"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Não me chama de tio XII


autor: Publicitario45
publicado em: 18/08/16
categoria: hetero
leituras: 3217
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Nossa primeira troca de casal

Eu e Mariana resolvemos passar o fim de semana em casa, ela tinha que estudar para prova na faculdade e eu resolvi terminar alguns trabalhos. O dia estava chuvoso, frio bom de ficar em casa. Então, fechei a cortina do quarto, abri uma garrafa de vinho, duas taças, meu notebook e fui pro quarto.

Meu filho mais velho estava para Minas Gerais com um grupo da faculdade, o mais novo com a mãe, então o domingo seria só nosso.
Mariana estava deitada de bundinha pra cima digitando algo no computador. Ela usava apenas uma blusinha branca e uma calcinha que parece um shortinho, branca, cheia de desenhos de coração.
Coisas de uma menina de 18 aninhos.

Vagarosamente, me aproximei e lhe dei um beijo na bunda, ela olhou pra mim com cara de safada e eu lhe ofereci uma taça de vinho.

- Beber vinho enquanto estuda potencializa o cérebro, sabia?

- Eu sei que você é safado. Tá querendo me embebedar pra me comer.

- E eu preciso disso?

- Não, se quiser, pode comer agora.

Meu pau pulsou. A objetividade de Mariana quando o assunto era sexo me excita, ela sabe bem o que quer.

Peguei o notebook e sentei do outro lado da cama e comecei a digitar. O silencio tomou conta do nosso quarto enquanto trabalhávamos. De vez em quando eu parava para beber um gole de vinho e dava uma espiadinha naquele corpo deitado ao meu lado. Meu pau continuava duro e eu acho que Mariana percebeu isso.

De repente ela se levantou, foi ao banheiro e minutos depois voltou, sentou na beirada da cama ao meu lado e pôs a mão no meu pau.

- Tá vendo como você é safado?

- O que eu fiz?

- Voce está de pau duro.

- Claro, você esta deitada de bunda pra cima, apenas de calcinha do meu lado.

- Amor, quero te pedir uma coisa.

- Fala.

- Quero mais festinha. Quero sair com um casal, vamos encontrar alguém?

- Conheço vários.

- Não, quero que a novidade seja pra mim e pra você. Os que você já saiu estão fora de cogitação.

- Ok vamos pensar numa forma de achar alguém. A internet pode nos ajudar.

Mariana sorriu como se tivesse ganhado um brinquedo, puxou minha cueca e caiu de boca no meu pau. Coloquei o notebook de lado e ela continuou a me chupar com vontade. Sua boca engolia meu pau, depois ia até a cabeça, fazia movimentos circulares em torno usando apenas a ponta da língua. Mordia o pau, fazia movimentos com as mãos como se tivesse me punhetando, depois descia em direção as minhas pernas, me mordia nas coxas e seguiu assim té que eu gozasse fartamente em sua boca. Mariana estava ficando expert no assunto e raramente deixa alguma gota de porra escorrer.

Em seguida ela voltou a estudar e eu tentei me concentrar no trabalho, tentei, porque confesso que cada vez que eu olhava pra ela deitada de bundinha pra cima meu pau dava sinais de vida.

Finalizamos o domingo assim, estudando, trepando e na manhã seguinte eu e Mariana decidimos sair e caçar algum casal que pudesse nos acompanhar em uma nova aventura.

Na quarta-feira resolvemos ir ao cinema. Mariana estava decidida a seduzir algum casal e se vestiu de forma matadora. Uma blusinha de seda ou algo parecido, sem nada por baixo, uma sainha rodada e um par de botas. Fomos para um cinema onde costuma-se passar filmes mais alternativos, na sua grande maioria franceses o que acaba atraindo muita gente descolada e com a mente um pouco mais aberta.

Já na entrada do cinema a gente chamou atenção. Mariana de mãos dadas com um cara de 46 anos e vestida de ninfeta dificilmente não chamaria atenção. Algumas meninas olhavam descaradamente para Mariana e os meninos também.

Depois que saímos do cinema, eu e Mariana sentamos na choperia do lado onde tinha usica ao vivo. Ficamos ali e o local foi enchendo, algumas pessoas estavam em pé e ao nosso lado um casal de mais ou menos 35 anos cada. Mariana foi gentil e perguntou se eles queriam se sentar, eles agradeceram e aceitaram.

Daí começamos a conversar. O casal era formado po Pedro e Julia, ambos advogados e sem filhos. Um casal bonito, bem vestidos, viajados e bem de vida financeiramente. Ficou claro a empatia de Mariana por Julia e vice versa, mas Pedro era meio emburrado, reclamou de tanta coisa que Mariana desistiu.

Na quinta-feira saímos e nada. Na sexta até pintou um clima com um casal mas não passamos de uns amassos dentro do carro, na hora H o marido da menina achou que ela estava empolgada demais e depois de uma crise de ciúmes dele, nós desistimos.

No sábado Mariana me chamou para assistir um musical do Fantasma da Ópera que começaria por volta das 20h e depois sairíamos para jantar, já que até aquele momento nossa caça a um casal não tinha dado nenhum resultado. No horário marcado eu fui buscar Mariana na sua casa e mais uma vez ela me surpreendeu, estava ainda mais linda. Vestia um vestido preto, de alcinhas bem finas, algumas pedras faziam uma espécie de cinto, cabelos presos, sandálias com salto alto e um perfume maravilhoso.

Quando ela entrou no carro eu fiquei pelo menos dois minutos admirando e elogiando tamanha beleza. Saímos e rapidamente chegamos no teatro que fica exatamente no centro de Vitória. Quando entramos fomos abordados por uma meninas que faziam promoção de alguma empresa patrocinadora mas rapidamente seguimos para os nossos lugares.

Quando sentamos, reparei que Mariana sentou atrás de uma morena alta, mais ou menos q,75 de altura. Usava um vestido vermelho bem chamativo com um generoso decote e ao seu lado tinha um homem que segurava suas mãos, provavelmente o marido dela, aparentando ter uns 50 anos, bem vestido, cabelos curtos, com alguns fios brancos. Quando nos sentamos os dois olharam pra trás quase que ao mesmo tempo, demos boa noite, eles responderam, mas a morena percorreu os olhos por todo corpo de Mariana que retribuiu com um sorriso bem safado. Depois que sentamos, Mariana me olhou e deu uma piscadinha olhando para o casal da frente meio que com rabo de olho.

O musical teria um intervalo, seria dividido em duas partes. Quando as luzes se apagaram o cara deu um baita beijo na sua provável esposa e ela retribuiu na mesma moeda. Mariana que segurava minha mão direita deu um leve apertão como se quisesse chamar a minha atenção para a cena caliente que rolava à nossa frente.

Quando terminou a primeira parte do musical, eu e Mariana começamos a conversar baixinho e ela disse que queria jantar no Valentina Ristorante. Quando a Morena ouviu, virou-se e perguntou onde ficava o tal restaurante, pois eles eram de Fortaleza, estava passando férias mas não sabiam chegar lá. De fato o Valentina é novo, quase ninguém conhece ainda.

Continuamos conversando e nos apresentamos. Como disse o casal era de Fortaleza, estava casados há 10 anos, ele tinha 51 anos e ela 40 anos. O cara era alto, branco, olhos azuis, descendência alemã.

Engenheiro na área de petróleo e se chamava Paulo Roberto. A morena era do tipo que conversa seduzindo com os lábios e com o olhar, psicóloga formada, professora e bem vaidosa, aparentava ter menos do que os seus 40 anos de idade e ela nos confessou que todos os anos eles viajam para comemorar o aniversário de casamento numa cidade diferente e Vitória era a bola da vez, o nome dela, pasmem, Mariana.

Quando ela disse o nome começamos a rir a coincidência e a minha Mariana disse que eles não precisariam de um taxi para irem ao restaurante, eles iriam com a gente. Eles agradeceram e aceitaram o convite e a Mariana do cara chamou a minha pra ir no banheiro.
Quando elas saíram, o cara me perguntou como era namorar uma menina 28 anos mais nova e a minha resposta foi: é algo maravilhoso mas tem que ter folego. Paulo Roberto riu e perguntou se eu não tinha medo dela se interessar por alguém mais jovem, da idade dela e eu disse que não, pois além de nos darmos muito bem na cama, nós éramos um casal que curtia novas experiências. Os olhos dele brilharam e eu expliquei que nós não traíamos porque sempre que pintava alguém, sendo homem ou mulher, poderia rolar algo mais.
Imediatamente Paulo perguntou se já tínhamos feitos troca de casal e a minha resposta foi direta: é exatamente isso que estamos procurando há uma semana.

As meninas voltaram e as luzes se apagaram novamente. Mariana estava empolgada, a outra Mariana também e elas pareciam ser as melhores amigas há alguns anos.

Quando a segunda parte acabou, nos levantamos e fomos saindo lentamente. Como Vitoria não é muito grande, acabei encontrando alguns colegas de trabalho que ficaram impressionados com a beleza da minha jovem namorada. Seguimos pro estacionamento e dali direto pro restaurante.

A vantagem de se ter 46 anos e ser empresário é que você acaba conquistando algumas regalias. O sommelier do Valentina é um grande amigo e nos arrumou uma mesa bem afastada e nos apresentou aos melhores vinhos para acompanhar um excelente cardápio que a casa oferecia aos seus cliente.

Apresentei nossos amigos ao meu amigo e iniciamos um bate papo animado. As Marianas estavam elétricas, falavam de tudo, moda, sexo, música, filmes, viagens etc. e olha que uma tem 18 anos e a outra 40. Quando a Mariana, esposa de Paulo elogiou a nossa relação, ele não resistiu e disse que eu e Mariana éramos um casal moderno, ao ser questionado pela esposa o que era exatamente um casal aberto, a minha Mariana entrou em cena.

- Nós transamos com outras pessoas, por isso não traímos.

- Já saímos com homens, mulheres e agora estamos literalmente caçando um casal.

A outra Mariana ficou branca, muda mas com um leve sorriso nos lábios.

Paulo emendou.

- Sempre fico excitado quando vejo cenas em filmes onde rola este tipo de relação, mas não sei se teria coragem de deixar algume comer a minha mulher na minha frente. Você teria coragem amor?

A esposa dele foi direta.

- Adoraria ser possuída por dois homens, desde que um fosse você amor.

Ai a minha Mariana resolveu botar lenha na fogueira.

- O papo está ótimo e acho que nós deveríamos tomar café da manhã juntos, numa suíte de motel.

O silêncio tomou conta da mesa. Mariana e Paulo se entreolharam como se estivessem conversando por telepatia. Estava na cara que eles queria e a minha Mariana também queria. A esposa do cara era uma morena de 40 anos linda, gostosa e parecia ser bem resolvida.

A minha Mariana era o fogo em forma de pessoa e Paulo Roberto não perderia a chance de comer uma novnha sem ter que trair a esposa.

Então a minha Mariana resolveu dar uma cartada final.

- Eu vou ao banheiro enquanto a conta não chega. Se quando eu voltar, vocês ainda estiverem ai na mesa, a gente entra no carro e vai pra um motel onde tem uma suíte que se chama mansão. Lá tem duas camas enormes de casal onde a gente pode transar sem necessariamente ter a troca de casal. Se lá na hora der vontade, a gente se diverte juntos. Mas se eu voltar e vocês tiverem ido embora, é sinal que vocês não querem. Ok?

Paulo e Mariana estavam mudos e apenas balançaram a cabeça. E minha Mariana foi mais longe. Se aproximou de Paulo e deu dois beijos no rosto como se tivesse se despedindo dele e em seguida foi na outra Mariana e lhe beijou ao lábios de leve. Disse que tinha adorado o jantar, a companhia e que mesmo que não rolasse eles poderiam ser nossos amigos pra sempre. Depois disso ela saiu.

Eu confesso que fiquei pasmo com tanta ousadia. Paguei a conta, pedi um café e também fui ao banheiro.

Quando retornei Mariana havia retornado e ao me ver olhou pra mim e sorriu com ar de vitoriosa. Pronto, nossa primeira troca de casal estava prestes a acontecer.

Entramos no carro e seguimos pela Beira Mar para que o nosso casal amigo conhecesse mais a nossa cidade. Em minutos chegamos no motel e pedimos uma mansão. Entramos e Mariana ficou maravilhada com o tamanho e a decoração da suíte que realmente chama atenção pela imponência.

- Que tal uma música?

Paulo aparentava mais nervoso que a esposa tratou de colocar uma musica bem animada e as Marianas começaram a dançar. A química entre elas era incrível. Paulo se serviu de uma dose de uísque e me ofereceu, agradeci mas resolvi ficar apenas na água com gás, pois eu não queria perder um minuto daquela cena.

As duas foram se aproximando, dançaram cada vez mais próximas. As mãos da Mar (a inha Mariana) tocou na cintura da esposa de Paulo que retribuiu o carinho colocando as mãos nos ombros de Mari. Os corpos se remexiam de forma sensual, elas foram se aproximando e se beijaram.

Os olhos azuis de Paulo acenderam. Ela parecia não acreditar mas já esfregava a mão direita no seu pau. Eu tratei de me sentar numa cadeira confortável para assistir de camarote.

As Marianas seguiam aos beijos e aos poucos uma foi despindo a outra. A Mariana, esposa do Paulo parecia mais afoita, soltou as alcinhas do vestido preto da Maia que deslizou pelo seu corpinho de ninfeta e foi ao chão, deixando minha namorada apenas de salto alto e uma minúscula calcinha preta com algumas pedrinhas na parte da frente.

Depois foi a vez de Mari despir nossa nova amiga abrindo lentamente o zíper nas costas e puxando lentamente o vestido. A esposa de Paulo estava quase nua e eu pude ver que se tratava de uma morena estilo cavala, grande, pernas grossas e bem torneadas, barrigas sarada, seios siliconados e uma boceta avantajada. Da pista de dança pra cama foi um pulo. Paulo a esta altura já estava apenas de cueca, pau duro como pedra e com um copo de uísque na mão.

Eu me levantei e fui até a geladeira, peguei uma garrafa de champanhe, abri eci duas taças e fui servir as meninas que ainda se beijavam com total entrega. As mãos exploravam os corpos, os beijos eram sedentos e elas só pararam para pegar as tacinhas. Então a minha Mari se ajoelhou na cama só de calcinha e salto alto e me beijou apaixonadamente enquanto suas mãos abriam o meu cinto.

Mari se livrou da minha calça, da minha camisa e me deixou apenas de cueca box.

Depois caiu de boca por cima da minha cueca deixando ela toda manchada de batom. A Mariana de Paulo repetiu a cena porém com o marido. Se ajoelhou em sua frente e colocou o pau dele pra fora. A pica do amigo era grande, mais ou menos uns 23 centímetros, porém não muito grossa. Mariana começou a chupar o pau do marido com vontade, não conseguia meter ele inteiro na boca, fazia barulho com a pressão na cabeça e ele se contorcia e gemia na cadeira. Eu e Mari ficamos olhando a cena até que a esposa do amigo convidou a minha Mari pra dividir a pica. Com um beijo nos meus lábios Mari foi e se ajoelhou em frente de Paulo, tomou um gole de champanhe gelada e caiu de boca na rola do amigo. Ele urrou com ao lábios gelados a minha ninfeta. Maria chupava a cabeça enquanto a esposa passava a língua até o saco, elas revezavam as chupadas e lambida com longos beijos na boca.

- Paulo, deixa a sua esposa chupar o cacete do meu amor, deixa.

Paulo sequer teve força pra responder, apenas balançou a cabeça dizendo sim e a esposa dele caminhou em minha direção. Eu estava deitado na cama e Mariana veio engatinhando em minha direção me olhando com cara de vadia. Ela puxou minha cueca e quando meu pau soltou ela olhou e disse apenas _nossa, que pau grosso - e imediatamente caiu de boca na cabeça. Senti seus labos quentes fazerem pressão na minha rola, Mariana estava de quatro na beira da cama chupando meu pau com vontade, mordendo, chupando, lambendo, deslizando as mãos pelas minhas pernas, subiu, beijou minha boca e eu passei a alisar a sua deliciosa bunda. Mariana desceu e caiu de boca no meu pau de novo, repetiu tudo me deixando doido.

De repente ouvimos Paulo gemer mas forte, era quase um urro. Olhei de lado e vi que ele estava enchendo a boca da minha Mari de porra, ela seguia grudada na cabeça do pau dele fazendo pressão e levando

Paulo a quase desfalecer de tanto tesão.

Depois que ela chupou até a ultima gota, deixou que Paulo se recuperasse e foi atrás da esposa dele que ainda de quatro dava um verdadeiro banho de lingue no meu corpo.

Mari então retirou lentamente a calcinha de Mariana, abriu levemente suas pernas e caiu de boca. Mariana que estava com meu pau na boca arfou, soltou minha rola e pediu que Maria a chupasse toda, ela queria gozar na boca da minha ninfeta.

Paulo ainda meio mole assistia a tudo de onde estava. Maria continuou chupando a amiga, penetrou sua boceta com os dedos, esfregou o bico dos seus seio na portinha da gruta e Mariana gozou intensamente.

Vendo a esposa gozar Paulo se animou e foi por trás de Mari que ainda seguia chupando a sua esposa. Na base do trenzinho, Mariana continuou chupando meu pau, Mari chupando a boceta de Mariana e

Paulo caiu de boca na boceta de Mari que estava quase que de quatro na beira da cama.

Uma mistura de gemidos e cheiro de orgasmos tomou conta do ambiente. Mariana me chupava cada vez mais gostoso e Mari gozou seguidas vezes na boca de Paulo. Ele então se ajoelhou atrás dela e começou a pincelar o pau na porta da xaninha da minha pequena que a esta altura implorava para ser comida pelo marido de Mariana.

O pau entrou e Mari gritou. Paulo tinha metido os 23 centimetros de uma vez só. A boceta melada de Maria havia engolindo a pica do amigo que passou a socar com força. A esposa dele então resolveu dar também, sentou na minha tora e eu pude sentir como sua boceta era quente além de muito carnuda.

Mari parecia estar se acabando com Paulo, já tinham trocado de posição várias vezes e parecia estar fácil pra ela sentir aquela pica toda, apesar de mais fina que a minha, dentro da sua bocetinha melada. A menina seguia gozando e a esposa de Paulo também. Elas apenas olhava pro marido e dizia que estava se sentindo preenchida por uma pica mais grossa.

Meti na mulher do cara de quatro, botei pra cavalgar, coloquei na cadeira erótica e comi de todas as formas possíveis até que eu e Mariana gozamos juntos e caímos cansados na cama. Em seguida foi a vez de Paulo encher a boceta da minha pequena de porra.

Paramos alguns minutos para descansar e refrescar os corpos numa grande piscina que tinha na quite. Mari se juntou a Paulo e Mariana, a esposa do nosso amigo ficou perto de mim. A troca de casal estava acontecendo e Paulo começou a amassar Mari de todas as formas.

Mariana a esposa, estava toda molinha do meu lado e eu pedi que ela se deitasse na beira da piscina. Abri bem suas pernas e fiquei cara a cara com aquela boceta enorme. Agora era a minha vez de chupar aquilo tudo até fazer aquela mulher gozar.

Comecei passando a língua de leve no grelo e nos grandes lábios. A cada toque Mariana se contorcia, gemia, dizia algumas baixarias e pedia mais. Abri ainda mais a boceta e cai de boca no gelo, chupei, dei umas leves mordidas e Mariana começou a gozar com uma intensidade incrível. De dentro da sua boceta escorria um liquido gosmento, parecendo um leite e eu tratei de sorver aquele liquido por completo. A cada sugada Mariana gemia mais alto, parecia orgasmos múltiplos. Então meti um dedo na boceta, depois fui aumentando e passei a foder Mariana com as mãos, ela apenas se abria, contorcia e gemia pedindo mais e mais. Passei a massagear o cuzinho, ela deu um gritinho e disse que meu pau era grosso pro rabinho dela.

Do outro lado da Piscina Paulo gritou dizendo que eu poderia meter no rabo da esposa pois ele estava louco pra comer o cuzinho da minha.

Peguei Mariana e levei até a beira da cama, ela se posicionou de quatro e eu dei uma serie de lambidas no seu rabo. Paulo trouxe Mari pra mesma cama porém em lado oposto. As duas quatro começaram a se beijar enquanto eu e Paulo dávamos uns tratos nos cuzinhos das meninas. Me levantei e comecei a meter devagar, Mariana gemeu, pediu calma, estava doendo. Paulo fez a mesma coisa mas como sua pica é mais fina deve ter doido menos em Mari que em pouco tempo já estava sendo currada a todo vapor pelo nosso amigo.

Do outro lado da cama eu assistia a minha namorada sendo comida e gemendo forte enquanto meu pau ia entrando no rabo de Mariana. Paulo olhava a esposa fixamente e aos poucos fui acelerando, Mariana foi se acostumando com a dor e foi pedindo mais. Resolvi dar uns tapas e Mariana pediu mais força, obedeci, Paulo passou a bater na bunda de pele clara de Mari que soltava gritinhos e o desafiava dizendo que estava acostumada com mais pressão.

Aquele clima foi esquentando, eu e Paulo aceleramos ae estocadas e gozamos enchendo os rabinhos das meninas de porra.

Já passava das 5 da manhã quando terminamos a trepada. Mariana saiu de perto de Paulo e deitou-se ao meu lado. Sua bocetinha estava vermelha, inchada mas ela parecia ter realizado a sua fantasia.

A outra Mariana, esposa de Paulo também se aproximou do marido que fez questão de ver o resultando da trepada e do nada começou a chupar a boceta da esposa toda melada de porra. Não demorou muito e Mariana gozou na boca do marido.

Então pedimos o café da manhã, afinal de contas foi este o convite de Mari, tomarmos café da manha junto dos amigos numa suíte de motel.

Saímos do motel e deixamos os nossos amigos no hotel onde eles estavam hospedados. Trocamos telefones e combinamos de aproveitar com eles os próximos três dias que ainda estavam deles em Vitoria.

Se teve mais sexo? Teve sim, mas isso eu conto depois.





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