"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Não me chama de tio.


autor: Publicitario45
publicado em: 10/08/16
categoria: hetero
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Tudo começou com uma simples brincadeira. Tenho filhos adolescentes e minha casa vive recheada de jovens com idade entre 17 e 20 anos.

As vezes eles se reúnem lá em casa para comer, tocar violão e os que já são maior de 18 anos acabam tomando umas cervejinhas.

Numa dessas farras apareceu uma ninfeta, coisa mais encantadora do mundo. Branquinha, cabelos cacheados, aparelhos nos dentes (Isso me excita) olhos castanhos, tatuagem de uma BMX na panturrilha e piercing no nariz.

Passaram a tarde de sábado lá em casa enquanto eu trabalhava no notebook. De repente a porta do meu quarto se abre e a menina entra e na mesma hora percebe que ali não era o banheiro social e sim o meu quarto.

- Desculpa tio.
- Não me chame de tio, me chame pelo nome.
- Qual o seu nome?

Me levantei e já fui em sua direção lhe oferecendo a mão direita e dizendo meu nome.

- Prazer.

Bastante abusada ela me deu dois beijos o rosto e disse que queria ir no banheiro. A cerveja estava fazendo efeito. Sem dizer nada, abri a porta do banheiro do meu quarto e ela entrou com a cara mais porca do mundo.

Minutos depois ela saiu e curiosa como a maioria dos jovens veio me bombardeando de perguntas.

- trabalhando?
- Sim. Costumo trazer trabalho pra casa.
- O que o senhor faz?
- Não me chame de senhor. Não me chame de tio.
- Ai, desculpa. É a força do hábito.
- Mude seus hábitos.
- Desculpa.
- Ok.

Eu achei que a conversa estava encerrada mas não a menina veio pra perto de mim e pediu pra ver o que eu estava fazendo. Mostrei que era um planejamento de mídia e ela disse que o sonho dela era ser publicitária. Daí em diante engatamos uma conversa sobre trabalhar em agencia e ela já foi sentando na minha cama, cruzou as pernas e ficou me fitando com aqueles olhos escondidos atrás de um Ray-ban espelhado de verde. A conversa começou a fluir bem até que fomos interrompidos por um dos garotos que estava na sala.

- Vem, sua vez de tocar.
- Minuto, já estou indo.

Ela se levantou e veio em minha direção, me deu dois beijos novamente e saiu, mas antes me convidou para vê-la toando.

Agradeci mas disse que não iria, pois até aquele momento eu só tinha escutado música sertaneja e eu odeio este tipo de musica. Ela sorriu e disse também que odiava.

Minutos depois eles estavam cantando em alto e bom som. Tocaram grandes clássicos do rock mundial e eu não resisti e fui espiar. A menina estava dando show e só então percebi que a camisa preta dela escrito Bad Religion. Além de linda, roqueira. Aquilo não ia prestar.

Na hora de ir embora ela ficou por último. Meu filho mais novo foi ajudá-la a descer com a sua BMX mas eu já estava de saída e ofereci uma ajuda. Descemos pelas escadas e eu disse que na idade dela eu também andava de BMX e na portaria do prédio engatamos uma nova conversa sobre bicicletas. Quase meia hora depois, ela disse que teria que ir e me deu outros dois beijinhos no rosto e para me provocar mandou um – Tchau tio – e saiu rindo.

No mesmo dia ela apareceu no meu Facebook pedindo para adiciona-la aceite e fui ver suas fotos. o nome dela é Mariana e também percebi que ela estava em um relacionamento sério mas não dizia com quem. A cada foto uma surpresa, além de andar de BMX, ser roqueira, percebi que ela gosta de desenhar e desenha muito bem. Também não pude deixar de ver todas as suas fotos na praia exibindo um corpinho delicioso, sem exageros mas extremamente interessante.

Assim que eu aceitei seu pedido de amizade ela me chamou no chat do Facebook.

- Ficou com raiva porque eu te chamei de tio?
- Fiquei!
- Desculpa.
- Brincadeira, nem tinha percebido.
- Gostei de você, tio.
- Não me chama de tio. Vou te bloquear.
- Se você me bloquear eu vou na sua casa e toco o interfone.
- Voce não teria coragem.
- Voce não tem noção das coisas que eu sou capaz de fazer.
- Nem imagino.
- Então, eu sou o tipo de menina que topa tudo.
- Vamos mudar de assunto?
- Porque?
- Porque eu vi aqui que você só tem 17 aninhos e eu não quero saber o que uma menina da sua idade tpa fazer.
- Que pena, você iria adorar.
- Preciso sair, falamos depois.
- Ok... acho que você ficou com medinho.

Nem respondi a esta provocação e realmente tive que sair. Mais tarde, falando com o meu filho comentei que Mariana tocava bem o violão e tinha bom gosto musical. Daí ele me disse que o pai dela era roqueiro, liberal e que ela tinha namorado um cara de uma banda que tinha mais ou menos 33 anos. Ai eu percebi que tinha conhecido uma menina de 17 anos, que gostava de rock clássico, andava de bicicleta que na maioria das vezes são as preferidas dos meninos e que gostava de homens mais velhos. Senti um frio na barriga mas tratei de me convencer a não mexer com isso, pois já me relacionei com meninas mais jovens e estava decidido a não repetir a cena.

Na sexta-feira a noite todos saíram e eu fiquei em casa ouvindo música. Nada pra fazer, uma chuva fina e vento sul me fizeram ficar em casa bebendo sozinho e ouvindo minhas musicas até que a campainha toca. Ao olhar no olho mágico nem acreditei, era Mariana, sozinha e com uma garrafa na mão.

- Olá.
- Tudo bem menina?
- Se você me chamar de menina vou te chamar de tio.
- Ok. Tudo bem Mariana?
- Sim e você?
- Ótimo.

Mariana me abraçou e entrou mesmo sem que eu a convidasse. Honestamente eu adoro este ímpeto da juventude, a energia que os move em direção daquilo que eles querem.

Mariana entrou, sentou e elogiou a música que eu estava ouvindo. Disse-me que o pai dela também gostava daquela banda e passou a me dar aula sobre a discografia do SuperTramp.

- O que você esta carregando ai?
- Vodka.
- Voce bebe?
- Sim, mas esta é para você.
- Obrigado.

Mariana se levantou e caminhou em minha direção, me entregou a garrafa de Grey Goose e me disse que tinha roubado do pai dela. Ao indagar porque ela apenas sorriu e caminhou até a varanda. Ela estava linda. Camisa preta, cabelo preso no alto da cabeça, short jeans bem curto desfiado nas pontas e uma bota cano baixo. Olhou a rua, voltou, chegou perto, envolveu meu pescoço com os dois braços e mandou um – advinha? – me olhando fixamente com aqueles olhos lindos de uma menina de 17 anos.

Seu cheiro era perturbador, ela continuou me abraçando e eu senti meu corpo esquentar, o pau foi latejando e ela percebendo sorriu e me beijou. Honestamente, não tive como resistir, aliás, eu nem pensei nesta possibilidade.

Continuamos a nos beijar e sem desgrudar um do outro fomos caminhando até o meu quarto. Fechamos a porta, deixamos apenas um abajour iluminando o ambiente. Mariana tratou de se livrar da sua camisa preta e ficou apenas de short e bota na minha frente. Seus seios de adolescentes estavam duros como pedra, eram médios, bicos rosados e eu cai de boca sem dizer uma palavra sequer. Mariana apenas puxou minha cabeça como se quisesse mais pressão, gemeu baixinho e eu senti o seu corpo inteiro arrepiar.

Enquanto mamava seus seios alternadamente fui desabotoando seu short, ela mesmo se movimentou para que eles descesse pelas suas pernas, se livrou dele ficando apenas de botinha e uma calcinha branca com desenhos rosas, coisas de menina de 17 anos.

Apertei sua bunda, trouxe seu corpo para junto do meu e voltamos a nos beijar mas desta vez com mais vontade. Sua pele parecia de pêssego, pele com o frescor da juventude onde minhas mãos deslizavam pelas suas costas indo da nuca até a sua bunda dura e redondinha.

Deitei lentamente ela na minha cama, tirei as botas, beije-lhe os pés, chupei seus dedos e pude ver sua coluna envergando de prazer. Subi pelas suas pernas, mordi suas coxas, seus pelos continuavam eriçados, passei pela calcinha sem tocar nela, apenas respirei fundo para sentir o delicioso aroma que vinha do seu sexo. Sua calcinha já estava ensopada, a macha úmida já era bem visível. Continue castigando Mariana com a língua, subi pela sua barriga, fui até seus seios novamente, beijei cada um dela, circulei a língua em volta dos seus mordisqueis sua orelha e Mariana começou a implorar por pica.

- Me come, eu to ficando molinha.
- Ainda não.... sem pressa.

Desci novamente e cheguei na sua calcinha de novo. Lentamente fui retirando o tecido que saiu acompanhado de um fio de mel que já escorria em grande quantidade da sua bocetinha totalmente depilada.

Mariana sentiu minha respiração e abriu as pernas. o mel escorria e eu cai de boca. Abocanhei a boceta inteira, senti seu gosto na minha boca e comecei a chupa-la com vontade. Suas unhas cravaram nas minhas costas, ele gemia mais alto e rebolava se esfregando na minha cara.

Em minutos veio seu primeiro gozo, depois outro e os espasmos seguiam em sincronia.

Depois do terceiro orgasmo Mariana se levantou e começou a me despir. Puxou minha camisa com certa violência, abriu o zíper da minha bermuda e me empurrou de volta pra caa.

- Agora é a minha vez.

Ela fez exatamente as mesmas coisas que eu. Mordeu meus dedos, chupou cada um deles como se fosse uma pica, mordeu minhas pernas, me virou de costas e usou a sua língua para desenhar nas minhas costas me causando arrepios. Aquilo estava bom demais, Mariana ousou a me dar um forte tapa na bunda e ordenou que eu virasse de frente pra ela. Virei.

Lentamente ela se livrou da minha cueca box, passou a ponta da unha no meu pau me causando sensação se choque. Novamente ela beijou minha boca, foi descendo lentamente até chegar na cabeça da minha pica. Passou a ponta da língua, repetiu isso em toda a extensão do meu pau. Ela não chupava, apenas me provocava, aquela sensação era sensacional e irritante ao mesmo tempo, eu queria sentir o calor da sua boca na minha vara mas ela seguia me castigando até que um tempo depois, sem usar as mãos e menina meteu eu pau iteiro na boca. E eu que fiquei com receio de ir pra cama com ela por causa dos seus 17 anos estava adorando aquele boquete.

Maria chupou meu pau, lambeu meu saco, bateu punheta pra mim enquanto me olhava com cara de vadia. Depois da tortura ela se posicionou por cima, esfregou a cabeça do pau na portinha da boceta e deixou o corpo descer sobre o meu. Sua grutinha foi engolindo meu pau, ela era quente, úmida, apertada, parecia morder a minha rola.

Seu vai e vem por cima do meu corpo era intenso, ela parecia querer tudo e gozou novamente. Senti quando seu mel escorreu pelo meu saco molhando a cama.

Minhas mãos apertavam seus seios, dava-lhe tapas na bunda e ela pedia mais. Descia sua cabeça em direção a minha boca e me beijava enquanto se remexia sobre mim. Outro gozo e eu pedi que ela ficasse de pé, com as mãos na janela.

Ela apenas obedeceu, abriu as pernas e disse – vem – com a cara mais safada do mundo. Boltei meu pau na sua bocetinha de novo e comecei a socar com força. Ela gemia mas não se rendia, me desafiava pedindo mais força, eu continuava socando e seu corpo estremeceu, era outro gozo, a ninfeta não parava, queria mais, se colocou de quatro na beira da cama e sorrindo me disse que eu não poderia gozar na sua bocetinha.

Peguei um vidro de gel lubrificante, passei no pau e no seu cuzinho.

Ela se arrepiou mas arrebitou a bunda me dando autorização.

Forcei a entrada, a cabeça passou e ela apenas arfou buscando mais ar. Rebolou para facilitar a pica entrar e quando alojou por completo pediu que eu metesse com força. Estapeei sua bunda, puxei seus cabelos, apertei seus peitinho durinhos e aumentei o ritmo até que eu gozei dentro, sentindo meu pau latejar, meu coração bater mais forte.

Depois deitamos na minha cama e ela me disse que estava com sede.

Eu também estava com a boca seca. Então fui até a cozinha busca água e vi que meu celular estava tocando, era meu filho.

- Pai?
- Sim.
- Ta tudo bem?
- Sim, tudo certo.
- Nossa, estou ligando pra você e só caia na caixa postal. Não vou dormir em casa, volto no domingo a tarde. Ok?

Quando dei a noticia para Mariana ela riu, disse que já sabia e que a nossa noite estava apenas começando.

Espero que tenham gostado de mais um conto. Obrigado pelos elogios e peço desculpa por não responder, mas a vida esta bem corrida.








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