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9 - A Cunhadinha Ninfeta


autor: bernardo
publicado em: 03/08/16
categoria: hetero
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O que passo a relatar a seguir, aconteceu com Lourival no começo do ano de 2012. Ele está casado a 6 anos e não tem filhos. Sua esposa é do interior de Santa Catarina, e quando se casaram foram morar em Comburiu. Lourival é engenheiro civil em uma empresa de construção e a esposa é psicóloga e da assessoria a empresas de recrutamento. Na virada do ano 2011, sua cunhadinha de quatorze anos, irmã da sua esposa, foi passar uns dias no apartamento deles, para ver o show do Michel Telô e já ficou mais alguns dias de suas férias escolares para passear na cidade e curtir algumas praias.

Ela se chama Fernanda, mas na verdade seu nome tinha que ser tesão, porque é um tesãozinho, apesar de pouca idade e uma gostosura incrível, como são todas as mulheres sulistas: loira, peitões que é uma delícia, bundinha empinada e sabe se arrumar muito bem para deixar qualquer homem maluco.

Na segunda feira dia 09 de janeiro a mulher e a cunhada foram a praia e Lourival ofereceu uma carona para ambas. Na hora de saírem a cunhadinha apareceu vestida com um biquíni bem pequeno e a esposa, muito conservadora, falou para ela trocar e pôr um dos seus que estava guardado no closet. Meio contrariada ela foi trocar a peça. Lourival estava no banheiro da suíte fazendo a barba que fica dentro do closet. Ao perceber movimento achando que era a esposa e nem deu bola, terminou de se barbear e saiu do banheiro apenas de cueca e deu de cara com a cunhadinha peladinha. Seus peitos eram bem empinados e a bucetinha tinha pelinhos douradinhos. Ela se assustou com a presença do cunhado e deu em gritinho colocando a mão na boca. Ele pediu desculpa e entrou no banheiro novamente, já com o pinto duro, sem tirar do pensamento aquela visão. Como as suas roupas estavam todas no closet, continuava ainda de cueca e de repente ele a escuta chamar.

- Lourival...

- O que é Fernanda?

- Pode vir aqui um pouquinho? Ela pediu.

- Mas eu tô só de cueca!

- Eu não vou olhar, pode vir aqui me dar uma mão. Então ele foi e a viu de costas para ele.
- Pode amarrar para mim? Ela pediu. Lourival, chegou próximo e começou a amarrar a parte de cima do biquíni. Seu pau estava duro e não tinha como disfarçar o volume que se formou na cueca. Então pediu desculpas novamente e disse que pensou que era Aline, a esposa, ela disse:

- Mas não conte para ela que você me viu daquele tipo.

- Tudo bem, não esquente a cabeça, eu não vi nada. Lourival acalmou-a e quando terminou de falar isto ao mesmo tempo em que terminava de fazer o laço, ela deu um passo para trás e encostou a bunda no seu caralho, se virou de frente para ele e fixou os olhos bem no volume e disse com uma cara de ninfetinha louca para dar.

- Muito obrigado cunhadinho querido. E saiu rebolando.

Lourival entrou no banheiro e bateu uma punheta em homenagem a sua cunhadinha ninfetinha. Terminou de se arrumar e levou as duas na praia e foi trabalhar. No escritório não conseguiu se concentrar, pois passou o dia todo com aquela imagem na cabeça, se imaginando mamando naqueles peitos chupando aquela bucetinha. Depois daquele dia ela começou a olhar diferente para ele. Perto da sua irmã ela era uma e longe se insinuava toda. Na semana seguinte, em uma quinta-feira, umas 09:00hs tocou o telefone, Lourival estava em uma obra, era Aline, sua esposa dizendo que não ia almoçar em casa e que ele comprasse alguma e levasse para a Fernanda. Como ele estava perto de seu apartamento resolveu passar por lá e leva-la para almoçar em um restaurante. Chegando em casa, não viu ninguém, então foi em direção ao quarto de hospede e lá encontrou Fernanda pintando as unhas do pé, com um minúsculo shortinho e um top sem sutiã.

Totalmente atordoado com aquela visão, ele disse: -Tua irmã me ligou e disse que não vem para casa antes das três horas da tarde, e é para ver o que você quer comer que eu vou comprar ou você quer almoçar fora?

- Eu não quero nada não, estou de regime. Ela disse, se levantou e pegando com os dedos na barriga disse: -Olha como eu tô gorda. Lourival, começou a olhar o corpão dela e se reparou que além do pircy no umbigo, tinha também uma tatuagem escondida embaixo daquele calção e só aparecia o finalzinho.

- Você se acha gorda?

- Nossa, você é muito linda e está em perfeita forma. Disse-lhe o cunhado.

- Você me acha linda mesmo, o que mais você acha de mim?

- Acho melhor não dizer nada. Disse-lhe Lourival. Mas ela insistiu.

- Como assim não me vai dizer nada, pode falar senão vou achar que você não gostou do que viu naquele dia. Disse-lhe:

- Mas como já te disse, eu não vi nada mesmo. Agora, sim, estou vendo que você tem uma tatuagem.

- Você nem viu direito minha tatuagem, então vou te mostrar. E abaixou o canto do calção e um pouco da calcinha. Lourival ficou maluco naquela hora, era duas borboletas e um raminho, e estava usando uma calcinha de ninfeta, aquelas de malha, então ele falou: - Não faz assim, não, por favor, eu sou homem de carne e osso.

Ela respondeu: - De carne osso e nervo, porque aquele dia lá no closet que você diz que não viu nada, eu senti seu nervo em minha bundinha. Enquanto ia dizendo, ia chegando mais perto dele, levou a mão em sua nuca e lhe deu um beijo que sem reação, sentiu a sua mão ser levada por ela até um dos seios e a deixou ali para que ele sentisse toda a sua maciez. Ele segurou, e pensou consigo mesmo: - Para que resistir. Aproveita da sua cunhadinha que ta morrendo de vontade. Então ele começou a amassar aquele corpo delicioso, ela mesma ergueu seu top e lhe ofereceu seus peitos.
Ele começou a mamá-los, ora um, ora outro, ouvindo seus gemidos, os quais o deixava mais maluco ainda. Só quem já experimentou mamar seios de uma ninfetinha, já o que Lourival estava sentindo naquele momento. Totalmente envolvido, levou mão em direção a sua bucetinha, ainda por cima da calcinha que já apresentava bem molhada. Ela também começou a puxar a camisa dele e ele disse: -Deixa primeiro eu tomar um banho.

- Nada disso, deixa que eu te dou um banho de língua. E começou a afrouxar a cinta e tirou o pau dele para fora, e começou a punhetá-lo, abaixando-se, em seguida, descendo e abocanhou-o engolindo quase tudo e ficou chupando por uns 10 minutos. Percebendo que estava vindo o gozo, ele puxou-a e abaixou sua calcinha, colocando o pau no meio das suas pernas e começou a roçar. Ela estava super molhada, gemia e se torcia de tesão e começou a murmurar: -Me come cunhadinho, me come, quero você dentro da minha buceta, me dá seu pau, coloca ele dentro de mim, faça de mim uma putinha. Ele a deitou na cama e antes de penetrá-la deu uma chupada na bucetinha, e ela gemendo lhe pediu de novo: -Vem logo, quero que você me coma. Ele colocou o pau bem na entradinha e ela falou: -Vai de vagar porquê e a segunda vez.

Como estava toda melada foi fácil a introdução, na hora que entrou tudo ela começou a urrar e gozou, fazendo com que ele sentisse sua buceta pulsar sobre seu pinto, mas não parou, continuou no vai e vem, e ela o chamava de cunhadinho gostoso e começou a mexer o quadril. Ele pediu para ela se virar porque queria come-la de quatro. Se virou e mostrou uma bundinha linda, redondinha, perfeita. Ele socou novamente e começou a aumentar o ritmo, mas ai, resolveu brincar com o dedo no cuzinho dela. Ao introduzir o dedo, ela deu uma gemida e perguntou: - Você já comeu o cu da Aline? Aline, sua esposa, irmã da Fernanda, nunca o deixou colocar nem o dedo, mas só para apimentar o momento ele respondeu: - Sua irmã adora levar no cu, todas as vezes que agente transa como o cuzinho dela.

- Então, quer comer o meu também? Mas... olha lá hem, eu nunca dei para ninguém. Disse-lhe Fernanda. Ele tirou o pau da buceta a começou a lambuzar o seu cuzinho com seu liquido vaginal, colocando um dedo, depois dois, e quando viu que estava bem lubrificado começou a forçar o cacete na portinha dos fundos. Quando passou a cabeça ela pediu para ele não continuar porque estava doendo muito, mais não era para tirar.

Ele começou a dar beijinhos nas costas de Fernanda e fazer uns carinhos na nuca, e ela disse: -Poe mais um pouquinho. Ele começou a forçar e a dor parecia se tornar prazer, e ela pediu para ele pôr tudo e assim ele o fez até a bola baterem em suas nádegas e começou a fazer um vai e vem por uns 5 minutos e avisou que iria gozar. -Goza na minha boca. Ela pediu. Lourival, tirou o pau para fora e esguichou seu leite na cara e boca dela, urrando de prazer.

Depois caiu na cama exausto, mas ela continuava chupando o seu pinto mole que endureceu na boca dela até que falou: -Quero que goze no meu cu agora e ficou de quatro chamando-o:- Vem cunhadinho gostoso quero no cu de novo. Ele colocou o pau no cuzinho dela e começou a bombar e depois de uns minutos gozou novamente. Sua porra chegou a escorrer para fora. Depois desta foda, todos os dias Lourival voltava para casa, só para traçar a cunhadinha ninfeta.

E ai, Gostou? Se excitou? Quer ver onde vai dar essa história toda? Peça-me a continuação antes de sair. Se desejar podemos conversar sobre o assunto. Skype: bernard.zimmer3 ou e-mail. bernard3320@live.com ou WhatsApp: 11944517878




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