você beija sua buceta de tabela?

- ...Verdade! Você faz isso mesmo.

- Qual é o problema em beijar meu pau que te dá prazer, com o sabor que vem de dentro de você? Você toma banho, lava-se com sabonete íntimo, perfuma-se, e tudo que sai de você é goza. Você sente nojo de você mesma?

Ali quebrei com ela. Ela não tinha argumentos para me refutar. Olhou de novo pro meu pau, deu um beijo na cabeça , depois engoliu somente a cabeça, e finalmente o tomou sem medo algum. Mamou como uma menininha descobrindo o pau de um coleguinha pela primeira vez.

Parece sacanagem, né!? MAS A HISTÓRIA É REAL, E É A MINHA HISTÓRIA.

EU PASSEI POR ISSO, E ESTOU CONTANDO PARA VOCÊ QUE ESTÁ LENDO POIS É O QUE ACONTECE EM MUITOS LUGARES.



Continua



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