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Fim dos Dias de Nerd I


autor: Chronos
publicado em: 04/06/16
categoria: jovens
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Aventuras de Renato 01


Fui educado num colégio tradicional do Rio de Janeiro, e meus pais sempre valorizaram a disciplina, o cuidado com o corpo, enfim, uma educação que preparasse jovens para ocupar posições de destaque na sociedade. Sou Renato, hoje tenho 19 anos. Formei-me no Colégio como o Terceiro melhor aluno, com uma média global de 9.8 .

Não era o melhor,com certeza, mas apesar da minha timidez, eu não gostava de falar nem sobre minhas provas, mas o Colégio fazia questão de expor minhas notas, as da Lívia e as do Felipe Moreira. Lipe era o 0.1 que vencia as olimpíadas de Matemática contra qualquer estudante de qualquer colégio do Brasil, mas dentro do colégio, a chapa esquentava justamente entre nós três: Lipe, Lívia, e eu. Felipe era o cara em que me espelhava para ser bom. Nunca fui um gênio, mas ele me respeitava. Lívia mais ainda. Ela me admirava.

Ah, Lívia! Conheci a Lívia no primeiro ano. Apesar de estudar com ela desde a quinta, somente no Ensino Médio começamos a ter amizade. O que ela tinha gênio,tinha de popular : excelente oratória, ganhou várias mostras Científicas comigo, é linda( e como! ), além de ótima atleta, foi escolhida a musa do colégio três anos seguidos. Eu já era louco por ela. Eu, e a torcida do Flamengo inteira, rsrsrs!

A beleza do Colégio era uma mulata de 1,78m, 74 kg bem distribuídos por aquele corpo divino. Tinha uns seios pareciam uns melõezinhos, nossa véio, e uma cintura de despertar inveja em muita garota gata na escola. Uma verdadeira diva, que era disputada para ser par nos bailes do colégio, mesmo pelos alunos mais aplicados. Há quem diga que até professores deram em cima dela fora do colégio. Más línguas é uma merda!

Já eu era um cara tímido e mais reservado. Apesar de ser um cara extremamente aplicado, era péssimo com garotas, e para piorar , acabei me apaixonando pela Lívia. Ela passava um ar de superioridade, mesmo sendo imensamente simpática e carinhosa. Alguns caras tinham medo de encarar uma conversa com ela, pois chegar junto era pra quem sabia o que tava fazendo. Ela até namorou um cara, do Terceiro Ano, um sujeito bem popular com as garotas, bonito, cheio da grana, mas o maluco era tão egocentrico que ela dispensou o cara.

Entretanto, ela era minha melhor amiga, e eu tinha medo de estragar tudo pois ela é especial.Apesar de toda essa fama, e toda essa moral, ela se sentia carente. Uma hora chega que mesmo os mais destacados precisam de alguém para compartilhar a vida. E, numa dessas conversas íntimas, ela revelou o quanto sentia falta de um ombro que lhe desse segurança.

A essa altura do campeonato, estavamos com 18 anos, e como vocês sabem, mesmo os mais comportados jovens estão com os hormônios à flor da pele. Eu era um deles.

Mas resolvi partir pro ataque: Comecei a demonstrar para Lívia que queria mais que uma amizade. Na metade do ano, duas semanas depois do meu aniversário, fui até a casa dela para preparar nossa mostra Cientifica já para setembro, e no intervalo , após o lanche, resolvi ler umas poesias para ela, pois eu gostava de literatura, e acabava escrevendo uns versos inspirados em Shakespeare, Camões, e principalmente, Vinícius. Este mesmo, amigos, Vinícius de Moraes. Ela me admirava muito como pessoa, pois segundo ela eu não era fútil como os caras que davam em cima dela no Colégio. Ela me via como um cara simples, um cara digno de ser um companheiro pro resto da vida.Aquilo me deu um gás, sabe. Era tímido, poxa, quando eu ia pensar que uma garota do porte dela ia notar um cara como eu?

Olhei fixamente pra ela, o que a assustou um pouco, e foi aí que disse:

- Lívia, sei que um monte de gente pergunta porque eu não dou atenção a essa parte emocional, de me relacionar com as garotas, mas a verdade é que espero a parceira certa pra dança.

-Eu invejo essa futura parceira. Você é especial,Renato,não é um idiota . E acho muito lindo cada verso que escreve, queria que fosse pra mim..

-E o que você faria, se fossem para você? Acho que ainda assim eles não conseguiriam te alcançar, você é linda, merece muito mais...

- Também espero o parceiro certo pra dança, Renato, e ao contrário do que pensa, alguém como você seria o parceiro de qualquer garota com bom senso. Vejo você tão focado no que quer, nada tira seu olhar dos objetivos. Sei que você não é um gênio nato, mas você é um gênio do trabalho sofrido, é um dos melhores da escola. Qual garota não ia querer um ébano como você? Inteligente, forte, guerreiro e tão sensível?

Segurei nas mãos dela. " e se eu te dissesse que por todo este tempo esperei o momento de falar para a minha musa inspiradora o quanto eu a quero, admiro, não somente pela inteligência, mas pela simplicidade que eu vejo em seu coração? Se eu te dissesse que o que mais quero é ser um cara normal sem aquelas carapaças de intelectual, apenas me entregar ao que está reprimido e tomar essa garota nos meus braços?”

Lívia ficou até com a mão suada. Sua respiração tava forte e sem ritmo. Não havia mais nada que pudesse atrapalhar aquele momento. “ E o que você tá esperando para falar isso pra ela?”

-Se eu pudesse falar sem perder a voz, se eu pudesse manter o raciocínio claro como você faz em seus debates e seminários, seria tão simples...

-Por que não começa sendo o Renato que eu conheço e seja original com ela? Pegar nas mãos dela do seu jeito, agora, e deixar o coração falar?

Gente, não aguentei. Puxei ela pra junto do meu corpo, aninhei-a nos braços e tomei o mel daquela boca. Foram os cinco minutos mais longos da minha vida. Naquele momento, o Renato nerd caiu por terra e um homem desesperado pra ter aquela mulher de qualquer jeito se manifestou: o beijo de um jovem apaixonado tornou-se uma caça implacável aqueles lábios; meu abdome virou uma rocha, e meu pau começou a levantar como um mastro de uma caravela para navegar por aquele oceano de delícias.

Eu não me reconhecia mais. Lívia envolveu meu pescoço ,trazendo-me para dentro de sua boca, a sua perna envolvia o meu corpo enquanto eu segurava-a apertando bem forte aquelas coxas. O bom Renato amigo da Lívia era um amante descontrolado, Dr. Francisco jamais reconheceria o amigo da filha.

Sorte nossa que estavamos no terraço da casa. Ninguém nos atrapalharia naquele momento. Puta merda, e ela não pára de massagear e arranhar meu tórax!!! Porra, cadê a minha amiga, antes a diva inalcançável? Gente, tudo não fazia mais sentido. Agora meu pau, insistia em pular para fora da minha bermuda tactel, roçando a barriga dela. Ela pára de me beijar e olha pra aquele volume querendo invadi-la. Ali eu achei que tava fudido,de verdade. Ela ia achar que eu era um dos tarados que estavam afim de comê-la para conseguir status no colégio. Mas que nada, aquela deusa torna o olhar para mim e lança um beijo tão profundo que parece querer arrancar minha lingua fora da boca.

Ela pega minha mão e a leva aos seus seios. Porra, minhas bolas e meu pau dóem, vão explodir! Naquela hora, ela tava com uma calça leg com uma camiseta de alça, sem sutiã, e os peitos dela parecem querer saltar! “ Quem é essa garota na minha frente? Parece que ela sabe onde isso vai parar e mesmo assim, ela não se importa! É como se já tivesse feito muitas vezes!”, exclamava comigo mesmo.

Porra, pareciam horas! Que era aquilo,mano! Aquela nerd, aluna mais aplicada da escola depois do Lipe, era uma mulher insaciável na minha frente.E por onde começar? O que fazer?

Lembrei dos filmes pornôs que vi. Virei ela de costas para mim, abracei-a por trás e ataquei o pescoço dela com mordidas leves, e depois com beijos de língua na sua nuca.

- Ai, Renato, que delícia! Não pára, vai! Morde, morde, gostoso, olha como você tá me deixandooo- disse levando a mão para dentro da sua calça leg,totalmente encharcada!

Cara, eu nunca vi algo que me despertasse tanto prazer, jamais pensei que uma garota ficaria daquele jeito por mim! Eu tirei a mão molhada de lá e alcancei minha boca, enquanto ela sentia e empurrava aquela bunda no meu pau, e que sabor diferente eu senti: um gosto agridoce, viscoso, saboroso, puta merda! Que xana deliciosa!

Ela ia colocar meu pau para fora da calça, para ver como era, foi quando alguém gritou da escada do terraço:

-Lívia, Renato, já acabaram o trabalho!? Daqui a pouco você tem curso, Lívia!- disse o pai dela, que ainda completou que estava indo pra garagem para ligar o carro, afim de levá-la!

Bom gente, vou deixar para uma próxima, espero que tenham gostado




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