"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Não me chama de tio VII


autor: Publicitario45
publicado em: 11/08/16
categoria: hetero
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O namoro vai bem obrigado. E parece ficar cada vez mais sério já que fui jantar com os pais de Mariana, sai com ela e os amigos para dançar uma boate GLS e me dei muito bem com todos eles. Acho que pelo fato de ser publicitário e lidar com jovens a semana toda, estou tirando de letra. Na minha agencia todo mundo curtiu a ideia e para fechar com chave de ouro o meu filho também já sabe da novidade e curtiu bastante.

E para comemorar a fase boa, eu e Mariana resolvemos viajar para Búzios, num Resort que eu conheço e é bem legal por ser All Inclusive.

Marina ficou bem animada com a possibilidade da nossa primeira viagem juntos, iriamos na sexta, após ela sair da faculdade na final da manhã e e retornaríamos na segunda, ou seja, quatro dias de muita curtição e sexo.

Quando contei pra ela da nossa primeira viagem, Mariana me fez uma proposta: de hoje até sexta, nós não iremos nos ver. Vamos ficar 5 dias sem transar e vamos nos provocar o máximo pela internet. Topei na hora, o que eu não sabia é que eu já estava pra lá de viciado naquela menina. Foram 5 dias difíceis ainda mais porque o nosso acordo não proibia até a masturbação que ajudaria a dar uma aliviada.

Os dias foram passando numa lentidão impressionante, parecia uma eternidade aquela espera. E eu cada vez mais excitado e com saudades de Mariana, louco pra cair de boca naquela boceta depilada e perfumada que ela tem.

Enfim, chegou sexta, mas na quinta-feira que antecedeu a nossa viagem Mariana me castigou. No Skype ela ligou sua WebCam e começou um desfile de lingerie, cada uma mais linda e ousada que a outra. Meu pau latejava a cada troca de calcinha e ela dizia que eu não podia sequer encostar no meu pau. Depois de muito me perturbar,

Mariana se despediu de mim e combinamos que eu a buscaria na faculdade às 11h30.

Neste dia nem fui pra agencia, fui me cuidar. Cortei cabelo, aparei a barba, comprei umas roupas, reservei umas garrafinhas pequenas de Moet Chandon para ela ir bebendo dentro do carro, atualizei minha playlist no Spotfy e antes de ir para a faculdade, passei em sua casa para buscar suas malas. Pela quantidade, parecia que iriamos ficar uns três meses lá e não apenas dois dias.

Cheguei na faculdade e Mariana já me esperava do lado de fora com três amigas, sendo uma delas a Natalia. Desci do carro e fui recepcionado com um delicioso abraço seguido de um beijo apaixonado. As amigas de Mariana brincaram perguntando se eu não tinha uns três amigos da minha idade para apresentar a elas, já que Mariana estava feliz e não falava de outra coisa. Me senti envaidecido, nos despedimos e pegamos a estrada rumo a Búzios.

No carro, parecíamos dois adolescentes viajando juntos pela primeira vez. Música, casos, Mariana me perturbando com o seu sorriso lindo, as vezes quando parávamos no sinal ela passava a mão no meu pau, as vezes eu alisava sua bocetinha e assim nossa viagem foi rendendo.

Mariana adorou a ideia da caixa térmica com gelo e garrafinhas de Chandon, me elogiou e disse que além de come-la eu estava cuidando dela. Tava rolando um clima de paixão no ar que me assustava, aliás, continua me assustando.

Quando entramos no Rio de Janeiro, Mariana pediu para paramos pois ela queria esticar as pernas e ir ao banheiro. Estacionei o carro debaixo de uma arvore e enquanto ela foi ao banheiro eu fui comprar água e chocolates. Mariana estava linda, usava uma blusa branca com uma estampa na frente, um short jeans bem curto e calçava as suas famosas botas de cano baixo. No rosto, brincos, batom e óculos espelhados de azul, sempre da marca Ray-Ban.

Enquanto ela caminhava em direção ao banheiro eu fiquei observando os frentistas, todos eles estavam comendo a minha namorada com os olhos. Mariana percebeu, olhou pra mim, riu e mandou um beijo fazendo carinha de puta.

Rapidamente retornamos ao carro. Entramos e ela começou a perturbar.

- Nossa, aqueles caras me olhando me deu um tesão.

- Ah é?

- Nossa, passa a mão aqui pra você ver.

Sua boceta estava melada, escorria de tal forma que deixou o jeans todo molhado.

- Eu quero agora. Vamos pro banco de trás?

- Nada disso safado, esqueceu do nosso acordo? Sexo só em Buzios agora.

Fui obrigado a conter meu tesão mas pedi que ela parasse de me perturbar. Tudo em vão, só de olhar pra Mariana meu pau latejava novamente.

Chegamos em Buzios, passamos pela recepção e fomos direto pro nosso quarto. Trouxeram nossas malar e Mariana já foi abrindo mais uma das garrafinhas de Chandon. Me olhando com cara de quem queria aprontar, ela veio caminhando lentamente até a mim e com a boca cheia de champanhe me beijou demoradamente. Minhas mãos grudadas em sua bunda trouxeram seu corpo em direção ao meu com violência.

Enquanto ela lembrava dos frentistas no posto eu ia despindo-a peça por peça. Tirei sua camiseta, depois o sutiã, em seguida cai de boca nos mamilos enquanto ela derramava pequenas quantidade de champanhe. Lambi um, depois o outro e fui sugando seus bicos rijos.

Mariana apenas dava gemidinhos enquanto com uma das mãos fui desabotoando seu short jeans.

Me livrei do short e dei de cara com a primeira calcinha, preta, com rendinha na frente e um fio dental atrás. Sem nada dizer, virei seu corpo, lhe dei alguns tapas na bunda com uma certa força.

- Tá nervoso tio?

Me provocou ela a cada tapa que eu desferia.

- Estou com tesão safada.

- Então mete na sua putinha. Me come pé. Come o que os frentistas queriam comer lá no posto.

- Voce bem gostou de saber que todos eles queriam te comer né?

- Fiquei molhada, minha boceta piscou.

Enquanto Mariana falava eu me livrava das minhas roupas. Coloquei ela de pé perto de uma janela enorme que dava vista pro mar. Dei-lhe uma lambida na xana e meti o pau de uma vez só.

Soquei com força, Mariana gemia e provocava pedindo mais força. De onde estávamos podíamos ver as pessoas na praia mas eles não nos viam.

Continuei metendo e ela dizendo que se eu deixasse ela daria para todos os frentistas na minha frente, que iria chupar o pau de um por um até que todos eles gozassem na sua boca.

Aquilo foi me dando um tesão absurdo, meu corpo estava quente, meu coração acelerado e Mariana gemeu mais alto dizendo que estava gozando. Acelerei ainda mais e gozei junto uma quantidade absurda de porra que escorria a cada estocada que eu dava.

Encerrada a nossa primeira trepada, nos demos conta que havia um ofurô na varanda. Mariana vibrou, foi no banheiro, se limpou, voltou enrolada numa toalha e sentamos la dentro para descansarmos da viagem e da trepada.

Ficamos ali conversando mas aqueles dias sem sexo ainda faziam meu pau pular. Mariana riu e disse que estava cansada da viagem mas estava com tesão, queria dar, pois a cena dos frentistas cobiçando seu corpo a deixou louca.

Partimos pra cama ainda com os corpos molhados. Virei minha ninfeta de bunda pra cima e comecei a lamber seu cuzinho bem devagar dei umas mordidas em sua bunda, passei a lingue na porta da sua xaninha e Mariana abriu mais as pernas. Comecei então a sugar seu grelo e ela passou a gemer mais alto e pediu que eu não parasse de fazer aquilo. Continuei sem desgrudar os lábios do seu grelo e ela gozou uma grande quantidade que carecia ter urinado na cama, o famoso squirit, orgasmos com ejaculação.

O corpo de Mariana dava pequenos espasmos, pareia retomando o ritmo normal. Aproveitando daquele estado em que ela se encontrava, posicionei meu pau na porta do cuzinho e deixei meu corpo arriar por completo em cima do seu.

O pau entrou todo, Mariana ainda estava sob efeito do squirit e nem percebeu que meu pau tinha entrado em seu rabinho de uma vez só.

Ela apenas sussurrou que estava bom.

Diante daquela cena, resolvi abusar. Coloquei Mariana de lado e continuei comendo seu cuzinho enquanto com uma das mãos eu seguia massageando seu clitóris de novo. Mariana dava pequenas tremidas, gemia mais alto e novo orgasmos intenso abarrotou seu corpo e ela gozou mais uma vez seguida de jatos de ejaculação.

Acelerei o movimento e gozei, enchendo seu cu de porra.

Mariana parecia não entender bem aquela reação do seu corpo.

Certamente ela nunca deve ter gozado daquela maneira e em seguida foi tomada pelo sono.

Deixei Mariana dormindo e fui pra varanda descansar e relaxar no Ofuro. Abri uma garrafa de vinho branco gelado, coloquei uma musica baixinho e deixei minha ninfeta dormindo nua, de bundinha pra cima na enorme cama de casal.

Este conto relata as nossas primeiras horas viajando. Passamos três dias em Búzios e tem muita coisa pra contar. Espero que tenham gostado e mais uma vez, obrigado pelos comentários.






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