"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Nas recâmaras com Kishimoto- fim


autor: Chronos
publicado em: 03/08/16
categoria: aventura
leituras: 565
ver notas


Nota autoral: Em razão do bug do site, este conto foi apagado. Mas hoje quem não leu poderá ter essa oportunidade. Obrigado pela compreensão dos administradores do site, bem como aos leitores que já o apreciaram. E boa leitura aos amigos que não leram!



- Renato, meu Ero-Sannin! Que as ninfas caiam a seus pés... - e Kishimoto lançou-me um beijo totalmente rendido a minha virilidade .

Para quem está começando agora, clica no meu perfil, e procure o Título NO PARAÍSO COM LADY KISHIMOTO 01. Eu devia muitas desculpas a Venere, pois Renata Kishimoto é uma mulher apaixonante. Puta que pariu, eu teria que fazer em breve uma escolha difícil pra mim, mas sobre isso eu converso no futuro, se eu puder, com vocês, amigos leitores.

Acho que eu estava começando a entender o Jogo de Venere: Ela desejava algo pro meu futuro, algo que na visão dela, com meus braços eu talvez levasse anos para alcançar. Ou eu era somente um brinquedo, algo que eu jamais toleraria. Bom, tô na chuva mesmo... Liguei o botão de foda-se e segui em frente.

Diante do poderio de uma mulher visionária, e cheia de projetos, vi escancaradamente alguém que caçava prazer. Essa era Kishimoto. Totalmente entregue, sem pudor algum , e cada vez mais constrangido eu ficava diante da simplicidade, da ternura. Se ela havia gasto milhares ou milhões para se manter daquele jeito, como uma garota, foda-se, é direito dela, ninguém tem nada com isso. Mas se posso opinar sobre alguma coisa, o que posso dizer é o seguinte: Tinha muito a oferecer e ensinar num relacionamento. Carente, intensa, sozinha por opção. Talvez seu conceito de felicidade estivesse nisso. Mas eu me sentia envolvido, não controlado. Sabe quando você se voluntaria para ser amarrado por uma mulher dessa!? Este filho da puta que vos fala estava se sentindo exatamente deste jeito.

Voltamos a sala de jantar para recarregar nossas energias. Tomei uma chícara de de chocolate amargo, com laranja e pimenta, algo bem caseiro, saboroso. Renata estava sentada no meu colo e dava de comer na minha boca, ignorando a presença de Venere.

Minha tutora olhava com imensa satisfação o resultado do seu jogo. Ofegante, sorridente, assistia sua cliente insatisfeita me envolver em seus braços e tomar minha boca num beijo que dizia mais ou menos assim: " que este momento não se acabe nunca ". Venere sinalizou que iria embora. Ela sabia que nada tinha a fazer ali. Interrompeu Renata, pediu para usar o toalete, e minha musa olhou para mim e disse que eu aguardasse um momento.

O diálogo que se segue aqui foi revelado por Venere, mais tarde, mas fez questão de me dizer , então colocarei aqui.

Durante a caminhada até o toalete, Renata perguntou-lhe:

- você não irá tira-lo de mim agora, né!?

- Fica tranquila. Eu tenho muitas coisas a fazer neste momento e uma delas é preparar meus novos programas para semana que vem.

- Vamos combinar o seguinte: Todo o programa que você me mostrou no tablet eu topo. Sem problemas. Eu enviarei um cheque à sua clínica, passarei lá para acertar todos os detalhes. O que você me proporcionou hoje foi sensacional, mas...

- Pode dizer, minha linda.

- Eu quero ele pra mim! Se há algum problema com isso, tem que me dizer agora!

- Amo esse garoto, Renata. Mas eu tenho uma vida, e ele está começando agora. Nós duas sabemos disso. Mas...- deu um sorriso- eu sei que perderei no tempo pra outra pessoa. Eu espero que alguém possa ajudá-lo e cuidar tão bem quanto eu. Só isso. Já tirei ele de uma furada enorme.

- A que se refere!?

- Minha família.

- Nossa, não diga...

- A gente conversa disso em breve. Divirta-se bastante com ele. É um bom garoto.

- Não é seu assistente de trabalho, não é verdade!?

- Estuda Administração, trabalha com meu marido. É muito ambicioso e eficiente. Edu acredita que ele pode ir muito longe.

- Entendo. Então te vejo em breve, Venere.

Trocaram um beijo . Isso mesmo, um beijo intenso e ordinário.

Venere: Como invejo você, sua cachorra, rs.

Renata: Eu sei, rs. Nunca vou esquecer o que você fez hoje. Mas quero que saiba- outro beijo- ninguém poderia ter amiga melhor que eu tenho a você.

Fim do diálogo . Assim Venere banhou-se, despediu-se de mim com um beijo sóbrio até demais pro jeito dela, e passei a estar, sozinho ali, com uma mulher que eu não conhecia, mas sabia que gostava dela.

Renata: Onde foi que a gente parou!?

Eu: Senta aqui - mostrei meu colo- que lhe mostro.

Ela sorriu e aproximou-se de mim sofregamente, mostrando sua submissão ao meu cuidado. Não era necessário trocar muitas palavras. Só deixar meu corpo falar para ela. E o dela pra mim. Não houve promessas, não houve juras, nada disso. Eu já estava ereto outra vez. Renata estava ali me ensinando a perceber tudo ao seu redor com seus olhos. Ela não precisava olhar para meu membro para saber que eu estava pronto pra ela outra vez. Sentou-se de frente para mim, com meu pau tocando em sua buceta, e trouxe-me para junto dos seus seios. Cara, nem em minhas maiores fantasias eu imaginaria ter agarrado uma deusa daquelas. Mais linda que qualquer hentai que eu poderia imaginar. Tomei um dos seus seios em minha boca e suguei delicadamente, e pouco a pouco possuindo com a virilidade que ela implorava. Gemia como uma gueixa.

Tornava a contemplar seus olhos. Sentia vontade de sodomizá-la. Tornar-me dono de cada parte do seu corpo. Quando percebi. Já estava totalmente dentro dela. Rebolou deliciosamente sobre ele. Seu cheiro impregnava todos os meus sentidos. Percebi o quanto eu a queria!

Renata: Eu sei... Posso sentir. Você não precisa de nada que eu tenho. Não precisa me provar nada. Você me quer somente. Você não me trata como uma cliente neste momento. Você se impõe de igual pra igual, olha para mim apenas como Renata, e nada mais. Aaaaaaah, Renato, como eu estou louca por você! Será que vou conseguir te convencer a ficar!? Ficar comigo?

Eu: Só curte o momento, milady.

Renata: Milady, não. Eu sou sua depreciável serva!

Eu: Não diz isso! Quanto mais dedicada você se faz, mais preso eu eu permaneço aqui!

Renata: Jura!?

Interrompido o diálogo com um beijo mais intenso, profundo, sem mistério, sem virtude, somente desejo maciço. E como eu queria que fosse permanente! Tô com Vinícius de Moraes na minha mente, agora.

Ousadamente ergui seu corpo em meus braços e fomos para o seu ninho de solidão. E lhe disse:

- Renata, se você quiser hoje, eu jamais permitirei que esse lugar fique vazio, você me entendeu!? Eu quero você hoje, quero ser seu remédio, seu sorriso, seu conforto. Mas agora, eu quero ser teu dono! Nem que seja a última coisa que eu faça antes de ir embora!

- Ir embora!? Quem disse que vou te deixar ir embora!? Rsrsrs, isso é um assalto, lindo, me passa seu coração pra cá !

Deitei-me sobre ela, e recebeu-me com intensidade dentro de si. O tempo parecia ter parado para nós dois. Tudo era muito intenso, cheio de entrega. Num lento e profundo vai-e-vem, todo aquele quarto era inundado pelo seu cheiro. Ela contraía seus músculos vaginais provocando uma tortura imensa. Tomei seus seios com força, fazendo ela gritar com vontade. Iniciei um ritmo mais veloz, seu corpo arqueava em direção ao meu, sua respiração era descompassada, tropeçada, todo o ambiente estava em chamas! Beijei todo o seu corpo, invadi sua vagina com minha boca e suguei voluptuosamente. Ela levava suas mãos à boca, chorava, então a coloquei sentada sobre mim, enquanto eu sugava seu grelo. Rebolava graciosamente sobre mim, pedia para ser violada até os poros. Rompeu num gozo.

Renata: Eu quero mais! Quero mais, Renato, quero dor agora, eu tô me consumindo de prazer, acho que isso tudo é mentira. Você não existe, homem, faz-me acordar desse sonho!


Coloquei ela de 4 e dei um vigoroso tapa nos glúteos. Abri-os bem e babilonicamente invadi seu rabinho com meus lábios. Ela arrebitou ainda mais e como uma gata no cio, sujeitou-se a dor lancinante que estava por vir.

Penetrei com os dedos em sua buceta, eles saíram cheios de sua essência, então introduzi em seu interior ainda inexplorado. Ela gemia gostoso, parecia um desenho hentai, gente, conseguia ser delicada e ao mesmo tempo selvagem.

Eu: Quem é seu homem!?

Renata: Anata!

Eu: Quem te faz delirar!?

Renata: ANATAA!

Eu: Mais alto, quero ouvir!

Renata: ANATAAAAA!!! vou gozar de novo, tá tão gostoso!

Eu: Segure-se um pouco.

Retirei meus dedos, ela foi se acalmando, mas invadi alargando suas pregas com voracidade. Kishimoto soltou um gemido gutural. Comecei uma sessão impiedosa e profunda de estocadas. Ela mordia os lençóis da cama, chorava e gemia com tesão ao mesmo tempo.

Renata: Ai, Renato, fode sua gueixa, fode! Isso, mais força, goza na minha boquinha!

Eu: Toma, minha putinha, você não queria surra de pica!? Ganhou um pirocão só pra você, minha deusa nipônica!

Renata: Meu deus egípcio!!!

Tava gamado naquela mulher, cara. O tempo não passava, parecia que o mundo era uma praia deserta. Somente ela e eu. Ela não aguentou e gozou de novo. Estremeceu e desabou na cama, aninhando-se entre meus braços. Estávamos suados, mas grudados. Não queria me separar dela. Meu pau começou a latejar forte e anunciei meu gozo, e ela me pediu um banho facial!

Seu rosto ficou branquinho, parecia uma máscara. Fez questão de passar no seu rosto inteiro e me beijou ternamente.

Fomos para a banheira quente e lá tivemos momentos tórridos mais uma vez. Passamos todo o dia agarradinhos: Almoçamos juntos, após isso, eu desmaiei toda a tarde. Acordei com ela acariciando meu rosto.

Era meio surreal aquilo tudo, cara, mas enfim. Eu me sentia um 007 na vida, só que sem as armas secretas, kkkkkkkkk. A melhor parte de ver esses filmes é ver como ele conquista as mulheres.

Mas minha vida mudaria radicalmente a partir deste dia. Por quê!? Kishimoto passou a me querer ver sempre. Ah, vocês devem estar se perguntando sobre o negócio, né!?

Venere fechou um megapacote com ela. Até aí tudo bem, mas...

Segunda-feira, de volta a labuta, Edu me chama no escritório dele.

Edu: Renato, quero levar você a um almoço de negócios. Lembra sobre aquela reunião para atrair investidores, novos cenários!?

Eu: Claro!

Edu: Hoje, se tudo der certo, vamos faturar alto. Quero que você vá comigo, será meu escudeiro, lá!

Eu: Ok, Boss!

Edu: Boss o caralho, porra! Kkkkkk, cara chato!

Eu: Eu te amo, cara!

Edu: Guarda esse amor pra Rafaela, rs! Daqui a uns dias ela volta do Congresso, tava perguntando por você.

Na hora marcada, chegamos ao restaurante. Perguntei sobre de quem se tratava , ele havia dito que era uma herdeira de um grande espólio, dona de uma rede de hotéis e estava pesquisando por novos cenários aqui no Rio.

Eu: Tô capengando no inglês ainda, cara!

Edu: Fica frio, ela fala fluentemente nossa língua, mas não descuide pois você sabe que tem que fluir muito, seu currículo pede isso!

Eu: Estou me esforçando o máximo.

Edu: Continue na passada... Olhe, lá vem nosso tesouro no final do arco-íris... Meu Deus, é divina!

Eu: Eu que o diga!?

Edu: Como assim!?

Renata: Boa tarde, Dr. Eduardo, sou Renata Kishimoto, e... Renato! Prazer em revê-lo!

Edu: Desculpe, Madame, conhece este jovem!?

Renata: Está acompanhada de um raro talento promissor, Dr. Eduardo! Eu o invejo por tê-lo como pupilo!

O almoço foi um sucesso, e minha gueixa japonesa tornou-se uma investidora em nossa empresa. Na volta, Edu, ainda incrédulo, perguntava:

- Como isso é possível, cara? Tô atônito com essa porra até agora. Dá pra explicar!?

- Xá pá lá! XÁ PÁ LAAAAAAA...
KKKKKKKKKKKKKKK



ver comentários

Aviso:

Todos os comentários aqui exibidos são de inteira responsabilidade do comentarista. O site Clímax Contos Eróticos deixa claro nas suas normas que manifestações de pedofilia, racismo ou de qualquer outro teor ilícito serão banidas, assim como seus autores. Publicações ou comentários ofensivos aos demais membros poderão ser removidos.

Faça um comentário:



Sua nota para este texto:

Quero receber email sobre novos comentários.