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Fodendo com a nova Boss da Empresa 1


autor: Chronos
publicado em: 26/07/16
categoria: aventura
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Olá, pessoal, eu sou o Renato, e esta história se passa após O Jogo de Venere.

Apesar de viver um romance tórrido com essa italiana de tirar o fôlego, eu ainda estava com a Lívia, e isso me pesava a consciência, pois Lívia e eu já tínhamos engatado um relacionamento sério.

Porém, um abismo leva a outro, e uma vez que você entra nesse mundo, ainda mais o mundo de Venere, difícil você se afasta dela, véio. E uma vez que eu havia experimentado lances tão loucos com duas mulheres dentro da mesma família, vocês já sabem: Eu jamais voltaria ser o nerd de antes, hehehe.

E todo sábado de manhã é o mesmo lance: Edu não marcava o ponto, eu levava um baguete, um docinho, e ganhava aquele bucetão de sobremesa. O marido de Venere nem percebia nada de diferente.

E na empresa, lógico, ele percebia que meu silêncio era seguido de um grande humor e entusiasmo no cumprimento das tarefas, e prospecções bem feitas, então o pouco que a gente conversava era como eu estava indo na faculdade, do alguns toques que ele dava para meu crescimento. Mas quando me perguntava sobre a Lívia, era sempre evasivo.

- Vamos administrando, Edu, vamos administrando.

Edu: Cara, não sei como está sendo para você namorar uma garota que, sabemos, tem mais condição financeira que você. Tu é um cara privilegiado, porque você se "rebelou", podemos assim dizer, contra uma construção social que impunha a você uma vida privada de muita regalia, infelizmente é a realidade no país, mas você está aqui. Graças a Deus. Escuta: Quando eu tava namorando a Venere, rs, namorei um bom tempo, estudei fora do país até para me especializar, com muito sacrifício, e sempre me perguntavam, em forma de piada:

Quando você vai parar de enrolar minha irmã, ou minha filha, já tem tempo esse namoro!

No meio da brincadeira eu falava pro pai dela e do Francisco: Seu Agostinho, tá vendo essa casa linda aqui? Viu os shampoos que o senhor compra pra ela, o carro que ela anda, as roupas que ela ela veste, já reparou nisso tudo?

Aí o Seu Agostinho respondia: " que tem isso? Fui eu que dei pra ela!"

" Pois é, seu Agostinho, porque o senhor é um pai zeloso, ama sua filha, quer o melhor para ela. Agora veja o senhor: No momento, estou correndo atrás para dar o melhor para sua filha, inspirado no senhor. Como é que o senhor, dando o melhor pra sua filha, vai entregar a mão dela pra um cara que não tem nem a metade do que o senhor tem? Como é que ela vai sair daqui desde conforto todo para poder morar na casa de um pé rapado, digamos assim que sou? Então o senhor não ama sua filha!"

Edu continua: Então, Renato, não deixa ninguém jogar isso na sua cara. Tu é um cara que tá lutando, está acima da media dos caras da sua idade, e chegou aqui por obra do destino, por assim dizer, mas teve mérito. Se sua noiva não é capaz de valorizar suas conquistas, mano, não pode ser tua mulher, não!

Eu: Poxa, Edu, obrigado! Nem sei como agradecer-lhe.

Edu: Seja o que você é, meu amigo, seja o que você é. Não pare de lutar, mesmo que lá na família do Chico alguém venha com uma piadinha dessa, te pondo pra baixo, não dá mole. Mantenha postura! E saiba que nada começa grande, Lívia é uma jovem linda, gênio, talentosa, mas precisa valorizar quem tá do seu lado. O tempo que você se sacrifica aqui é por vocês dois, se ela briga com vc por causa disso, ela é burra! Na boa, Renato: Mete o pé se não der pra tu, cara, fica aguentando o que aguentei, não. Ouvi essas piadinhas um bom tempo, mas se não fosse pela Venere, tinha metido o pé, cara. Quebrei o Francisco assim, quebrei o sogrão assim, mostrei que tava correndo atrás e dei um tapa na cara de todos quando entrei aqui. É mano, essa parada.

Eu: Entendi. Mas então me conta, tu tinha me chamado pra que mesmo?

Edu: Escuta, vai ter uma celebridade da empresa daqui a uns 5 dias, eu gostaria que você fosse comigo. Vou levar minha esposa, também, a gente faz questão que vá.

Eu: A que devo essa honra? Rsrsrs.

Edu: Honra de ter você como o melhor dos aprendizes que estou formando para liderar. Além disso, vamos entregar alguns prêmios a melhores funcionários, alguns administradores serão honrados, e uma novidade: Você tem uma menção honrosa pra receber lá!

Eu: Sério!? Mas menção honrosa de que?

Edu: Cara, você é a revelação do ano, véio!

Fiquei emocionado até. Pow, quase dois anos na ralação foi demais pra mim ouvir isso, fiz força pra não chorar na frente dele.

Eu: Cara, tudo isso devo a você, se não acreditasse em mim, não haveria como estar onde estou.

Edu: Vem mais coisa por aí: Vamos abrir uma sucursal na Rio-Sul, a Rio-Oeste já está saturada de pessoas, muita gente vai ter que ir pra lá. Mas não irei me desfazer de você agora, mas uma antiga aprendiz minha vai pra lá, você vai ter o prazer, rs, de conhecê-la. É a Rafaela.

Conversa vai, vem, e fui dispensado. Trabalhei com um gás novo até, cara, pow, menção honrosa pra mim, quem não estufa o peito e segue animado!?

O dia da celebridade caiu numa época em que a Lívia tava envolvida com muito trabalho de faculdade e não deu para ela ir. Foi até melhor porque o relacionamento com ela não andava bem das pernas, estava administrando, mas muita cobrança da parte dela, então melhor cada um no seu canto.

Mano, a Venere tava uma gata naquele dia: Cabelos ondulados, um vestido preto, parecia uma dama hollywoodiana, com um decote generoso, um corte do tecido a altura da coxa, incrivelmente perfumada e exalando sensualidade por onde passava.

Logo de cara, conheci a Rafaela, antiga pupila do Edu. Puta que pariu: Uma loiraça, 1,75m seios empinadinhos, bicho, lábios carnudos, olhos azuizinhos , uma leve saliência abdominal, mas nada que pudesse dizer: Gordinha! , tava com gostosura em excesso. Sem falar nas coxas bem delineadas , parecia que estava começando academia, muito gata, véio.

Fomos apresentados, cumprimentei-a com três beijinhos básicos, e não pude deixar de reparar nela. Mas acho que ela percebeu e lançou um sorriso bem insinuante, envolvente.

A cerimônia foi muito bacana, cara. Quando chegou minha vez de receber meu prêmio, surpresa foi até pra Venere, levou a mão à boca e tudo, a empresa realmente faz questão de honrar o mérito dos seus funcionários. Fiquei emocionado, cara, e sequer fui tão aplaudido na minha vida.

No meio da festa, enquanto conversava com o Edu, notei algumas vezes o olhar sempre descarado da Venere. Essa é puramente safada, não tinha duvidas, mas parece que Rafaela também tava usando suas armas.

Aquilo me deixava um pouco desconfortável, porém quem não gosta de ter o ego amaciado por duas deusas? Enfim, era Vênus de um lado, Hebe do outro. Vênus é a Venere, kkkkk.

Foi então que vi Rafaela chegando na Venere e cochichando algumas coisas com ela, fiquei curioso. Mas Venere não me contou nada. Ao me despedir de alguns amigos de Edu, Rafaela também se aproximou.

Rafaela: Renato, foi um enorme prazer conhecer um jovem promissor como você. Tão pouco tempo já tem feito diferença entre os aprendizes, ouvi muito falar de você, mas pessoalmente tenho que dizer: Além de inteligente, é elegante, boa postura, e... Ai, meu Deus, pedaço de mal caminho, hein! Kkkkk

Eu: São seus olhos, querida. Quero desejar sucesso na sua nova fase, Edu certamente é um professor que jamais esqueceremos pra onde quer que formos.

Rafaela: Concordo. Quem sabe um dia a gente não... Se cruza por aí?

Eu: A gente pode fazer isso acontecer, só querer.

Rafaela: Uau, rs.

Esse momento seguiu-se de um breve silêncio, em que o olhar somente dizia muita coisa. Trocamos mais dois beijos na saída, sendo que o beijo que ela me deu foi bem perto da boca. Ela tava afim, não podia ser outra coisa. Arrisquei pedir o número dela. Ah, que custa? O não já tenho, o sim é sorte. E não é que ela me deu, cara?

Ganhei a noite, rs, fui felizinho pra casa. Ao chegar, vendo as mensagens do meu telefone, outra vez ela, Venere.

Venere: E aí, gatão? Tava um arraso, você, hein?

Eu: Sério!? Que nada! Você que tava divina...

Venere: Brigada. Nossa, não sabia que você tava tão em alta a ponto de receber menção honrosa como Revelação na empresa... Nem me fala nada, o Edu!

Eu: A verdade é que soube alguns dias antes da festa. São pequenas conquistas que a gente tem que faz a gente ver do que é capaz, e a gente olha pra onde a gente começou, e... Dona Ruth que ficou toda boba aqui.

VENERE: Manda um beijo gostoso pra sua mãe. Agora, deixa eu te falar: Tá arrasando corações, hein! Rafaela ficou doida em você, rsrs. Mas fica tranquila que eu só falei bem de você. Eu não sou ciumenta, não, rs.

Eu: Ah, rs, obrigado. Mas o que ela falou de mim?

Venere: De onde veio aquele pedação de mau caminho, meu Deus!

Aí eu disse pra ela: " olha, que esse aí já tem dona!" Sabe o que ela falou? " Comprou ele onde? Rs. Eu não sou ciumenta, não! Posso tomar conta direitinho, já que ela não tava vigiando ele!"

Eu: Caralho, kkkkk. Sério!? Eu suspeitei desde o princípio, rs.

Venere: Safadinho, ficou todo cheio de confiança! Vou contar pra Lívia, hein! Kkkkkkkkk, tô brincando, lindo. E então? Anda mal das pernas esse namorico de vocês?

Eu: Sim. Não tenho muita certeza se vou aguentar os caprichos dela, não.

Venere: Olha, eu gostei muito de você, acho que você tem um futuro enorme pela frente, mas se não der, gato, pica a mula, não sei como você empurra com a barriga... Cuidado pra isso não atrapalhar no seu estudo nem no trabalho!

Ela tinha razão. Nem podia falar nada para contra-argumentar. Já tinha passado e muito da hora de tomar uma atitude. Quando me preparava para dormir, lembrei da Rafaela. Nem iria falar com ela, mas... Ah, mandar uma mensagenzinha, que custa?

Eu: Oi, Rafa. É o Renato. Foi um prazer te conhecer, fiquei encantado.

Rafa: Oi, meu anjo! Ainda acordado!? Olha que não quero arrumar idéia com sua namorada, não, hein, rs!

Eu: To namorando, não tô morto, não, rsrsrs.

Rafa: Gosto de gente com atitude, assim. Aliás, deixa eu te perguntar: Por que ela não foi?

Eu: Tinha trabalho de faculdade pra fazer. Além disso foi até melhor, vai ter momentos que ela não vai poder me ter perto por conta de possíveis viagens mesmo, bom que se acostuma. Espero não causar problemas pra você também.

Rafa: Por quê? Aaah, rsrs, sou solteira, lindo, dona do meu próprio nariz.

Eu: Interessante.

Rafa: Por quê?

Eu: Eu amo mulheres assim. No mundo que a gente vive, você precisa ir à luta, não pode esperar um evento, ou uma pessoa para ser feliz, não. Acredito que somente pessoas assim podem ser felizes com alguém. Assim creio.

Rafa: Cada minuto que passa vou me surpreendendo com você, detalhes significam tudo pra mim, sabia? Não é qualquer rapaz que vejo maduro pra sua idade?

Eu: Todo mundo tira força de onde o calo aperta, né! Eu nasci pobre, então, agarrei ao que pude para me erguer: Os livros. Minha mãe não pôde me dar tudo, mas o que me deu me colocou aqui.

E daí ela contou um pouco sobre ela. Rafaela tem 26 anos, já foi casada, mas por conta de uma grande decepção, resolveu se separar. O marido bebia muito, saía pra farra e não a levava pra se divertir, e por conta disso brigavam muito. Um perfeito babaca. Foi dando chances pro cara mudar, até descobrir que ele estava pulando cerca. Detalhe: Ela não podia ter amigos homens. Ele tinha uma porrada de amigas. Filme repetido, mesmos vícios, fim previsível. Sorte dela não ter tido filhos.

Depois disso, ela ficou somente nos estudos dela, na vida profissional, e está aí, bela, empoderada e...louca por mim, rsrsrs 😈😈😈.

Esse papo varou até umas 3 da manhã, despedimo-nos com pesar, mas não antes de um áudio bem gostoso dela me dando boa noite e que sonhasse com os anjos.

Eu: Se tiver um sonho bom, tipo com você, será uma noite bem dormida.

Rafa: Safado, rs. Então tá, pense em mim. Tomara que eu sonhe com um anjo feito você.

Eu: Não sou o que você definiria como anjo, se é que me entende.

Rafa: Jura?

Eu: Tenho aquele 1% vagabundo que todo mundo diz.

Rafa: Fiquei curiosa agora...

Eu: O dia que tiver 1% de tempo livre você conhece esse meu lado...

Rafa: Isso é um convite?

Eu: Pode ser...

Rafa: Quero agora. Sabe como eu estou nesse momento pensando nesse vagabundo? Tô bem despojada, só com uma camisola bem confortável sem nada por baixo... E tá um frio gostoso, de dormir aquecidinha pelo edredom, mas agora to carente de um vagabundo na minha vida.

O papo começou a esquentar, meu pau começou a endurecer pensando no oceano de prazeres debaixo daquela camisola.

E cadê que sono vinha? Começamos a fazer perguntas mais salientes um pro outro, quando dei por mim, meu pau tava latejando na minha mão, fora da cueca, louco pra provar aquela deusa.

Acha que vou ficar na vontade? É ruim, hein! Noite é uma criança, fim de semana, então..

Continua



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