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Marcelo & Sonia 32 – Casal Bi


autor: MarceloDias
publicado em: 10/06/16
categoria: traição
leituras: 6868
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Marcelo & Sonia 32 – Casal Bi

Todo casal liberal sabe que os envolvimentos esfriam e acabam depois de um tempo. O caso com Noel durou um bom tempo, depois foi esfriando, não sei por que isso acontece, só sei que acontece. Sonia adorou a experiência de ser comida por vários machos. Só que me confessou que curtia uma coisa mais intima entre eu, ela e outro macho ou uma mulher madura que dominasse ela na cama. Estávamos nos dois sozinhos novamente. Toda mulher casada depois que acostuma a dar para outro macho e todo marido que gosta de ver a mulher dando para outro, não se contenta mais com uma relação comum, os dois ficam querendo outra pessoa na cama com eles para satisfazer os seus desejos. Sonia foi ficando carente, ainda sentia falta de Noel, eu sabia que ela estava doida para dar a boceta. E isso acabou acontecendo.

Tem momentos que só acontecem uma vez e nunca mais se repetem. Você encontra a pessoa certa aonde não imagina. Foi o que aconteceu. Minha esposa estava no cio, muito carente, queria pica toda hora, eu fodia ela todo dia e ela continuava insatisfeita. Na cama, ela se abria comigo, eu to querendo uma pica diferente amor, to doida para dar. Ela disse. Eu prometi que nós íamos encontrar um macho com uma pica grande e grossa para comer ela.

Numa segunda feira, de noite, estávamos em casa sem fazer nada e resolvemos sair para quebrar a rotina, estávamos muito caseiros, combinamos de ir a um cinema num shopping perto de casa e depois jantar fora. Eu me vesti, coloquei uma calça social cinza, uma camisa branca e mocassins claros. Sonia se arrumou bem simples, colocou uma blusa de alça bem justa branca e uma calça legging vermelha grudada no corpo com uma calcinha minúscula e uma sandália baixa. Ela ficou indecente vestida assim, este tipo de calça marca demais o corpo dela, ela tem coxas muito grossas e a calça deixa a boceta muito exposta, mostrando como a boceta dela é grande, minha esposa tem uma boceta exagerada, a calça colada realçava ainda mais o rabão farto dela, mostrando como a bunda dela era grande.

Como o shopping era perto de casa, fomos andando abraçados, eu via como os homens ficavam olhando para o corpão dela mesmo vendo que ela estava acompanhada. O Shopping era pequeno com três pisos e dois cinemas no último piso, subimos pela escada rolante, estava bem vazio, não tinha ninguém na bilheteria, comprei os ingressos e entramos, ficamos esperando a seção começar para entramos, tinha pouca gente esperando, dois casais e mais umas seis pessoas. Estávamos conversando em pé, quando minha esposa sussurrou no meu ouvido, tem um homem que não para de me olhar, ela disse. Aonde, perguntei. Ali perto da pilastra, de camisa polo branca. Eu olhei tentando ser discreto. Vi o homem parado olhando para nós, devia ter uns 50 anos, era negro, 1,80 altura, 98 kg, bem forte, do tipo largo, cabelos muito curtos meios grisalhos, rosto bem redondo, bocão, cara de macho, usava uma camisa polo branca e uma calça social bege e sapatos pretos, tinha o peito largo, braços fortes e as pernas grossas. Ele percebeu que eu olhava para ele e me encarrou sério. Vi que Sonia encarrava o olhar dele de um jeito meio oferecido. Afastei meu olhar, Sonia me olhou, me beijando, ele não para de me olhar amor, ela falou com aquele jeitinho dela. Você ta dando confiança, falei. Ela sorriu safada para mim. Não to não, só olhei, achei ele gostoso. Ela falou no momento que todos começaram a entrar para a seção. Acabamos entrando sem olharmos para ele.

A sala não era grande, a luz estava acesa, sentamos nas últimas fileiras no meio, ficamos abraçados, não tinha ninguém onde estávamos, só umas cinco fileiras a frente tinha um casal e bem na frente umas dez pessoas sentadas aguardando o início do filme. As luzes foram apagando e a sala ficou escura. Eu e Sonia nos beijávamos, quando minha esposa falou baixinho, o homem que estava me olhando la fora está parado no corredor olhando a gente. Olhei e vi ele parado descaradamente olhando para minha esposa. Ele viu que eu olhava, mas continuou ali. Minha esposa ficou olhando para ele, correspondendo aos olhares dele. Ele não para de me olhar amor. Sonia falou me oferecendo a boca, beijei os lábios dela, Você esta olhando, ele esta vendo que você esta dando confiança. Ela riu, dizendo que não estava dando confiança. Ficamos nos beijando. Ele atrevidamente sentou perto de nos, deixando duas cadeiras vagas entre ele e minha esposa. Beijei Sonia na boca, ela correspondeu, coloquei a mão nos joelhos dela e subi acariciando a coxa grossa dela, colocando a mão na boceta por cima da calça. Ele via minha mão na boceta da minha esposa. Sonia me olhou com tesão. Ele esta vendo tudo, Sonia disse segurando meu pau duro por cima da calça. Olhei para ele e ele me encarrou, vi que ele segurava o pau por cima da calça. Sonia abriu as pernas deixando minha mão acariciar sua boceta. Ela olhava para ele, beijei ela na boca e minha mão continuou na boceta. Ele viu que olhávamos para ele e ficava com a mão no pau por cima da calça, mostrando para minha esposa. Ele é gostoso, Sonia falou para mim. Gostou dele, perguntei. Gostei, ela sussurrou me beijando.

Sonia passou a olhar descaradamente para o pau dele. Ele via minha mão na boceta dela por cima da calça. Ele sentou na cadeira do lado, diminuindo a distancia e deixando somente uma cadeira entre ele e minha esposa. A pouca luminosidade na sala permitia que pudêssemos nos olhar. Eu e minha esposa olhávamos para ele, completamente envolvidos pelo clima de sedução. Ele encarrou minha esposa e foi abrindo a calça, colocando o pau para fora, estava duro, era bem preto, muito grande e exageradamente grosso. Sonia ficou olhando fascinada para a pica dele. Ele se masturbava prendendo nosso olhar. Ele viu que olhávamos e trocou novamente de cadeira, sentando do lado dela. Sonia me olhou e sussurrou, a pica dele é enorme amor, como é grossa. Ela tinha razão ele tinha uma pica maravilhosa. Eu continuava com a mão na boceta dela. Ele colocou a mão em cima da dela e trouxe a mão da minha esposa até seu pau duro. Sonia segurou a pica, sentindo a dureza e a grossura na mão. Ela apertava e masturbava devagar o pau. Sonia me beijou, segurando o pau dele, que pau grosso amor, é quente, gostoso. Ela disse. Ela olhou para ele segurando o pau, sua mão quase não fechava em torno da pica. Ele beijou o rosto dela e vi quando os lábios grandes dele se colaram ao dela, beijando Sonia na boca, ela correspondeu ao beijo. Se beijaram de um jeito apaixonado. Eu continuava com a mão na boceta dela, senti a mão dele tocar a minha, sua mão foi tomando o lugar da minha, ele acariciou a boceta, ele tinha a mão grande e a boceta da minha esposa ficou toda na mão dele. Sonia gemeu abrindo as pernas, segurando o pau grosso dele.

Sonia continuou com a mão no pau grosso dele e ele com a mão na boceta dela por cima da calça. Falavam baixinho. Meu nome é Cicero. Sonia sorriu, o meu é Sonia. Ela disse. Você tem um bocetão, ele disse. Eu sei, minha boceta é grande, tua pica é muito grossa, adorei tua pica, ela falou para ele, gostou da pica, ele provocou. Gostei. Teu pau é maravilhoso, Sonia disse. Eu escutava tudo. Ele é teu marido, ele perguntou. É meu marido. Sonia disse. Ele é corno, ele provocou. É, Sonia disse beijando ele na boca. Sonia masturbava a pica dele. Deixa eu sentar entre vocês, Cicero pediu.Sonia me olhou, ele quer sentar entre nós. Disse me beijando. Deixa ele sentar, disse. Cicero levantou e Sonia trocou de lugar com ele. Ele ficou entre nos dois. Cicero me olhou, Meu nome é Cicero como é o teu nome, ele perguntou. Marcelo, falei. Ele me encarou. Tua esposa é muito gostosa, ela tem um bocetão, adorei vocês, ele disse me encarrando. Olha como ela segura meu pau Marcelo. Ela segurava a pica dele masturbando. Agora mais perto, vi como era grande e grosso. Teu pau é muito grosso, disse. Cicero pegou minha mão e fez eu segurar o pau dele. Era duro e muito grosso, Eu e Sonia seguramos juntos.Ele me olhou como se aquilo fosse normal. Olhei em volta e por sorte não tinha ninguém vendo, estávamos sozinhos ali.

Minha esposa não resistiu, foi abaixando e ficou de joelhos. Cicero abriu bem as pernas, vi minha esposa beijar a pica e sua boca aos poucos ir engolindo o pau grosso daquele homem. Ele segurou a cabeça dela, fazendo ela engolir mais, Sonia chupou com vontade, engolindo a geba grossa dele, mamando, sentia a saliva dela molhar meus dedos, Sonia chupava completamente seduzida pelo pau dele. Ele foi se esticando todo, eu vou gozar, ele sussurrou, Sonia continuou chupando. Eu via a sua boca arreganhada pela pica grossa. Cicero gozou na boca da minha esposa, ela foi engolindo tudo, sem deixar sujar a calça dele. Ela fez um sinal para ele levantar e sentou no lugar dele, ficando no meio de nos dois novamente. Sonia me beijou na boca, senti o gosto do leite grosso dele na sua boca. Nos beijamos de um jeito apaixonado, cheios de tesão. Ficamos ali em silencio, Sonia sussurrou, posso convidar ele para jantar com agente. Beijei ela, pode. Ela perguntou se Cicero queria jantar com agente e ele aceitou. Ele continuou com a mão na boceta dela.O filme terminou uns vinte minutos depois e saímos juntos.

Fomos jantar num restaurante ali perto. Sentamos numa mesa no canto bem discreta. O restaurante estava vazio, passava das 21 horas. Sonia fez ele sentar entre nos. Ficamos conversando, falamos de nos, Cicero, morava numa rua perto da nossa, era viúvo, tinha três filhas, duas casadas e uma divorciada que morava com ele. Era desenhista profissional, fazia trabalhos para diversas revistas. A conversa foi fluindo agradável, parecia que éramos amigos a muitos anos, Sonia era carinhosa com ele e sua mão ficou o tempo todo em baixo da mesa, segurando por cima da calça a pica grossa dele. Fizemos os pedidos e Sonia foi até o banheiro. Eu gostei muito de vocês, ele disse. Nos também gostamos demais de você, convidamos você para jantar porque não queríamos que acabasse tudo ali. Ele sorriu. Eu também não queria. Eu curto muito um casal, Marcelo e gostei da sua esposa e de você. Eu sorri, eu também gostei de você, disse. Ele me encarrou, Você tem uma mão gostosa. Ele falou levando minha mão por baixo da mesa até o pau dele, me fazendo segurar, senti a pica dura e grossa na mão. Eu quero que você chupe igual tua mulher chupou no cinema, eu quero vocês dois chupando. Ele me olhava serio. Eu sei, eu chupo, falei. Sonia voltou nesse momento e sentou-se à mesa. Os pratos vieram juntos e jantamos bebendo um bom vinho, a conversa continou animada. Quando terminamos, Cicero pediu licença e foi até o banheiro. Sonia me beijou, Eu to doida para foder com ele. Ela disse. Vamos convidar ele para ir lá casa? Perguntei. Vamos, eu to doida pra dá pra ele. Sonia disse. Cicero voltou e chamei ele para ir até nossa casa. Ele abriu um sorriso e aceitou. Vi que ele esperava pelo convite. Pedi a conta, ele não deixou eu pagar, insisti, ele não deixou, fez questão de pagar a conta.

Ele pediu um momento e ligou para casa e avisou a filha que não esperasse por ele. Fomos andando a pé, chegamos ao meu prédio e subimos até o nosso apartamento. No elevador Cicero abraçou Sonia por trás encostando o pau duro no bundão da minha esposa por cima da roupa. Ela esfregava o rabão no pau dele, doida para dar para ele. Eu abri a porta e eles entraram abraçados aos beijos. Sonia agarrada no pescoço dele, fechei a porta e os dois ficaram abraçados se beijando na boca, Cicero segurava com as duas mãos a bunda grandona da minha esposa, apertando com firmeza. Ai pega no meu bundão, pega, eu quero sentir tua mão na minha bunda. Sonia falava se esfregando nele. Eu olhava bem do lado deles, vendo tudo de perto. Cicero me olhou, ela ta doida pra da à boceta, ele falou me provocando. Sonia beijou ele na boca, to doida para dar a boceta, to querendo pica, Sonia falou descaradamente para ele. Posso contar para o marido o que você falou para mim no cinema, Sonia beijou o rosto dele, Conta. Cicero me olhou, me puxando para eles, Sonia e ele me abraçaram, Tua esposa disse que queria ser minha puta na cama. Sonia me beijou, Eu quero ser puta Marcelo. Correspondi ao beijo dela, Você quer ser puta dele, provoquei, quero, amor, ele quer nos dois, ela disse completamente doida. Estávamos os três abraçados, Sonia beijou Cicero na boca, ele acariciava o rabão dela e senti a mão dele toda na minha bunda, ele me beijou na boca, me fazendo sentir a língua áspera dele roçando na minha, sua boca procurou a dela, Sonia se entregou ao beijo dele. Vai ser minha puta, ele provocou. Vou, minha esposa disse para ele. Eu adoro uma puta casada gostosa como você. Tira essa roupa, eu quero você nua, igual uma piranha. Ele falou de um jeito duro com ela.

Sonia me olhou, vi que ela estava completamente doida por ele. Ela descalçou as sandálias jogando elas longe e tirou a blusa, mostrando os seios fartos para ele, os bicos grandes dela, estavam duros e inchados mostrando que ela estava cheia de tesão. Cicero olhava acariciando o pau por cima da calça. Sonia foi tirando a calça legging com dificuldade, fazendo ela descer pelo corpo, ficando só de calcinha, ela usava uma calcinha minúscula que mal cobria a boceta. Tira à calcinha ele mandou. Sonia obedeceu, ficou nua na nossa frente, Cicero ficou olhando fascinado a boceta dela. Minha esposa tem a boceta enorme toda depilada, os lábios são grossos e grandes. Ela sorriu e virou mostrando a rabão exagerado. Ele ficou olhando a bunda maravilhosa dela. Cicero me olhou, tira a roupa Marcelo, quero ver o casalzinho nu. Eu não disse nada, obedeci, tirei toda minha roupa, ficando nu. Cicero ficou me olhando, beija tua esposa, ele mandou. Eu e Sonia nos abraçamos e nos beijamos de um jeito apaixonado, esquecendo de tudo. Cicero se aproximou e colocou as mãos em nossas bundas, acariciando, sentia a mão grandona dele apertando minha bunda e via ele acariciar a bunda enorme da minha esposa. Sonia sussurrou. Ai amor eu to doida de tesão. Sonia beijou Cicero na boca e foi tirando a camisa dele e abrindo a calça, deixando ele só de cueca. Ficamos olhando o volume na cueca dele que mostrava o exagero de pica que ele tinha.

Sonia colocou a mão, acariciando a pica por cima da cueca. Suas mãos delicadas foram abaixando a cueca retirando o pau. O corpo negro dele brilhava, Sonia deixou ele nu e segurou a pica preta enorme dele, era toda grossa com uma cabeça grandona. Sonia ficou masturbando o pau, sentindo a dureza na mão. Ele encarou minha esposa, chupa vagabunda, ele mandou. Sonia me olhou e obedeceu, ficou de joelhos, sua boca beijou o pau, seus lábios se abriram, abocanhando a pica grossa, ela chupou com vontade a pica, dava para perceber que ela estava doida para chupar. Mamava com gosto, sua baba escoria, ela engasgava, tossia, mas continuava chupando, engolindo metade da rola grossa dele. Cicero se deliciava, sentia a mão dele acariciando minha bunda, meu pau estava igual um ferro. Ele me olhou, chupa Marcelo, disse fazendo eu me ajoelhar ao lado da minha esposa. Ela tirou o pauzão da boca e me beijou, sua boca tinha gosto de pau. Ela guiou a pica para minha boca, chupei a pica grossa dele, sentia a mão dele forçando minha cabeça, me fazendo engolir cada vez mais, ele tirava da minha boca e entregava para Sonia, ela abocanhava o pau com desespero e chupava, seus lábios grossos arreganhados pela grossura do pau deslizavam pelo corpo da pica, deixando o cacetão todo babado. Eu e minha esposa chupávamos juntos, dividindo a pica. Cicero segurava nossas cabeças exigindo nossas bocas no cacetão grosso dele. Ficamos um tempão chupando juntos. Cicero segurou Sonia pelos cabelos e fez ela olhar para ele, Ta querendo mais leite nessa boca gostosa, Sonia beijou o pau, to, enche minha boca ela pediu. Cicero fez Sonia engolir a pica até a metade e segurou a cabeça dela, dizendo que ia gozar e gozou pela segunda vez naquela noite na boca gostosa da minha esposa, deixando seu leite grosso escorrer pela garganta dela. Quando ele tirou, Sonia respirava com dificuldade.

Ela sorriu para mim e me beijou na boca, me fazendo sentir o gosto do caldo grosso dele, ficamos nos beijando, esfregando nossas linguás. Cicero fez nos dois levantarmos e beijou Sonia na boca, fode eu e meu marido no nosso quarto. Minha esposa pediu, beijando Cicero na boca, fomos abraçados para o nosso quarto.







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