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Virgem, porém, boqueteira.


autor: Publicitario45
publicado em: 29/07/16
categoria: hetero
leituras: 4118
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A minha vizinha tem 23 anos, filha única de uma família evangélica.

Sempre nos encontramos no corredor ou na praia em dias de sol. Alice tem 23 anos, pele clara, pernas longas, cabelos lisos até altura da cintura.

Evangélica que adora Iron Maide, Metálica entre outras bandas. Virgem, quer e vai se casar virgem com Eduardo, o noivo que também deve ser virgem.

Sempre que ela ouve o som alto da minha casa ela bate a porta ou manda mensagem via Whatsapp. E ontem foi assim. Ela chegou, entrou e sentou-se ao meu lado. Seu cheiro me perturbou, usava um vestido comportado mas extremamente perturbador.

Não resisti e beijei seu pescoço, sua pele eriçou. Ela pediu para eu parar ao mesmo tempo que sua boca procurava a minha.

As bocas coladas não se desgrudavam. Um beijo bom, quente, molhado e proibido.

- Para

- Porque?

- Não posso.

- Não pode ou não quer?

- Quero!

- Sou virgem, lembra?

- Use a boca. Ela é quente.

Alice abriu o zíper da minha bermuda, pegou meu pau e desceu lentamente. O primeiro toque dos seus lábios na cabeça foi delicado, em seguida uma lambida discreta em torno da cabeça e depois o golpe. Sua boca quente e pequena engoliu a minha pica, subia, descia, fazia pressão, mordidas alternando com lambidas e chupadas e em alguns minutos eu gozei.

- Preciso ir.

- Se amanhã você quiser mais, me manda uma mensagem.

Eu vou querer...





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