"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Matei a fome de pica da Secretária 03


autor: Chronos
publicado em: 03/08/16
categoria: aventura
leituras: 2147
ver notas


Tenho que confessar a vocês que eu estava um pouco ansioso para ver a Stefanie fora do ambiente de trabalho. Nossa conversa tinha sido bem gostosa na noite anterior, e sabe aquela ansiedade que você tem que não é medo, mas é um frisson que te leva a crer que a parada vai ser boa pra caralho!? Kkkkkkk, pois é, eu tava desse jeito.

Caprichei na hora de me arrumar, coloquei meu melhor perfume, o 212, fiz questão de aparar meus pêlos, barba eu já não tenho mesmo. E fiz questão de sair cedo, sem pressa, para levar alguma coisa bem gostosa para ela. Como seria um programa caseiro, uma coisa que não gosto é chegar de mãos vazias. Venere que o diga, rs. Coloquei uma blusa pólo nova, cor salmão, uma bermuda marfim, e vamos que vamos!

Faltava ainda cinco minutos para o horário combinado, e já estava na porta da casa dela. Quando ela me atendeu, que delícia de mulher, cara: cabelo tingido de um ruivo que acho muito sexy, combinou direitinho com ela, a boquinha com um batom rubro pedindo pra ser tirado num beijo violento, e o mais curioso: Uma blusa rosa com tom bem forte e um short jeans branco, com bainhas , permitindo suas belas coxas serem vistas. E muito, muito cheirosa. Aquilo provocou meus sentidos. Pode apostar.

Stefanie: Oi, meu anjo!( trocamos uns beijos bem insinuantes perto da boca) Nossa, chegou na hora, hein! Ainda bem que deu tempo de arrumar tudo aqui!

Eu: Nossa digo eu: Tá muito linda. O tom ruivo do seu cabelo combinou com seu rosto. Te deixou muito sexy.

Stefanie:(sussurrando no meu ouvido) cuidado, Renato... As suas palavras estão causando efeitos em mim que há tempos eu não sentia... Cuidado! E então, você gostou de tudo que viu!?

Eu: Você tá radiante. Escolha certa para um domingo ensolarado, lindo como este.

Stefanie: Concordo. E você tá um deus grego fascinante, também, rs. Muito cheiroso.

Se a chegada foi assim, nem quero saber o resto. Cheguei a perguntar pela filha, mas ela disse que tava com os tios. Melhor ainda. Quando cheguei, tinha já um piquenique a dois preparado pra gente: De um bolo de cenoura com aquela calda de chocolate escorrendo pela massa, outras paradas prontas e um Prosecco.

Eu: Pow, você fez lanche pra gente entrar noite adentro! Kkkkkkk.

Stefanie: Ah, eu não costumo deixar uma visita fazer tudo pra mim, não! Adoro cozinhar, sei que você foi um fofo, não custa nada eu retribuir a você. Quer comer agora!?

Eu: Relaxa, vamos trocar umas idéias.

E sentamos no sofá, bem a vontade, ela me mandou eu tirar o tênis e sentir-me em casa. Confesso que o clima tava muito agradável. Atmosfera gostosa, lugar bem aconchegante, e o papo rolando sobre trabalho, planejamento profissional, até que ela me contou que veio para cá há pouco tempo, pois tinha familiares aqui no Rio, então no momento ela tinha como objetivo estabelecer-se profissionalmente antes de qualquer coisa. Acho que ela tá certa mesmo.

Stefanie: No início, eu não gostei muito de vir pra cá pro Rio, não, sabe. Muito agitado aqui, e agora com essa violência toda, eu vim mesmo somente porque não tinha como eu ficar onde eu tava. Como eu tenho experiência na área, sou boa no que faço, achei que as chances de eu melhorar de vida seriam melhores aqui. Mas se eu pudesse mesmo, ficaria lá.

Eu: E você tá gostando do trabalho!? O Edu tá bem satisfeito com sua habilidade. Os mais jovens não tem a mesma pegada sua. Calou a boca de muita gente lá.

Stefanie: Olha, se tem um responsável que me ajudou a estreitar meu afeto pela empresa e seguir aqui, sem dúvidas foi você. A gente vê que desde cedo você parece ser muito responsável, dedicado, sem contar que é muito simpático com todos, tá sempre cumprindo com metas, todos falam isso. Não se vê você perdendo tempo com fofoquinhas dentro do ambiente de trabalho.

Eu: É, cara, problemas a gente tem em qualquer lugar. Mas pro sucesso, assim diz o Edu, a gente tem saber lidar com pessoas, lidar com números é moleza. E acima de tudo, fazer cada pessoa se sentir parte da história do lugar. Como ele me conheceu há uns anos atrás, trouxe-me como aprendiz num grupo de treinamento de equipes, então trabalhou muito em mim essa questão das relações interpessoais. Não importa quanto tempo você tenha na empresa ou qual sua idade, experiência. Todos precisam ser unidos numa visão corporativa. Esses anos que estou com ele me transformaram muito. Eu era tímido, acredita!?

Stefanie: Ninguém diz que você é tímido, rs! Acho você até descolado e mente aberta pra sua idade. Não querendo bancar uma tia pra você, pois sou mais...

Eu: Experiente, madura.

Stefanie: Isso, rs. Normalmente caras da sua idade são muito oba oba, e eu não gosto de fazer amizade com gente assim. Mas cada vez que tô com você eu me impressiono. Nunca tiraria você como tímido.

Eu: Bom, não sou fã de ficar contando da minha vida, mas vou falar para você: Quando eu era mais novo, eu tinha uma limitação que me prendia muito: Eu era dislexo. Ainda sou, mas minha mãe me ajudou muito nisso. Tinha dificuldade na escola, e nem sempre tirei as notas mais altas. Mas eu era muito,esforçado, e um dia entrei para um dos melhores, se não o melhor Colégio do Rio. Como minha mãe não é rica, eu tentei bolsa, e com muito esforço eu passei. Eu praticava tanto para poder superar meu problema, que comecei a me sair muito melhor que muita gente que era normal, digamos assim. Os esportes me ajudaram muito. E até que cheguei a ser o Terceiro melhor aluno do Colégio inteiro. Era caladão boa parte do tempo. Amigos na minha turma, mais próximos, tinha só dois. E justamente os melhores da escola. Não era o tipo popular, não. Então, enquanto todos zoavam fim de semana, eu tava de cara enterrada nos livros. Nunca fui de balada ou bebedeira, hoje é a segunda vez que tomo um vinho com alguém. Ontem tava nos primos, foi lá que tomei.

Stefanie: Puxa, tô surpresa com você. Raro ver alguém assim. Esse seu problema te atrapalhou com as garotas!?

Eu: Não necessariamente. Tem pouco tempo até que tava namorando. Era minha primeira namorada, fui namorar agora, com 18 anos, to com quase 21, então... Rs, de lá pra cá foi que me soltei um pouco mais,kkkk.

Stefanie: Eu que o diga, ontem você tava todo saidinho comigo, e aquilo que você tava falando no telefone era sério!?

Eu: Foi pra isso que eu vim aqui, rs, pra você tirar a prova...

Stefanie: Tô vendo que não tava brincando. Sabe o que mais gosto de observar em você!?

Eu: O que!?

Stefanie: Não tem medo de escorregar nas próprias palavras. Eu disse pra você na chegada ( sussurrando agora ) que você precisa ter muito cuidado com o que fala, porque o que você quer você pode acabar conseguindo.

Eu: O que eu quero já está bem resolvido. Mas e você!?

Stefanie: Garoto...sssss, pára de me provocar...

O tete a tete tava muito gostoso, gente. Pra que a pressa!? São esses detalhes que são alicerces para grandes momentos.

Stefanie: Qual seu signo?

Eu: Sou pisciano. E você!?

Stefanie: Uaau, tá explicado...

Eu: Por que diz isso!?

Stefanie: Porque você envolve a gente pouco a pouco no seu papo, não é afobado, e quando a gente vê, já é tarde demais... Qualquer mulher enlouquece.

Eu: Isso é somente a ponta do iceberg. Mas e você!? ( faço um afago nos cabelos dela) qual seu signo!?

Stefanie: Sou uma escorpiana fascinada por homens que nem você, que a bem da verdade são muito raros.

Segue um momento de silêncio. Os olhares são bem contemplativos; ela agora entra no campo aberto da sedução e começa a passar a mão na minha coxa que está flexionada sobre o sofá. Meus olhos percorrem toda a extensão do seu corpo. Sinto que ela reluta , em algum canto de sua mente para se entregar. Mas suas defesas estão baixas e ao trazê-la pro meu campo, é somente uma questão de segundos agora.

Afago seus cabelos e levo as mãos por baixo deles até o pescoço e faço um carinho. Ela responde buscando o calor da palma das minhas mãos no seu rosto. Comida!? Quem quer saber de comida!? O banquete da festa já está sendo muito bem aproveitado, rs. Ela responde com um afago no rosto e aí a guarda dela abaixa de vez. Conduzo-a suavemente para perto de mim e e dou um beijo. Ela responde com um ternura e abre mais a boca para um beijo mais profundo. É a hora de manifestar a minha presença nela e mostrar o safado que ela queria, caço sua língua com mais intensidade, provando cada centímetro dos lábios recheados do tom escarlate do seu batom. Seu beijo é muito gostoso, e cada segundo que passa ela aprofunda ainda mais. Então puxo-a pro meu colo e aí, amigo, damos asas a nossa imaginação.

Stefanie sentou-se de frente pra mim e soltou-se como uma puta, véio: Beijou-me com mais volúpia e rebolou lentamente sobre meu pau despertando uma ereção pulsante. Tirei sua blusa rosa , revelando seus fartos seios ainda guardados sob uma lingerie carmesim. Tirei aquela lingerie e abocanhei vorazmente seu seio esquerdo. Ela passou a gemer alto. Troquei de seio e ela arqueou seu pescoço pra trás entregando-se totalmente aquele prazer. Nada mais excitante que deixar uma mulher mais velha enlouquecida com carícias. Ainda mais no caso dela, que dava e impressão que já estava há um tempo sem sexo.

Stefanie: Olha como você me deixou, cafajeste delicioso: Tô toda molhadinha !( pegou minha mão e conduziu até seu interior. Ela tava encharcada.)

Fiz provar do seu próprio mel. Coloquei o dedo do meio em sua boca e ela sorveu sua essência como se estivesse faminta. Ela enlouqueceu de vez. Arrancou minha camisa e começou a arranhar meu peitoral.

Stefanie: Tava louca pra ver você libertando esse safado dentro de você, e me deparo com um deus grego... E todiiinhoooo... Pra mim! Anda, quero surra de pica, mostra esse caralho pra mim, mostra gostoso!

Então ela saiu de cima de mim e puxou meu bermudão e minha cueca de uma vez só. Meu pau tava pulsando lancinantemente, as veias estavam bem inchadas. Stefanie tomou em suas mãos e bateu uma punheta que puta que pariu, véio, despertou de vez o dragão negro em mim. Agarrei-lhe pelos cabelos e conduzi sua boca até meu pau.

Eu: Tu não quer surra de pica, sua puta!? Hein? Chupa agora, vai! Chupa, que a mamadeira tá lotada pra você - e comecei a empurrar a boca da minha ruivinha pra enterrar meu pau. Sua mamada ela lenta, profunda, parecia que ela tava dando um beijo numa boca, só que agora se submetia como uma escrava. Agora quem gemeu de prazer fui eu. Cara, nem Venere mamava tão deliciosamente.

Stefanie: Bens a Deus, Renato, que delícia de ébano que sua mãe fez , hein! Uma delícia dessa, eu aceito ser xingada, surrada, faz comigo o que você quiser pois hoje você não me sai daqui de casa até eu ficar esfolada nessa pica que nem Júpiter se iguala!

Então me levantei e subjuguei a minha rigidez pulsante e comecei a bater na sua cara com meu pau. Ela gemia de prazer, gemia alto, véio, e não tirava os olhos de vadia de contato com os meus. Penetrei até sobrar minhas bolas batendo no queixo dela. Stefanie agarrou meus glúteos, adonando-se do meu corpo, e eu peguei-lhe pelo cangote, com os cabelos em minhas mãos e fiz o sexo oral mais frenético que eu já tinha feito na boca de uma mulher.

Toda minha virilidade se liquefez num orgasmo que ela fez questão de não deixar cair uma gota. Desabei no sofá com meu pau ainda duro e Stefanie limpou ele todinho, deixando ele prontinho para a próxima rodada que veio após o lanche, claro, rs. Abriu meu apetite.

Pelado como estávamos, sentamos à mesa, que não era muito grande, e nos deliciamos com as guloseimas que ela tinha preparado, mais o vinho Prosecco que, por sinal , era delicioso. Tomando a taça e contemplando aquela visão enternecedora dos seus seios intumescidos, senti uma nova reação do meu amigo lá em baixo. Ela, nada provocante pra não dizer ao contrário, rsrsrs, começou a subir com seu pé pela minha perna até minha virilha e massageou meu membro já recuperado por debaixo da mesa. Olhava pra mim transmitindo aquela mensagem que somente os olhos fazem entender:" Não estou satisfeita. Vou te consumir todinho, hoje."

Eu adorava esse silêncio. Aproximava-nos mais do que qualquer palavra.

Stefanie: Renato, de nerd você não tem mais nada, quem não te conhece que te compra, kkkkkk. Mas tô disposta a pagar até a ultima gota, tem mais de seis meses que não sou arrombada por um pau. E que pau você tem. Já vi maiores, pequenos, mas o tamanho dele combinado com sua beleza e sua safadeza de tornam um Titã, seu puto!

Eu: Quero sodomizar até sua alma gemer hoje, sua vagabunda! Você é uma medida, totalmente desprovida de recato, eu gosto disso numa mulher. Tô amarradão na tua!

Stefanie: Você gosta de tudo na cama!? Tem algo que te excite mais?

Eu: Não tenho restrição nenhuma, mas uma coisa que me excita de verdade e potencializa meu orgasmo é... Uma massagem prostática! 😈

Stefanie: Não acreditooooooooo! Kkkkkkkkkkkkkkkkkkk! Jura!?

Eu: Quem me levou a essa descoberta foi uma mulher deliciosa que me ensinou muita coisa há um tempo atrás...- e contei a ela a história que muitos já leram em O JOGO DE VENERE.

Stefanie: Então eu vou judiar de você hoje, meu putinho. Você despertou uma escorpiana adormecida, agora vai provar do meu veneno.

Ela me contou algumas experiências dela, mas a fantasia que ela mais queria mesmo ainda não tinha acontecido: Comer uma mulher! Louca, essa garota, cara.

Stefanie: Pena que ainda não encontrei minha musa, mas você, Renato, ta valendo por DUAS musas hoje, porque eu vou provar você todinho... Nossa, só de imaginar te possuindo me sobe um fogo da porra, seu filho da puta!

Eu: Então vamos começar o jogo de verdade, vamos, sua puta!

Levamos o Prosecco pro quarto aos beijos. Stefanie me conduziu me puxando pelo pau, kkkkk. Ao chegar às suas recâmaras, uma luz roxa de fraca intensidade criava um clima ainda mais intenso.

Eu: Agora é minha vez de provar seu mel- e baixei sua bermuda e calcinha. Peguei a sua peça íntima rendada e senti todo aroma de seu mel impregnado nela. Lambi a parte molhada e parti logo para a fonte de seu prazer. Inicialmente, eu a quis deitá-la de costas, mas ela me pegou de surpresa me jogando na cama e encaixando a posição de 69 comigo. Porra, que delícia de 69, véio: Stefanie agora abusava das lambidas na glande, nas bolas, e aproveitou e pôs o dedo para pincelar meu cú também! Retribuí o enorme prazer que eu estava sentindo penetrando com minha língua na vagina e lambendo seu rabinho, também. Logo sua buceta começou a gozar jatos na minha boca. Que sabor intenso, o mel dessa ruiva, caralho! E gemia sem tirar meu pau da sua boca, sem deixar de proporcionar o mesmo prazer. Meu orgasmo anunciou sua iminência com os espasmos que meu pau dava na boca de Stefanie, mas me controlei. Saímos da posição de 69, e ela pediu para ser surrada de pica no cú e no clitóris. Ficou de quatro como uma leoazinha, deixando somente o rabo empinado e debruçando-se da metade pra cima. Uma visão dessa enlouquece qualquer homem, vai ser puta assim na China,kkkkkk!

Stefanie : Quero na buceta, primeiro, gostoso, depois arrasa com meu rabinho. Vem, me fode que eu não aguento mais esperar!

Posicionei-me atrás dela, mas antes dei uma chupada de responsa naquele rabo, e pincelei com meu pau no grelo dela arrancando palavras bem sujas de sua boca.

Stefanie: Porra, que delícia... Um homem desses existe mesmo! Quero essa pica toda pra mim, me fode, caralho!

Como ela tava toda encharcada na xana, meu mastro deslizou facilmente grutinha adentro. Mas o tesão dela era tanto que ela mordeu o lençol e urrou feito uma fera. Ela própria jogava a bunda em minha direção. Realmente essa vagabunda queria pica entalada até a alma! Não tive dó, não: Comecei a comê-la com força, abrindo as paredes de sua vagina, arrancando-lhe suspiros profundos. Paulatinamente fui aumentando a velocidade e foi aí que ela desbocou de vez:

Stefanie: PORRA, FILHA DA PUTA QUE DELÍCIA DE CARALHO É ESSE!!! METE COM VONTADE, ISSO, BATE NO MEU ÚTERO, POSSUI ESSA PUTA , VAIEEEEEE...

EU: TOMA PICA, PORRA, VAGABUNDA! GOSTA DE FORÇA, GOSTA DE CARALHO GROSSO!? TOMA QUE É TODO SEU, SUA VADIA! MEU CARALHO, MEU CORPO TODO É PRA VOCÊ ABUSAR!

Ela babou no lençol de prazer, mano, kkkkkkkkkkkkkk. Essa, eu vou te contar: Tava mal servida no lugar onde ela morava. Puta que pariu, nem vou dizer de onde ela veio para não ofender os cidadãos da terra, mas vontade de mandar esses porras enfiarem o pau na bunda e meter até o relógio parado começar a bater isso deu!

E tome outro gozo! O cheiro dela tomou o quarto inteiro. Rebolou sodomicamente no meu pau. Eu tava tapas fortes nela, ela gritava de tesão... Pedia mais.

Eu: Agora vou sodomizar você, meu amor ! Vai conhecer o que é um pau violento de verdade.

Stefanie: Quero só ver, seu cachorro filha da puta... ( tirei meu pau e comecei a introduzir no seu cuzinho) ai, caralhoo, que grossura é essa, puta que pariu... Aaaaaaaaaahhh, mete até o fundo, mete tudo... PORRAAAAAAAAAA. HUMMMMMM, AAAHHHHNNN, ( comecei a meter devagarinho para ela se acostumar) Isso, gostoso, arromba sua puta ruivinha... Bens a Deus, que deus grego delicioso!

Comecei a aumentar minha velocidade, ela jogava o quadril na direção do meu caralho com a mesma volúpia da outra penetração. Se dar o cu é uma arte, vou dizer uma coisa: Essa era mestra! Porque ela tava derramando lágrimas e rindo ao mesmo tempo, gemia e contraía o rabo para sentir o misto de dor e gozo. Fora que a visão da bunda dela era uma delícia. Agarrei no quadril dela comecei a bater com meu caralho até o fundo. Ela gritava de dor mas pedia para não parar. Perdeu as forças e desabou com o quadril na cama.

Stefanie: Aiennnnnnnmnn... Porra, filho da puta você me mat.... Uuuuuuuurrrrrrrrrrgh, isso, mete com força, mete, desgraçado! Tô gozando, tô goz.....Aaaaaaaaah!

A cama ficou toda melada. Nossa, que mulher é essa, véio!
Não suportei mais e enchi seu rabo de porra, também. Desabei do lado dela enquanto ela se recompunha.

Stefanie: Filho da puta, que foi isso, rsrs,( tentou ficar de pé, mas sem forças desabou e por pouco não bateu a cabeça no chão, pois eu a segurei).

Eu: Descansa, linda, quem mandou levantar assim!? Kkkkkk

Stefanie: Não pensa( estava ofegante), não pensa que acabou, não! Eu vou te comer, seu deus grego... - e foi até o guarda-roupa e pegou uma cinta erótica com um consolo de uns 20 cm. Não sei explicar a vocês, mas eu senti uma excitação diferente. Fiquei louco pra ser comido por ela.

Quando ela colocou a cinta, o olhar dela mudou. De puta exausta, parecia um escorpião preparando a sua agulha final para devorar sua presa. Empurrou-me pra cama, jogando-me de costas, pegou um gel e passou em todo o comprimento do pau dela, depois me virou de bruços e começou a pincelar meu cu, penetrando devagarinho com os dedos. Porra, só a Venere sabia fazer igual àquela puta ruiva.

Stefanie: Nossa, que bumbum gulosinho, você tem! Vai ser meu putinho agora. É a primeira vez que tô usando essa cinta em alguém. Mas nunca pensei que seria num deus de ébano feito você... Agora vou te castigar, meu gostoso!

E penetrou com vontade, nessa hora a gente tava de conchinha, então deu para ela penetrar e bater uma punheta ao mesmo tempo.

Eu: Que gostoso, Stefanie, faz com mais força, faz!

Cara, nunca pensei que pudesse dizer isso, mas ela me comeu muito gostoso. O tesão tava tanto que meu pau endureceu de novo na mão dela e ela sentiu tanto tesão quanto eu, meteu freneticamente até ela própria gozar primeiro que eu! Fiquei de bruços e ela deitou-se por cima de mim, sentindo o calor do meu corpo suado. Mordia minha orelha, me xingava, dizia um monte de putarias, e aquilo me deixava louco. Quando meu gozo se aproximou de novo, pedi para ela sair de cima de mim. Ficou de joelhos, e eu de pé, e banhei a cara dela inteira de leite.

Satisfeita e totalmente farta da minha essência, levou-me até o banheiro e tomamos um delicioso banho juntos. Trocando inúmeras carícias e chupadas no seu box, fizemos oral um no outro alternadamente. Primeiro ela em mim, até eu gozar na cara dela de novo. Depois eu nela, por trás, lambendo o cu e a buceta.

Relaxamos tomando o restante do vinho, e completamente admirada comigo, disse:

- Você vai voltar aqui outras vezes, não vou largar um deus grego desse por aí de jeito nenhum.

- quem foi que disse que vou sumir!? Kkkkkkk, foi a melhor foda da minha vida hoje.

- jura!?

Falando sério, parceiro: A mulher mete muito, não é qualquer um que aguenta, não.

E foi assim que dei o batismo de boas-vindas à nova secretária do nosso time. Óbvio que no trabalho não dei pinta de nada. Mas ela... Rasgava elogios para mim nos corredores da empresa.

O Edu não era bobo, já percebia pelos comentários que eu já tinha comido ela, e veio me perguntar, o filho da puta, se era gostosa mesmo. Começou a tirar ela de perto de mim e manter ela mais ocupada com ele. Venere tomou um chifre...de responsa, kkkkkkkkkkkkkk.




ver comentários

Aviso:

Todos os comentários aqui exibidos são de inteira responsabilidade do comentarista. O site Clímax Contos Eróticos deixa claro nas suas normas que manifestações de pedofilia, racismo ou de qualquer outro teor ilícito serão banidas, assim como seus autores. Publicações ou comentários ofensivos aos demais membros poderão ser removidos.

Faça um comentário:



Sua nota para este texto:

Quero receber email sobre novos comentários.