"Os mais excitantes contos eróticos"

 

ANJO


autor: luah
publicado em: 22/07/16
categoria: hetero
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No meio do silêncio, uma porta é aberta quando do nada ela entra na sala. Alta, com beleza própria, sorriso brilhante e olhar cativante, uma mulata carnuda com belas coxas grossas e bunda torneada dentro de um vestido de tecido leve com cor viva que alegrava o ambiente.
A cada passo em minha direção detalhava mais seu corpo e me mantinha quieto, aguardando o iria acontecer, era misteriosa e dentro do silêncio ficava, só mordiscou os lábios e sorriu por todos os cantos do seu rosto, sabia então que era Luah.
Toquei levemente sua panturrilha, algo me dizia que iria colocar mais fogo nela, outras pessoas estavam por perto mas ninguém percebeu, sempre fui carinhoso. Realmente aconteceu, ela escreveu que ia me aguardar no carro. Tudo fluindo normalmente, até que ela se despediu de todos e eu a puxei p meu corpo e um beijo de despedida comum foi trocado por um beijo no pescoço a fazendo arrepiar e confirmei que já estava indo.
Ela destravou a porta e eu entrei, nada além de uma carona e a estrada a nossa frente se alongou, sem palavra nenhuma nós deixamos levar, até que na beira da pista num lugar vazio o carro parou, ela aguardava uma permissão e eu me contorcendo de tesão só consegui sorrir e liberar o que já era dela desde o instante que a vi pela primeira vez.
Uma perna passou por cima da minha e o vestido se abriu e não me contive em tocar, subi a coxa levemente, puxei para perto de mim pela nuca e salientei um beijo mordiscando levemente os lábios enquanto uma mão sua encostava no meu rosto, retribuindo a doce carícia e a outra massageava meu pênis com doçura.
O beijo foi doce, longo e molhado, sintonia perfeita dos lábios, pouco de língua num reflexo de desejos, um grito de fome dos corpos, para a estrada retornaram e o trajeto foi feito por alguns minutos, que pareciam uma eternidade, num silêncio dosado por uma mão na coxa, até um quarto foi pedido e a garagem fechada.
Ao sair do carro parou devagar, abaixou sensualmente retirando uma pequena calcinha e jogando no carro e logo em seguida devagar abriu o sutiã e fez o mesmo e eu latejando dentro das calças más não acelerei nada, aguardei ela me abraçar e explorei por cima do vestido cada pedaçinho do que era agora só meu enquanto beijava ardentemente sua boca carnuda atiçando seu calor que sabia que estava controlando, não me contive e toquei sua molhada buceta, lubrificada como nunca tinha visto, me querendo, toquei e chupei seu néctar a deixando louca.
Ela estava no comando todavia gemia na garagem enquanto eu massageava seu grelo carnudo quando me puxou e conduziu pelas escadas, ela parecia em casa, subindo na minha frente me fazendo olhar sua bunda , rebolando a cada degrau, tive que tirar a calça e jogar no ombro, se explodia.
Na cama foi deitando e abrindo as pernas e colocou os lábios carnudos e o clitóris para me chamar, queria me jogar de boca e chupar muito no entanto ela disse:
- Me devora agora!
O desejo era enorme, penetrei sem pensar, recebi a missão e a tora cravei de uma só vez, rasguei tudo, senti as pregas romperem de todo o seu canal da vagina, parecia que nunca tinha sido devorada , que delícia, quentinha e muito molhada, num papai-mamãe delicioso, tava louco pra dar meu leitinho todo naquela boca que não tirava o olhar de seu corpo que se contorcia enquanto eu enfiava nela, era a resposta do seu corpo, era intensa, que mulher maravilhosa, ela estava me usando... travava meu pênis e fazia um sexo que era mais dela do que meu, não dava mais pra me conter... chamei de cachorra, de puta, minha mão estava louca pra ir naquela cara, me contive.
Ela em resposta me travou com as pernas, que força. E rebolou, que loucura, não da pra descrever, ela gemia, gritava, ela usava meu penis enquanto eu latejava dentro dela. Depois de um grito mais intenso, apareceu uma doçura de criança e sorrisinho leve, me pediu leitinho,gozei quase depois dela e dei pra ela mamar, foi delicioso o que sempre me parecia básico, deitei sobre o seu corpo enquanto relaxava e contemplava a foda perfeita.
Deitados, o rádio foi ligado, a luz apagada, numa penumbra, ela foi tirando o vestido a minha blusa, até ficarmos nus por completo um arrepio quando começou a deslizar pelas minhas pernas , subindo beijando, mordiscando , mexendo atrás do meu joelho , devorando minhas coxas, eu relaxado, me sentindo incomodado da porra que ainda restava, quando ela chegou na minha virilha e chupava cada detalhe, sem nenhum pudor, queria tudo de mim, ela devorou meu pênis todo, cada centímetro, tocava pra mim, fiquei ereto de novo, que loucura, não havia descanso nem perca de tempo, só muita safadeza de quem sabia exatamente o que estava fazendo.
Subindo até meu peito, chegando no meu rosto, me contive, não sei se gostaria de sentir meu gosto, beijou minha testa docemente, meus olhos, uma doçura que só foi quebrada por sua mão que encaixava a sua buceta e se colocava a cavalgar... ela rebolava... gemia, me senti um brinquedo na sua mão por alguns instantes,até q tirou sua buceta melada e ficou roçando no meu piru, pura safadeza, acariciando meu corpo e virou, colocando a bunda pra eu olhar enquanto voltava a cavalgar, tudo maravilhoso e do nada ela sai do meu pau, fiquei puto, ela diz:
-Me pega!
Caralho, cansei, agora o jogo ia virar, era a minha vez, depois de me estigar não vou perdoar, socar muito até assar, só pensava nisso, segurei forte, joguei na cama, virei de quatro e enfiei meu pau todinho, rasguei tudo, mandei uns tapas na bunda grande da cachorra enquanto as mãos segurava pelas pernas, soquei como um cachorro no cio, fazendo ela sentir que meu piru ia sair pela boca,enquanto ela gritava, segurava na cama e tentava sair, deixei minha tara toda sair decidir viciar essa mulher, bati pesado na bunda algumas vezes, soltei e mandei ela chupar meu pau e conduzi sua cabeça para ir até o talo, bati a cabeça do meu piru na garganta da safada até ficar encharcado e mandar ela ficar de quatro:
- Você é minha!
Naquele momento ela tirou da bolsa a confirmação que eu queria, o KY, e assim devorei aquela bunda deliciosa, um cú fechadinho enquanto ela rebolava pra mim, deixei tanta porra lá dentro que me senti sulgado, minhas pernas bambearam, dei mole não, meti dois dedos naquela buceta pois sabia que a dupla penetração ia viciar aquela mulher, arregacei tudo, levemente depois a deitei, beijei docemente sua testa, a convidei para meus braços, acalmando os corpos num doce abraço, sabia que estava cansada.
O tempo se passou, abri o chuveiro numa temperatura branda, a convidei, ela deixou a água percorrer seu corpo, a observei tomar banho, fui cavaleiro, a retribuição veio logo ao perceber que ela me lavava, ensaboava todo meu corpo como um bebe, e me beijou a boca, agora sem gostos extras, e foi descendo, estava tão relaxado que só aproveitei, quando ela me mamou de piru muxo, deliciosamente, muito safada, me mamava e colocava minha mão no seu corpo, logo me secou, me deu água, hidratando, cuidou, deitou, me aconchegou no seu colo e me presentiou com um sorriso que dispensava qualquer palavra.
A música rasgava o silêncio, um soninho me tomou, a noite já invadia a madrugada, nem pensava em nada, senti seu corpo se mover, ela acordou beijando meu corpo inteiro, me engoliu e não conseguia me controlar, estava de pau duro novamente, ela encaixou na sua buceta, virou de ladinho e rebolou, fiz devagarinho, não tinha como evitar, meu corpo era comandado por ela, fizemos gostosinho, nos vestimos e retornamos pra nossa realidade.
No carro uma música alta começou a tocar, me assustei, pisquei os olhos, me dei conta que estava no meu quarto e o barulho era do meu despertador e tudo tinha sido um sonho com um ANJO.




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