"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Sobremesa


autor: caiopiresbr
publicado em: 31/05/16
categoria: hetero
leituras: 2709
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Depois que casei passei ir pouco a bares. Era algo que costumava fazer muito na época de solteiro. Mas sabe como é, cada escolha uma renúncia. Apesar disso, a cada dois meses, após o trabalho, ia para um bar na frente do salão de beleza da minha esposa esperá-la para irmos embora juntos.

Geralmente, eu ficava lá entre 2 a 3 horas, bebendo, comendo algo e eventualmente conversando com alguém.

Na ultima sexta-feira de abril de 2007 essa espera durou mais do que o normal. Haviam se passado 4 horas e nada dela me ligar. Decidi ver se estava tudo bem. Saí do bar e fui em direção ao salão. É um salão chique, frequentado por lindas mulheres que tem dinheiro suficiente para pagar a mais por um ambiente mais agradável que a média.

Comentei com a recepcionista, uma morena linda que me atendeu super bem, que minha mulher estava demorando e antes mesmo dela responder uma porta atrás de mim se abriu.

_ Você é o marido da Ana? Vem! Pode entrar!- O som saía de uma boquinha vermelha. Uma gatinha bem branquinha, mignon, de seus 1,65 cm, de cabelo vermelho cacheado que ia até a ponta dos ombros, me olhava - Eu sou a Márcia, a cabeleireira dela, vem! Já estamos quase terminando.

Respondi qualquer coisa sorrindo e a segui. Ela usava uma calça jeans bem justa e um salto preto, fiquei observando a graciosidade de sua bunda rebolando de leve enquanto caminhávamos pelo salão. Era magrinha e usava uma blusa preta de alças, que deixava aparecer sua barriga sarada e um piercing gracioso pendurado em seu umbigo. Seus peitos eram pequenos e durinhos.

Subimos uma escada, ela na frente e eu hipnotizado atrás:

_ Finalmente conheci o famoso marido da Ana. Ela sempre me fala super bem de você. É muito romantismo ficar esperando a esposa sair do salão. Poucos fazem isso sabia?

_ Ser romântico é um dos meus pontos fortes - falei rindo.

Chegamos no primeiro andar e passamos por uma porta, era um ambiente menor e fechado com apenas duas cadeiras centrais e uma outra, para lavar cabelo no canto. Ana estava sentada na máquina de lavar cabelo e creio que principalmente por causa do horário, era a única ali. A cumprimentei com um beijinho rápido.

_ Sentiu muito minha falta? - perguntei rindo

_ Desculpa por não te avisar que ia demorar um pouco mais hoje amor.

_ Você sabe que não é problema nenhum, só queria ver se estava tudo bem.

_ Falta só a Márcia terminar de lavar meu cabelo. Espera sentado ali.

Fui até a outra cadeira e sentei. A Márcia se posicionou atrás dela e começou a lavar seu cabelo, voltada de frente pra mim. Entre um papo e outro percebi que ela me olhava de uma forma diferente. Aproveitava que minha esposa estava com os olhos fechados por causa da água e me fitava de uma forma insinuante. Não consegui esconder minha excitação. Meus lábios foram ficando secos e molhei eles de leve. Percebi que ela fez o mesmo, passando a língua de forma sensual pelos lábios. Quando você fica casado por muito tempo algumas insinuações, mesmo que leves, causam um grande impacto.

Mas tudo que é bom acaba rápido. A lavagem terminou, enquanto o cabelo da minha esposa secava minha excitação passou e fomos embora.

Duas semanas depois do ocorrido, em um domingo a noite, fui fazer compras sozinho no supermercado. Estava em dos corredores mais vazios tentando decidir entre duas marcas de leite condensado quando vejo uma mulher na frente da prateleira toda esticada tentando pegar um item que estava em uma prateleira mais alta. Era a Márcia. Me aproximo e puxo um papo.

_ Se eu não te ajudar acho que você vai acabar levando um tombo.

Ela me olha e sorri instantaneamente.

_ Henrique! - me surpreendi com sua voz animada. - Nossa, será que alguém finalmente apareceu pra me salvar? - ela riu e jogou o rosto pra frente deixando que eu desse um beijo cumprimentando-a. - Então... será que podes usar teus 1,75 e esses braços fortes pra pegar aquele mel pra mim?

Peguei o pote e entreguei em suas mãos. Nossos dedos se encontram e consegui sentir uma vibração no ar. Os braços dela ficaram arrepiados e fingi não perceber.

_ Nossa, nem sei como agradecer.

_ Mel. Leite condensado. - olhei para nossas mãos. - Creio que com esses dois ingredientes consigo imaginar várias receitas que cairiam muito bem como agradecimento.

Ela fingiu um pouco de surpresa pela ousadia e tirou o celular do bolso.

_ Então... me passa seu número que vou preparar algo e te chamo lá em casa para experimentar. - com meu pau endurecido informei meu número pra ela.

Começamos a conversar em momentos livre. Se minha mulher descobrisse eu estava ferrado. No entanto a Márcia era super simpática e impossível não ser contagiado por sua empolgação.

Nossos papos foram ficando aos poucos bem picantes e ela começou a me mandar algumas fotos por email. Em um de seus dias de carência recebi fotos sensuais. Ela quase mostrava sua bunda em shorts curtos, seus seios em decotes indiscretos e aquilo me deixou maluco. Enviei uma foto do meu pau duro, minha mão envolvendo sua grossura. Ela respondeu:
"Meu Deus, será que cabe na minha boca????".
"Só vamos descobrir se tentarmos né? Quando pode ser?"
"Você que vai me dizer, estou livre sempre depois das 22hrs, ou então pelas manhãs"

Sair a noite era complicado, mas nas partes da manhã meu horário de entrada no trabalho era flexível permitindo que eu desse uma escapadinha.

"Vou ter que te acordar amanhã!"

Ela me passou seu endereço e combinei de estar na casa dela às oito. Não consegui dormir direito aquela noite, em vários momentos tive que me controlar para não me tocar pensando nela. Tinha que guardar o melhor para o outro dia.

Acordei às sete, tomei um banho gostoso já me preparando para o que viria a seguir. Cumprimentei minha esposa quando ela saiu de casa às sete e meia, esperei um pouco e saí também.

No carro coloquei uma música romântica para já me preparar mentalmente para a situação. Eu teria a chance dos sonhos de agradar uma gata deliciosíssima e não poderia falhar. Já estava há uns 7 anos sem transar com outra pessoa que não minha mulher e a ansiedade poderia atrapalhar.

Cheguei no apartamento dela, me identifiquei na portaria, estacionei o carro na vaga de visitante e subi o elevador.

Bati em sua porta segurando sem jeito o buquê de orquídeas que havia comprado no caminho. Ninguém atendeu. Toquei a campainha e esperei. Ainda nada.

Resolvi mandar um mensagem, percebi que tinha sido lida e aguardei.

Após alguns segundos ouço um barulho de chave. Abri meu melhor sorriso misterioso e esperei.

Ela abriu um pequeno vão na porta. Eu podia ver apenas metade de seu corpo envolto em uma toalha.

A porta tinha uma dessas travas com corrente.

_ Será que eu deveria deixar entrar? Estou na dúvida - ela brincou sensualmente

_ Percebi toda dúvida pela demora. - insinuei

_ Eu estava tomando um banho gostoso pensando besteiras, não esperava tanta pontualidade.

_ Minha pontualidade é britânica - sorri para ela, estava adorando aquele jogo, ela era boa em criar expectativas.

Ela fechou a porta, removeu a trava e abriu. Minha vontade naquele momento foi entrar separando sua toalha do corpo com um puxão forte, colocar ela contra a parede e fazer amor ali mesmo, com a porta aberta. Mas ela não parecia o tipo de mulher que gosta de agressividade de primeira. Percebi pelo seu jogo de palavras que ela gostava de uma boa preliminar.

Entrei entregando seu buquê.

_ São pra mim? Que gentil, faz muito tempo que não recebo um buquê assim lindo.

Ela segurava o buquê com uma mão e a toalha com outra. Tive que fechar a porta. Ela pediu uns minutos, mandou eu ficar a vontade e foi para o banheiro se preparar.

Tirei meu celular, liguei em seu som bluetooth e coloquei uma lista especialmente sexy para tocar. Servi uma dose de wisk e resolvi esperar sentado no sofá.

Meus pensamentos estavam um turbilhão e meu pau já estava querendo sair da calça a força.

Ouvi um abrir de portas e não me virei. Fechei meus olhos e esperei. Ouvi seus primeiro passo. Um passo firme e constante revelava um salto alto batendo no chão. Impossível não sentir seu cheiro de leite de amêndoas de longe, ela tinha apostado forte em um creme corporal delicioso.

Ela veio pra minha frente. O jogo tinha começado. Ela estava usando uma máscara preta, cobria apenas os olhos e vestia um espartilho preto. Comecei com calma a saborear seu corpo com meus olhos. Seus seios pequenos, sua cintura fina, suas pernas. Uma meia subia até altura das suas coxas, era preta e transparente, uma cinta liga e sua calcinha fio preta fechavam o conjunto. Ela girou lentamente, ficando de costas pra mim, e pude apreciar mais. Seu cabelo cacheado caindo até altura dos ombros, suas costas lisas, sua bunda macia, suas coxas torneadas.

Meu pau doía dentro da calça. Tirei ele pra fora e comecei a me masturbar. Ela se virou e fez uma cara safada de espanto. Colocou a mão na boca, arregalou os olhos. E depois sorriu maliciosamente, com a ponta dos dedos nos lábios olhou para o alto e suspirou.

Começou a tocar Portishead. Música perfeita para um momento perfeito. E ela começou a dançar ao som da música. E como dançava. Seu corpo acompanhava perfeitamente o ritmo. Sobrava desenvoltura e charme.

Levantou os braços acima da cabeça e balançou o corpo ritmicamente. Desceu com o corpo procurando o chão. Molhava sua boca e brincava com o lábio.

Eu me masturbava. Meu pau estava duro em minha mão, pedia sua boca. Ele teria que esperar. Sem gozar.

Ela se aproximou ainda mais, e começou a dançar próxima a mim.

Seu cheiro me entontava. Eu não estava apenas excitado, estava perdendo a noção de quem eu era naquele momento. Todo meu desejo estava sendo canalizado.

Ela se abaixou e apoiou com as mãos em meus joelhos. Estava empinada, rebolando para um lado e para o outro. Seus olhos fixos nos meus. Sua boca salivava. Sua saliva começou a escorrer pelo canto da boca e cair diretamente sobre meu pau. Ela foi se abaixando, abaixando e não resistiu.

Sua boca se abriu e meu pau foi entrando centímetro por centímetro. Não senti o toque da sua boca. Ela estava fazendo de propósito. Senti apenas quando a ponta dele encontrou sua garganta. Nesse momento ela fechou a boca envolvendo todo meu pau. Sugou forte e puxou a cabeça. Senti meu pau ser sugado e precisei me controlar muito para não gozar naquele instante. Ela queria brincar mais comigo.

Virou novamente de costas e foi se afastando ao ritmo da música. Suas mãos brincavam em seu corpo. Ela mexia em sua barriga,, sua boceta, sua bunda. Minha mão tocava ainda mais forte no meu pau. Sua mão entrou dentro da sua calcinha e juntos começamos a nos tocar.

Eu estava hipnotizado naquele momento. Minha atenção era totalmente dela e ela sabia disso. Ela estava me conduzindo da forma que queria. E se era sua intenção me deixar maluco a ponto de saltar sobre ela e a foder loucamente ela estava conseguindo.

Ela tirou a mão da calcinha. A ponta dos seus dedos estavam molhados. Ela fez questão de me mostrar enquanto chegava perto de mim. Ela pegou os dedos e começou a passar em volta dos lábios. Ela foi se aproximando, colocou as mãos nos meus joelhos e seu rostinho foi se aproximando. Sua boca. Consegui sentir o cheiro dela e me preparei para o beijo. Fechei dos olhos e ela se afastou.

Sorriu safada novamente quando eu abri os olhos. Sua língua passeava lentamente sobre seus lábios provando seu mel. Eu suspirei, estava sendo difícil me segurar. Mas sabia, ela ainda não tinha terminado.

Ela continuou dançando, se insinuando. Onde aquela mulher tinha aprendido a dançar daquela maneira? Como alguém consegue ser tão sexy? Me senti anestesiado, meu tesão era imenso e meu pau já demonstrava isso. A cabeça dele estava tão inchada que começava a doer, veias saltavam dele explodindo. Precisei tirar um pouco a mão.

Ela se aproximou cada vez mais de mim e me empurrou pelo peito. Encontrei o encosto com o sofá ficando praticamente deitado. Ela subiu no sofá se equilibrando com o salto e começou a rebolar. Meus olhos se concentram em sua calcinha. Ela percebeu e foi abaixando. Chegou bem próxima da minha boca.

_ Come !!! - comecei a chupar e beijar sua calcinha.

_ Eu mandei comer. É comestível. - gelei. Ela estava querendo que eu literalmente comesse sua calcinha. Devorasse. Nunca tinha visto esse tipo de peça intima e comecei a comer.

Que puta tesão. Ela me ajudava com a mão. Sua calcinha estava ensopada com seu mel. Aquela mistura começou a entrar na minha boca e comecei a devorar. Sua boceta estava recém depilada, era pequena, apertada e rosada. Também conseguia ver seu cu, que piscava involuntariamente pra mim. A melhor refeição da minha vida.

_ Agora que terminou o prato principal. Pega a sobremesa - ela falou enfiando sua boceta no meu rosto. Era a primeira vez que beijava a boceta de uma mulher antes mesmo de conhecer o gosto de sua boca.

Já recebi alguns elogios pela minha chupada. Algumas amigas já me confidenciaram que são poucos os homens que sabem realmente chupar. Eu sempre me interessei pelo assunto, sempre gostei realmente de ter uma boceta molhada na minha boca e sempre adorei quando ela gozava mesmo antes de eu meter.

Chupei ela como se fosse a última boceta da face da terra. Um agradecimento merecido pelos momentos de prazer e desejo que me acabara de me fazer passar. Ela começou a respirar fundo, passou para gemidos leves que foram ficando altos. Ela colocou a mão na boca e berrou. Seu corpo começou a tremer e caiu em cima de mim.

E estava apenas começando.

CONTINUA

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