"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Sibelle, minha ex-cunhada safada;


autor: Publicitario45
publicado em: 06/06/16
categoria: casual
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Um dos meus primeiros contos, eu relatei minha experiência com a Fran, um loira dos olhos verdes, linda com que eu sai alguns meses antes dela se mudar pra Londres. A Fran que mais tarde virou uma amiga, tem uma irmã, a Sibele que na época que a gente saia estava separada do marido dela e por isso sempre nos acompanhava nas farras dos finais de semana.

Sibelle tem a pele clara mas não tem cabelos loiros com a irmã, seus cabelos são lisos, castanhos claros, tem olhos verdes, uma boca grande e bem desenhada que lhe confere um sorriso encantador.

Sibelle é adepta a caminha todos os dias na praia, faz 6km na Praia de Camburi sempre pela manhã, tem uma alimentação saudável e por isso tem um corpo bonito mas sem exageros.

Depois que Fran se mudou pra Londres eu nunca mais encontrei Sibelle até que no final do ano passado nos esbarramos casualmente no shopping. Conversamos por um bom tempo, trocamos telefone e de noite ela me ligou e colocamos as novidades em dia.

Falamos sobre vários assuntos até que percebemos que já se passava da meia noite, nos despedimos e deligamos o telefone. Mas não sei bem o motivo eu entrei no Whatsapp e vi que ela estava linda na foto de perfil, imediatamente mandei uma mensagem elogiando e ela respondeu dizendo que eu estava elegante na minha foto.

Continuamos trocando mensagens or mais meia hora e depois fomos dormir.

Quando acordei no dia seguinte, tinha uma mensagem dela me desejando bom dia e uma foto dela caminhando na praia. Pela posição do celular dava para ver que ela usava um top branco onde seis seios chamavam atenção e uma calça LEG branca. Agradeci o bom dia e fui tomar banho para poder ir pro trabalho. Passamos o dia todo mandando mensagens, fotos, vídeos e a noite chegou, e a gente continuava com as mensagens, as vezes ligávamos pro outro, depois retornávamos para as mensagens.

Passou uma semana, duas, três e eu a chamei para almoçar. Ela aceitou mas disse que tinha que ser depois das 13h pois ela ainda tinha que deixar as filhas na escola. Concordei e fomos nos encontrar no Banzai, um restaurante de comida japonesa.

Eu cheguei primeiro e escolhi uma mesa mais afastada, dez minutos depois ela chegou. Estava linda, usava um vestido branco, sandálias com um pequeno salto e prendeu o cabelo com um rabo de cavalo. Ela se aproximou, nos beijamos no rosto e eu senti um perfume delicioso.

Sentamos e começamos a conversar.

- Seu cabelo preso e este vestido te deixam com cara de menina.

- Obrigado, você é sempre agalanteador né?

- Eu?

- Sim, você. Me lembro quando você namorava a minha irmã, você sempre tratou as pessoas assim, fala sorrindo, parece que quer seduzir todo mundo.

- E eu estou conseguindo seduzir você?

- Olha, até conseguiria, mas eu não saio com quem já saiu com a minha irmã.

- Ah é, porque?

- Por que não gosto. Apesar de achar você bem interessante, não iria querer ter problemas com a minha irmã.

- Mas a sua irmã mora em Londres, casou, teve outra filha. Não existe a menor chance.

-E, mas o marido dela morre de ciúmes de vocês. Tudo porque ela quando o conheceu contou uma vez na minha casa as loucuras que vocês faziam na cama. A Fran contou tudo, ela tinha tomado umas taças de vinho e foi falando. Ele ficou com muito ciúmes, eles brigaram mas depois acabaram casando.

- E você, o que achou das nossas loucuras?

- No dia eu fiquei molhada, me masturbei para poder dormir. Voce tem
cara de safado né, vamos combinar.

Eu ri, ela riu e terminamos nosso almoço. Paguei a conta e fomos para o estacionamento onde nossos carros estavam próximos.

Nos despedimos com três beijos sendo que o terceiro foi quase um selinho. Sibelle me olhou fixamente, riu e ficou me olhando esperando que eu dissesse alguma coisa.

- Obrigado por ter aceito o meu convite Sibelle.

- Foi uma tarde agradável. Desde que me separei pela segunda vez eu não saio pra lugar nenhum. Você tem uma conversa agradável e perigosa.

Esta frase mexeu comigo e antes que ela começasse a segunda eu a puxei pela cintura, trouxe seu orpo ao encontro do meu e beijei-lhe a boca com vontade. Sibelle não reagiu, deixou-se levar e passou seus braços em volta do meu pescoço. Suas pernas entraram entre as minhas e num movimento brusco ela se soltou. Pediu desculpas, disse que a gente não podia fazer aquilo, entrou no carro e saiu rapidamente.

Depois disso entrei no meu carro e fui pro trabalho. No final do dia uma mensagem no celular. A mensagem era curta e grossa e dizia: adorei o beijo. Deu vontade de... e eu quis saber o que ela estava pensando. Sibelle não respondeu mais e a noite ela mandou outra mensagem: deu vontade de você. Por um momento eu senti vontade de ser sua.

- O que nos impede?

- Voce foi da minha irmã.

- Ela precisa saber?

- Não, em deve.

- Podemos conversar sobre isso jantando, tomando um vinho. Quer sair?

- Não, mas quero jantar com você. Pode ser amanhã?

- Sim, onde quer ir?

- Quero jantar com você aqui na minha casa. Vou mandar as meninas pra casa da tia delas e você vem. Anota o endereço.

No dia seguinte acordei cedo, ansioso pelo jantar. Honestamente eu nem sabia direito se Sibelle ia ou não parar com essa conversa de “irmã”, mas tratei de me arrumar. Coloquei uma calça preta, uma camisa cinza e um blazer preto. Borrifei meu perfume One Million, peguei duas garrafas de vinho Alma Negra e fui. Sibelle morava do outro lado da cidade e para evitar problema com a bebida e direção, resolvi ir de taxi. Quinze minutos depois eu estava na prota do prédio tocando o interfone.

Sibelle atendeu e abriu o portão, entrei no elevador e fui até o quinto andar. Quando sai vi que a porta estava aberta, tinha um cheiro bom de comida e tocava um DVD da Adele ao vivo. Bati na porta e ela gritou para que eu entrasse. Em cima da mesa um balde de gelo com uma garra de prosseco e duas taças.

- Estou na cozinha. Sirva duas taças e venha aqui, já está quase pronto.

Assim eu fiz, servi duas taças, e fui caminhando até a cozinha. Sibelle estava linda, vestia em vestido vermelho que marcava bem a sua cintura, um decote generoso e as costas a livres. Os cabelos estavam cacheados e a boca um batom que realçava ainda mais seus lábios.

Seus olhos brilhavam e seu sorriso estava simplesmente irresistível.
Sibelle deixou o que estava fazendo e veio ao meu encontro. Tentei manter a calma e não avancei o sinal, apenas lhe abracei pela cintura e dei dois beijos no rosto. Seu perfume era fantástico e ela me guiou pelas mãos até a sala. Sentamos e ficamos conversando ate a comida ficar pronta. Nos servimos e eu abri a primeira garrafa de vinho.

Terminamos o jantar e nos sentamos na varanda, trocamos o DVD da Adele por um cd de músicas dos anos 80, dançamos, rimos, relembramos as farras e foi quando começou a tocar uma música um pouco mais lenta. Peguei Sibelle pela mão e a chamei para dançar, ela aceitou, seus braços envolveram meu pescoço e os meus a sua cintura, os corpos se tocaram e começamos a dançar lentamente.

Sua respiração foi ficando mais pesada, seu rosto estava próximo do meu, eu senti seu coração bater mais forte, Sibelle estava de olhos fechados, parecia flutuar pela sala da sua casa, eu guiava seus passos e ela apenas obedecia. A musica acabou e nós continuamos ali, dançando, sem música, o único som que se ouvia na sala era da nossa respiração.

- Quer sentar? Esta cansada?

- Não, quero ficar assim.

- Assim como?

- Colada em você, sentindo seu cheiro, seu calor, apenas quero ficar...

Sibelle abriu os olhos e levantou o rosto como se buscasse a minha boca. Nossos lábios se encontraram de novo e desta vez sem pressa. Nosso beijo foi longo, molhado, demorado e sedutor. Minhas mãos deslizavam pelo tecido vermelho que cobria seu corpo. As mãos de Sibelle passeavam pelo meu cabelo, desciam até o meu rosto e nossas bocas seguiam grudadas, fui até sua orelha e pedi que ela fosse minha naquela noite, ela apenas acenou a cabeça dizendo que sim. Fui até sua orelha e a mordi de leve, senti sua pele arrepiar, minhas mãos passeavam pelo corpo de Sibelle e rapidamente me livrei do vestido vermelho, ela tirou meu blazer e foi desabotoando a minha camisa, beijava meu peito, passava a ponta da unha me causando arrepios.

Sibelle ficou apenas de calcinha preta, rendada, não muito pequena mas extremamente sexy e salto alto. Seus seios estavam rijos, os bicos grandes e rosados eram um convite para que eu caísse de boca.

Mamei um, depois o outro, Sibelle apenas gemia, acariciava meus cabelos e forçava a minha cabeça em direção aos seus seios.

Senti sua mão apetando meu pau por cima da calça que ela tratou de tirar rapidamente, puxou junto a minha cueca me deixando nu. Sibelle se ajoelhou e com as duas mãos segurou a minha vara, passou a ponta da língua d=na cabeça e desceu assim até o meu saco, eu gemi, senti um calor no corpo e ela meteu a boca, chupou meu pau inteiro, babou, melou, mordeu, sugou, massageou me deixando cada vez mais excitado.

- Assim eu vou acabar gozando na sua boca.

- Não, não goza ainda... quero me divertir ainda.

Sibelle se levantou e veio novamente em direção a minha boca, me beijou, passou as mãos e as unhas nas minhas costas e fomos caminhando até a porta que dava acesso a cozinha. Entramos e nos encostamos na pira, virei seu corpo e deixei ela de costas pra mim, desci minha língua da sua nuca até o tornozelo, beijei, lambi, mordi, arranhei cada centímetro do seu corpo. Mordi sua bunda, abaixei lentamente sua calcinha e ela abriu as pernas. ainda por trás, passei a língua entre suas pernas, beijei levemente seu cuzinho, ela gemeu, senti suas pernas bambearem, ela apoiou o pé em cima de m banquinho e eu ai de boca na sua boceta cheirosa e com poucos pelos. Chupei, meti a língua como se quisesse penetra-la, Sibelle gemia, pedia mais e rapidamente gozou na minha boca. Levantei e beijei a sua boca, meu pau roçou na portinha da sua boceta e ela com a mão começou a esfregar a cabeça do meu pau no seu grelo como se fosse um vibrador, Sibelle gemia, seu corpo dava pequenas tremidas e eu a virei de costas de novo. Pincelei meu pau e entrei naquela boceta apertada e quente. Já fazia mais de dois anos que ela não transava e assim veio o terceiro gozo dela, desta vez mais intenso.

- Isso, mete, me come toda, eu quero ser sua puta.

Ouvindo isso, segurei Sibelle pela cintura e com a outra mão puxei seu cabelo, as estocadas foram ficando cada vez mais fortes, espalmei sua bunda deixando meus dedos marcados enquanto Sibelle apenas gemia e falava palavras desconexas. Senti meu corpo tremer, acelerei os movimentos, anunciei meu gozo e ela pediu que eu gozasse dentro.

Foi assim, nossos corpos grudados, nossas bocas atrevidas querendo uma engolir a outra e meu pau pulando e jorrando porra dentro do seu sexo.

Ficamos por alguns minutos abraçados, recuperando o folego. Sibelle disse que precisava ir ao banheiro e a porra escorreu entre suas pernas indo direto ao chão. Fui pra sala e diminui a luz deixando apenas um abajour aceso.

Deitei no sofá e fiquei ali, me recuperando da primeira trepada. Ou vi os passos dela retornando pra sala e antes que eu abrisse os olhos senti uma boca gelada chupando meu pau. Aquele choque de temperatura me deixou doido. Sibelle estava com uma garrafa de vinho na mão, nua, bebendo direto no bico. Parecia uma vagabunda e a cena me deixou doido. Sibelle continuou a me chupar e meu pau foi dando sinal de vida. Ela apenas ordenou que eu ficasse quieto, abriu as pernas e sentou na minha rola. Seu corpo se remexia, ela rebolava, bebia o vinho, olhava pra mim com cara de puta e foi controlando seus movimentos. Seu corpo subia e descia na minha vara, sua boceta mordi meu pau e veio outro orgasmo dela. Sibelle me arranhou o peito com suas unhas afiadas, gemeu um pouco mais alto e deitou sobre meu corpo. Com a mão comecei a acariciar seu corpo, desci a te a bundinha e passei o dedo no cuzinho.

- Voce quer?

- Quero.

- Vou pegar KY, pode?

- Sim.

Sibelle abriu uma gaveta e pegou um vidro cheio de lubrificante.

Depois se ajoelhou o sofá e ficou de quatro, passei gel no meu pau inteiro, depois lubrifiquei seu rabo e ela gemeu com o toque do meu dedo na sua bunda. Me levantei, coloquei a cabeça na porta e fui empurrando. Sibelle adorava da r a bunda igual a irmã, foi relaxando e o pau foi entrando. Depois de todo lá dentro comecei a estoca-la com mais vigor, ela gemia, peia uns tapas, pediu que eu a chamasse de puta, rebolou, gemeu mais alto, fez carinha de choro soluçou e gozou com meu pau dentro do seu rabo e um dedo no grelo. Acelerei as estocadas e gozei dentro enchendo sua bunda de porra.

Naquela noite eu dormi a casa de Sibelle, passamos a noite aprontando. Ela gozou na minha boca, eu gozei na dela, ela me lambeu por inteiro me deixando doido. Por algumas vezes repetimos a dose até que ela resolveu namorar seriamente um cara que ela conheceu na empresa em que ela trabalha.

Este virou nosso segredo. A Fran nunca ficou sabendo e o atual namorado dela também não.

Beijos e boa semana a todos. Se gostou, cometa ai.





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