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Nas recâmaras do prazer de Kishimoto


autor: Chronos
publicado em: 03/08/16
categoria: aventura
leituras: 485
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Nota autoral: Conto re-publicado em desventura do bug que todos nós sofremos. Aos meus leitores peço que não se sintam constrangidos em dar nota e comentário novamente. Mas aos amigos que não leram, curtam bastante. Boa leitura!


O último encontro com Venere foi a coisa mais intensa que tinha vivido desde o começo do seu Jogo comigo. Estranho mesmo é o fato de Edu lidar com isso sem perceber nada. Já passou pela minha cabeça que ele sabe, mas não posso provar nada. Se for mesmo o que penso, então eles são muito loucos. Mas o pior que essa mulher me enlouquece. Amo o jeito dela ser comigo. Não sei dizer o porquê.

Após chegar ao lar, mandei uma rápida mensagem para ela dizendo que estava tudo bem, que havia chegado sem problemas. Não demorou a destilar seu "veneno" comigo.

Venere: Tô louca pra próxima missão que você terá !

Eu: Epa! Como assim missão!?

Venere: Quero ensinar a você alguns dos meus segredinhos profissionais, rs. Amanhã eu vou ver uma amiga minha de alta roda. Também atendo em domicílio. Não é sempre, mas quem pode pagar pelas minhas habilidades coça bem o bolso sem remorso.

Eu: E onde eu entro exatamente nessa história aí!?

Venere: Ai, lindo, eu quero que me faça companhia, não pode me fazer isso!? Além disso é bom que você aprende vendo...rs, e fazendo!

Eu: Cara, eu não quero fazer nada errado, não! Uma coisa é fazer uma massagem sensual em você, na Rafa...

Venere: Lindooooo, hello, aqui estamos falando muito sério! Alem disso, deixa aquelazinha de fora do nosso papo!

Eu: Tá, sua ciumenta, rs!

Venere: Sou mesmo, rs, eu hein! Não foi ela que teve o carinho de lapidar esse diamante bruto que é você, então para mim, essa loira solitária é aquelazinha, kkkkkkk. E me garanto mil vezes com o que tenho.

Eu: Tá, né, se é você quem diz...

Venere: Garoto, eu vou te pegar, hein, rs.

Eu: Uhum, valeu tia Vê!

Dessa vez ela ficou puta, rs, me xingou de tudo que é nome.

Venere: Depois de todo o carinho e devoção tu vem me chamar de tia!? Quem dera se toda tia fosse como eu!

Eu: Calma, cara, to brincando! Você é a mais gostosa do mundo!

Venere: Assim tá de booom tamanho, rs. Lindo, sou louca por você. Posso ser capaz de dividir você com qualquer uma, mas ser largada, abandonada, isso ia me deixar muito triste! Quem ia realizar minhas fantasias!?

Putz, não sei se isso é paixão ou obsessão ... Que vocês acham!?

Bom, de qualquer maneira, aceitei passar uma parte do sábado com ela. Logo cedo ela dispôs-se a me buscar. Não curto muito isso, mas tava de carro, tanque cheio, vontade de me ver, enfim. Minha mãe tava em casa, e ela na hora gostou do jeito doido da Venere ser.

Despedi-me dela, e nos pusemos a caminho da mansão da Lady Kishimoto. Renata Kishimoto Teruya, segundo Venere, herdou do pai um grande espólio, sócia de uma grande empresa , mas estava com muito receio de investir aqui no Brasil( aliás, em tempos tenebrosos como esses, muita gente corre mesmo). Segundo Venere, era uma senhora de 63 anos, viúva, optou por não ter filhos, mas é uma grande aventureira: Ela paga por acompanhantes, sabe, rsrsrs. Como são amigas, contou algumas coisas até restritas. Véinha da pá virada, viu: Pega moleque novo pra criar, paga faculdade do cara, qualquer projeto, em troca de... Sexo! Vive um romance sem compromisso, mas casar de novo, não casa... Eu vivo e nunca vi tudo, puta que pariu!

Agora eu tava encucado, perturbado: Que que a Venere tinha de me levar pra essa porra!? Caralho, só me arruma idéia, cara!

Eu: Venere, tu me contou essa porra toda, história interessante, mas e aí!? Não sei porra nenhuma de massagem Shiatsu, nem Kyoto, nem Mashida, nem porra nenhuma. Que que eu vou fazer lá?

Ela mordeu os lábios enquanto dirigia, e manteve os olhos na estrada.

Eu: Puta que pariu, Vê! Eu sou o pacote especial da massagem!? Pare o carro que eu vou descer agora!

Venere: Tá na chuva, baby, então se molha comigo! Kkkkkkkkkkkkk

Eu: Caralho, cara... Porra, sacanagem isso! Meu nome não é Zohan, não!

Venere: Dá pra confiar em mim, cara!? Kkkkkkkk, porra, eu nunca te pus em furada! Aliás, fui eu que joguei lenha na fogueira pra... Ah, não deixa! Deleta o que falei, rs!

Eu: Começou? Termina!

Venere: Tá, fui eu que joguei lenha na fogueira pra Rafa provar você, pronto falei!

Eu mal cria no que tava ouvindo. Cara, qual era a dessa mulher!? Calei-me por um momento para ponderar sobre todos os acontecimentos e concluir que tudo que eu tava vivendo era o jogo de Venere!

Eu: Venere, o que você ganha com isso, cara!?

Venere: Olha, Renato, quer a verdade!? Desde que você entrou na vida da Lívia, achei que estava entrando numa enorme roubada! É minha sobrinha, é linda, gostosa, teve uma vida que eu e Chico nunca tivemos,ok!? Ralamos pra ter tudo que temos agora, construímos uma estrada. Aquela dondoca não está fazendo esforço nenhum, VOCÊ, SIM! E eu admiro sim, esse seu esforço! Ela é inteligente!? É. De mais, um gênio. Mas você é o gênio do trabalho duro, você tá falando pra conquistar algo, ela vai continuar o sonho do papai. E você? Você vai dar a mesma coisa que o pai dela tem dado a ela todos esses anos no seu primeiro ano de casado!? Não! Nem metade! É uma mimada, duvido que não tenham brigado por motivos referentes a isso. Você rala na faculdade, tudo bem que não é paga, mas e o investimento que você faz nos livros, e o dinheiro que usa para ir e vir? Tem carro? Não! Ela tem. Presente do papi. Cara, eu vi o Chico em você quando nos conhecemos. Adelaide aceitou-o do jeito que o viu. Mas eu sei, Renato, aquela garota foi estragada, foi criada pra ser uma princesa. Mas eu não fui princesa, o pai dela também não. Enfim, quero muito que saiba que o que sinto por você vai além do que você pode imaginar. Vi nos seus olhos as olheiras para superar os limites, vi sua mãe e a cara de felicidade de ver o filho bem encaminhado, estudioso, focado...gostoso,rs. Tudo bem que nunca fui pobre , tinha uma condição boa, não era rica, mas Chico estragou a filha dele. E foi um porre de cunhado com o Edu. Ele e meu pai. Se Edu não tem postura, jogo de cintura, caralho... Eu te admiro, Renato, posso ser maluca, despirocada, mas eu gosto muito de você . Você não é igual a Lívia nesse ponto. Não mesmo.

Pow, saber o que ela pensava sobre mim me enchia até o ego, sério mesmo. O jogo dela é que me incomodava profundamente, quanto mais eu me envolvia com ela, mais preso eu me sentia. Não sei explicar por que eu não fugia disso. Ela me controlava, mas quanto mais me controlava, mais poder eu também tinha sobre ela. Relação estranha. Não sei se estão me entendendo.

O restante do caminho foi mais silencioso, porem tenso. Eu sabia que alguma coisa importante nesse jogo eu iria fazer. Peguei o tablet dela para analisar o programa de de trabalho dela. Vi alguns desenhos sobre a massagem Shiatsu, termos técnicos que somente eram compreensíveis para quem é da área. Fui relacionando melhor com os vídeos que eu assisti.

Ao chegarmos ao palácio Kishimoto, eu preparei meu espírito para o bagulho ( desculpem dizer desta maneira, mas é o que passava na minha mente) que eu teria que servir como instrumento do joguinho de Venere. Ela percebeu minha tensão, falou algo para eu relaxar, não entendi muito bem, mas respondi com uma certa aspereza:

Eu: Odeio o papel que estou fazendo. Essas coisas só acontecem comigo, cara!

Venere: Ai, assim você me magoa, que isso! Poxa, tá bom, Renato, se não quiser entrar, aguarde-me lá fora!

Eu: Tarde demais, né!

Venere: Então, melhore essa cara! Ela é uma cliente muito importante, dando tudo certo fecho um pacote que pagará cada sorriso que der. Vai valer a pena! Já te pus em furada!?

Antes de eu responder, fui interrompido quando a porta se abriu e... Puta que pariu...

Renata: Amigaaaaa!!!

Venere: Uau, que delícia, menina, tá melhor do que nunca, assim eu gamo, hein!

Renata: Para, rs, eu fico com vergonha! Tô ansiosa,viu! E quem é esse monumento egípcio do seu lado!?

Olhou-me de alto abaixo impressionada comigo. Eu tava caído por ela, parecia o céu, caí direitinho na pilha da Vê.

Eu: Muito prazer, Lady Kishimoto, sou...

Renata: Antes de mais nada, nada de Lady. Somente,Renata.

Eu: Prazer, Renata. Sou Renato!

Renata: Você me conhecer é que me dá prazer... Delícia!

A simplicidade daquela mulher me constrangeu mais do que qualquer humilhação no meio da alta roda que pudesse esperar. Fiquei envergonhado, constrangido, confundido em meus pensamentos, atordoado... Que linda que e é ela. Renata, a Vovó Kishimoto, é uma bela modelo nipônica cujo corpo e aparência eu não daria nem 30 anos de idade. Dava um banho na Venere na jovialidade. Não tinha mais que 1,60m, corpo mignon, seios( pau ficou duro aqui com esses seios, caralho) médios, cabiam na palma de minhas mãos. Não vi um traço marcante da idade nela, pernas bem torneadas sem uma celulite sequer. Boquinha carnuda, olhos grandes e profundos para uma oriental, cabelos negros compridos até o dorso. Mergulhada no formol. Venere olhou para mim jogando tudo que eu falei na minha cara, deixando-me ainda mais constrangido. Mas com um sorriso marcante, ela mantinha sua postura com grande elegância, altivez, e sensualidade.

Venere: Pronta pra se divertir, amiga!?

Renata: (olhou para meu volume traidor e arisco em minha calça) No ponto, amiga. E você, bebê!? Vai cuidar bem de mim!? Tô me sentindo tão carente - fez biquinho pra mim.

Eu: No que depender de mim, Renata, será totalmente satisfeita.

Renata: Assim que se fala, gostoso.

O apartamento de Renata se localiza no Recreio, com uma vista privilegiada para o mar. Somente a sala era maior que o primeiro andar e a varanda da minha casa juntos. Ponha a cozinha dentro também e ainda sobra espaço. Tinha uma ampla cobertura, com piscina, churrasqueira, e os toaletes com torneiras e suporte para toalhas folheadas a ouro.

Seu bar era duas vezes o tamanho do banheiro da minha casa. Somente uma das bebidas ali, a mais baratinha que lembrei o nome agora, é um vinho Romanée- Conti, adquirido pela bagatela de R$ 47.000,00. Safra de 1990. Mas eu não vim aqui falar de bebida, vamos ao que interessa:

Ainda enternecido pela sua beleza, acompanhei-a até a sala de jantar onde havia um banquete esperando a gente. Tomamos um belo café da manhã regado de frutas, sucos naturais. Renata era muito preocupada em nos fazer sentir bem, isso me deixava ainda mais constrangido. Eu nunca havia sido tratado dessa maneira por ninguém, véio. De verdade. Durante nossa conversa, ela transpirava toda uma juventude e sensualidade que não via em garota alguma aqui no Brasil. Definitivamente não se sentia com 62 anos, muito embora não fizesse questão de esconder a idade. O clima estava gostoso, a atmosfera da casa era propicia a todo o programa de Venere. Bom, assim eu pensava. Enquanto as duas conversavam, Renata insistia para que eu comesse mais. Deu-me um pão com uma pasta de amendoim que tava uma delícia, fora um suco de laranja e abacaxi batidos com gengibre(gengibre outra vez! ) e havia também um preparado de chocolate com laranja e pimenta ali que tava uma delícia. Resumindo: Várias bombas afrodisíacas naturais para me deixar ligadaço. Procurei agir o mais naturalmente possível , mas deixava-me trair pelo olhar. Mesmo não olhando pra mim diretamente, ela me percebia, sentia, ria pelo canto da boca, deixando uma mensagem para mim: " não estou ignorando você em momento algum.". Creio que, mais do que eu, ela estava pronta para tudo o que eu imaginava e o que eu jamais fazia menção, também.

Perguntou se eu estava satisfeito, se queria mais alguma coisa, e pediu-me que me encarregasse de tirar o seu roupão, ou kimono com a maior elegância. Ela estava sem nada por baixo( Meu Deeeeeeeeussss!!!), era uma deusa. Venere foi se trocar e voltou de jaleco, seu traje de guerra, mas também somente o jaleco. E nada por baixo... Porra, meu pau tava estourando por baixo da calça tactel . Caralho, no meio de duas deusas, eu não estava conseguindo me comportar. Tava tremendo feito vara verde com um medo que agitava todas as minhas pregas viscerais de pagar um mico.

Venere: Renata, como eu quero chegar com essa saúde na sua idade! Como você é linda, amiga! E você, Renato? Vai ficar de camisa mesmo?

Renata: Lindo, liberte-se! Quer que eu vá aí despi-lo!? Eu faço, sem problema algum, rs!

Uma pior que a outra, eu mesmo me mandei pra puta que pariu no pensamento. Ao tirar a parte de cima, Venere comentava com ela:

- Viu como meu menino é um diamante raro!?

- Você vai emprestar ele pra mim, não vai!?

- Ai, eu não sei...rs.

- Deixa de ser má... - deu um tapa na bunda de sua massagista e levou-nos ao seu enorme quarto. Lá estava o leito de massagem, e todos os óleos aromáticos possíveis para Venere usar. Não me pergunte quais eram. Todos com caracteres orientais no rótulo . Escolheu um ao seu bel-prazer e deu nas minhas mãos.

Renata: Você poderia passar, meu anjo!? Tô louca para sentir as suas mãos. Importa-se, Venere!?

Venere: Abuse do meu assistente. Renato, dê o tratamento que nossa lady merece.

Filha da puta! Eu não sabia que seria eu a fazer a massagem, caralho! Quando ela se deitou sobre o leito, procurei respirar fundo e focar em tudo que havia visto durante a viagem no vídeo e... Ai, vamos lá: Verti o óleo em abundância sobre seu corpo, e com uma deliciosa pressão massageá-la por todo o seu corpo. Pressionei em todos os pontos de acupuntura exatamente como no vídeo. O corpo de Kishimoto se arrepiava ao toque das minhas mãos pesadas. Tudo era respondido com gemidos, aprovando o que estava fazendo. Massageei seu pescoço, ombros, coluna." Meu Deus, o que essa mulher fez para exalar essa vitalidade toda numa fase tão delicada para muitos!?", assim pensava. Quando cheguei aos glúteos... Minto, um pouco acima na região lombar, finalizei a massagem Shiatsu , pelo menos tudo que lembrei e pude aplicar sob a supervisão da minha Vênus. Ela não dizia nada. Estava sentada atrás de mim apenas observando tudo. Quando apliquei minha pressão sobre os glúteos definidos de Kishimoto, ela abriu um pouco mais as pernas e entregou-se para mim, semelhantemente como fiz para Venere: Arrebitou seu quadril e logo senti o cheiro delicioso de seu sexo, depilado e já umedecido. Eu não tava aguentando, cara: Ao terminar suas coxas, panturrilha e pés, olhei para ela, e somente respondeu-me com um sorriso e o gesto me dando 10,0 pela massagem. Deu aquela mordida nos lábios, transmitindo a mensagem clara: " agora é por conta sua. "

Tornei novamente aos seus glúteos, agora passando pela parte interna de suas coxas, num vai-e-vem que aumentava meu tesão e automaticamente era respondido por ela. Então com meu polegar eu toquei sua buceta e apliquei a mesma pressão nos pontos anteriores sobre seu clitóris. Ela gemeu mais alto. Circulei por volta dos lábios, e aprofundei a massagem invadindo-a lentamente. Caralho, que visão maravilhosa, bicho. Aquilo me revirou por dentro, e... Não resisti: Apliquei um tapa bem forte na banda direita de seus glúteos. Venere gritou junto com ela. Peguei mais óleo, encharquei sobre minhas mãos, e agora massageei não somente a buceta, mas o cuzinho da minha musa nipônica. Ela derramava lágrimas. Sorria. Gemia como uma gatinha no cio. Dei outro tapa forte no glúteo esquerdo e ela gemeu de verdade. E não resisti, dei mais três tapas fortes nos glúteos, e ela teve um orgasmo! Porra, o cheiro do seu sexo tomava todo o ambiente, mergulhei de boca na sua xota e suguei com força. Venere tava se acabando numa siririca, apertando os seios, e soltando seus primeiros fluidos orgásticos. Cogitei em ir até ela e lhe fazer um boquete, mas ela sinalizou para eu continuar com Kishimoto.

Voltei-me a minha deusa e dei um delicioso beijo grego nela, abusando de toda devassidão que fora despertada em mim. Porra, que mulher hostosa, caralho, aquilo era uma gueixa total.

Eu: É isso que você queria, milady!? Hoje vou acabar com você, minha Sheeva encarnada!

Renata: Eu tava esperando isso, meu deus egípcio. Anda, livre-se destas roupas, mostre a virilidade invejada por Osíris!

Ela mesma veio e tirou minha calça tactel e minha box juntas, e meu membro saltou ao seu rosto.

Renata: Nan to iu koto! Oishī Dikku wa, kono nandesu ka! Kiga ni kono gankashōkyaku geisha o shōkō shite kudasai!

Venere: Porra, Renato, enfia o pau logo nessa puta, vai! Antes que eu te arranque daí e... Aaaaaaah!

Kishimoto estava ensandecida. Agarrei-a pelos cabelos, dei um tapa no seu rosto impondo meu domínio sobre ela e enterrei meu caralho naquela boca pequena! Porra, ela chupava divinamente bem. Agarrou meus glúteos chupava sem as mãos no meu pau, estava faminta para tê-lo inteiramente. Venere chegou por trás de mim, beijou minhas costas e deu algo na mão dela que guiou-a até meu íntimo. Isso mesmo, senhores: Venere aplicou junto com ela uma penetração enquanto eu fodia a boca de Kishimoto!

Meu pau endureceu potencialmente, coloquei uma das pernas suspensas para sentir mais a penetração. Porra, que delícia, véio, fomos os três para a cama e deitei-me entre as duas , num delicioso sanduíche. Agora, com o segredo do meu prazer elevado em suas mãos, Kishimoto aumentou a velocidade, enquanto era deliciosamente devastada, Venere me tocava e se tocava também. Teve outro orgasmo. Eu curti o prazer sem gozar. Meu membro estava inundado de saliva.

Kishimoto chamou toda atenção para si e subiu sobre o meu corpo e sentou-se lentamente sobre meu membro latejante. Venere, rs, não querendo ficar atrás colocou-se sobre mim, kkkkkk, sentou-se na minha boca. Imagine agora, feche os seus olhinhos, leitor, você que está acompanhando este relato, e imagine duas coroas ensandecidas, insaciáveis, intensas, incendiadas, devassas, sodomitas, imagine tudo agora em duas mulheres, em cima de mim. Potencialize agora essa loucura ao triplo. Imaginou?

Agora veja como elas duas dançam sobre mim buscando seu prazer, abusando da minha virilidade... Porra, eu já tô de pau duro aqui lembrando: Venere dançando sobre minha boca, lambuzando meu rosto com seu mel, e Lady Kishimoto gritando, gemendo, e as duas trocando beijos, chupadas nos seios, até todos gozarem enlouquecidos, entorpecidos, fartos ...

Manhã deliciosa, podia acabar ali e todo mundo ir pra casa. SÓ QUE NÃO!!!


CONTINUA




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