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UMA NOITE GELADA – I


autor: satyrus
publicado em: 24/05/15
categoria: gays
leituras: 19841
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UMA NOITE GELADA – I
Dormindo bem acompanhado

Meu nome é David, e o que vou narrar aqui aconteceu durante uma mochilada, uma das minhas viagens como mochileiro. Eram cinco horas da tarde quando desembarquei do ônibus, na rodoviária daquela cidade do sul do Brasil, depois de dezoito horas de viagem num ônibus sem nenhum conforto. Com a mochila nas costas, caminhei cerca de um quilometro contra a garoa e o vento gelado que vinha do mar em direção ao albergue. Uma vez lá, a atendente loira, magrinha e quase da minha altura, me informou que estava vazio, além de mim, só havia um hospede, que chegou uma hora antes.
Peguei a roupa de cama que ela me entregou e fui para o quarto coletivo dos homens. Estava louco de vontade de tomar um banho quente, comer alguma coisa e cair na cama, pois não dormira nada durante a viagem.
Cheguei no quarto e joguei a mochila sobre a cama. Depois, fui ao banheiro do quarto, mijar. O box estava com a porta fechada, embaçada pelo vapor da água quente do chuveiro.
― Já vou sair, alguém falou, lá dentro.
― Tudo bem, não precisa correr, respondi, tentando ser gentil.
Deixei meu material de banho e barba sobre a pia, e voltei para o quarto, para separar a roupa que iria usar. Enquanto arrumava minhas coisas no armário, o meu companheiro de quarto veio do banheiro. Estava enrolado na toalha, amarrada na altura do peito, como as mulheres costumam fazer. Cumprimentei-o e me apresentei. Ele respondeu, delicadamente:
― Prazer. Sou Hiroshi.
Ele parecia incomodado com a minha presença. Puxei conversa, contando a viagem, e virei-me de costas para ele. Rapidamente, ele tirou a toalha e tentou pegar a roupa, no beliche de cima. Voltei para a minha cama, observando-o. Seu corpo estava completamente depilado, pelo menos de costas. E de frente também, observei, quando virou-se. Discretamente, olhei seu membro, flácido. Era fino e comprido, talvez uns quinze centímetros. Instintivamente, comparei com o meu. Com o frio que eu estava, não devia ter mais que dois centímetros de encolhimento. Alguém falou, uma vez, que meu pinto é telescópico, estica à medida que levanta.
Depois do banho, ele me convidou para irmos comer alguma coisa. Aceitei o convite, pois estava varado de fome. Na padaria que fomos comer, enquanto era preparado o pedido, ele disse que precisava ir até a farmácia, em frente. Foi e voltou em menos de cinco minutos.
Comemos e voltamos rápido para o albergue. Apesar do frio, gosto dormir pelado, e foi o que fiz. Arrumei a minha cama com o lençol que recebi na entrada, e abri meu saco de dormir de casal embaixo do cobertor. Peguei meu tablet e comecei a ler um livro. O japonês deitou-se na cama ao lado, enrolando-se no cobertor. Deitou virado para mim, e eu não conseguia perceber se seus olhos puxados estavam fechados ou abertos. Depois de cerca de meia hora, ele falou:
― Não consigo me aquecer. Posso deitar aí com você?
Olhei para ele. Estava com um olhar de gato pidão. Sorri:
― Pode vir. Este saco de dormir é de casal, cabe nós dois confortavelmente.
Ele veio. Também estava pelado. Ajeitei-me, dando-lhe espaço para deitar. Seu corpo miúdo e magrinho encostou-se em mim. Realmente, ele estava gelado. Eu estava deitado de lado, e ele deitou-se de conchinha, achegando a bundinha em mim, apoiando a cabeça no meu braço. Abracei-o.
― Você está quente, ele comentou, acariciando a minha coxa.
Alisei seu peito.
― Não estou. Eu sou quente, murmurei, próximo ao seu ouvido.
Ele virou a cabeça:
― Quente e gostoso, murmurou, e ofereceu a boca para um beijo.
Beijei-o. Ele acariciou a minha coxa, mão delicada, quase feminina. Senti meu cacete começar a levantar. Ele mexeu delicadamente a bunda, encaixando meu caralho no seu rego. Depois, sem parar de me beijar, virou-se, até ficar de frente para mim. Deitei-me de costas, puxando-o para cima de mim, acariciando suas costas e sua bunda com as duas mãos. Ele parou de me beijar e começou a escorregar para baixo, parando no meu mamilo. Lambeu-o, chupou-o, mordiscou um, depois o outro, alternadamente. Abri o zíper do saco de dormir, de forma a aumentar o espaço. Ele foi me lambendo e descendo, até chegar ao meu caralho, que já estava duro e rijo. Segurou-o delicadamente, acariciando-o em toda sua extensão. Pegou o líquido que escorria, e passou-o de alto a baixo, enfiando-o na boca, logo em seguida. Engoliu-o em toda sua extensão, chegando até perto das bolas, e voltando, a língua deslizando nele. Fez isso diversas vezes, depois, lambeu só a cabecinha. Em seguida, foi para o saco, enfiando-o na boca, inteiro. Chupou o saco, a virilha, ao lado dele, voltou para a minha pica, lambeu e sugou a cabecinha, enfiou-o todo na boca.
― Vem cá, chamei.
Ele veio se esfregando em mim como uma cobra. E eu escorreguei para dentro do saco de dormir me esfregando nele, até chegar no seu cacete. Não era muito maior do que quando estava flácido, só um pouco mais grosso. Comparei mentalmente com o meu, que era o dobro de grosso, mas um pouco mais curto. Enfiei-o na boca, lambendo-o. Fiz tudo o que ele fez no meu, deliciosamente.
― Vamos fazer um sessenta e nove?, ele convidou, levantando-se.
Em seguida, deitou-se sobre mim. Abracei o corpinho fino, miúdo. Não devia pesar mais que cinquenta quilos, contra os meus oitenta e poucos. Foi delicioso chupar seu caralho enquanto ele chupava o meu. Abracei seus quadris, e comecei a brincar com o dedo no seu cu. Delicadamente, fui enfiando o dedo nele. Ele me chupava desesperadamente. Eu estava vendo a hora que ia gozar na sua boca. Antes que isso acontecesse, chamei-o.
― Para com isso, falei, antes que goze na tua boca.
― Espera aí, ele pediu, levantando-se.
Pegou a sacolinha da farmácia, que estava na sua cama, e me entregou. Abri. Lá dentro havia algumas camisinhas e um tubo de lubrificante. Tirei uma camisinha e dei para ele:
― Me coloca, pedi.
Ele abriu a embalagem e tirou a camisinha. Segurou a ponta e colocou-a cuidadosamente no meu caralho, desenrolando-a até embaixo. Deitou-se de costas na beirada da cama, levantando as pernas, apoiando os pés na madeira da cama de cima. Seu cu ficou escancarado, me esperando. Ajoelhei-me na beirada da cama, ficando na altura ideal para penetrá-lo. Passei o lubrificante na cabeça do meu pau e no buraquinho dele. Em seguida, fui enfiando lentamente. Ele gemia baixinho.
― Tá gostoso?, perguntei.
― Demais! Mete tudo, mete!, ele pediu. ― Me faz ser tua puta!
― Você é minha puta, falei, minha puta fodedora!
― Então me fode todo, me fode! Me enche de porra, arromba o cu da tua puta, vem!
Bombeei dentro do seu cu, alisando e punhetando seu caralho, que estava duro.
― Você tem um cu muito gostoso, elogiei, mexendo, segurando sua bunda. ― Vou encher você de porra. ― Mexi mais depressa. ― Agora... vou gozar... encher teu cu de porra...
― Goza! Enche meu cu, enche, meu macho gostoso...
Gozei lá dentro. Em seguida, segurei a camisinha e tirei o caralho do seu cu, e tirei a camisinha dele. O japonês sentou-se na beirada da cama e me chamou:
― Vem cá, vem.
Aproximei-me, ainda segurando a camisinha. Ele pegou meu cacete, que começava a amolecer, e enfiou-o na boca. Chupou até as últimas gotinhas da porra, enquanto ele ficava duro de novo.
― Você está me provocando. Vai aguentar outra?, perguntei.
― Eu aguento. E você?, ele rebateu.
― Podemos tentar.
― Vira, ele pediu.
Virei-me. Ele alisou a minha bunda com as duas mãos. Depois, afastou as bandas, tentando expor meu cu. Curvei-me ligeiramente. Ele me puxou para perto, e começou a lamber meu buraco. Sua língua passeava pela borda, pelas beiradas, e tentava abrir caminho para lá dentro. Era delicioso. Enquanto lambia meu cu, ele brincava com o meu caralho, que estava duro em sua mão. Senti que ia gozar outra vez, e falei para ele.
― Goza na minha boca, ele pediu.
Virei-me, para ficar em posição. Com isso, ele passou a acariciar o meu cu com o dedo, brincando na portinha, enfiando e saindo, enquanto chupara minha rola. Foi aí que explodi a segunda vez. Gozei abundantemente na sua boca, que sugou tudo, engolindo. Quando não tinha mais nada para sugar, ele levantou-se e ofereceu a boca para um beijo. Correspondi, sentindo o gosto da minha porra em sua boca.
Depois, fomos para o banheiro. Entramos juntos no chuveiro. Comecei a ensaboar seu pinto, que ficou duro. Não resisti e, ajoelhando-me a seus pés, enfiei aquele caralho esguio na boca. Comecei lentamente, lambendo, subindo e descendo, acariciando seu saco, sua bunda e seu cu. Ele ensaboou a minha mão, meu dedo médio, de forma que escorregou facilmente dentro do seu cu. De repente, ele segurou a minha cabeça firme, mas delicadamente, e começou a balançar os quadris para frente e para trás. Eu acompanhava o movimento, até que ele parou, apertou o esfíncter segurando meu dedo no seu cu, apertou minha cabeça e gozou na minha boca. Me pegou de surpresa. Senti a porra deslizar garganta abaixo. Ele segurou minha cabeça até sair os últimos pingos. Nessa altura, já tinha engolido toda a porra, ficando só um pouco na boca. Ele me puxou para cima e grudou sua boca na minha, sua língua explorando todos os cantos.
Acabamos de nos lavar, eu o esfreguei, depois ele me esfregou. Fomos para a cama juntos.
― E agora, esquentou?, perguntei, depois que nos deitamos.
― Demais, ele respondeu, se encaixando em mim, para dormirmos de conchinha e nos aquecermos.
Na manhã seguinte... você vai ler o que aconteceu na segunda parte desta aventura... Até o próximo capítulo.


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