"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Virada de ano na Bahia


autor: caiopiresbr
publicado em: 11/06/16
categoria: hetero
leituras: 1447
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Acordar cedo vale a pena por poucas coisas. Sempre adorei o nascer do sol. A alvorada me revigora, me fortalece. Saber que são poucas as pessoas que estão ali, vivendo aquele mesmo momento, sentindo os primeiros raios de sol tocarem a pele, faz esse momento ser único.

A melhor alvorada da minha vida aconteceu em um ano novo. Foi em 2014, mas parece que foi ontem. Eu consigo lembrar de cada detalhe. Nunca vou esquecer.

Era fim de ano em Salvador. Eu havia passado o natal com minha família e não sabia exatamente o que faria no ano novo. Tinha combinado de passar junto com alguns amigos, porém sem um lugar definido. Escolheríamos algo divertido na hora, a única restrição é que a festa deveria ser boa. Se não fosse, como sempre, nós faríamos ficar.

Me acho André, sou moreno, tenho 1,80 de altura e malho sempre que posso. Por isso tenho um corpo legal que encanta facilmente a maioria das mulheres. Não posso negar que sempre dei sorte nesse quesito. Apesar de ser um cara tímido, eu sei exatamente o que fazer pra conquistar aquilo que eu quero. E não me falta vontade.

Pois bem, chegou dia 31. Nos reunimos na casa do Júlio, um camarada meu super divertido. Ficamos comendo e bebendo a tarde toda. Umas seis horas, um dos amigos do Júlio chegou falando que rolaria uma ótima festa na praia, ele tinha vários ingressos e nos convidou. Como não tínhamos nenhuma opção melhor acabamos topando.

Chegamos na festa já era 10 horas da noite. Fui com um calção jeans que ia até depois dos joelhos e uma camisa branca. O lugar já estava lotado e cheio de mulheres lindas.

Juro que naquele dia em específico saí de casa apenas com a única intenção de me divertir. No entanto, toda minha tranquilidade foi por água abaixo quando vi a Joana pela primeira vez. Se soubesse o quão doce aquele nome iria soar nos meus lábios, teria me aproximado assim que entrei no lugar. Mas não, preferi aguardar.

Seria mais fácil mostrar uma foto, do que tentar descrever a Jo para vocês. Não porque ela tem 1,70 e um par de coxas torneadas de parar quarteirões. Não porque ela tem um cabelo longo que me dá vontade de puxar sempre que vejo. Não porque sua boquinha é rosada, pequena e saborosa. Não porque seus seios medianos são perfeitamente redondos. O principal atrativo da Jo é seu carisma que ela consegue transmitir com um único sorriso. Um único olhar.

Naquele dia ela estava com um shorts jeans curto e eu não conseguia tirar meus olhos de suas pernas. Percebi seu olhar vir em direção ao meu e por uma fração de segundos nossos olhos se encontraram. Ela não sorriu, percebi uma olhada rápida passando pelo meu corpo e após isso uma virada de cabeça.

Vi quando o primeiro maluco chegou nela. Ele ficou cantando ela de todas formas possíveis e ela parecia não gostar. E era bem perceptível. Sua mão tentava afastar o meliante que insistentemente teimava em se aproximar demais.

Vi a oportunidade e resolvi fazer algo. Cheguei perto dela por trás e abraçei dando um beijo na bochecha e falando alto:

_ Oi amor. Demorei no banheiro?

Ela se assustou um pouco, coisa rápida, e me respondeu:

_ Demorou sim. E esse chato aqui estava me incomodando.

Larguei ela e fui pra cima dele colocando a mão no peito e empurrando. Ele só correu, deixando ela toda pra mim. Covarde.

Olhei pra trás e seus olhos estavam brilhando. Ela me devorava discretamente com os olhos. Me segurei para não ficar excitado e deixar transparecer logo de cara.

Me aproximei dela aos poucos, olhando para seus olhos.

_ De nada!

_ Não que eu precisasse de ajuda, mas não posso dizer que não foi bem vinda.

_ Até porque ele não vai ser o único que vai encher teu saco hoje a noite. - falei já com intenção de me afastar, não gosto de mulheres mal agradecidas por mais gostosas que sejam.

Mas não deu tempo. Ela pegou minha mão e puxou em direção ao se corpo se virando de costas pra mim e me fazendo abraçá-la por trás.

_ Se bem que com meu namorado aqui. Ninguém mais vai chegar em mim.

Que puta tesão. Eu não me controlava mais. Impossível. Fiquei com o pau duro rapidamente e ela me mostrou que percebeu forçando sua bunda em direção a ele.

A banda começou a tocar um axé dos bons e começamos a dançar. Ela rebolava sensualmente me permitindo conhecer cada pedaço de seu corpo com as mãos. Nada extravagante. Tudo muito sensual e discreto.

Ela se virou e ficamos dançando de frente. Olhando nos olhos. Bocas. nos desejando mutuamente. O beijo foi inevitável. Nossas bocas se encontraram de forma suave, de leve. Nosso corpo colou e pude sentir como ela era doce pela primeira vez.

Minha mão foi da sua cintura para suas costas. Ela estava com uma blusa de renda rosa. Eu conseguia sentir um pouco de sua pele. Sua respiração ficou profunda e quente. Ela estava desvendando minha boca e eu a dela.

Paramos e voltamos a conversar, ficamos conversando alegremente por mais de meia hora. Ela me contou muito sobre ela, estava de férias, veio de Florianópolis só para passar o ano novo na Bahia. Havia terminado um namoro fazia apenas um mês e resolveu fugir da cidade por um tempo.

Nosso papo rapidamente esquentou e começamos a falar sobre nossos namoros recentes. Ela me confessou que seu último namorado era um cara muito parado e nunca tinha realizado suas fantasias. Perguntei qual era sua maior fantasia e ela me revelou que queria fazer sexo em um lugar público de dia.

Na virada do ano nos beijamos apaixonadamente. Apesar de conhece-la tão pouco, tinha a impressão de que ela era uma amiga de longa data que eu finalmente tinha conseguido conquistar. Ela inteligente, meiga e gostosa. Uma combinação fatal.

Ficamos na festa a noite toda e quando percebi que estava amanhecendo convidei ela para darmos uma volta de carro. Ela aceitou.

Levei ela até uma praia conhecida. Sabia que não teria ninguém ali naquele momento do dia e parei o carro em um lugar estratégico. A nossa frente uma beiramar cheia de coqueiros e a praia.

Chegamos, paramos o carro e comecei a beijá-la. Ela correspondeu e nosso fogo foi aumentando.

O sol começou a nascer e o céu ficou avermelhado. Um raio de sol em seu rosto deixando sua cor morena ainda mais chamativa.

_ Está amanhecendo. Acho melhor nos comportarmos antes que alguém passe aqui e nos veja - ela falou entre sussurros. Sentia que apesar de seu tesão ela tinha um pouco de medo.

_ Confia em mim, ninguém aqui te conhece, e eu te garanto que não vou deixar nada que te prejudique acontecer. - senti que tinha ganhado sua confiança.

Peguei seus braços e levantei acima de sua cabeça. Peguei minha camisa e amarei eles junto ao encosto de cabeça do carro.

_ Pra mim esse é o melhor momento do dia sabia? Adoro o amanhecer! - falei enquanto trocávamos mais beijos. - E algo que eu sempre quis fazer aqui nesse lugar foi possuir uma mulher. Mas não qualquer mulher. Esperei até esse momento pra possuir a mulher certa.

Ela sorriu e aquela era o sinal que eu precisava pra avançar com tudo.

Voltei a beijar sua boca. Puxei sua blusa um pouco pra cima e minha mão foi de encontro a sua barriga. Gosto de sentir. Meu tato é aguçado demais. Gosto de passar a mão pelo corpo todo. Uma pele macia e quente. Algo indescritível.

Minha mão foi de encontro a seu pescoço e ela começou a gemer baixinho. Eu olhava de vez em quando pra me certificar de que ninguém nos via. Porém, minha atenção estava totalmente concentrada nela. Em sentir todo seu corpo. Em faze-la sentir o maior prazer possível.

_ Você é minha prisioneira e vou fazer o que eu quiser contigo ok? - Queria brincar com ela. Brincar com suas fantasias mais sórdidas.

Minha mão voltou a percorrer seu corpo por cima da roupa. Tocava seus seios. Apertava. Descia para suas coxas. Apalpava. Tocava. Acariciava. Minha mão invadiu o meio de suas pernas e pude sentir pela primeira vez o volume gostoso de sua boceta.

Ela tentava abaixar os braços mas estavam presos. Um movimento involuntário. ela poderia se soltar quando quisesse mas estava curtindo.

Puxei sua blusinha pra cima e pude ver seu sitiã branco. Cai de boca. Beijei suavemente sua pele. Era doce. Muito doce. Minha vontade de sugar o bico dos seus seios foi aumentando mas não queria soltá-la ainda. Só me restou fazer uma coisa. Arranquei a parte da frente de seu sutiã. Vorazmente. Dane-se. Eu daria um novo de presente depois. Agora queria levá-la a loucura.

Ela se assustou um pouco e tratei logo de acalmá-la beijando seus seios com carinho. Quis deixar bem claro que eu tinha a situação sobre controle.

Seus seios eram perfeitos. Gostosos, redondos. Seu bico escurinho entrou facilmente em minha boca. Ela suspirou forte. Usei a ponta da minha língua pra levá-los até o céu da minha boca e apertar. Ela uivou.

_ Nossa André! Como ninguém nunca fez isso comigo antes? - sorri bem cafajeste que aquilo não era nada perto de tudo que tinha para mostrar pra ela.

Minha mão desceu e fiquei brincando por cima de seu shorts. Acariciando. Tocando. Ela começou a suspirar.

Quando percebi que ela iria gozar parei tudo e sai do carro. Percebi seu olhar de espanto. Que durou pouco tempo.

Fui até sua porta. Dessamarrei suas mãos e a puxei pra fora.

_ Não! Assim é muito perigoso. - ela protestou

_ Quietinha e me obedece. Você vai gostar. - eu sugeri enfaticamente.

Levei ela até a frente do capo e comecei a beijá-la de uma forma gostosa. Nossos corpos se encontravam, sentia sua barriga na minha, suas coxas, minha mão acariciava seu rosto. Desci e apertei gostoso seus seios, ela arfou, quase gemendo. Puxei a blusinha pra cima, deixando seus seios ao ar livre. Caí de boca chupando. Queria que ela tivesse tempo para olhar o ambiente também. Ver que estávamos sozinhos até o momento. Realizar a sua fantasia.

Teríamos que ser mais rápidos mas valeria a pena cada minuto.

Desci seu shorts e sua calcinha. Agora ela estava completamente nua. Ela já estava molhada e sua boceta já exalava um cheiro gostoso no ar. Eu já estava duro, as veias do meu pau saltavam.

Aquela situação. Na beira da praia de dia, com a possibilidade de alguém chegar tinha a tirado do sério. Ela estava ensopada.

Coloquei ela deitada no capô, com as pernas abertas e não tive dificuldade nenhuma em penetrá-la. Seus seios endureceram ainda mais, ela fechou os olhos e suspirou.

Os primeiros raios de sol bateram sobre seu corpo o que me fez admirará-la ainda mais. Um misto de energia e tesão inundaram meu ser e quase gozei. Ainda não. Faria ela gozaria primeiro. Queria sentir ela tremendo.

Puxei ela pelas pernas. Coloquei ela de costas, apoiada. A penetrei por trás. Ela de costas cavalgava em meu pau. Gemia. Berrava. Uivava de tanto prazer. Percebi que ela ficou toda arrepiada.

Sua boceta era apertada. Ela apertava forte, peguei ela pelo cabelo e puxei. Ela estava totalmente entregue ao nosso sexo. Era minha. Dei um tapa na bunda e ela começou a cavalgar mais e mais.

Senti ela ficar mole e começar a tremer. Segurei seu corpo e deixei ela deitar novamente sobre o capo enquanto gozava. Tirei meu pau pra fora e bombeie ele duas vezes. Minha porra saiu em jatos fortes e a lavou nas costas e na bunda. Que visão perfeita.

FIM

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