"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Minha Sobrinha, Minha Putinha


autor: pt6959
publicado em: 15/08/16
categoria: incesto
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Selena, minha sobrinha estava às voltas com seu vestibular. E ela não queria pouco, queria Engenharia Civil na USP.

Nossas famílias moram bastante próximos e nossos contatos são diários. Principalmente sua Mãe e minha esposa, que são irmãs. Julia, minha esposa, sempre comentou que Selena era uma menina muito dedicada aos seus objetivos e que, principalmente agora virava dias e noites estudando, para poder dar conta da escola e cursinho.

Ela, uma menina muito bonita, mas jamais sua beleza me chamou a atenção por outro motivo que não fosse o do laço familiar. Sabia que ela já havia namorado com alguns rapazes da escola, mas em função desta dedicação ao vestibular, suas atividades românticas ficaram em segundo plano.

Em um final de semana, estávamos almoçando em minha casa, as duas famílias, o assunto vestibular veio à tona, com Selena comentando que estava tendo muitas dificuldades no cursinho e que precisaria de algumas aulas de reforço, principalmente em Física e Geometria. Como sou Engenheiro Mecânico, também formado pela Poli, comentei:

- Selena, talvez eu possa te ajudar, pois já dei aulas de Física e Matemática para complementar o orçamento aqui de casa.

- Que bom seria Tio, mas você se lembra de tudo ?? – Perguntou ela.

- Sim, vamos marcar para amanhã, depois do jantar. Venha até aqui e estudamos juntos. – Respondi.

No dia seguinte, quando cheguei, ela já estava em casa, sentada na sala estudando. Estava com uma saia muito curta, de pernas cruzadas como índio, muito concentrada. Suas coxas estavam toda a mostra. Aquilo sim me despertou uma curiosidade mesclada com um interesse que até aquele momento eu desconhecia que tinha por ela. A fantasia do professor seduzindo a aluna me veio à cabeça imediatamente.

Subi ao quarto, me troquei, coloquei uma bermuda e camiseta e desci.

Jantei, e fui para sala a seu lado auxilia-la nos estudos. Ao me sentar ao seu lado, claro que nossas pernas se tocaram, e para ela foi normal mas para mim que já estava com as fantasias em evidencia, foi delicioso e deixei minha perna encostada na dela

Estávamos bastante concentrados, quando minha esposa disse que iria assistir à televisão no quarto para não atrapalhar. Olhei para Selena e notei um sorriso no canto de sua boca. Como estava a seu lado e ela sentada de índio, ela se ajeitou e colocou uma perna sua sobre a minha.

Com isso sua saia subiu mais ainda, fazendo com que suas belas coxas ficassem mais expostas. Eu sabia que ela não estava tendo sexo a bastante tempo. E novamente fantasiei. Para afastar estes pensamentos, levantei e fui buscar a garrafa de whisky. Coloquei uma dose e Selena recolocou sua perna sobre a minha. Já não era mais fantasia, suas atitudes começaram a ficar mais liberais.
Com a ajuda da dose de whisky, coloquei a mão sobre suas pernas e carinhosamente a acariciava. Não houve nenhuma contestação. Perguntei meio que de surpresa:

- Quanto tempo você não namora ??

- Mas Tio, você sabe que não estou namorando faz algum tempo já. – Disse ela.

- O namoro que me refiro é o ato em si. Quanto tempo faz que você não transa com alguém ?? Você precisa sim relaxar para poder se concentrar melhor .... – Comentei

Neste momento eu já percorria com minha mão, toda sua coxa que estava sobre minha perna, bem de leve e chegando muito próximo de sua vagina, ainda sem toca-la.
Ela me disse que concordava, mas que precisava de alguém que soubesse como trata-la neste período, pois o que ela queria era só desestressar, não queria envolvimento maior. E eu estava lá para isso ....

Subi mais a investida e já tocava sua bucetinha, sob a calcinha. Ela me pediu para compartilhar a bebida. Tomou um pouco e me espantei, pois não fez cara feia. Me concentrei em sentir com a mão, o calor que emanava de suas partes intimas.

Acariciava toda sua vagina agora, pois da forma como estava sentada, facilitava muito este contato. Tirei sua calcinha de lado e pude ver uma bucetinha linda, toda depilada e fechadinha. Meti um dedo e comecei a sentir a umidade crescer. Ela por sua vez, retirou meu pau e iniciou um carinho muito gostoso. Não era uma punhetinha, só um carinho por enquanto.

Vi por sobre sua camiseta, que os bicos de seus seios estavam durinhos e pontudos. Levantei sua camiseta e passei de leve a língua sobre os dois, enquanto minha mão continuava a bolinar sua bucetinha. Agora ela já batia uma punheta para mim. E eu metia dois dedos na sua xaninha, totalmente molhada.

Selena gemia baixinho de tesão. Pedia para não parar.

- Mete o dedo Tio .... Mete gostoso ....

Eu estava bastante preocupado com Julia, minha esposa, pois ela poderia se levantar e vir para sala. Me levantei e fui sentar no sofá, onde poderia controlar melhor a situação.
Sentado, de pau duro, ela se posicionou entre minhas pernas e iniciou um boquete delicioso. Estava só de camiseta, já sem calcinha. Mamava em toda extensão de minha rola. Colocava e tirava de sua boca, babando muito. Punhetava freneticamente e me encarava.

- A Tia sabe chupar assim gostoso ??? – Perguntou Selena

- Sabe sim e ela adora receber leitinho na boca. Não deixa escapar nada !! – Respondi

Isso a estimulou um pouco mais e seu boquete, junto com a punheta se tornaram mais excitantes. Avisei que iria gozar e ela imediatamente enfiou toda minha rola na boca, fazendo movimentos de punheta com a boca, enfiando e tirando, até que gozei gostoso na sua jovem boca. Ela também não perdeu nada. Me mostrou a quantidade de porra que eu havia gozado, fez uma cara de puta e engoliu tudo. Foi uma gozada deliciosa, mas tanto eu como ela, ainda não estávamos satisfeitos.

Fui até a porta do meu quarto verificar se minha esposa ainda estava dormindo e voltei mais despreocupado. Sentei novamente no sofá para me recuperar e Selena sentou no meu colo, de frente para mim. Começamos a nos beijar e a segurei pela bundinha. Passava a mão entre as bandas e senti seu cuzinho. Coloquei um dedo e ela não reclamou.

Meu pau já estava novamente duro e ela o direcionou para sua buceta. Meu pau entrou gostoso e pude sentir que era uma bucetinha muito apertada. Ele subia e descia, fodia com a experiência e jovialidade de quem tem 18 anos. Aproveitando o liquido que saía de sua buceta, lubrifiquei o segundo dedo e meti em cuzinho. Novamente ela não reclamou e no meu ouvido ela pedia:

- Vai Tio, me fode inteirinha .... Me fode gostoso .... Vai que estou gozando .....

E senti sua buceta se contrair em torno de meu pau ....

Mas neste momento eu só havia gozado na sua boca. Ainda não havia gozado dentro dela. Ficamos mais um tempinho com ela sentada no meu pau. A levantei e a coloquei de costas para mim, no sofá com as pernas bem abertas. Com as duas mãos, abri sua bundinha e passei a língua no seu cuzinho. Chupei sua buceta, totalmente depilada, por trás e simultaneamente metia dois dedos em seu rabinho para lacear.

Passei bastante KY no seu anelzinho e no meu pau. Abri seu cuzinho, posicionei meu caralho e forcei a entrada. Quando entrou a cabeça ela quase deu um grito, que foi abafado pelo sofá. Parei de enterrar e esperei ela se acostumar com a pica no rabo. Aos poucos ela foi empurrando e acomodando a rola no cu. Ao sentir que toda a extensão tinha entrado, comecei a bombar, delicadamente, mas sem parar. Tocava sua buceta ao mesmo tempo. Ela já pedia para foder com mais força.

Foi o que fiz. Comecei a meter com força em movimentos que quase tirava todo meu pau e voltava a enterrar. Seu cuzinho é muito apertado e podia sentir todo seu interior. Metia forte e avisei que iria gozar novamente. Desta vez gozei muito e enchi seu rabo de porra.

Fiquei dentro dela até meu pau começar a diminuir e quando tirei, pude notar que estava bem arregaçado. A porra começou a escorrer pelas suas pernas e ela foi ao banheiro se lavar.
Na volta, não tínhamos mais condições para continuar os estudos e fomos dormir. Passamos a foder gostoso sempre que possível. Mesmo depois dela ter entrado na POLI e arrumado um namorado.




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