"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Matou a carência da mulher do primo.


autor: Chronos
publicado em: 05/08/16
categoria: traição
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Se tem uma coisa que Dinho sempre gostou de fazer foi viajar para visitar o pai, agora morador de Cabo Frio-RJ. Na verdade, só continuava no Rio de Janeiro por causa da mãe e dos irmãos pequenos. Bem, agora só a irmã de 15 anos, pois o irmão do meio já sabia se virar sozinho.

De fato, entre viver no Rio hoje, com a violência que está e morar em Cabo Frio, a segunda opção era tentadora demais. Porém havia crescido durante toda a sua vida aqui, gozava de uma certa estabilidade financeira e principalmente os amigos que cresceram com ele e regularmente se reúnem todo mês para uma chopada.

Ao rever seu velho pai, que inspira cuidados devido a idade avançada e saúde delicada, ele aproveita para matar a saudade dos primos, que suprem a falta de casa e o levam para as noitadas mais loucas. O mais próximo dele é o Bruno, cresceram praticamente como irmãos e eram parceiros de traquinagem quando moleques, e de pegação na adolescência e vida adulta. Agora, cada um com sua vida, restavam-lhes apenas reviver por alguns instantes os melhores momentos dos anos dourados quando possível, pois Bruno havia se tornado um empresário na região muito próspero, viajava muito.

Essa saudosa infância e juventude parecia muito sólida, mesmo quando Raquel, e exuberante e maravilhosa namorada do primo de Dinho apareceu. Dona de um corpo mignon de dar inveja às concorrentes, 1,75m, morena, cabelos compridos escuros, olhos negros, boca carnuda e atributos fartos e irretocáveis, a namorada de Bruno na juventude tinha uma atração gostosa pelo Dinho. Não pela beleza, pois ele era um cara normal, e até mais baixo que ela uns 10cm, mas o humor contagiante dele no meio da família e a presença dele quando visitava o pai e ao passear com o primo pelas ruas cabofrienses despertava nela um sentimento incomum. Mas Dinho nunca percebeu isso, mesmo conhecendo-a de vista e tendo os primeiros contatos com ela por intermédio das primas, irmãs de Bruno, nunca percebeu nenhum comportamento diferente. Melhor para o então jovem futuro empresário, que encantado pela beleza da moça, aproximou-se dela primeiro, e começaram um relacionamento que levou a um casamento aparentemente próspero e cheio de regalias. Bruno tornou-se um homem aparentemente sério, deixando um pouco a família em segundo plano, e trabalhando muito para poder sustentar a esposa e dar uma vida digna.

Mas isso estava para mudar. Numa viagem que parecia ser apenas mais uma visita ao velho Geninho, estava rolando uma festa de aniversário e a parentada toda reunida caiu na bebedeira até altas horas da noite, com as conversas mais sórdidas e chulas possíveis. Dinho e os primos, principalmente Bruno, sem excluir as garotas, formavam uma mistura fatal. Até que um deles resolveu criar um grupo no WhatsApp . Até aí tudo bem, mas como Deko e os demais eram doidos, não demorou muito para as conversas irem para o nível da putaria.

E ficou assim: Um grupo fechado da família, com altos papos, piadas pornográficas, vários vídeos pesados, e não demorou muito para começarem a exibir seus corpos uns pros outros. Uma relação saudável, dentro dos conceitos da família, mas com uma semente sombria que traria uma grande confusão depois: Apenas Raquel, sem o Bruno, havia sido adicionada ao grupo.

As irmãs de Bruno haviam adicionado ela, mas não tinham o contato do irmão, que usava um celular da empresa e não poderia se prestar a ser pego com determinados materiais que não eram de trabalho. Porém, o terreno ficou livre para Raquel conhecer o primo Dinho, a quem admirava secretamente. E numa conversa, onde a galera postava nudes uns para os outros, Dinho resolveu despirocar e postou uma foto do seu corpo revelando seus dotes masculinos. Ainda com vergonha de aparecer, pois ele tirou a foto de cueca, mas utilizou-se de um ângulo para parecer que seu membro era grande, pois ele não era dotado como a maioria. Óbvio que os outros primos zoaram ele. Como ele é quem puxava o trem da zoeira e quem mais fazia piadas com todo mundo, levou na esportiva. Mas nessa noite, ele foi surpreendido pelos elogios no privado da "prima" Raquel.

-Não liga para a zoeira dos seus primos, não, Dinho. Você é um gatinho. Melhor um pequeno esperto a um grande bobão.

Já levantou a moral e o interesse do cara. E daí em diante, Dinho e Quelzinha, como ela gostava de ser chamada, passaram a conversar muito mais e ficaram próximos. A intimidade foi crescendo, até que ela resolveu colocar seus atributos pra negócio: Estava sozinha no quarto, tirou a roupa toda e mandou para o "primo" íntimo do Rio. Dinho ficou tanto intrigado quanto excitado, mas rasgou elogios para Quel, que pediu uma foto dele nu de volta. Ficou toda serelepe com a safadeza do melhor amigo de infância do marido.

Mesmo no Rio, André (Dinho) mantinha contato constante com a prima, e ela se sentia muito sozinha porque devido as constantes viagens do Bruno, não tinha nem com quem conversar durante a semana e muito menos aliviar suas carências. Antes fosse só isso, pois As carências de Quel passaram a ser o assunto principal entre os dois, então num dia desabafou:

- Porra, Dinho, Bruno tá vacilando pra caralho comigo, pois além de viajar muito agora tá chegando bêbado em casa.

- É, sobre beber, isso não é novidade, porque desde moleques ele misturava todas nas festas de final de ano, festas de rua, e você conheceu ele assim.- respondeu ele para a prima.

- Não, eu sei, mas agora ele está mais agressivo. Chega tarde de farra com os amigos, eu fico aqui sozinha com o bebê, e ele chega fazendo barulho e responde atravessado quando pergunto onde ele esteve. E para piorar, ou pouco me procura ou então quando estamos namorando, está mais relaxado, com cheiro de bebida. Poxa, tenho medo de isso afetar no trabalho dele, não sei como ele não sofreu um acidente pela estrada.

- Poxa, Quelzinha, vai ver é somente uma fase, isso passa. Às vezes o cara anda estressado e quer se libertar um pouco dessa rotina sem alívio. Conversa com ele, vocês vão se acertar.

- E como eu fico nessa história, Dinho!? Em casa, com filho, e quando ele pode estar comigo prefere ir para bebedeira e nem me leva pra sair direito? Antes já era um ogro, agora tá insuportável.

Como dizia Murphy, nada pode ser tão ruim que não possa piorar, e essa bebedeira do Bruno começou a afetar no relacionamento com o resto da família. Mas agora, gente, partindo pro lado da sacanagem: Dinho virou o confidente íntimo de Raquel nessa história sem que ninguém percebesse isso. Para não darem na pinta, eles falavam e brincavam no grupo de putaria dos primos no Zap Zap, e no privado um dava o ombro para o outro chorar.

Ele também não tinha muito o que reclamar da sua vida porque já tinha uma namorada extremamente fogosa na hora H, mas os flertes com Raquel despertaram-lhe os instintos mais primitivos. Agravou-se muito quando Raquel soltou pra ele que Bruno começou a falhar em serviço, tava deixando ela na mão. Contou pro seu primo cada vez mais louco por ela que tava usando consolo para suprimir a falta de uma foda de verdade. Com o casamento abalado e libido acesa, começou a amaciar o ego e a virilidade de André Siqueira virtualmente.

- Você me faz me sentir muito melhor depois que desabafo, priminho, mas...

- Mas o que, Quelzinha!?

- Tem um segredinho que ainda não te contei.

- A gente já contou muita coisa um pro outro, já vimos tanta coisa um do outro, que segredo que existe ainda!?

- Desde quando te conheci, através do Bruno e das garotas, que eu sinto uma atração por você.

- Quê???

- Eu tive vergonha de te falar porque um cara descolado que nem você certamente tinha muita concorrência na sua cidade, e então procurei desencanar de você. Mas de todos os seus primos você é o mais maduro, apesar de parecer um Stifler na vida quando está com eles falando de putaria, pois você sabe ouvir e ser atencioso com uma mulher. Bruno sempre foi um gato, sempre teve lábia, mas de temperamento muito forte, fechado na dele, muito exibido. Lógico que me apaixonei por ele porque as qualidades superavam os defeitos, mas... Sou uma mulher incompleta.

- Incompleta por quê!?

- Seu primo não me satisfaz sexualmente! Não mais!

"Puta que pariu!", era a deixa que ele precisava. Resolveu que iria comer a priminha carente. E aquelas palavras foram o estopim da bomba.

-Sabe, Raquel, por eu ter sido praticamente criado com ele, sempre dava força pra vocês, quem seria eu para torcer contra, mas diante disso, não tem como eu esconder: Sou louco para ser teu safado na cama!

- Então vem pra cá pra saciar sua putinha, vem, priminho!

E Dinho fez uma loucura: Pediu uma licença forçada de trabalho para ver o velho, sob o pretexto de que a saúde dele inspirava cuidados e foi para Cabo Frio . Para que não fossem percebidos, Raquel o pegou na rodoviária , já com reservas garantidas para a suíte simples do Motel Hawaii, um dos mais conhecidos e frequentados no bairro de Jardim Excelsior, não muito longe de onde moravam.

E durante a viagem o que não faltou foram carícias: Dinho, ao comando do Peugeot 307 da prima ensandecida pilotava habilmente o veículo e abusava das caricias entre as pernas de Raquel, que não ficou atrás: Abriu a bermuda dele e abocanhou seu membro rijo, quase ocasionando um acidente no caminho para o Hawaii dos prazeres.

- Porra, que fome de pica é essa, Quelzinha!? Ai, delícia, chupa seu priminho assim, chupa... Puta que pariu, boca gostosa , tesuda!

Ao adentrarem no Motel, pagaram em dinheiro as reservas para não acusar nada no cartão de crédito de Raquel. Dinho pagou de dentro do carro mesmo, mas Raquel, entorpecida de tesão , debruçada no seu colo mamando feito uma puta, fez ele dar uma gemida na frente da moça que recebia o dinheiro adiantado. A garota ruborizou, e desejou-lhes ótimo proveito.

Aquilo seria apenas o começo para aqueles amantes devassos. Entrando aos amassos em suas recâmaras, Raquel arrancou a bermuda e a cueca box Lupo de Dinho com ímpeto reclamando o objeto de seu desejo há muito reprimido. O melhor amigo de Bruno nos tempos não tão distantes da juventude colocaria seu pequeno guerreiro feito para o amor em ação, provando que é melhor tem um pequeno esperto que um grande bobo dormido.

"É, meu caro, Bruno, agora você vai tomar um chifre de responsa, hehehehe", assim pensava, enquanto metia com vontade na boca de sua deliciosa priminha carente. Puxou-a para cima e caprichou um beijo tórrido e sôfrego sentindo o gosto de seu pau na boca de Raquel, o que o deixava ainda mais excitado.

- Quelzinha, minha gostosa, supera minhas fantasias mais secretas, que boca deliciosa que você tem!

- Você ainda não viu nada, tô toda molhadinha esperando ser preenchida por você . Abusa de mim, sou sua putinha, vem!

A vontade de André foi de rasgar o vestido floral de alça fina com decote em V. Porém, deslizou uma alça e abusou das carícias no pescoço e ombro e sua amante. Raquel arqueou seu corpo para trás e de olhos bem fechados, sentia Dinho tirando lentamente a primeira peça que separava os corpos do prazer supremo. Revelou-se uma extravagante lingerie preta rendada, e a parte de baixo já estava encharcada e enchendo todo o quarto com a fragrância de seu interior.

Dinho beijou lentamente cada parte do corpo seminu da esposa insatisfeita, percorrendo pescoço, seios, abdome, coxas até ficar frente a frente com o tecido que inutilmente tentava reter a essência liquefeita de sua Quelzinha. Ao tomar a calcinha em mãos, aspirou lentamente o delicioso odor daquela buceta perfumada e suculenta, e ajoelhado diante de Raquel sugou-lhe lentamente, circulando com a língua em volta do grelo inchado e enorme. Ela puxou Deko pelos cabelos e lambuzou seu rosto com seu mel abundante, e gemendo alto feito uma devassa. Desmanchou-se no primeiro orgasmo, com as pernas estremecidas, sobre a enorme cama King da suíte.

Decidido a enlouquecê-la, foi ao frigobar, pegou uma garrafa de Malbéc e vários cubos de gelo num baldinho e trouxe para a diversão.

- Dinho, esqueceu as taças. Vamos tomar como? Além disso, tem um servicinho inacabado aqui, lembra!?

- 😈, quem foi que disse que acabou!? Você é minha taça, gostosa!

-Uiiiii, hahahahahahaha!

Dinho sorveu da própria garrafa uns bons goles e deu para sua priminha sedenta. Os beijos agora tornaram-se mais voluptuosos. Conforme ele disse, serviu-se do vinho usando o corpo dela como taça: Derramava um pouco de vinho sobre seus mamilos e lambia, sorvendo até a última gota. Repetiu esse processo por todo o corpo até chegar à sua vagina depilada e encharcada de prazer. Somente nessa sessão de oral, Quelzinha gozou duas vezes. Adorava e enchia a boca para dizer que toda mulher merece uma chupada de responsa. Pinçou uma pedrinha de gelo, colocou na boca e novamente repetiu o processo de tortura, chupando o gelo e passando com ele na ponta da boca pelo corpo dela. Levou-a ao delírio quando com sua língua estupidamente gelada abusou das lambidas e sugadas no seu grelo. O melzinho da Raquel misturava-se com a água do gelo e e os arrepios subiam-lhe pela espinha, causando gemidos guturais.

Com o resto do gelo que estava chupando, lambeu-lhe os lábios vaginais e enterrou dentro de sua buceta, iniciando uma alucinante penetração. Na posição de papai e mamãe, André e Raquel vivenciaram uma tórrida transa: Ela puxou seu priminho para um beijo carregado de luxúria e desejo, arranhava ele nas costas, apertava seus glúteos e envolvia seu corpo com suas pernas, pedindo mais força e mais velocidade.

- Caralho, Quelzinha, que xoxota gostosa, minha deusa! Tudo isso pra mim?

- Toda sua, meu puto! Fode com força essa buceta faminta, fode! Isso, delícia, acaba comigo, vai! Aaaaii, caralho, por que eu não te conheci antes, filha da puta!? Mete gostoso!

Ela foi perdendo o fôlego até não conseguir mais formar uma frase conexa. Dinho e ela inverteram as posições: Agora ela montou-se sobre seu caralho rijo, iniciando uma cavalgada que enlouqueceu o garoto. Rebolou sobre ele, contraindo as paredes de sua buceta levando ele ao delírio .

- Desse jeito você acaba comigo, sua vagabunda! - agarrou-a pelos quadris e acelerou as estocadas até ela desabar com o prazer lancinante que sentia sobre o corpo suado de seu amante. Como ela é mais alta que ele e, obviamente, mais comprida na cama, aproveitou-se e ofereceu seus seios para ser consumida pela boca do homem que um dia foi companheiro de farras do seu marido.

Para coroar o long run da putaria, Dinho a colocou de 4 e massageou com seus dedos o grelo e foi atraído pela bela visão do cuzinho de Raquel chamando-lhe para um delicioso beijo grego. Beijo que ele não se negou a dar, e para sua alegria Raquel tava esperando essa hora.

- Sempre tive medo de experimentar um sexo anal porque Bruno é muito truculento. Mas hoje eu vou dar ele todinho pra você, Andrezinho. Fode sua putinha, fode, essa ta sendo a melhor foda da minha vida!

Com os dedos lambuzados da secreção abundante da sua musa, Dinho abriu o cuzinho da amante com muito carinho, e penetrou lentamente para não machucar. E finalmente introduziu rola adentro, causando por alguns segundos uma dor forte na sua deliciosa parceira, porém ela aos poucos foi relaxando e deixando seu primo conduzir a penetração sentindo o mesmo prazer. André socou forte arrombando o cuzinho da Quelzinha, e logo seu pau mandou o sinal de que se aproximava a hora do banho de leite. A dor e o prazer se converteram em mais um orgasmo em Raquel, que pediu que André esporrasse sua essência por seus seios, barriga e rosto.

E finalmente, Dinho, realizando o pedido da sua cadelinha, verteu abundantemente seu leite pelo belo corpo da esposa desesperada por um uma transa de verdade. Nessa brincadeira, quase duas horas de diversão voaram como se fossem minutos.

- Tô acabada, viu, rsrsrs, mas saciada. Porra, por que eu não casei com homem assim!? Caralho, que delícia!

- Quando quiser um trato de verdade, só me ligar, princesa. Velho correndo de te ver!


Foram três horas muito bem desfrutadas na hidromassagem da suíte, na cama em primeiro lugar, e finalmente, de volta a casa de Bruno, onde se despediram com um beijo de cinema antes de ele visitar seu pai outra vez.

O chifrudo do Bruno não teria desconfiado de nada comprometedor, se ele não tivesse pego o celular da esposa e , para o azar de Dinho, não tivesse visto algumas brincadeirinhas meio íntimas entre a esposa e o primo carioca.

André e Raquel não puderam repetir esses tórridos momentos no futuro, mas ficou na lembrança e registrado até em algumas imagens que ele guarda até hoje em seus arquivos secretos o avião de prazer que é o corpo de sua prima carente.


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