"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Não me chama de tio VI


autor: Publicitario45
publicado em: 11/08/16
categoria: hetero
leituras: 3751
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Meu telefone tocou às 7h da manhã e pra quem tem insônia como eu isso é quase um crime.

- Amor, bom dia!! Acorda.

- Já acordei namorada, aliás, você me acordou.

- Eu sei, já estou na faculdade. Tenho duas novidades para você.

- Ah é? Conta.

- Meus pais querem te conhecer, hoje é sexta e eles querem que você vá jantar lá em casa.

- Mariana, cê tá doida? Voce contou pros seus pais que esta namorando um cara 28 anos mais velho que você?

- Unhum. Meu pai é 22 anos mais velho que a minha mãe, vai ser engraçado.

Pronto, meu sono se foi e eu pulei da cama tenso com a situação. Por mais que eu estivesse gostando da situação (Namorar uma ninfeta de 18 anos) eu carregava comigo uma série de incertezas e todas elas eram relacionada a diferença de idade.

- Tá, vou tomar uns 30 calmantes e vou. E qual a segunda novidade?

- Quero te levar num lugar que eu aposto que você nunca foi. Nós vamos nos divertir muito.

- Hum, e onde é este lugar?

- Na Move, uma boate GLS. Aposto que você nunca foi.

- Sinto te decepcionar baby, já fui sim, e já peguei a promoter da casa.

- A jana? Você já transou com ela?

- Sim, várias vezes.

- Poxa...

- Relaxa, no fundo ela gosta mais de meninas. Vou tomar banho, ir
pro trabalho e a gente vai se falando durante o dia. Boa aula pra você namorada.

- Pra você também “tio”. Eu te adoro.

- Eu também, mas para com esse negócio de tio.

Mariana é engraçada, super divertida mas para quem tem apenas 18 anos tem uma cabeça bem madura. Não se liga em certas futilidades tão comum nas meninas da idade dela. Sempre conversamos e quase sempre falamos de vários assuntos. A ideia de jantar com os pais dela era assustador, mas resolvi ir e deixa-la mais feliz. Nós estamos nos divertindo e acreditem, eu parei com a safadeza, pelo menos com outras pessoas.

Na hora marcada bati na casa dela. O pai dela abriu com um charuto na mão e um copo de uísque na outra. Logo me deu um abraço e logo fez uma piada dizendo que nas próximas viagens Mariana não levaria um playboy chato com eles. Confesso que fiquei bem sem graça.

Em seguida veio Marta, a mãe dela, minha sogra. Uma mulher 22 anos mais nova que o marido, corpaço, bem cuidada e muito simpática. Tratei de entregar a ela uma garrafa de vinho e sentamos na varanda.

- Mariana está se arrumando, já vem logo. Bebe alguma coisa?

- Vinho.

- Ok.

Enquanto ela me servia o pai de Mariana puxava assunto. Cara gente boa. Falamos de politica, futebol, musica e concordamos com quase tudo, menos os times. Foi ai que minha ninfeta apareceu na varanda, linda, usando um vestido soltinho vermelho e usando uma sandália não muito alta. Seus cachinhos estavam lindo no cabelo agora pintado de ruivo.

Mariana veio até a mim e me deu um selinho. Sentou-se do meu lado e ficamos ali conversando. Depois passamos para sala de jantar e ao terminar o pai dela perguntou se eu queria uma dose de uísque e

Mariana disse iriamos sair pra dançar numa boate GLS. Ele riu e mandou eu tomar cuidado com a filha dele, pois a menina tem gênio forte.

Saímos e Mariana já me atacou dentro do elevador. Agradeceu por ter ido e me disse que u teria uma surpresa. Entramos no carro e fomos pra MOVE. Entramos, procuramos um lugar onde poderíamos dançar e por nossas bebidas em cima da mesa. Os amigos dela foram chegando e ela foi me apresentando um a um e todos foram muito simpáticos comigo.

Como eu estava de carro, apenas Mariana bebeu e a bebida foi fazendo efeito, ela dançava pra mim cada vez mais sensual, me olhava com aquela cara de menina devassa, passava as mãos pelo corpo fazendo o vestido subir, as meninas a olhavam, os meninos também. De repente ela se aproximou e cochichou no meu ouvido:

- Tô pegando fogo. Lá em cima tem uns sofá enormes. Vamos?

- Vamos.

Lá no segundo piso é escuro e todo mundo sabe o que rola lá. Eu me sentei e Mariana sentou-se ao meu lado e começamos uma pegação sem fim. Mariana alisou meu pau, abiu a minha calça, caiu de boca e chupou sem se importar com quem passava. Minhas mãos apertavam seus seios duros como sempre e ela resolveu sentar no meu colo.

Quando passei a mão pela bunda vi que ela estava sem calcinha.

- É a sua surpresa, namorado.

Ela abriu as pernas, se posicionou e o pau entrou. No ritmo da musica eletrônica, Mariana rebolava na minha rola. O pau latejava lá dentro e a sensação de ser espionado por todo mundo fazia nosso tesão subir. Mariana disse que ia gozar e eu gozei junto. Depois ela abriu uma pequena bolsa e com um lenço tratou de segurar a porra que estava escorrendo de dentro do seu sexo. Ficamos ali um tempo e antes de descer eu perguntei se ela já tinha transado ali com alguém. Ela disse que sim. Eu perguntei se tinha sido com o ultimo namorado que o pai dela tinha mencionado no jantar e ela disse que não, que tinha sido com uma amiga.

Meu pau latejou. Fiquei excitado só de imaginar Mariana com outra menina.

- Algum problema namorado?

- Na verdade não, to imaginando a cena.

- Hum, safado. Pena que a Natalia não veio... poderíamos dar um show pra você.

- É, quem sabe

A noite rendeu. Dançamos muito, sarramos mais ainda e lá pelas quatro da manha Mariana quis ir embora.

- Dorme comigo?

- Não, só vou dormir na sua casa depois que você contar pro seu filho que estamos juntos. .

- Safada.

- Tio.

Deixei Mariana em casa e custei a dormir imaginando ela e a tal da Natalia na cama. No dia seguinte, sábado, sai cedo de casa para fazer algumas coisas como a barba por exemplo. Mariana me ligou e perguntou se eu queria tomar banho de piscina no prédio dela. Com o calor que fazia em pensei duas vezes, passei em casa, peguei uma sunga e fui pra cobertura do prédio.

Chegando lá Mariana veio me receber. Nossa, como ela estava linda de biquíni preto, de lacinho nas laterais. Nos beijamos e ela disse que queria me apresentar a uma amiga, a Natalia.

- Prazer!

- Tudo bem?

- Sim e você?

- Ótima. Quer dizer que é você quem roubou a minha amiga?

- De jeito nenhum um dia eu devolvo, quando ela enjoar de mim.

- Olha, pelas coisas que ela me conta acho que vai demorar viu?

De cara eu percebi que Natalia sabia das nossas farras na cama e fora dela. Também simpatizamos um com o outro e fomos todos para as cadeiras que estavam na beira da piscina. A área de lazer estava vazia e a gente estava bem a vontade.

Começamos a beber cerveja e conversar e Mariana sempre com uma mão na minha perna. Natalia na cadeira ao lado deitada de bunda pra cima pediu a amiga que desamarrasse a parte de cima do biquíni para não deixar marcas e em seguida pediu que ela passasse óleo em seu corpo. Senti o clima esquentar e meu pau começou a dar sinais de vida.

Natalia tem um corpo tão bonito quanto Mariana. Bunda empinada, pernas grossas, barriga chapada, seios médios, cabelos longos e lisos.

Pele morena e parece ser uns 4 anos mais velha que Mariana.

O óleo começou a ser espalhado pelas costas, depois Mariana foi em sentido as coxas da amiga, passou óleo e massageou bem a bunda de Natalia que nada dizia. Mariana me olhava fixamente enquanto passava o óleo bronzeador na amiga. Parecia que ela queria me provocar e estava conseguindo, ela me olhava nos olhos e depois fixava no meu pau.

Natalia percebeu o clima de sedução e abriu de leve as pernas, Mariana entendeu o recado e passou a espalhar óleo entre as coxas da amiga que foi se abrindo cada vez mais. Deu pra perceber quando
Mariana chegou a calcinha de biquíni pro lado e começou a massagear o grelo da amiga que a esta altura mordia a toalha para não gemer.

Passado algum tempo Natalia gozou e Mariana encerrou a provocação.

Eu, de pau duro e latejante me joguei na piscina pra ver se esfriava o corpo, Mariana veio logo atrás de colou seu corpo no meu, enlaçou suas pernas na minha cintura e com uma das mãos tirou meu pau de dentro da sunga. Retribui a gentileza chegando a calcinha dela pro lado e num movimento só meu pau entrou.

Natalia amarrou as cordas do biquíni e sentou na cadeira e passou a assistir a nossa transa. Mariana subia, descia e rebolava no meu pau mas pediu pra eu não gozar dentro da piscina. Concordei mas disse para ela parar de me provocar e para me deixar com gosto de quero mais ela saiu de cima de mim, ajeitou o biquíni e disse que agora era vez de Natalia passar óleo nela.

Peguei uma cerveja e me sentei numa espreguiçadeira, Mariana deitou na outra com a barriga pra cima. Natalia que tem uma cara de safada pegou um vidro de óleo e começou a pingar pequenas quantidades no colo, barriga e coxas de Mariana que para se proteger do sol, colocou uma toalha no rosto.

Natalia começou a espalhar o óleo perto do pescoço, deslizou a sua mãos em todas as direções. Mariana seguia imóvel, de olhos fechados e coberto pela toalha. Depois ela desceu as mãos e passou descaradamente as mãos dentro do biquíni massageando os seios de
Mariana que apenas suspirou. E ela continuaram. Natalia desceu pela barriga, passou pelas coxas por fora e por dentro, foi até os pés e retornou. Mariana respirava descompassadamente, parecia pressentir o que a amiga iria fazer.

Assim como nos seios, Natalia começou massageando a boceta de Mariana por cima do tecido fino do biquíni, Mariana apertou minhas coxas com uma das mãos. Natalia seguia sua missão e as vezes ela me olhava com cara de safada e mordia os lábios. Com uma das mãos ela colocou a calcinha de Mariana de lado e sem nenhum pudor ela começou a masturbar a minha namorada que a esta altura já estava apertando meu pau por cima da sunga.

Mariana foi se abrindo, Natalia tratou de meter os dois dedos dentro da boceta de Mariana que apenas gemia baixinho e seguia apertando minha rola. Natalia ainda mais abusada que Mariana tratou de cair de boca na minha ninfeta que arfou e em pouco tempo de chupada Mariana estava rebolando e gozando na boca da amiga.

Passado o frisson das duas, voltamos a bater papo como se nada tivesse acontecido. Mariana então se levantou e me deu um beijo demorado na boca, disse que iria no apartamento buscar mais cerveja

E Natalia e eu ficamos sozinhos.

- Que bom que você não é ciumento. É a primeira vez que você assiste duas meninas transando?

Eu dei uma risada e ela não entendeu. Peguei meu celular, entrei no Climax e mandei ela ler os contos. Natalia ficou paralisada, riu com cara de safada e perguntou se Mariana sabia daquilo. Respondi que sim, inclusive pedi que ela lesse os nossos contos. Ela e a cada linha dava para perceber sua excitação.

Quando Mariana voltou ela estava com o celular não mão. Disse que iria me deitar na espreguiçadeira e que elas poderiam ficar ali lendo um por um.

Mariana então perguntou se eu queria que ela passasse óleo em mim, disse que adoraria e deitei de barriga pra baixo para disfarçar o volume do meu pau que estava quase explodindo.

- Nada disso namorado, vira pra cima primeiro.

Me virei, coloquei uma toalha no rosto e senti quando as gotas de óleo começaram a cair sobre meu corpo. Senti quando as mãos finas de Mariana me tocaram, ela começou pelo meu peito, desceu pela barriga, passou pelas coxas uma pós a outra. Meu continuava duro e elas não falavam nada.

De repente senti mais duas mãos me massageando, era Natalia, que passava as mãos nas minhas pernas enquanto Mariana seguia na altura da barriga. Meu pau doía de tesão, uma das mão passou a aperta-lo por cima do tecido da sunga, senti a corda ser desamarrada, uma outra mão puxou meu pau e o libertou.

Primeiro um beijo na cabeça, depois sua chupada. Depois alguém o abocanhou e era Mariana.

Quando ameacei tirar a toalha para assistir elas mandaram eu voltar.

Foi ai que senti uma boca chupando com uma pressão incrível a cabeça do meu pau enquanto a outra lambia toda extensão. Aquilo era louco demais, duas meninas se divertindo com meu pau e eu sequer podia ver. Os movimentos foram ficando cada vez mais rápidos, eu sentia as duas alternando as chupadas e eu apenas sussurrei que ia gozar e uma das bocas grudou no meu pau bebendo toda a porra que jorrou com uma quantidade absurda.

Depois disso as duas recolocaram a sunga e cobriram meu pau. Antes que eu tirasse a tolaha ouvi o som das duas se jogando na piscina e não pude perceber quem havia bebido toda a minha porra.
Natalia então se aproximou com uma garrafa de cerveja na mão, me deu um abraço, um selinho e disse que já estava na hora de ir embora, pois ela tinha que ir se encontrar com o namorado. Naquele dia, os pais de Mariana estava fora e nós transamos na sua cama de solteiro onde eu pude matar toda vontade de gozar, já que o tesão não diminuía de jeito nenhum

Agradecimentos:
Eu e Mariana adoramos os comentários de todos voces. As pessoas que se relacionam comigo via Whatsapp, por favor continuem. A propósito, Mariana não curte menage e a única menina que participou de algo mais quente com a gente até o momento foi a Natalia.

Em breve, mais contos, a menina não para e ainda continua me chamando de tio quando quer me provocar. #EstamosFelizes



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