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Juca,O Melhor Amigo de Meu Irmão-P I


autor: Misógino
publicado em: 06/08/16
categoria: gays
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Juca, O Melhor Amigo de Meu Irmão - Parte I (A Primeira Vez)

Na época em que ocorreu possuía pouca experiência de vida, estava com 1,71m e uns 67 kg, uma pessoa comum, mas realmente minha bundinha por ser muito arrebitada e com 80 cm de quadris chamava bastante atenção, mas o que podia fazer se nasci assim. Meu irmão tinha um amigo chamado Juca, muito íntimo da família, sempre passava lá em casa para bater um papo e nos acompanhava no jantar. Ficava muito desconcertado e sem graça, pois Juca olhava para mim de uma maneira estranha, parecia me comer com os olhos. Não conseguia ficar perto dele e sentia uma tremedeira em minhas pernas quando ele aproximava-se de mim.

Mas foi num final de semana que as coisas mudaram. Tínhamos ido para a nossa fazenda em Itajubá na Serra da Mantiqueira em Minas Gerais e todos estavam jogando voleibol e assistia do alpendre mirante por uma janela. O Alpendre mirante no segundo andar da fazenda foi projetado de maneira que os muros em madeira e o contorno por vidros fumê dão uma total privacidade, com uma visão privilegiada sobre quaisquer movimentos estranhos à segurança da fazenda.

Constatei que Juca não estava jogando, continuei a assistir e de repente senti uma mão pegando em meu tornozelo, subindo e acariciando em direção a minha bunda. Caramba! Eu gelei... Meu coração disparou... Fiquei nervoso e ao mesmo tempo um pouquinho excitado... Sem ação e paralisado, não sentia medo e nem olhei para trás, pois tinha certeza absoluta tratar-se de Juca e continuei a assistir ao jogo... Percebia sua mão afastando meu calção... Comecei a suar e não consegui controlar a contração de todo o meu corpo, quando seu dedo tocou e passou a alisar o meu ânus... Comecei a ficar apavorado, era muito novinho na época e a aquele momento era algo novo, esquisito e não sabia como agir, apenas deixava meu corpo absorver todos aqueles estímulos ao qual era submetido...

Procurei manter a calma e continuei fingindo assistir ao jogo, mas no instante em que Juca começou a baixar meu calção, o desespero tomou conta, pois tinha o hábito de não usar cueca e isso facilitou muito a vida dele... Juca introduziu sua língua quente e úmida deslizando-a no sentido de meu rego até o meu anel... Ufa! Como gemi baixinho, contorci e empinei a minha bunda... Juca então falou: “Isso sua bichinha virgem... Adoro seus gemidinhos e o aperto desta bundinha macia”... Sentia sua língua deslizar, brincando em movimentos circulares e sendo forçada para dentro de meu cúzinho... Comecei a ficar muito excitado e buscava ar para os meus pulmões... Transpirava muito e parecia que meu coração iria sair pela boca... Juca começou a esfregar a cabeça de sua rola em meu ânus deixando-o todo melecado e lubrificado... Meu anel estava todo umedecido e ainda não podia dimensionar o volume da rola de Juca... Juca alisava, mordia e beliscava minha bunda com muito carinho, preparando e deixando-me receptivo para o que viria logo depois...

Juca sussurrava em meu ouvido: “Vou adorar tirar sua virgindade, seu veadinho enrustido, pensa que não sei que você está doido por isto... Vou enfiar bem devagar para você deliciar com o meu cacete dentro de você”... Juca posicionou e encostou sua rola em meu botão e o calor desse contato momentâneo, não deu para segurar um novo gemido: Aaaah!

A reação física de meu corpo ao contato de sua rola macia foi algo intenso, nunca experimentado antes... Juca forçava seu membro no sentido de meu anel, destruindo a resistência de um cúzinho virgem que lentamente estava sendo invadido por uma rola teimosa e sedenta por um cabaço... Puxa vida! Estava acontecendo e simplesmente deixei... Achei estranho sentir pela primeira vez aquele volume todo entrando e abrindo caminho vagarosamente dentro de minha bunda, como latejava forte aquele cacete grosso e duro dentro de meu rabinho... Juca empurrava mais e mais e mais... Nesse momento gemi e implorei baixinho: “Pareee... Por favooor... Aaaaah... Não quero... Ai, ai, uuui”... Juca continuou a empurrar mais e mais e falou: “Calma meu veadinho enfiei só a metade”...

Juca segurou firme minha cintura e forçou mais e mais seu pau dentro de minha bunda... Era quase impossível fingir assistir ao jogo reprimindo os efeitos que meu corpo absorvia naquele momento enquanto era possuído por aquele homem viril e sedento por minha bunda... O pior é que num certo momento meu irmão gritou: “O Márcio vem jogar”... Até hoje não sei aonde arranjei forças e voz para responder que não queria...

Juca não parava e enfiava mais e mais se deliciando com a situação de dominação total... Juca sussurrava: “Você é minha gostosa... Engole meu cacete com esse rabinho empinado... Tesuda”... Ao sentir o contato de seus testículos e do roçar de seus pelos em minha bunda, sentia um pequeno alívio, pois o Juca ficava alguns minutos sem mexer, com a rola toda enfiada em meu cuzinho, beijando minhas costas, mordendo meu pescoço e apertando delicadamente minha bunda... Juca falava baixinho em meu ouvido: “Veadinho do rabinho apertado, você nunca mais vai me esquecer”... Um calor nesse momento percorria do meu pescoço estendendo-se por todo o meu corpo e arrancando de minha boca gemidos: Huuuuum... Aaaaaah!...

Juca escutando os meus gemidos começou um vai e vem forte e rápido, colando a minha bunda em sua pélvis, sentia sua rola estourando de tanto pulsar dentro de meu rabinho empinado... Fiz todo o possível para não gritar, mas estava cada vez mais difícil conter meus gemidos abafados que saiam de minha boca em forma de gritinhos e súplicas: “Pare, por favor, eu não quero... Por piedade... Paaare e prometo que faço o que você quiser”.

... Não adiantou implorar... Acredito ter sido até pior suplicar, pois nesse momento o Juca continuou mais rápido e forte sem parar... Foram várias e várias vezes até que meu anel passou a receber uma pressão enorme de sua rola latejando intensamente e Juca urrando de prazer gemia se contorcendo todo. Juca me apertava forte colando a minha bunda em seu corpo e pude descobrir o que é um macho gozando forte dentro de meu rabinho pela primeira vez... Ufa! O esperma quente despejado com força dentro de mim causou um efeito intenso em meu corpo e mente e jamais consegui esquecer aquele momento. Juca permaneceu dentro de meu rabinho por alguns minutos e sua rola ainda dura pulsava forte dentro de meu cúzinho... Com a respiração menos ofegante Juca retirou lentamente sua rola de minha bunda... Minha cabeça estava fervendo com tantos pensamentos ocasionados por tudo o que havia acontecido comigo naquele momento...

Fiquei paralisado buscando absorver tudo daqueles minutos em que Juca possuía minha bunda... Um detalhe quase fundiu a minha cabeça causando um susto repentino, sentia naquele instante uma sensibilidade intensa envolvendo a minha rola totalmente flácida e muito melada de sêmen, parecia que eu havia gozado... Nada escapava aos olhos de Juca e falou: “Seu destino está traçado”... Juca beijou minha bunda e chupou forte deixando uma marca de chupão e foi jogar voleibol como se nada tivesse acontecido.

Continuei ali parado sem ação, minhas terminações nervosas estavam aflorando, meu corpo reagia de forma intensa a tudo que passava em minha cabeça. Observava o pessoal receber com muita alegria a chegada de Juca ao jogo... Meu irmão ainda falou: “Ainda bem que apareceu... Pensei que ia passar a tarde toda dormindo”... Fui para o meu quarto e meio desorientado não sabia o que fazer, tudo estava fora do comum e as lembranças em minha mente faziam meu corpo reagir contraindo o meu anel... Meus pensamentos estavam confusos... Havia sido desvirginado mesmo sem querer e havia sentido prazer... Fiquei deitado e adormeci... Quando acordei já era noite, fui tomar um banho e novamente dormir... O Juca ainda me possuiu algumas vezes e uma delas aconteceu em minha casa, mas depois conto se tiver coragem...

Márcio de Paraisópolis - MG




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