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A passageira do táxi


autor: sixty_nine
publicado em: 25/05/16
categoria: casual
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Olá, meu nome é Sixty_nine ou seja 69, mas não se trata da posição sexual rsrs, mas o ano do meu nascimento. Meus contos não são fantasias, foram aventuras que tive em situações inusitadas e resolvi narra-las. Gostaria que você deixasse o seu comentário, sua crítica construtiva e nota, isso com certeza irá me estimular a narrar outras aventuras.
Beijos e abraços.


Bom, dizem que não se deve misturar prazer com trabalho, mas, tem horas que fica impossível. Sou taxista na cidade de São Gonçalo, região metropolitana do Rio de Janeiro. Eu atendia uma passageira fazia algum tempo, seu trajeto geralmente era de casa para o trabalho e vice-versa. Sempre a tratei educadamente e sem segundas intenções até então ela era somente uma passageira.
Em mais um dia de trabalho, recebi uma ligação no meio da tarde e quando olhei para a tela do telefone era ela. Me perguntou se eu estava livre para poder levá-la até ao Centro do Rio para resolver uns assuntos, eu prontamente confirmei e segui para o seu trabalho onde me esperava.
Chegando no local combinado, ela já me aguardava na calçada em frente ao prédio onde trabalhava. Como sempre saí do carro para abrir a porta traseira e fui recebido com um cumprimento de “Boa tarde” e depois que se acomodou no carro disse: Obrigada! Seguido de um belo sorriso.
Comecei o trajeto acessando a BR 101 em direção à Ponte Rio_Niterói, começamos conversar assuntos do cotidiano, nessa época por recomendações médicas eu fazia dieta e começava a praticar atividades físicas, ela percebeu os resultados, eu estava mais magro e a musculatura mais definida. Então começou a me elogiar, dizendo que estava bem, estava ficando mais bonito e repentinamente para a minha surpresa perguntou se podia sentar no banco da frente. Parei no acostamento e do meu banco abri a porta do lado carona, enquanto ela entrava eu a olhei com outros olhos, fui reparando no seu corpo muito bonito que estava parcialmente coberto por um vestido curto e que com o movimento que fazia para sentar no banco deixou-me ver quase tudo o que antes estava escondido. Comecei sentir tesão e o meu pau começou endurecer.
Voltando à estrada continuamos a conversa, ela me dizia que há algum tempo me olhava de forma diferente, sentia um grande tesão. Assim que terminou a frase mordeu os lábios e fez um “Hummm”.
Ela olhou ao redor e me perguntou se as películas nos vidros nos protegeriam dos olhares curiosos e assim que afirmei, mostrou a sua ousadia, sua mão veio em direção ao meu peito desabotoando a minha camisa e em seguida passeava pelo meu tronco que estava praticamente nu, eu a sentia ora acariciando, ora arranhando com suas unhas. Ela ficou olhando para o volume do meu pau sob a minha calça jeans que a essa altura latejava. Sua mão agora massageava o meu pau por cima da calça. A tentativa de abrir a fivela do meu cinto foi dificultada pelo o cinto de segurança que a impedia, rapidamente me soltei deste e empurrei o banco para trás. Agora com mais facilidade, ela foi metendo as duas mãos no zíper da minha calça e abrindo. Como não era horário de rush o trânsito fluía bem e quando percebi estávamos na pista de acesso à Ponte, tentei me recompor o melhor possível pois logo no início tem um posto da Polícia rodoviária Federal, já pensou se tivesse uma blitz? Passado o susto passei para a pista da direita e mantive uma velocidade constante para continuarmos a brincadeira, sua mão voltou para a minha calça e em seguida puxou a minha cueca boxer deixando o meu pau totalmente a mostra e à sua disposição. A cabeça do meu pau escorria um meladinho e ela massageava com o seu dedo fazendo movimentos circulares espalhando por todo o meu membro e olhando para mim fazendo uma carinha de desejo falou: Hummm que delícia! Depois se abaixou e caiu de boca no meu pau, me chupava deliciosamente, começou passando a língua na cabeça e foi introduzindo todo o meu pau em sua boca, eu sentia encostar em sua garganta o que me levou ao delírio, mas mantive o controle, afinal estava trafegando na Ponte. Enquanto sua boca deslizava lentamente por todo o meu membro totalmente duro, uma das minhas mão segurava firme o volante e a outra estava entrelaçada em seus cabelos ruivos e em alguns momentos eu os puxavam. Com a voz trêmula eu dizia: Assim putinha gostosa, chupa essa piroca, Hummm, CARALHO! Que boca gostosa.
Como não tinha uma estatura alta, se remexeu no banco ficando em uma posição parecida como a de quatro, a mão que segurava o cabelo agora passeava por suas costas mas por cima do vestido que quando chegou na cintura eu o puxei aparecendo a minúscula calcinha vermelha, agora eu tinha livre acesso às suas partes íntimas. Eu não sabia se prestava atenção na estrada ou em seu corpo (risos), minha mão percorria a pele macia de sua bundinha, dava uns tapinhas e a chamava de safada, cachorra e com a voz melosa me respondia que sim, ela era a minha cadela putinha. Puxei aquela tirinha vermelha que seria uma calcinha para o lado e fui busca de seu cuzinho, assim que pressentiu a minha intenção empinou mais a bundinha, logo que eu o encontrei enfiei o dedo bem devagarinho que foi entrando e ela foi contraindo o cuzinho apertando o meu dedo, que sensação deliciosa. Mas, eu queria mais, imaginava a xaninha molhadinha e não deu outra, toquei em sua bucetinha por cima da calcinha, senti o tecido molhado e quente, tentei tirá-la mas, como estava com uma das mãos ocupada no volante e tinha que prestar atenção no transito ela parou de me chupar por um instante e a tirou deixando à mostra aquela xoxotinha linda, depilada e totalmente ensopada e pronta para eu agir. O toque do meu dedo em seu clitóris tirou um gemido profundo da boca da ruiva que também mordia os lábios. Senti o melzinho do seu prazer escorrer pelos meus dedos, quando ela percebeu isso puxou a minha mão e levou até a sua boca e os lambeu, fazia questão de sentir o seu próprio sabor. Por um pequeno instante desviei a atenção do trânsito e a olhei, ela me fitava fixamente com seus olhos castanhos fazendo uma cara de total prazer, parecia que estava lambendo um sorvete delicioso.
Novamente ela abocanhou o meu cacete rígido e eu fui massageando o seu grelinho e seu corpo se contorcia de tesão, mesmo com a boca tomada pelo meu membro, gemia freneticamente, até que em um tom mais alto me disse que ia gozar. Nossa! Como gosto de ver uma mulher gozando! “Ai caralho! Puta que pariu! Não para! Estou gozando! Gritava com a respiração ofegante! Depois gozar deliciosamente pôs a mão em meu pau sussurrou em meu ouvido “Agora quero o seu leitinho” e retomou àquela chupada maravilhosa, ao mesmo tempo em que sua boca deslizava por todo o corpo do meu membro ereto sua mão acompanhava o movimento, como se ela me masturbasse. Aquilo me deixou alucinado, minha mão voltou a envolver seus cabelos e os puxavam com firmeza acompanhando os movimentos que ela fazia com a cabeça, não demorou muito e gritei que ia gozar. Senti o meu néctar esvaindo e enchendo a boca da minha putinha ruiva, que emitindo uns gemidinhos sugou todo o meu leitinho não deixando desperdiçar uma gotinha se quer. Então nos recompomos e percebemos que já estávamos no final da grande reta da Ponte, seguimos em direção ao destino comentando sobre a brincadeira que tínhamos acabado de fazer.




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